Colecionador tem 300 peças da Revolução Constitucionalista - Curiocidade - Estadao.com.br
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Curiocidade

09.julho.2011 00:00:38

Colecionador tem 300 peças da Revolução Constitucionalista

Hoje é aniversário do início da Revolução Constitucionalista de 1932. O publicitário paulistano Ricardo Della Rosa, criador do site Tudo por São Paulo, guarda tudo sobre o conflito que terminou com 900 mortes. Ele é neto por parte de pai e de mãe de ex-combatentes da Revolução de 1932. Iniciada em 9 de julho de 1932, a Revolução Constitucionalista foi uma reação armada de alguns setores da sociedade paulista ao golpe dado por Getúlio Vargas em 1930. O objetivo dos revoltosos era derrubar o governo de Vargas e promulgar uma nova constituição para o País. Mas as forças federais venceram os paulistas. Durante o conflito, o policial Manoel Maia Neto, avô materno de Ricardo, alistou-se no Batalhão Voluntários de Piratininga e foi enviado para a frente de batalha. Longe de casa, Manoel recebia notícias, cartões, fotografias e o apoio incondicional da mulher. “Ele a deixou com quatro crianças pequenas em casa”, conta Ricardo. “E a minha avó ainda escrevia ‘Viva São Paulo’ e ‘ Viva o Brasil’ nos cartões”. Além disso, o casal doou as alianças para a campanha Ouro para o Bem do Brasil, na qual a população oferecia joias e objetos preciosos para financiar as tropas paulistas.

(Foto: Leonardo Soares / AE)

Amante de História e de antiguidades em geral, Ricardo, que tem 37 anos, começou a levar o assunto mais a sério há dez, quando ganhou de uma tia parte da herança do conflito guardada pela família. Hoje, ele possui cerca de 300 peças entre capacetes, anéis, medalhas, cartões postais e uniformes completos. O avô paterno, Mario Della Rosa, também participou do levante e aparece na maioria das fotos do acervo familiar de Ricardo. Porém, não há muitos detalhes sobre sua participação no embate. “Desconheço o batalhão em que ele lutou”

comentários (34) | comente

34 Comentários Comente também
  • 18/07/2011 - 18:21
    Enviado por: Ana Maria

    Ricardo!
    Parabens pela imenso acervo.Meu pai( falecido em 2006) tambem foi soldado na Rev. de 32, porem temos apenas a medalha com a qual foi condecorado na Assembleia Legislativa, unico objeto que temos, nem ao menos temos fotos,porem ele foi a memoria viva, pois qdo faleceu estava lucido;cresci ouvindo as historias da Revolução e ateh algumas passagens pitorescas , se é que assim podemos denominar em plena revolução.Tenho o nome do batalhao e tudo o mais onde ele serviu.Se do seu interesse for e se acrescenta mais, meu e-mail esta acima, mas saiba que quero conhecer de perto a sua “herança”, pois sou paulistana e amo Sao Paulo.

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  • 01/08/2011 - 13:53
    Enviado por: Dr.Pedro Pacheco

    Parabéns jovem pela preservação da memória familiar e do Estado de São Paulo, de um povo que reagia aos desmandos, não como o de hoje que é como gado indo ao matadouro.
    Também tenho alguns capacetes deste periodo, embora seja paranaense, minha filha é paulista.

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  • 29/10/2011 - 11:18
    Enviado por: regina carvalho

    Parabens pela sua preservação de nossa historia.
    meu avô Paulo Machado de Carvalho tb participou e tenho comigo até hoje, um caderno (grande) com recortes e até bilhetes, da Revolução.. tb tenho o bonus da Independencia e fotos.
    Vc tem algum interresse?
    obrigada pela atenção
    Regina

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  • 27/12/2011 - 18:40
    Enviado por: andre elias

    possuo um capacete da revolução constituçionalista, gostaria de saber como avalio esse item.
    obrigado aguardo informações

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  • 27/12/2011 - 18:41
    Enviado por: andre elias

    meu e mail é vitto.andreelias38@gmail.com obrigado

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  • 12/02/2012 - 20:13
    Enviado por: Arthur Conroy

    Prezado Ricardo,

    Em primeiro lugar, parabens pelo seu trabalho em proteger nossa história e com isto garantir o conhecimento e as respostas no futuro.

    Tenho um botn da revolução de 1930, é uma peça cromada, um capacete representando o capace usado pleas tropas, escrito em alto relevo ” São Paulo – Plea Lei” ao lado um projetil de fuzil.
    O tamanho da peça é pouca coisa menos que uma moeda de R$1,00.

    Gostaria de poder te mandar par melhor visualização, mas por aqui não há suporte para envio de imagens

    Fico no aguardo

    abs

    Arthu
    (21) 8512-1402

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  • 03/07/2012 - 20:01
    Enviado por: Ricardo Della Rosa

    Regina, por favor entre em contato comigo pelo email tudoporsp1932@gmail.com
    Agradeço também a todos comentários positivos pelo blog e coleção. Os que combateram merecem todas as nossas homenagens.
    Um abraço
    Ricardo Della Rosa

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  • 09/07/2012 - 07:52
    Enviado por: jayme correa

    Parabéns pela iniciativa. É bom ver que os jovens de hoje guardam a memória e o devido respeito por uma causa que aconteceu ha 80 anos. Isso prova que aqueles ideais por qual 900 valorosos herois se sacrificaram estão bem vivos nos corações e mentes dos que amam esta cidade, paulistanos de todo o Brasil.

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  • 09/07/2012 - 09:25
    Enviado por: Tuninho

    Isso ficou mais conhecido como a “caipirada paulista dando xilique”,ja que os caipiras paulistas perderam a mamata que tinham de roubar dinheiro publico dos cofres do Brasil.

    Mais outra coisa mesquinha e provinciana paulista,sem nenhum significado pro Brasil,1932 o ano do começo da parada gay,isso sim que é,ja que as boiolas paulistas sairam as ruas raclamando.

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    • 09/07/2012 - 12:36
      Enviado por: Macelo

      invejinha…né.

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    • 09/07/2012 - 13:25
      Enviado por: Jose Francisco

      Voce Tuninho deve ser um cabeca chata mau carater. Provavelmente petista e funcionario publico que vive de dinheiro publico. Pode tambem ser dirigente de ONG de fachada. O que voce escreveu sobre Sao Paulo e os Paulistas, so cabe em um I D I O T A, despeitado por algum motivo.
      Vai ver voce nao sabe quem e o seu pai.

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    • 09/07/2012 - 15:52
      Enviado por: Thomas

      Sobre a parada gay, lembro que discriminação é crime. Sobre a inveja que você sente dos paulistas, é compreensível, já que são poucos os estados da federação que dão aos seus habitantes motivos para se orgulharem.

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    • 09/07/2012 - 16:00
      Enviado por: George

      Como assim, sem nenhum significado??? Você pode usufruir de algum benefício graças à esse povo que chegou a morrer pelas mudanças. Leia mais livros sérios sobre essa história. Bairrismo nunca resolveu nada no Brasil. A ditadura não fazia bem para o Brasil todo e não só para S.Paulo.

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    • 09/07/2012 - 20:51
      Enviado por: Andre V Martin

      Fosse o Brasil todo como esses caipiras isto aqui seria outro Estados Unidos da America, desta vez do sul. Mas os invejosos e atrasados de sempre preferem um pais atrasado e paternalista que dar a razao para quem sempre teve. Azar nosso nao termos conseguido nos livrar deles de vez naquela ocasiao ganhando a causa e proclamando a independencia. Mas um dia a coisa acontece.

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  • 09/07/2012 - 09:53
    Enviado por: André

    Eu ainda tenho, em cima da minha mesa de centro, uma granada de mão que foi do tio-avô.

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  • 09/07/2012 - 10:01
    Enviado por: Denisar

    OSCAR PILAGALLO

    A imprensa paulista fardada de 1932

    Ela ignorou a superioridade das forças federais, fez campanha. Exceção, um jornal pró-Getúlio foi até destruído. Com a derrota de SP, jornalistas foram presos

    Se nas guerras a primeira vítima costuma ser a verdade, na Revolução de 1932 não foi diferente.

    O que foi diferente, isto sim, foi seu algoz. Em geral, a verdade sucumbe diante do conflito de versões dificilmente verificáveis pela imprensa. No caso da chamada Revolução Constitucionalista, no entanto, foi da própria imprensa que partiram os disparos que atingiram a verdade.

    Não se trata da verdade abstrata, que resulta de convicções, de uma visão de mundo, de um entendimento particular sobre o lugar que São Paulo deveria ocupar naquela nova fase da República.

    Trata-se, apenas, da verdade factual. Mal dado o primeiro tiro, em 9 de julho, as manchetes já tratavam o movimento como vitorioso, e com pouca variação mantiveram o mesmo tom até quase a derrota final, em outubro.

    Nesse período, os jornais paulistas abriram mão de fazer jornalismo. Durante os três meses que duraram os combates, optaram por privilegiar uma campanha para elevar o moral da população e, sobretudo, das tropas.

    Pouco interessava a informação objetiva da superioridade das forças federais, o fato incontestável de que tinham mais armas e eram mais bem treinadas.

    No início, as conquistas pontuais dos soldados de São Paulo foram superestimadas. Mais tarde, os avanços das forças inimigas seriam minimizados.

    Não é difícil entender por que a imprensa paulista agia assim. Se os jornais escolheram mobilizar em vez de informar, é porque haviam vestido farda bem antes da deflagração do conflito.

    A revolução foi, em larga medida, articulada na sede do jornal mais importante da cidade na época, “O Estado de S. Paulo”, então com mais de meio século de existência.

    Toda a imprensa paulista, no entanto, logo aderiu à causa. O “Diário de S. Paulo” e o “Diário da Noite”, ambos de Assis Chateaubriand, “A Gazeta”, de Cásper Líbero, e a “Folha da Manhã” e a “Folha da Noite” (que em 1960 seriam fundidos na Folha de S.Paulo), todos eles se transformaram em trincheira.

    Houve, efetivamente, um efêmero “Jornal das Trincheiras”, com propaganda mais aberta, mas a diferença em relação aos demais jornais era mais de grau do que de natureza.

    Também por um breve período circulou “O Separatista”, cuja razão de ser estava expressa no próprio título. Embora não contasse com o endosso da maioria da imprensa, a ideia representava uma dissidência tolerada.

    O que os jornais não podiam era ser contra São Paulo. Um jornal tenentista, que apoiava o governante então provisório, Getúlio Vargas, teve sua sede destruída pouco antes do 9 de julho.

    O esforço jornalístico de guerra contou com a participação especial do rádio. Como veículo de comunicação de massa, o rádio é contemporâneo da Revolução de 32. Nasceu na Record, que embalava o suposto noticiário com uma marcha militar, a “Paris Belfort”.

    Não havia espaço para isenção. A imprensa paulista não apenas refletia os anseios da sociedade local. Também os insuflava, criando um círculo vicioso. Derrotadas as forças de São Paulo, jornalistas e donos de jornais foram presos e exilados. Do ponto de vista da história da imprensa, porém, a grande vítima foi a verdade.

    OSCAR PILAGALLO, 56, jornalista, é autor de “História da Imprensa Paulista” (Três Estrelas)

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  • 09/07/2012 - 10:10
    Enviado por: Ligia

    Eu também sou apaixonada por História e antiguidades em geral.
    Parabéns.
    Abraços.

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  • 09/07/2012 - 10:35
    Enviado por: slal stevan

    Nossa!….pssssiiiiiuuuuu…..vocês que têm algum objeto histórico, fotos, docs, medalhas, espadas, armas, munição, partes de uniformes, equipamentos da época, etc, etc. NÃO OS TROQUEM POR DINHEIRO ( em respeito à memória dos que usaram este equipamento).DOEM PARA O MUSEU PAULISTA QUE ACEITA ISSO PARA EXPOSIÇÃO. Para quem não sabe, o Museu Paulista é o MUSEU DO IPIRANGA e pertence a USP. Quer objeto histórico,de qquer época. Levem lá e o doem simplesmente. Tentem não obter vantagem financeira de objetos que representem o patriotismo da nação de outras épocas que não se assemelham a esta atual. Se for objeto para colecionadores, tudo bem, comercializem, mas os que só representem algum fato histórico, levam lá no Museu do Ipiranga. Estejam certos, os que usaram estes objetos sentiriam orgulho de vocês por este ato, já que estes objetos não representam mais nada pra quem os vende.

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  • 09/07/2012 - 10:45
    Enviado por: João Luís V. Teixeira

    Parabéns por preservar essa rica parte de nossa História, Ricardo.
    E bela coleção!!!
    Abraços.

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  • 09/07/2012 - 12:30
    Enviado por: Macelo

    Olá. Meu avô foi soldado na Constitucionalista, e ele ainda está vivo e lúcido, com 99 anos. ainda este ano escreveu um pequeno relato baseado em memórias do conflito armado que se deu em Buri.

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  • 09/07/2012 - 12:45
    Enviado por: antozigalvao

    Se possuem objetos de valor histórico, respeitem a memória dos que lutaram por uma causa, doem os objetos a uma instituição compromissada com a história a longo prazo – museus, por exemplo – e não comercializem esses artigos, seria simplesmente transformar a memória em interesses mercantilistas!

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    • 09/07/2012 - 18:06
      Enviado por: Fabio Nog

      Você está bastante enganado neste tema. No mundo todo, museus particulares dividem com museus públicos a tarefa de preservar a memória. Geralmente, museus públicos são maiores e cobrem temáticas mais abrangentes. E os privados são os chamados museus temáticos. No Brasil temos cerca de 2.700 museus. Um quarto deles é privado e esse número vem crescendo rapidamente. Só na década passada foram inaugurados 300 novos museus, muitos particulares, de acordo com o Instituto Brasileiro de Museus, (órgão do Ministério da Cultura), que aplaude e incentiva tal tipo de iniciativa. O governo estimula a abertura de museus privados porque eles são tipicamente sustentados por doações de empresas ou por programas de incentivos fiscais, sem dinheiro público, que é escasso e insuficiente para manter adequadamente os museus públicos. O tão famoso Museu do Ipiranga expõe menos de 10.000 obras mas seu acervo é de 125.000 itens.Seu prédio está há 5 anos para ser reformado e triplicado em área. O custo da reforma de R$ 50 milhões seria bancado pela iniciativa privada. Só que há 5 anos os diversos órgãos do governo não se entendem com relação a esta reforma e ela vai ficando, vai ficando, vai ficando…. Enquanto isso o acervo fica guardado longe das vistas das pessoas. Antes um museu privado aberto ao público que um belo acervo público que ninguém vê.

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  • 09/07/2012 - 17:07
    Enviado por: Elísio de Almeida

    Tenho orgulho das pessoas que lutaram naquela época e apreço por aqueles que mantém a memória do movimento viva.
    VIVA SÃO PAULO, VIVA O BRASIL!

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  • 09/07/2012 - 17:27
    Enviado por: Paulinho

    Oi Ricardo,

    Parabéns pela iniciativa. Gostei muito de saber do site, do acervo e da participação do seu avô materno. Tenho um capacete igual ao que você tem na foto do meu avô paterno, Edmur da Costa Pimentel, que também esteve presente na Revolução de 32.
    Um grande abraço do seu primo,
    Paulinho Pimentel

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  • 09/07/2012 - 18:18
    Enviado por: Eros Alonso

    Quero registrar a participação de Taquarituba, na época Taquari, em 32.a cidade foi invadida de pois de duas tentativas, bombardeada por dois aviões,um vermelho e outro preto,e depois saqueada, com tecidos do comércio saqueado colocados nas ruas de barro, para as tropas invasoras passarem a pé, a cavalo e de caminhões. Há túmulos no município de constitucionalistas, além de farto material miloitarda época.No entanto, Taquari não é objeto de estudos relativos à revolução.

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    • 09/07/2012 - 21:00
      Enviado por: Markus

      Prezado Eros,

      Todas as cidades onde aconteceram conflitos são importantes. Poderia dar mais detalhes em relação a este conflito e outros que aconteceram em Taquarituba?
      Por favor entre no site http://www.sociedademmdc.com.br e veja que há um jornal eletronico 32 em Movimento que registra estes relatos históricos.
      É importante resgatar e preservar a memória.

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  • 09/07/2012 - 19:43
    Enviado por: aurora

    parabens por não deixar que nossa historia se perca no tempo, nasci no dia 09/07/54 quando minha mae ficou muito emocionada com a chuva de estrelas na paulista , ainda tenho o disco da revolução
    mais uma vez parabens

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  • 09/07/2012 - 19:48
    Enviado por: Salvador Artuzo

    Parabéns pela iniciativa de preservar a memória e também parte da história de São Paulo, e porque não do Brasil!

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  • 09/07/2012 - 20:00
    Enviado por: edvaldo cavalcante

    Em um país com memória curta como o nosso eu o parabenizo pela inciativa de preservar a história de nosso amado estado de São Paulo.

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  • 10/07/2012 - 18:45
    Enviado por: Alexandre

    A quem interessar possa, tenho um grande projétil que é herança de meu avo ex-combatente de 32, ele tem de 10 a 15kg e cerca de 60cm de comprimento. Vou vende-lo e quem se interessar me envie email: alex.lg@bol.com.br Obrigado a todos.

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  • 31/03/2013 - 22:52
    Enviado por: edneia

    oi sou edneia tenho algumas coisas sobre a revoluçao de 32 roupas revistas e um quadro gostaria de vebder sera que voce se interesaria em comprar me mande uma mensagen pir favor obrigada

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