O alfaiate Maurício Messias, 52 anos, se tornou especialista em gravatas meio por acaso em 1983. Numa daquelas mudanças da moda, as peças se estreitaram e os clientes vieram recorrer a ele para não ter que comprar novas. Além dos serviços tradicionais, a sua Alfaiataria Italiana passou a oferecer personalização de gravatas. “Os noivos me procuram bastante porque querem presentear os padrinhos e fazem pedidos de 8 a 12 unidades”, diz. Há também aquelas pessoas que não encontram o modelo desejado nas lojas. “São fregueses mais excêntricos, que gostam de usar borboletas coloridas, ou gente muito alta, que não acha o caimento certo”. A peça mais inusitada que o alfaiate fez foi para ele mesmo. “Usei o mesmo tecido que havia utilizado em uma calça”, diverte-se. “Acho que ninguém tem uma calça e uma gravata da mesma cor”. O serviço de personalização custa em média R$250.
Maurício aprendeu o ofício com o pai, também alfaiate, em sua terra natal, Iepê, a 525 km de São Paulo. Ele chegou na capital em 1970. Maurício repassa os ensinamentos num curso que é ministrado dentro da própria alfaiataria. As turmas são compostas por estudantes de Moda; recém-aposentados, que querem começar um novo negócio; e também pessoas que utilizam a costura como forma de terapia. São cursos de alfaiataria masculina, feminina, confecção de gravatas, calças e camisas. Eles têm duração de um mês, com uma aula por semana (nas noites de terças ou nas manhãs de sábado). O valor é R$650.
Serviço:
Alfaiataria Italiana
Rua Augusta, 192, sobreloja, Jardins, 3064-1399
(Com colaboração de Juliana Tamdjian e foto Clayton de Souza/Estadão)
A famosa Galeria Ouro Fino, na Rua Augusta, 2690, passou por maus bocados entre 2009 e 2010. O preço dos aluguéis espantou muitos lojistas. Mas agora o centro comercial começa a comemorar a volta à normalidade. Segundo a síndica Vivi Ferrano, das 100 lojas espalhadas pelos quatro andares, apenas quinze estão vazias. Este mês, oito novas marcas desembarcaram ali. Atualmente, o preço médio do aluguel é de R$ 2000 – o mesmo valor de três anos atrás. “Meu aluguel, por exemplo, abaixou 500 reais”, comemora Eliana Pogogelski, dona da loja Hysteric Angels, que está ali há 13 anos.
Vivi Ferrano acredita que a galeria pagou um preço alto por ter se tornado uma referência da moda underground. “Os jovens produtores abrem suas lojas muitas vezes sem terem o primeiro aluguel garantido”, explica. “Apesar disso, eu gosto muito mais da presença dos criadores do que dos comerciantes.” Estabelecimentos de serviços também têm aumentado bastante. Várias lojas de roupas cederam espaço para cabeleireiros, cafés e manicures.
Confira um roteiro com algumas novidades da Galeria Ouro Fino:
Tatuaria Santa Pele – 1º andar, 3081-1122 – O estúdio de tatuagem também é especializado em maquiagens definitivas e preenchimento de sobrancelhas.
Jettsons – 2º andar, 3061-1105- A loja vende artigos vintage - de discos até bonecas e máquinas fotográficas. A decoração lembra um apartamento da década de 70, com piso de tacos de madeira e paredes da cor laranja.
Reverbcity- Piso térreo, 3061-3218 – A loja tinha um espaço grande na Rua Augusta e se mudou para a galeria. Vende camisetas de bandas com estampas diferentes e artigos ligados à música, como caixinhas de som e fones de ouvido.
Mannu Lacombe – 2º andar – Com previsão de ser inaugurada na segunda semana de abril, a primeira loja da estilista de 26 anos terá roupas femininas. Ela escolheu o ponto “por causa da história e da tradição da galeria”.
Stalk Clothing-Music- 1º andar, 3063-2661 e 3062-8141 – A loja vende roupas no estilo dark e gótico. Também tem CDs de rock industrial e new wave
(Com colaboração de Juliana Tamdjian e foto Nilton Fukuda/Estadão)
A designer e ilustradora gaúcha Niege Borges, 22 anos, calcula ter visto a cena final do musical Chicago seis vezes seguidas. Não que seja o filme preferido dela. Mas a ideia era desenhar os passos de dança para ilustrar uma série que Niege batizou de “Dancing Plague” (Praga Dançante). O nome vem de um fenômeno que aconteceu em Strasbourg, na França, em 1518. Uma mulher chamada Frau Troffea começou a dançar na rua e, durante dias, cerca de 400 pessoas se juntaram a ela, fato que resultou até mesmo na morte de algumas por exaustão Das 20 coreografias desenhadas por ela para o projeto, 10 foram adaptadas para camisetas à venda na loja El Cabriton, na Rua Augusta (R$ 74). Niege precisa congelar as imagens para desenhar. Algumas são fáceis, como o número de “Pequena Miss Sunshine”, mas outras dão o maior trabalho. “Por isso, tive que misturar as mais ‘bobinhas’ com as complexas”, justifica. As cores das estampas também seguem os padrões dos filmes, como o roxo de Beetlejuice ou a azul-marinha de Cantando na Chuva.
Para ver todas as ilustrações, acesse o Tumblr da designer: http://dancingplagueof1518.tumblr.com/. O Blog do Curiocidade mostra a seguir algumas danças estampadas nas camisetas:
Dança “The Routine”, do seriado Friends:

Dança “Bird Is The Word!”, do desenho Uma Família da Pesada:
Dança “Banana Boat Song”, do Filme Beetlejuice:
Dança “Nowadays”, do musical Chicago:
Serviço:
El Cabriton, Rua Augusta, 2008, Jardim Paulista, 3081-6130
(Com colaboração de Juliana Tamdjian e fotos de divulgação)
Os cílios postiços já foram itens fundamentais no look das mulheres na década de 1960. A modelo inglesa Twiggy, por exemplo, se tornou referência na época por usá-los bem longos e definidos. Atualmente, eles estão sempre presentes em editoriais de moda e nos olhos de modelos e atrizes. A loja Audrey, na Liberdade, é um dos principais destinos de maquiadores e mulheres que procuram por cílios postiços. São 200 modelos, alguns bem extravagantes, com penas de pássaros e brilhos, muito procurados às vésperas do Carnaval.
Segundo a gerente Tatiane Araújo, o aumento das vendas começou há dois anos. Eles saíram de um canto da loja para ocupar quase uma parede inteira. A vendedora Claudiane Santana acredita que os blogs de maquiagem e tutoriais no YouTube tenham contribuído para a fama do acessório. Ela confessa que se surpreende com a facilidade que as clientes têm na hora da aplicação – momento que exige paciência de coordenação. “Muitas saem daqui já com eles nos olhos”, conta. O preços variam entre R$ 6,90 e R$ 32,00.
Serviço:
Rua Galvão Bueno, 40, Liberdade
Seg. a sáb. 9h/18h30
Dom. e feriados 10h/18h
(Com colaboração e foto de Juliana Tamdjian)
Vestidos acinturados, espartilhos, saias rodadas, blazers, chapéus e chá. No próximo domingo (2), fãs da moda vitoriana se reúnem para um chá das 5 no Café Girondino, na região central. Para participar, é preciso estar vestido a caráter.
Rommel Werneck, responsável pelo encontro, é formado em Letras e conheceu a moda vitoriana quando mantinha um blog de poesia retrô. Ao descobrir que havia um encontro entre os admiradores desta época em Curitiba, decidiu entrar em contato. “Percebi que seria possível fazer algo assim em São Paulo”, afirma.
Werneck criou uma comunidade no Orkut em julho de 2010, mas a primeira reunião dos fãs foi realizada apenas um ano depois, já que o fundador preferiu começar os encontros no inverno – as roupas do estilo costumam ser quentes. “Agora, há encontros em todas as épocas do ano”, conta. “Mas quando não havia o hábito, pensei que um encontro no verão poderia afastar quem não estivesse familiarizado.”
O termo ‘era vitoriana’ corresponde ao período de governo da rainha Vitória sobre o Reino Unido, de 1837 a 1901. Durante este período histórico, a industrialização britânica se consolidava, assegurando o domínio cultural e político dos ingleses sobre outros povos. Não é à toa que até hoje há influências destas vestimentas na moda mundial.
Por mais que seja um encontro de moda vitoriana, são aceitas roupas de outras épocas. “Eu, por exemplo, sou admirador da Renascença”, diz Werneck. “Os trajes costumam ir da Idade Média até a época do naufrágio do Titanic, nos anos 1910.” O chá das 5 começa antes das 17h. Das 13h às 15h, já devidamente caracterizados, os participantes farão um passeio fotográfico pelo centro da cidade e só então irão para o restaurante.
Serviço:
Chá das 5 na República Velha
02/12, a partir das 13h
Ponto de encontro: Largo S. Bento.
picnic_sp at yahoo.com.br
(Com colaboração de Míriam Castro e foto de divulgação)
O artista e tatuador Tinico Rosa, 33 anos, tem duas cachorras de estimação. Mas ele conta que já foi um grande amante de gatos. Tanto que criou para a marca Wonder uma estampa inspirada nos felinos. A camiseta, que será lançada amanhã, dia 25 de agosto, custa R$ 70 – valor que será totalmente doado à ONG Adote um Gatinho.
São 200 peças da camiseta cinza clara. Cada uma tem dez gatinhos desenhados por Rosa. O tatuador já faz este desenho desde 2004, época em que colava adesivos pelas ruas de Porto Alegre. “As pessoas que eu tatuava passaram a pedir que eu fizesse o personagem na pele delas”, afirma o artista. “A criação virou minha marca registrada.”
Ao se mudar para São Paulo, há oito anos, Tinico – apelido de Edinilson Rosa Soares – ouviu falar no trabalho da Adote um Gatinho. “Tinha vontade de fazer algo para eles e fiquei contente quando recebi o convite da Wonder”. O artista não cobrou nada para desenvolver a estampa da campanha. A relação próxima com os gatos surgiu pouco antes de o artista completar 20 anos. Ele e uma antiga namorada encontraram na rua um filhote ferido. “O gato mal conseguia abrir os olhos, estava todo machucado”, conta. Depois de passar a noite dando soro ao animal, que mal conseguia ficar em pé, Tinico decidiu adotá-lo. O bichano Olindo, mascote oficial do tatuador, passeava com ele dentro de uma mochila. “Ele ia comigo para todo canto, éramos muito próximos”, diz Tinico.
Serviço:
Lançamento da parceria Wonder e Adote um Gatinho
Wonder – Al. Lorena, 1.71, Jd. Paulista, 3894-2522
14h/18h
Grátis
Adote um Gatinho
informacoes@adoteumgatinho.org.br
(Com colaboração de Míriam Castro e imagens de divulgação)
“Cada camiseta nossa tira do lixo duas garrafas que demorariam 450 anos para sumir ”, afirma Vanda Ferreira, criadora da marca Camiseta Feita de PET. O nome não deixa dúvida: todas as blusas são 50% compostas por garrafas plásticas recicladas.
Vanda, que é biomédica por formação, se associou à consultora de internet Silvia do Prado há quatro anos para montar o negócio. Na época, as duas queriam reunir capital para tocar projetos próprios e decidiram vender roupas. “Mas pretendíamos fazer algo relacionado ao meio ambiente”, conta Vanda. “Foi aí que conhecemos as camisetas de PET”.
O politereftalato de etileno (PET) das garrafas plásticas amolece com o calor e pode ser moldado novamente, por isso é altamente aproveitável na reciclagem. Para a indústria têxtil, são usados apenas os recipientes sem cor – nenhuma das camisetas é derivada de garrafas verdes. Depois que os catadores separam os artigos por cor, eles são higienizados e moídos. Só então passam por duas filtragens para retirada de impurezas e são fundidas a 300ºC.
Derretido, o material é transformado em fibras 20% mais finas do que o algodão. Esse material, transformado em poliéster, é misturado à malha das camisetas produzidas pela marca. “Todo mundo pensa que o tecido vai pinicar”, revela Vanda. “Mas, por serem 50% poliéster, as camisetas são mais macias do que o algodão”.
Entre baby looks, regatas e modelos tradicionais, a loja virtual tem cerca de 400 modelos. As estampas vão desde frases com apelo ecológico até signos do horóscopo e figuras religiosas, como Nossa Senhora Aparecida. O preço médio é R$ 35.
Serviço:
camisetafeitadepet at hotmail.com
2639-5877
(Com colaboração de Míriam Castro)
Não é bota de salto alto, mas também não é um tênis comum. Sneaker é o nome dado ao tipo de sapato criado pela designer francesa Isabel Marant em 2011 (o nome veio da forma como os americanos chamam os tênis). Desde que surgiu nas passarelas, o tênis com salto oculto (de, em média, 10 centímetros) se tornou mania mundial. Uma versão brasileira, vendida na Arezzo, está disputadíssima em todas as lojas da rede.
A fila de clientes à espera de um par de sneakers da Arezzo já atingiu 700 pessoas. Só na loja da rede na Rua Oscar Freire, são cerca de 500 nomes na lista. De acordo com a assessoria de imprensa da marca, a procura é grande porque se trata de um item de “fast fashion”. Ou seja, o sapato, de R$ 259,90, só fica disponível enquanto durar a tendência – ele deixará de ser fabricado de uma hora para outra, assim que minguar a tendência.
O abastecimento das lojas com novas unidades dos calçados acontece pelo menos uma vez com semana, mas ainda é insuficiente. O período de espera pode ser de uma semana a um mês, dependendo do modelo escolhido. Os modelos não sumiram apenas da Arezzo. Versões do tênis de salto alto também estão esgotados na Shop Shop Store, que fica na Galeria Ouro Fino, nos Jardins.
Para a consultora de moda Costanza Pascolato, é compreensível o tamanho da procura pelo sapato. “As mulheres querem um sapato que seja bonito e confortável ao mesmo tempo”, afirma. “Isto acontece quando uma peça junta a fome e a vontade de comer”.
(Com colaboração de Míriam Castro)
Em 26 de setembro de 1960, aconteceu o primeiro debate político televisionado dos Estados Unidos. O candidato republicano Richard Nixon, voltando de uma recente hospitalização, estava magro e pálido. Vestiu um terno que tinha a mesma cor do fundo do estúdio e se recusou a passar maquiagem. Seu rival, John Kennedy, foi vestido elegantemente e aproveitou ao máximo as câmeras. Há quem diga que o resultado da eleição presidencial americana foi definido nesse debate.
Isso jamais aconteceria nos dias de hoje. Os candidatos estão cercados de assessores para zelar pelas roupas que vestem. ”Personal stylists” fazem parte de todas as equipes na campanha eleitoral. Na semana passada, a Editora Senac lançou o livro Guia de estilo para candidatos ao poder – e para quem já chegou lá. O projeto é uma parceria entre o os jornalistas Sergio Kobayashi e Luci Molina, e a consultora de estilo Milla Mathias.
Quem teve a ideia foi Milla. “Já estudava a comunicação política por meio da roupa, mas percebi que não havia nenhum livro sobre isso no Brasil”, afirma. Para escrever o livro, ela procurou Kobayashi, que assessora campanhas eleitorais desde 1982. Kobayashi tabalhou para vários candidatos do PSDB, como Fernando Henrique Cardoso e José Serra. Ele também participou da campanha de Gilberto Kassab à Prefeitura. em 2008. Kobayashi indicou a jornalista Luci Molina, que fez a pesquisa histórica para o volume. Luci já tinha escrito o livro Lila Covas – histórias e receitas de uma vida, sobre a ex-primeira-dama Lila Covas, além de ter sido assessora de comunicação do governo Mário Covas.
Para Kobayashi, estilo não escolhe ideologia. “Todo candidato é vaidoso, não importa de que partido seja”, afirma. “Na hora de concorrer, todos vão usar recursos que melhorem sua imagem para o eleitorado”. A assessoria de estilo ganha maior importância quando o político está gravando o horário eleitoral gratuito, mas a recomendação é que o candidato siga as dicas o tempo todo.
O pior erro que pode ser cometido por um político, de acordo com Milla Mathias, é tentar parecer o que não é. “É muito estranho ver o Tiririca de terno”, diz. Depois de eleito, o deputado precisa seguir o dress code da Câmara. Porém, para Milla, poderia adaptar o look. “Como ele é uma pessoa que deveria passar leveza, poderia tentar transmitir isto para o visual”.
A pedido do Blog do Curiocidade, Milla Mathias comentou o visual dos principais pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo em 2012:
José Serra (PSDB)
“A imagem dele já está desgastada pela longa carreira política. O candidato poderia usar cores mais vivas, que o deixariam com um aspecto mais contente”.
Fernando Haddad (PT)
“Por ser jovem, Haddad deveria descontrair um pouco mais o visual, diminuindo os tons escuros. Um blazer mais claro daria mais leveza”.
Gabriel Chalita (PMDB)
“Este candidato usa muito azul-marinho. Apesar de a cor ser mais leve do que o preto, ainda é muito sóbria. Cinza médio ou cinza claro seriam mais adequados”.
Netinho de Paula (PCdoB)
“Netinho já se identifica com o público por ser cantor e apresentador de TV. Para ele, o ideal é usar blazer, camisa e calça social. Um costume com gravata ficaria artificial demais”.
Soninha Francine (PPS)
“Desde a época de apresentadora de televisão, Soninha mudou muito o visual. Mesmo assim, a roupa dela ainda não passa a impressão de uma política séria. Em política, é possível descontrair a vestimenta, mas não muito”.
Celso Russomanno (PRB)
“O candidato é elegante e fica natural com costumes. Por isto, raramente usa outra coisa”.
Paulinho da Força (PDT)
“Ele deveria usar camisas e costumes com colarinhos e lapelas mais estreitos. As peças que ele usa costumam deixá-lo sem pescoço. Por ser sindicalista, Paulinho poderia usar cores mais claras nos costumes e investir na combinação de calça, camisa e blazer”.
(Com colaboração de Míriam Castro)
Poderia até ser uma boa desculpa para as onicófagas. Mas, não!, as unhas de caviar – novidade que acaba de desembarcar em São Paulo – não são comestíveis. Elas nem são feitas com ovas de peixe de verdade. Levam esse nome por causa de sua aparência, que é semelhante à do alimento. A tendência começou na França e na Inglaterra. No nail bar Cosmopolish, em Pinheiros, é possível pintar as unhas no estilo.
Foi a marca britânica Ciaté a responsável por disseminar a moda das unhas caviar. Ela lançou bolinhas que podiam ser aplicadas sobre o esmalte, gerando um efeito tridimensional. A manicure Jack Cardoso, uma das proprietárias do Cosmopolish, adaptou a tecnologia para as mãos brasileiras. No salão, ela usa bolinhas coloridas compradas em lojas especializadas em nail art.
Para fazer as unhas caviar, é preciso passar nas unhas uma camada de esmalte comum. Depois, com a pintura ainda úmida, são aplicadas com cuidado as bolinhas. O momento crucial é o de ajeitar as esferas sobre as unhas. “É aí que está o segredo das unhas caviar”, garante Jack. Por cima de tudo, vai um top coat – esmalte para garantir uma cobertura resistente.
Jack diz que as bolinhas não saem facilmente das unhas. “Nas minhas mãos, duram de quatro a cinco dias”, afirma. Por enquanto, o “caviar” só está disponível nas cores prata, ouro, roxo, vermelho e verde. A manicure ainda não as encontrou na versão preta, a mais pedida. No entanto, descobriu que aplicar o esmalte negro sobre bolas prateadas garante o mesmo efeito.
Para pintar as mãos no novo estilo, o serviço tem mesmo preço de caviar. A cliente precisa desembolsar R$ 50.
Serviço:
Rua dos Pinheiros, 365, Pinheiros
Tel. 3892-1910
Segunda a sexta, das 12h às 21h
(Com colaboração de Míriam Castro e imagem de divulgação)
2013
2012
2011