Toda classe tem um bom aluno que anota as lições no caderno e tem os resumos cheios de flechas e marcações para facilitar a leitura antes das provas. Mila Motomura foi uma dessas alunas. “Sempre pediam meu caderno para xerocar”, conta. Há três anos, a hoje psicóloga fez dessa habilidade uma fonte de renda. Tornou-se especialista em design de informação. O que é isso? Mila cria painéis com informações técnicas, conceitos e descrições, resumidos na forma de imagens. “A ideia é simplificar a informação para que as pessoas entendam sem ter que ler todo o conteúdo”, explica.
As sínteses de Mila podem ser usadas por empresas em palestras, aulas e reuniões. Os painéis, que geralmente têm 1 metro de altura e 5 de comprimento, são escaneados e usados como material digital depois do evento. “Tudo o que as pessoas vão conversando vai sendo registrado.” Mila também dá aulas de design de informação. “Ajuda a pensar de forma organizada”, avisa.
Veja alguns esquemas montados por Mila (clique na imagem para ampliar):
(Com colaboração de Karina Trevizan)
Quer algo mais ousado e requintado que uma simples calcinha nova para festejar a chegada do Ano Novo? A estilista Leandra Rios, mais conhecida como Madame Sher, criou a coleção Beautiful Darlings, uma linha de corsets inspirada em 17 divas do cinema, como Doris Day e Greta Garbo. “Eu quis fazer uma coleção romântica e que fosse, ao mesmo tempo, glamurosa e admitisse sensualidade”, explica ela, que abriu o ateliê em 2004.
Sher trabalhou nove meses na coleção. Cada corset ganhou uma musa inspiradora. Alguns trazem referências a filmes, como o modelo inspirado em Audrey Hepburn, estrela de Bonequinha de Luxo. “Seu lendário tubinho básico mostrou que, muitas vezes, menos é mais”, aponta a estilista. “Mas a maioria dos modelos é mais conceitual. Pensei na imagem que cada atriz passava”. Entre as inspiradoras dos modelos mais sensuais estão Elizabeth Taylor, Sophia Loren e Brigitte Bardot. Já os modelos angelicais remetem a atrizes como Ursula Thiess e Francesca Bertini.
Sher conta que, por causa do apelo mais romântico da nova coleção, a marca passou a atrair um novo público: meninas de 15 a 18 anos. “O público mais jovem dificilmente consome esse tipo de peça”, diz. “Mas, nessa coleção, as meninas aderiram bem”. Como são feitos manualmente, os corsets não saem barato. Cada um custa, em média, R$ 4.500. Veja as as fotos de alguns modelos:
(Com colaboração de Karina Trevizan)
No filme Escola de Rock, o personagem Dewey Finn (Jack Black) resume a história de seu gênero musical favorito colocando na lousa um esquema com os sub-gêneros e as principais bandas de rock que já existiram. As irmãs Sandra Kempenich e Deborah Roubicek, proprietárias da It’s Only Rock’n Roll, quiseram reproduzir a imagem da lousa na loja, que vende produtos licenciados de cerca de 120 bandas. A parte mais difícil foi a pesquisa, já que o esquema de Dewey aparece muito rapidamente no filme. “Foi uma boa garimpagem pelas imagens da internet até achar uma que mostrasse a lousa inteira”, conta Sandra.
Em vez de um quadro de verdade, a lousa foi pintada na parede. Primeiro, foram três camadas de tinta verde. Depois, Deborah e Sandra escreveram com giz branco. Precisaram de cinco tentativas até fazer caber todo o conteúdo. Em seguida, as duas passaram verniz para que as letras não se apagassem. Foram dezessete camadas. “O problema é que o spray tira o pó do giz. Então, a cada camada de verniz, a gente tinha que reescrever tudo.Passamos um domingo inteiro fazendo isso.”
A lousa da loja é uma reprodução da imagem do filme, mas com alguns toques de gosto pessoal, já que Sandra e Deborah incluíram mais algumas bandas, como Oasis e U2. “A gente achou que não poderiam faltar e tomou uma certa liberdade de acrescentar”, diz Sandra.
Veja como ficou:
Serviço:
Rua Fradique Coutinho, 833; Vila Madalena
(Com colaboração de Karina Trevizan)
Colecionadores de carros antigos não abrem mão de peças e acessórios originais. O Blog do Curiocidade descobriu uma oficina especializada na reforma e no conserto de rádios de carros antigos. A BR70 faz conserto e adaptações de rádios e toca-fitas (sim, eles ainda existem!). Gilson Senedezi, proprietário da oficina, cuida da parte externa do rádio, trocando dials ou colocando botões que estão faltando. Muitas vezes, ele não encontra botões para substituir e os fabrica manualmente. “É tudo artesanal”, diz. Ele procura imagens de propagandas antigas na internet e em revistas especializadas para desenhar o formato dos botões. “Gostaria de saber mais a respeito de rádios antigos”, lamenta. “Mas olho em revistas ou na internet e há pouquíssima informação de como era o rádio, o ano em que saiu”. Gilson trabalha com peças de rádios há 4 anos. Antes, ele era colecionador de carros antigos e dono de uma loja de automóveis.
Para o conserto da parte interna, a oficina compra rádios antigos para usar as peças. “Geralmente a gente compra lotes, vai a desmanches e até em ferro-velho”, conta o proprietário. Ele trabalha apenas com rádios de carros nacionais. “Rádio de carro americano é complicado”, avisa. “Pode precisar de dial de acrílico, por exemplo, que eu não tenho como fazer. E, dependendo do modelo, é muito difícil de copiar”. O pedido mais comum na oficina são de clientes que têm Fuscas ou Opalas e querem transformar o rádio AM em AM/FM, mantendo a aparência original. O preço desse serviço varia entre R$ 300 e R$ 600.
Serviço:
Rua Juiz de Fora, 469, Vila Ema, 2024-5185.
(Com colaboração de Karina Trevizan e foto de Andre Lessa/AE)
A sangria, uma mistura refrescante de vinho com frutas, sempre esteve ligada aos restaurantes de culinária espanhola. É que a bebida foi criada na Península Ibérica no século XVII. Agora, em São Paulo, restaurantes de diferentes nacionalidades passaram a oferecer a sangria. Apesar de alguns ingredientes se repetirem nas receitas, cada um tem sua peculiaridade no preparo.
Che Bárbaro
O restaurante é especializado em carnes argentinas. “Em meu país, a sangria é tradicional, não podia faltar no cardápio”, justifica o proprietário Martin Esteban Seoane. A diferença, segundo ele, é o Brasil tem mais variedade de frutas. “Aqui a pessoa ainda come as frutas depois de beber”, comenta. A jarra de um litro sai por R$ 79.
Ingredientes: 1 maçã, meio abacaxi, 12 morangos, 1 kiwi, 1 laranja fatiada, 1 dose de Cointreau, 1 dose de conhaque, 70 ml de Soda, uma garrafa de vinho, gelo e açúcar a gosto.
Preparo: Coloque as frutas picadas em uma jarra e, em seguida, misture bem os líquidos.
Zucco
O restaurante italiano tem a sangria no cardápio desde a inauguração, em 2008. “Hoje já virou uma bebida internacional, deixou de ser espanhola”, comenta o gerente Rafael Martins. A jarra de um litro sai por R$ 60.
Ingredientes: 250 g de frutas picadas em cubos (porções iguais de maçã, pera, laranja, tangerina e morango), 80 ml de conhaque, 20 ml de licor Triple sec, 250 ml de vinho tinto, 250 ml de espumante, 20 g de açúcar, gelo e canela em pau a gosto.
Preparo: Misturar as frutas cortadas com o conhaque, o licor e o açúcar. Por último, acrescentar o vinho. Deixar descansar por meia hora para os aromas se misturarem. Colocar em uma jarra, adicionar o espumante e a canela, e servir.
Kebab Salonu
Outro que serve a sangria é o restaurante turco Kebab Salonu. A sangria é feita com vinho chileno. Rodrigo Libbos, chef-proprietário, explica a salada cultural: “Eu batizei a sangria de ‘Al-Andalus’. Era o nome que os árabes davam para o sul da Península Ibérica. A jarra de um litro sai por R$ 49.
Ingredientes: 30 g de abacaxi em cubos, 20 g de laranja em cubos , 30 g de maçã em cubos, 450 ml de vinho tinto, 15 ml de arak (aguardente de vinho árabe), 300 ml de água com gás, 70 ml de suco de Laranja, 75 ml de suco de abacaxi, 20 ml de suco de limão, 30 ml de mel silvestre, 20 g de açúcar, 7 pedras de gelo. – 20ml
Preparo: Juntar tudo, com exceção das frutas em cubos, e misturar vigorosamente até ficar bem gelado (se necessário, colocar mais gelo). Acrescentar as frutas em cubos por último. Servir em taças de vinho.
Adega Santiago
A casa é especializada nas culinárias portuguesa e espanhola. “É um drinque meio batido, antigo, mas sempre vendeu bem. E sai mais no verão”, conta o proprietário Luis Felipe Moraes. A receita da sangria é a mesma desde a inaugração da casa, há seis anos. A jarra com 750 ml sai por R$ 59. “A gente já chegou a fazer algumas mudanças, mas as pessoas sempre iam na mais tradicional”, explica.
Ingredientes: meio litro de vinho tinto (eles usam o português Alandra, 2009), 100 ml de suco de laranja, 1 dose de Cointreau, 1 dose de conhaque, meia lata de soda, meia maçã verde cortada em fatias finas no sentido do comprimento, 4 morangos cortados, 3 cubos médios (de aproximadamente 50g cada) de abacaxi, meio kiwi cortado em rodelas, um quarto de laranja cortada em fatias finas no sentido do comprimento, 8 uvas verdes cortadas em quartos.
Preparo: Misture o vinho, o suco de laranja, a soda, o Cointreau e o conhaque. Acrescente as frutas, misture com o auxílio de um mexedor e complete a jarra com gelo. Misture tudo mais uma vez e sirva gelado em taças grandes, colocando as frutas nos copos.
(Com colaboração de Karina Trevizan)
A edição desta semana do Curiocidade no caderno Divirta-se falou sobre o simulador de terremoto da Estação Ciência. Depois de ouvir a explicação de um monitor sobre abalos sísmicos, o público pode experimentar tremores de até 5 graus na escala Richter. Não chega nem perto do terremoto que aconteceu na terça-feira nos Estados Unidos, de 5,9 graus. Segundo Ernani Barone, assistente técnico de direção do Estação Ciência, o tremor de 6 graus é dez vezes mais intenso que o de 5. O Blog do Curiocidade conversou mais com Ernani sobre o funcionamento do simulador:
Como funciona o equipamento?
Ele é feito com uma prancha de madeira grande. Ela fica apoiada sobre uma estrutura metálica, onde são colocados os mecanismos que acionam o motor. É esse motor que faz a plataforma vibrar e dar a sensação de movimento.
Quantas pessoas podem ficar nessa plataforma ao mesmo tempo?
São vinte pessoas de cada vez. Ela tem cerca de 16 m².
As pessoas costumam cair quando experimentam o aparelho?
Não. A sensação de vibração é bem intensa, mas o tremor não é tão forte assim. As crianças pequenas ficam com medo, gritam um pouco. Mas, em geral, as pessoas sempre ficam bem curiosas para testar.
Quanto tempo dura a simulação?
Cerca de um minuto. Não precisa ser muito, porque já começa com o nível máximo de vibração.
Quantas vezes o equipamento é acionado por dia?
Depende muito. Temos uma média diária de 1 mil visitantes, e os grupos precisam pedir para ligarmos o simulador. A cada meia hora, temos que ligar.
Quem teve a ideia de construir o simulador da Estação Ciência?
O simulador foi inaugurado em 2007. Na época, o diretor da Estação era o professor de Geologia Wilson Teixeira. Ele teve essa ideia porque queria mostrar de forma mais lúdica um fenômeno geológico. Outros tipos de demonstração são muito estáticos. Ele queria dar uma ideia mais dinâmica do fenômeno, algo com que as pessoas pudessem interagir.
Serviço:
Estação Ciência, R. Guaicurus, 1.394, Lapa, 3871-6750. Entrada: R$ 4.
(Com colaboração de Karina Trevizan e foto de divulgação)
No último mês de maio, eu noticiei na coluna “Curiocidade” que o proprietário do restaurante Red Angus, Eloy Tuffi, estava preparando uma novidade bem exótica para o segundo semestre de 2011: servir carne de zebra e de girafa, importadas da África do Sul. Até agora, nada! O Blog do Curiocidade conversou com Eloy para saber se a idéia ainda está de pé.
Por que as carnes de zebra e de girafa ainda não chegaram?
Eu estou com um problema no Ministério da Saúde. Eles têm que aprovar o produto, e é aí que o bicho pega. A importação é fácil, mas eles não aprovam. Dizem que estão aprovando, mas até agora, nada. Não sei se é falta de esforço. Eu também não posso trazer uma girafa inteira, já pensou como seria eu entrando com isso pelo aeroporto de Cumbica? (risos) Mas eu não faria a coisa por baixo do pano. Eles têm que aprovar. E eu não abortei a ideia ainda, sou persistente.
Você acha que esses alimentos tão diferentes fariam sucesso entre os clientes do Brasil?
Eu fico receoso porque, há 2 anos, tentei servir carne de avestruz e ela não foi aprovada. É macia, saborosa, sem gordura nenhuma. E parece de desenho animado, é enorme, com um osso grande com a carne em volta. É uma delícia. Todo mundo comeu, mas ninguém pediu de novo. O Brasil não está acostumado a comer carnes exóticas. Mas, mesmo assim, eu acredito que vou ter sucesso com a girafa e com a zebra.
Por quê?
No ano passado eu trouxe uma tonelada e meia de patas de king crab, o caranguejo gigante do Alasca. São patas congeladas de 5 quilos cada uma. Para o verão deste ano, vou trazer mais duas toneladas porque eu tive um certo sucesso com o king crab no restaurante. Eu queria trazer 2 ou 3 caranguejos inteiros para fazer fotografias, mostrar o tamanho. Cada um pesa 12 quilos. As patas eu vou trazer, mas os carangeujos inteiros não consigo trazer porque o Ministério da Saúde também não aprova.
Deixe a sua opinião: o que você acha da idéia do Red Angus? Você pretende provar?
Serviço:
R. Henrique Schaumann, 251, Pinheiros, 3775-5000.
(Com colaboração de Karina Trevizan)
A edição desta semana do Curiocidade no caderno “Divirta-se“ traz uma reportagem sobre as sobremesas com preços nada doces do Valrhona Chocolat et Lounge. Se você vendida por quilo, uma tortinha à base de amêndoas, coberta com ganache de chocolate amargo, importado de Madagascar, custaria R$ 385. Os doces dito sofisticados estão com os preços nas alturas, muitos beirando a casa dos R$ 30. E, assim como na Valrhona, cada restaurante tem sua justificativa para cobrar tão alto na hora da sobremesa.
Os mesmos chocolates da Valrhona encarecem o menu de sobremesas do restaurante Emiliano. A opção mais cara é uma interpretação de chocolates da marca. Sai por R$ 32, com seis pequenas porções, que vão do mais doce (mousse de chocolate branco) ao mais amargo (petit gateau feito com chocolate 72% cacau). Outras sobremesas da casa são tortino quente de banana com sorvete de mel de abelha da Amazônia e coulis de açaí (R$ 28) e brioche tostado com amêndoas, mascarpone, pêssego e laranja (R$ 26). Há também o contraste de chocolate Caramelia e Macaé com sorvete de cumaru (R$ 28), que leva caramelo salgado na receita. “Os preços não poderiam ser mais baixos por causa da qualidade da matéria-prima utilizada”, defende o chef Arnor Porto. ”É tudo mundo elaborado”.
Outro restaurante com preços salgados para as sobremesas é o La Mar. A degustação de sobremesas peruanas (picarones, arroz com leche e suspiro limeño), a mais pedida da casa, custa R$ 28. “É um preço justíssimo”, afirma o chef Fabio Barbosa. “Todos os chefs precisaram viajar para o Peru para aprender as receitas”. A casa também serve a degustação de lúcuma (R$ 26), com tiramisú, suspiro limeño e sorvete da fruta.
Já no Clos de Tapas, a sobremesa mais sofisticada é o Gold Label & Chocolate, harmonizado com uísque. O quitute, que sai por R$ 29, é feito com financier de amêndoas, sorvete de maçã assada, terra de ervas, gelatina de Gold Label, chocolate Valrhona, farofa de café e crocante de maçã. A chef Ligia Karazawa explica que o que deixa a sobremesa mais cara é o uísque. O cliente pode pedir a sobremesa sem esse ingrediente, diminuindo o preço para R$ 17. “Mas os clientes preferem a com uísque”, afirma Lígia. “É uma hamonização diferente, fora do comum. Pelo fato de ser incomum, as pessoas estão mais abertas a experimentar”.
Serviço:
Valrhona Chocolat, Al. Lorena, 1.818, Jardim Paulista, 3068-8899;
Emiliano, Rua Oscar Freire, 384, Jardim Paulista, 3068-4390;
La Mar, R. Tabapuã, 1.410, Itaim Bibi, 3073-1213.
Clos de Tapas, Rua Domingos Fernandes, 548, Moema, 3045-2291
(Com colaboração de Karina Trevizan)
Na edição desta semana do Divirta-se, o Curiocidade falou sobre o lançamento da rede de frozen yogurt Tutti Frutti: sabor pipoca. Segundo Denis Park, diretor comercial da empresa no Brasil, a receita é simples: sabor concentrado de milho adicionado ao frozen original. Ele conta que o novo produto foi criado especialmente para a filial brasileira. “Nas férias de inverno, as pessoas vão muito ao cinema e comem um monte de pipoca”, diz. “Por que não comer pipoca mais saudável?”. O sabor é bem azedo. Park explica que isso acontece porque o gosto do frozen se sobressai ao de milho. “Se eu carregasse demais no sabor concentrado, deixaria de ser frozen e viraria um sorvete comum. Além disso, ficaria enjoativo”.
Fomos até uma das lojas da rede e compramos um potinho do novo quitute para fazer um teste aqui na redação. Pedimos a opinião de editores e repórteres do próprio Divirta-se e também do caderno Paladar. A decepção foi geral. Veja o que disse cada um depois de experimentar a “delícia”:
“Talvez combinado com algum outro ingrediente, fique melhor. Mas, sozinho, não dá”
Luiz Américo Camargo, diretor executivo de O Estado de S.Paulo
“Parece que eu lambi a parede”
Camila Hessel, editora do Divirta-se
“Tem gosto errado!”
Renan Dissenha Fagundes, editor assistente do Divirta-se.
“Pipoca tem que ser crocante e, vamos combinar, frozen salgado não rola”
Dado Carvalho, repórter do Divirta-se.
“Gosto muito de sorvete. Desse, não”
Ramon Vitral, repórter do Divirta-se.
“Não tem gosto de pipoca. Parece que tem um sal falso, que fica arranhando a garganta”
Luiza Wolf, repórter do Divirta-se.
“No começo, parece iogurte natural. Depois, fica com gosto de terra”
Marina Vaz, repórter do Divirta-se.
“Parece um mousse de limão. Depois de passar dois dias fora da geladeira, claro”
Karina Trevizan, repórter do Curiocidade
“Tem cheiro de pipoca e gosto de aveia. Não gostei”
Janaina Fidalgo, editora assistente do Paladar
“Achei bem ruim. Parece iogurte azedo”
Olívia Fraga, repórter do Paladar
“A textura não é ruim. O sabor é!”
Lucinéia Nunes, repórter do Paladar
Unanimidade? Não. O frozen sabor pipoca da Tutti-Frutti teve um único voto a favor:
“O gosto de pipoca é bem sutil. Não consigo identificar gosto de nada, na verdade. Mas eu realmente gostei”
Leandro Quintanilha, repórter especial de O Estado de S.Paulo
(Foto de Felipe Rau/AE)
2012
2011