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Curiocidade

Genius, Atari e Cubo Mágico são brinquedos que trazem boas lembranças a quem teve a infância nos anos 70 e 80. Por isso, são procurados para campanhas publicitárias focadas em jovens adultos. “Está na moda usar objetos retrôs em propagandas”, diz Marcelo Patti, que aluga brinquedos antigos para sessões fotográficas.

Dono da Patti Toys, loja de brinquedos antigos no Centro, ele é apaixonado pelos objetos. “Acho que os brinquedos têm sentimentos”, afirma Patti. “Não os alugo para qualquer um, não”. Antes de fechar negócio, Patti gosta de saber para que finalidade ele está sendo alugado. Para garantir o cuidado dos clientes, ele exige um cheque caução no valor integral do brinquedo.

Além de publicitários e fotógrafos, produtores de eventos também procuram os brinquedos antigos. “Já aluguei alguns para ficarem expostos na festa temática de uma empresa”, conta. O preço do aluguel varia conforme o valor de mercado do brinquedo. Ficar dois dias com um Genius, por exemplo, custa R$ 36, enquanto cada bonequinho Playmobil sai por R$ 5.

Vale alugar só para matar a saudade da brincadeira?  Patti, que trabalha com os itens de museu desde 1989, afirma que nunca teve um cliente assim. “Se não for um item raro, vale mais a pena comprar uma peça e guardá-la para si”, diz o vendedor. “Os brinquedos são alugados por quem não quer ficar com eles por muito tempo”.

Serviço:
Patti Toys
R. Sete de Abril, 356, loja 29, Centro, 3255-3236

(Com colaboração de Míriam Castro e foto de Helvio Romero/AE)

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Não é brownie, nem bolo, nem chocolate puro. O fudge é um doce cremoso à base de chocolate bastante popular no Reino Unido e também nos Estados Unidos. Embora não seja muito comum em São Paulo, há quem faça. As sócias Carolina Ruffo e Renata Di Felice, da Doce de Meninas, se especializaram no quitute.

Desde que criou a marca de doces sob encomenda, há quatro anos, Carolina pesquisa imagens na internet para se inspirar. Um dia, encontrou uma fotografia que não sabia o que era. “Fui investigar e era o fudge, que eu ainda não conhecia”, conta. A partir de receitas encontradas na rede, a doceira desenvolveu um produto a partir de chocolate meio amargo.

O recheio é definido de acordo com a preferência do cliente. Entre as opções, estão lascas de amêndoas e uva-passa. Uma das atividades preferidas da chef é inventar embalagens divertidas para os doces encomendados – os pacotes têm desde fuxicos até imitações de sacolas de feira. O fudge, vendido a partir de R$ 32 (oito unidades, embalagem simples), está disponível em quadradinhos de três tamanhos: 50g, 25g e 13g.

De acordo com Carolina, cerca de duas horas são gastas durante a elaboração da receita. Mas o esforço compensa: o fudge já substituiu o bem-casado como o item mais pedido à Doce de Meninas. A pedido do Blog do Curioso, a doceira traz uma de suas receitas:

Fudge de Chocolate Branco e Cookies

Ingredientes
600g de chocolate branco
1 ¾ xícara (chá) de leite condensado
1 colher (chá) de essência de baunilha
sal a gosto
2 xícaras (chá) de biscoito picado

Modo de Fazer:
1- Cubra uma forma de 20×20 cm com papel alumínio.
2- Derreta em uma panela o chocolate branco com o leite condensado, mexendo sempre.
3- Tire do fogo e misture os biscoitos picados, a essência e o sal.
4- Despeje a mistura na forma e alise a superfície com uma espátula.
5- Leve à geladeira por 2 – 4 horas.
6- Desenforme o doce e corte em quadradinhos.

Serviço:
2759-4601
carolina@docedemeninas.com.br

(Com colaboração de Míriam Castro)

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‘Marmalade’ não é marmelada. O doce britânico não é feito com marmelos, mas com laranjas amargas. Ele também é diferente dos doces de laranja brasileiros. “No Brasil, usam o bagaço da laranja para conseguir um doce transparente, enquanto eu combino o suco e a casca.” Quem explica, com sotaque carregado, é Phyllis Birkinshaw, de 82 anos. Ela nasceu em São Paulo, mas cresceu em meio aos imigrantes britânicos da cidade. Seus pais vieram do Reino Unido ainda crianças e se casaram por aqui. Sempre falaram inglês dentro de casa, hábito que Phyllis manteve com seus filhos e netos. “Não sei falar em português com meus filhos”, afirma. “Nasci no Brasil, mas fui criada como inglesa.”

A inglesa faz doces, geleias e conservas artesanais e os vende em bazares da Catedral Anglicana de São Paulo, em Santo Amaro. Entre as receitas, está a marmelade, que é consumida no café da manhã e no chá da tarde dos ingleses. As geleias são feitas de acordo com as frutas da época, mas duas conservas salgadas não podem faltar: bread and butter pickles (picles agridoce com pepino, cebolas e pimentão) e mango chutney (manga condimentada). “Estes itens fazem parte do dia a dia dos ingleses, sempre me pedem mais”, conta a quituteira.

Ela não faz doces sob encomenda. “Com a minha idade, fica difícil atender a pedidos de clientes”, afirma Phyllis. “Só faço as conservas para amigos próximos e para a igreja.” Nas quermesses dos anglicanos, cada pote custa por volta de R$ 10. O dinheiro é todo revertido às obras de caridade da catedral, onde a britânica trabalha durante a semana.

Outra maneira de consumir um doce fabricado por Phyllis é visitar a Maison de Marie, em Pinheiros. Na doceria, a chef Luiza Teppet usa, no recheio dos macarons de limão, o ‘lemon curd’ fabricado pela inglesa. A receita, que leva açúcar, ovos e limão, é uma das mais populares nos bazares da Catedral Anglicana.

Serviço:
Catedral Anglicana de São Paulo
Rua Comendador Elias Zarzur, 1.239, Santo Amaro, 5686-2180

Maison de Marie
Av. Brigadeiro Faria Lima, 272, 2338-9380

(Com colaboração de Míriam Castro e foto de Werther Santana/AE)

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Atualização em 03/08/2012 às 19h45:  Antônio Garcia não está mais na UTI. O vendedor de cannolis voltou para casa nesta tarde, acompanhado da mulher, Fátima. Ele deve ficar em repouso absoluto por alguns dias,  pois não pôde passar pela angioplastia enquanto estava no hospital. “Temiam que ele não resistisse à cirurgia”, afirma Fátima.  Enquanto permanecer em repouso, seus familiares se encarregarão de vender o cannoli nos jogos do Juventus, na Rua Javari.

 

Quem assistiu ontem à vitória do Juventus sobre o São José pela Copa Paulista, sentiu falta de um detalhe importante na paisagem do estádio Conde Rodolfo Crespi, na Rua Javari. Antônio Pereira Garcia, que vende o doce italiano cannoli no intervalo dos jogos, não estava lá. Foi então que a notícia se espalhou pelo estádio e depois pelas redes sociais: Antonio sofreu um enfarte no último dia 17 e, desde então, está internado na UTI do Hospital Mário Covas, em Santo André.

Os cannolis estavam lá, vendidos pela família de Antonio. A mulher, Fátima, conta que o problema cardíaco aconteceu quando o comerciante estava dentro do hospital. Ela tinha acabado de fazer uma cirurgia no braço e o marido foi visitá-la. “Assim que ele sentou ao lado da minha cama, começou a passar mal”, conta. “Os médicos me disseram que, se o Antônio estivesse no meio da rua, não daria tempo de salvá-lo”.

Por enquanto, a situação de Garcia é estável. O famoso personagem da Rua Javari deve passar por uma angioplastia na semana que vem. “Era para ter sido esta semana, mas ele está com uma infecção hospitalar e ainda não pode ser operado”, diz a esposa. Fátima conta que o marido está comendo pouco por não gostar de comida de hospital. “Jane, uma de nossas filhas, tem que ficar ao lado dele para convencê-lo a se alimentar.”

Com 62 anos, Antônio Garcia aprendeu a receita do cannoli com amigos italianos em 1970. O canudinho frito, recheado com creme, é feito com ajuda da mulher e dos filhos. Em dias de jogo na Rua Javari, o comerciante vende cerca de 300  unidades do doce italiano que já virou símbolo do bairro. Cada um custa R$ 2,50. “O cannoli não pode faltar no Juventus de jeito nenhum”, afirma Fátima. Por isto, enquanto o marido estiver no hospital, ela garante que continuará vendendo o doce.

Clique aqui para conferir um roteiro do cannoli em São Paulo.

Serviço:
Estádio Conde Rodolfo Crespi
R. Javari, 117, Mooca

(Com colaboração de Míriam Castro e foto de Monica Zarattini/AE)

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Mauro Freire da Costa tem uma paixão: hambúrgueres. Em 2010, ele criou o Blog X-Salada, em que posta avaliações de sanduíches que experimenta por São Paulo. Acontece que, ao acessar a página, o leitor verá que o blog está sem posts novos desde maio. Motivo? Mauro está ocupado com sua nova empreitada: o Hamburgueria em Casa, que serve mini-sanduíches em festas e eventos.

“É diferente de barraquinhas de crepes ou cachorro-quente”, afirma. “Tudo é personalizado, como se a hamburgueria pertencesse aos donos da casa.” Do cardápio, com até oito opções de sanduíches, aos guardanapos e saquinhos de batata frita, que podem vir com uma “logomarca” impressa. Nuggets e dois sabores de milk-shake também estão no menu.

Os hambúrgueres foram desenvolvidos artesanalmente pelo próprio Mauro. “Comecei a pesquisar receitas que logo fizeram sucesso entre os amigos”, conta. A carne usada é uma mistura de picanha e fraldinha, mas existem opções de sanduíches com frango, calabresa e até um vegetariano, feito com abobrinha. Todos os hambúrgueres são grelhados em uma churrasqueira portátil que o empreendedor leva aos eventos. O valor do serviço varia entre R$ 35 e R$ 42 por pessoa, em uma festa com um número mínimo de 30 convidados.

Assim que deixou o antigo emprego, há três meses, Mauro começou a estruturar o projeto, que estreou oficialmente no mês passado. Por isto, estava sem tempo de postar no blog. Mas ele promete que, em breve, volta a publicar críticas sobre hambúrgueres da cidade. E revela planos mais ambiciosos: “Daqui a dois ou três anos, quem sabe, a minha intenção é abrir uma hamburgueria”, afirma.

Serviço:
3774-1573 ou festa@hamburgueriaemcasa.com.br

(Com colaboração de Míriam Castro)

 

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Desde a quinta-feira passada, a paisagem da Avenida Paulista ganha novas cores. O Edifício Regina, na esquina com a  Brigadeiro Luís Antônio, está sendo grafitado pelo artista plástico Rui Amaral,  responsável também pelos grafites na saída do Buraco da Paulista. A intervenção está prometida para terminar nesta  sexta-feira, dia 27.

A obra em construção tem o título provisório de  ”O Entusiasmo de Anakuma”.  Amaral conta que se inspirou em lendas sumérias de deuses astronautas. “É impressionante como figuras divinas já eram pintadas há milhares de anos”, afirma. “Entusiasmo quer dizer ‘deus interior’ e é isso que eu quero transmitir com esta obra”. Ao lado da divindade representada no mural, estão várias imagens do ‘Bicudo’, personagem amarelo constante nas produções do artista.

Para ajudá-lo na pintura da fachada de 35 metros do prédio, Amaral contratou outros quatro grafiteiros. “Prefiro fazer arte acompanhado”, diz. “Do contrário, seria como jogar futebol sozinho”. É o terceiro trabalho do artista na região – ele também é responsável pela pintura da caixa d’água do Parque Mário Covas.

Autorizada pela Prefeitura, a empreitada de Amaral faz parte de uma ação que promove a pintura de outros quatro edifícios. Um está na esquina da Rua Amauri e Avenida Brigadeiro Faria Lima e outro, na Rua da Consolação. Os dois últimos ainda não tiveram seus endereços divulgados.

(com colaboração de Míriam Castro)

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A rede americana Johnny Rockets está chegando ao Brasil. A hamburgueria, com decoração inspirada na década de 50, foi fundada em Los Angeles no ano de 1986. Hoje, a rede ultrapassou as 300 unidades pelo mundo. Ainda em busca de fornecedores, Antonio Augusto Ribeiro de Souza pretende inaugurar o primeiro restaurante no início de 2013. O empresário, que é ex-franqueado do McDonald’s, promete pelo menos 30 lojas espalhadas pelo Brasil.

O cardápio, de acordo com Souza, será como o original americano, mas com alguns itens a mais. Uma das novidades é oferecer, além do hambúrguer tradicional, uma versão feita de picanha. “Também teremos mais opções no menu de saladas e no de sobremesas”, afirma o proprietário.

Desde 2004,  Antonio Augusto Ribeiro de Souza tenta trazer os estabelecimentos ao Brasil. Mas não conseguia por causa de uma hamburgueria que usava a marca Rockets na Rua Melo Alves, nos Jardins. Em março, uma decisão judicial obrigou a Rockets a cobrir o nome da fachada e a tirar o site do ar. Foram trocados cardápios e guardanapos timbrados. Até o bordado nas roupas dos garçons teve que ser desfeito.

Carlinhos Campos afirma ter registrado a marca Rockets há 18 anos. Por mais que o nome não seja o mesmo da rede americana, a marca é uma cópia deslavada. “Eles tentavam parecer uma franquia brasileira da lanchonete”, diz Souza, que procura não se envolver em questões legais. “Quem cuida das disputas é a matriz da Johnny Rockets, que tem como objetivo proteger a marca”. Em outubro do ano passado, a empresa entrou com uma ação judicial para obter os direitos de uso da própria marca em território brasileiro.

O proprietário da Rockets afirma que, no fim de janeiro, foi informado de que não poderia mais usar a marca. “Tenho uma empresa legal e registrada idoneamente”, diz. “Por isto, entramos com um recurso.” De acordo com Campos, o processo ainda não chegou ao fim e ainda há chances de obter novamente autorização para o uso dos símbolos. Mesmo assim, o empresário contratou uma empresa de branding para desenvolver uma nova marca e registrar outro nome – que, diz ele, ainda não foi escolhido.

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Fórmulas, contas e decorebas não são tudo o que importa na hora de aprender conceitos científicos. Pelo menos é o que dizem  dois grupos dedicados à popularização da ciência entre crianças e adolescentes em São Paulo.

Desde 1985, o grupo teatral Química em Ação apresenta espetáculos pelo menos sete vezes ao ano. A ideia foi do professor Atílio Vanin, do Instituto de Química da USP. Ele convidou alunos interessados e montou o grupo de teatro, que explica fundamentos e história da química durante os espetáculos. O mais apresentado pela trupe – que atualmente conta com 13 membros – é ‘A Química das Sensações’, primeira peça criada por Vanin. Nele, a história se alterna com pequenos experimentos, como a explosão de uma bexiga preenchida com hidrogênio.

Os alunos se reúnem uma vez por semana e ensaiam quinzenalmente. Não existe uma pessoa responsável por criar roteiros para novos espetáculos. “Tudo é feito em conjunto, nós discutimos as alterações e as implantamos nos roteiros”, conta a estudante Luciene Lima, coordenadora do projeto. Além das sete apresentações dentro da própria USP, o Química em Ação realiza espetáculos gratuitos em colégios, principalmente para alunos do Ensino Médio. A única restrição é a data, que não pode coincidir com as provas dos integrantes.

No Brasil desde 2008, a Mad Science é uma franquia canadense que surgiu há duas décadas. Os funcionários da empresa se passam por cientistas malucos para entreter o público com experiências científicas. Quando alguma reação química acontece, existe até uma palavra especial: “Watchachá!”. Entre festas de aniversários, palestras em colégios e eventos corporativos, os 18 cientistas realizam mais de 40 espetáculos por mês.

O sócio-diretor da iniciativa no Brasil, Dany Artel, conta que nem todos os cientistas da Mad Science são, realmente, cientistas. “Temos professores de biologia, atores, pessoas com todo tipo de formação”, afirma. A única exigência da empresa é que o funcionário tenha predisposição a atuar com crianças. Além de eventos específicos, a empresa oferece cursos extracurriculares em escolas e clubes. Entre eles, está uma sequência de aulas sobre o espaço realizada em parceria com a NASA.

Serviço:
Química em Ação
quimicaemacao@gmail.com

Mad Science
3467-6656 ou 5505-2656

(Com colaboração de Míriam Castro e imagens de divulgação)

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Mille-feuille, ou mil-folhas, é um tradicional doce francês criado no século 17. Três camadas de massa folhada fina são recheadas com creme de confeiteiro, formando um pequeno bolo. Em algumas partes da França e de Portugal, ele é chamado de “Napoleão”, em homenagem ao ex-imperador francês.

O mil-folhas da Dolce Vita Doces Finos (Foto: Helvio Romero/AE)

O mil-folhas é um doce considerado difícil. A parte mais complicada do processo é a confecção das placas folhadas: para conseguir as camadas, o confeiteiro faz uma verdadeira malhação. “Preciso dobrar a massa e passar manteiga na mistura constantemente” , conta Juliana Roberta da Silva, proprietária da Dolce Vita.

Para Juliana, o doce francês faz parte da categoria “ame ou odeie”. “Não é todo mundo que gosta de massa folhada, mas é o doce preferido de algumas pessoas”, afirma. A versão da Dolce Vita leva um creme cuja receita é da família da chef. Vendida apenas sob encomenda, a delícia custa R$ 45, o quilo, ou R$ 3,90, o pedaço individual.

Confira um roteiro com outros endereços para comer mil-folhas em São Paulo:

Amorim Cheri. A doceria inaugurada no fim do ano passado tem em meio ao extenso cardápio de sobremesas um mil-folhas de baunilha, que é recheado com frutas vermelhas e custa R$ 15. R. Augusta, 2.321, Jd. Paulista, 3061-3283.

Boulangerie Mercure. O Sofitel, na Vila Clementino, mudou o nome para Mercure Grand Hotel Parque do Ibirapuera. Mas o mil-folhas de baunilha (R$ 10) continua sendo o maior atrativo da boulangerie do hotel. Av. Sena Madureira, 1.355, V. Clementino, 3201-0888.

Brunella (Foto: Divulgação)

Brunella. O pedaço da torta mil-folhas, que é vendida desde a época da inauguração da rede, em 1967, custa R$ 8. R. Abílio Soares, 931, Paraíso, 3884-7434.

Cedro do Líbano. Nos sabores nozes, nozes com damasco ou pistache, o mil-folhas é servido há dois anos na casa. O doce, que custa R$ 4,90, leva essência de flor de laranjeira e água de rosas. R. Pamplona, 1.701, Jd. Paulista, 3887-3546.

Di Cunto. Fundada em 1935, a tradicional rotisseria da Mooca tem uma grande variedade de doces em seus mostruários. Entre eles, está o mil-folhas, que custa R$ 5,50 e é coberto por açúcar de confeiteiro. R. Borges de Figueiredo, 61, Mooca, 2081-7100.

Dolce Vita. 8686-4994.

Douce France. Carro-chefe da pâtisserie, o mil-folhas (R$ 10,50)  é composto por três camadas de massa folhada e creme de baunilha. Al. Jaú, 554, Jd. Paulista, 3262-3542.

Jelly Bread.  O mil-folhas caramelado, com recheio de creme de banana e creme de confeiteiro (R$ 10,90), foi criado pela chef Amanda Lopes virou o carro-chefe da nova casa dos mesmos donos do restaurante Girarrostro. O doce é montado na hora do pedido e leva três minutos para ficar pronto. Av. Cidade Jardim, 60, Jardins, 3062-6000.

Kaá. Os pratos do chef francês Pascal Valero chamam a atenção, mas o que importa mesmo é a sobremesa. O mil-folhas, que custa R$ 18,50, é feito com uma mistura de doce de leite e creme de baunilha. Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 279, Itaim Bibi, 3045-0043.

La Pâtisserie. O espaço dedicado à confeitaria em meio ao restaurante All Seasons oferece um mil-folhas tradicional (R$ 8), recheado com creme de baunilha. Al. Santos, 85, Jd. Paulista, 2627-1336.

L’Entrecôte de Paris. Só é servido um prato principal no restaurante: entrecôte acompanhado por batatas fritas. Pelo menos, existem mais opções de sobremesas. Apesar de o carro-chefe ser o profiterole, o mil-folhas (R$ 16,80) faz sucesso com seu recheio de doce de leite. R. Pedroso Alvarenga, 1.135, Itaim Bibi, 3040-7732.

Marie Madeleine (Foto: Divulgação)

Marie-Madeleine. As três camadas de massa folhada invertida – que, a loja garante, é mais leve e aerada – são alternadas com creme de confeiteiro à base de fava de baunilha. São dois tamanhos: normal (R$ 14,50) e mini (R$ 4,50). R. Afonso Braz, 511, V. Nova Conceição, 2387-0019.

Monet. Criado pelo chef patissier Emerson Pina, o mil-folhas é o carro-chefe do cardápio de doces da casa. As camadas de massa são cobertas por doce de leite quente e crocante de frutas secas. O quitute custa R$ 16 e serve duas pessoas. R. Fradique Coutinho, 37, Pinheiros, 3032-7403.

Tera’s Café. A massa folhada de produção própria é intercalada com creme de baunilha e chantilly. Açúcar de confeiteiro é polvilhado sobre o conjunto, que sai por R$ 3 e é vendido às terças e quintas-feiras ou sob encomenda. Av. Dos Remédios, 716, V. dos Remédios, 3621-2210.

(Com colaboração de Míriam Castro)

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“Sempre me perguntam se a minha dança é religiosa, se homenageia orixás”, afirma Fanta Konatê, cantora e dançarina nascida na Costa do Marfim e criada na Guiné, país africano de colonização francesa. “Neste tipo de dança, cada movimento tem um significado místico, enquanto a minha dança é de festividades e comemorações”. Ela vive há dez anos em São Paulo e  dá aulas de dança africana numa academia no bairro de Moema.

Fanta veio ao Brasil quando conheceu o músico Luis Kinugawa, fundador do instituto África Viva. Enquanto visitava a Guiné, Kinugawa ficou hospedado na casa da cantora, que é filha do percussionista Famoudou Konatê. Eles se apaixonaram e hoje são pais de um menino chamado Rodrigo.

As aulas de Fanta são mais procuradas por mulheres que querem conhecer mais sobre a cultura africana. “Aqui no Brasil, as mulheres têm menos vergonha para dançar do que os homens”, afirma, em português fluente. Existem danças para diversas ocasiões, como para homenagear guerreiros. Mas para a professora, os movimentos mais importantes são os que comemoram o plantio: “A alimentação é a raiz de um povo, por isso é essencial”, diz.

Toda quinta-feira, às 19h30, Fanta ensina seus passos de dança na escola Studio Dança Mundi.

Serviço:
Av. Ibirapuera, 3.239, Moema, 9671-1477.

(Com colaboração de Míriam Castro e imagem de divulgação)

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