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Cristina Padiglione

O contrato de Daniela Calabresa com a Band está chegando agora à sede da emissora, no Morumbi, devidamente assinado.
Sacramentado na tarde de hoje, o acordo da humorista, senhora Marcelo Adnet, prevê dois anos de compromisso com a casa e uma vaga no CQC, programa das noites de segunda-feira.
Segundo o diretor de programação da Band, o argentino Diego Guebel, aliás, um dos criadores do CQC, Dani não entrará em cena como repórter, e por isso não ocupará o lugar de Rafael Cortez.
“Ela fará um novo quadro”, disse Guebel a esta signatária, em tom de suspense.
A nova versão do CQC estreia em março, logo após o carnaval.

Há boas chances de Dani ganhar ainda um programa solo na rede dos Saad, a ver.
A humorista estava na MTV desde 2008 e era uma das maiores estrelas do canal nos últimos 4 anos.

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Sim, ainda é possível fazer humor que não seja “bundão”, como diz Rafinha Bastos, e, ainda assim, ser muito bom no objetivo de fazer rir.

O Adnet em Londres, programa que inaugura o formato do Adnet Viaja, novo projeto de Marcelo Adnet na MTV, é material a ser visto por quem não viu e revisto por quem pretende conhecer e estudar o assunto – ou simplesmente por quem quer rir de novo. Ainda que o objetivo central da proposta não seja exatamente o humor, e sim um mapeamento turístico com base no comportamento e na cultura local, Adnet faz de sua presença algo essencial na sedução da audiência.

Bom de captar idiomas em acentos diversos, ele faz o british english com a afetação que bem cabe ao humor.

Em vez de repetir pela enésima vez que o Brasil está na moda lá fora, Adnet se apresenta aos transeuntes em Londres como repórter de uma equipe de TV da Bolívia, e ali constata um certo desdém dos britânicos ao seu microfone. Sim, a diferença no tratamento dado ao suposto boliviano (depois paraguaio) e ao brasileiro é latente.

Surge então ricaço, personagem de Adnet, que encontra total afinidade com Londres, mas fica estarrecido com aquele monte de gente se acotovelando. A Londres da Olimpíada não é a cidade do seu gosto.  

Há criação na pauta, há repertório, há elaboração no trabalho. Adnet passa longe dessa turma que sai por aí, desembestada, com microfone “espontâneo” na caça de um “fala-povo” ou de uma celebridade qualquer.

Amém. Nem só da madrugada de Serginho Groisman se sustenta a vida inteligente da TV.

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 Fotos: Kelly Fuzaro//MTV

Emetevê, como diria Caetano Veloso. De lá Daniella Cicarelli veio, para lá ela volta, a partir de 30 de abril.

A moça asinou só 3 meses de contrato para a primeira temporada do Provão MTV, game que promove quiz entre alunos, sob o comando da própria e de outro velho conhecido da audiência ‘emeteviana’, Mr. Luiz Thunderbird.

 

 

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Entrou água na volta da parceria entre Marco Bianchi e Felipe Xavier, dois dos lendários Sobrinhos do Ataíde.

Bianchi, que havia convidado o ex-parceiro para com ele contracenar no projeto de um novo programa a ser oferecido à TV, conta que Xavier “não pode ou não quis” acompanhar o ritmo de um produto que vem sendo milimetricamente ensaiado há tempos.

Isso teria atrasado seus planos de retorno à TV, de onde está longe desde que a MTV trocou Paulo Bonfá, o terceiro Sobrinho do Ataíde, e ele, no comando do Rockgol.

O piloto do novo programa de Bianchi está em vias de finalização. A trilha sonora é de André Abujamra.

Enquanto isso, Bonfá, que já estreou no SporTV em tour bem-sucedido durante a Copa América, agora prepara novo programa semanal para o mesmo canal.

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15.dezembro.2010 18:03:46

Antes tarde…

Sim, Zigo Góes foi dar um a volta no Rio, reformatou o GNT ao gosto do freguês, e já está de volta à MTV

Egresso da emissora da Abril dois anos atrás, o homem volta como diretor de programação, no cargo de Cris Lobo, que estava na casa havia 20 anos.

Aliás, que fim de ano, não? Cheio de reviravoltas televisivas!

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17.agosto.2010 15:47:18

Quem tem medo da MTV?

Primeiro foi a Dilma quem titubeou. Na demora para confirmar se iria ou não ao debate que a MTV sabiamente tentou programar para o pleito presidencial a seguir, a candidata do PT não disse nem que sim nem que não.
Então veio o Jornal Nacional, da Globo, e agendou entrevistas com Dilma, Marina e Serra, e a MTV adiou seu debate, que cairia no mesmo dia em que Marina iria à bancada de Bonner e Fátima.
Marcou-se nova data, e então veio a indecisão não só da Dilma, mas também do Serra.
E a MTV resolveu cancelar tudo. Se os candidatos, em tese os principais interessados em discutir propostas, ou assim deveriam ser aqueles que tanto dizem se preocupar com o povo, ara, sô, se eles não estão a fim de discutir a relação, fazer o quê?
Há quem aposte que paira aí certa paúra do público jovem.
O tamanho da audiência, nesses dias de twitter, facebook e afins, não pode ser menosprezado. Essa é a plateia capaz de jogar perguntas indigestas no colo dos sabatinados, ok, mas é também o pessoal que reproduz cada vírgula com ecos que tornam as redes sociais da web gigantescamente maiores que o ibope de alguns canais.

Pena, fica pra próxima.

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De tudo o que se disse sobre a estreia do “Legendários”, na Record, faltou questionar, afinal, o que explica o ódio no coração dos ex-funcionários da MTV naquele programa dito “do bem”.

Depois de João Gordo proferir em plena entrevista coletiva que a Record dispõe de estrutura, ao contrário da MTV, Hermes e Renato protagonizaram uma esquete sem gracinha em sua estreia na Record, atestando que um acidente os fez esquecer o nome artístico que os consagrou e a emissora onde trabalharam antes de pisar nas dependências de Edir Macedo.

O comandante da nau, Marcos Mion, explicou a piada e achou tudo muito engraçado.
Mion passou rapidamente pela Globo, foi para a MTV, onde agradecia ter sido salvo de sua condição anterior (ele fazia aquele seriado de Sandy e Júnior, e é justamente Júnior quem agora engata a trilha sonora das vinhetas de seu novo programa). Mion um dia deixou a MTV, se mandou para a Band e foi tentar lá um tal de “Descontrole”, que deu em nada. Pediu para voltar para a MTV e foi bem recebido. Agora, de novo, sai de cena maldizendo o passado para valorizar o presente.
É um método que mal surte efeito, ainda mais quando reincidente.

Mas, e quanto a Hermes, Renato e Gordo? Estavam já todos sabidamente contratados pela Record e, mesmo assim, a MTV os manteve no ar até o fim de seus contratos.
Não tenho procuração para devender a Music Television, longe de mim, mas, já perguntei sobre possíveis mágoas dos atuais recordistas e ex-emetevistas com a emissora anterior, e nada consegui apurar. É um roteiro que não fecha. Se alguém souber de algo, diga lá.

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