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Cristina Padiglione


Para o Top 5 do CQC: Kiss na bancada da ESPN


Acima, a dupla com o assistente de estúdio Luis Camargo

‘Em comemoração ao Dia Mundial do Rock os apresentadores Amigão (Paulo Soares) e Antero Greco retornaram para o último bloco do programa com os seus rostos pintados com a maquiagem do Kiss. Com a música ‘Rock and Roll all Nite’ tocando ao fundo, “Gene Amigão Simmons” comentou sobre o passado amoroso do músico: “O cara é pegador…cinco mil mulheres já”. Enquanto isso Antero ‘Paul Stanley’ Greco perguntou: e o Stanley? O cara é fera também, respondeu Amigão.

Foi em tributo ao Dia Mundial do Rock que o Amigão, Paulo Soares, e Antero Greco voltaram caracterizados como Gene Simmons e Paul Stanley, ambos da banda Kiss, no último bloco do SportCenter, na ESPN, anteontem.

Com a música ‘Rock and Roll all Nite’ ao fundo, “Gene Amigão Simmons” comentou sobre o passado amoroso do músico: “O cara é pegador…cinco mil mulheres já”. Antero não deixou por menos: “e o Stanley?” “O cara é fera também”, respondeu Amigão.



Edu Elias troca ESPN pela MTV: é dele o Rockgol

crédito: Paulo Pinto/AE

Eduardo Elias muda de emprego sem mudar de quarteirão.

Prata dos canais ESPN, bem ali na Rua Piracicaba, onde nasceu a Tupi, primeira emissora de TV da América Latina, o jornalista dobra a esquina até o prédio da MTV, na Alfonso Bovero, onde também funcionou a Tupi, para comandar o RockGol.
O programa terá seu nome plenamente mantido na grade de 2011, com outro formato, claro. Só a troca de Paulo Bonfá e Marco Bianchi por Elias já denuncia que a pegada será toda repaginada.

Elias há de contracenar com mais dois profissionais, nomes a serem definidos, mas entra em cena como âncora.

Isso deve explicar também o fato de Rodrigo Rodrigues, o apresentador do Vitrine, ter trocado a Cultura pela ESPN bem ontem.

Um adendo sobre o passado glorioso de Eduardo Elias: este Estadão, e mais especificamente o nosso nobre suplemento de TV, do qual sou editora, teve a honra de ter Elias em seus quadros. Aliás, lembrando bem, eu cá entrei em 2000, exatamente na vaga de editor-assistente do Telejornal, hoje TV, que cabia ao Edu. Ao deixar a redação do Estado, o sujeito foi aplaudido de ponta a ponta, até chegar ao elevador, o que denuncia como o moço é querido aqui no Limão.



Dorival, personagem da semana, no ‘Esporte Fantástico’

Responda rápido: qual foi o assunto da semana?

Eleições à parte, com todo respeito, foi a demissão do técnico do Santos, Dorival Jr., motivada pela (não) punição à malcriação do garoto Neymar, que virou assunto em todas as rodas. Até minha mãe, alheia ao noticiário esportivo, tinha opinião sobre o caso. Justo. É coisa que sai do campo, atravessa debate sobre educação, respeito, convivência, talento, maturidade, etecetera e etecetera.

Amanhã, às 13h50, a Record leva ao ar a entrevista de Dorival a Myllena Ciribelli no Esporte Fantástico.
Diz o técnico que conversou com outros treinadores mais experientes e “ninguém nunca tinha passado por uma situação semelhante”. “Ninguém nunca tinha sido tão desrespeitado por um jogador.”
Depois de anunciar a suspensão de Neymar no jogo contra o Corinthians (e, coincidência, eu estava justamente no estúdio do Bate-Bola que Edu Elias comanda na ESPN Brasil, terça, acompanhando votação via web que dava a Dorival aval de sobra para sua decisão), Dorival diz que toda a repercussão do caso o levou a um acordo com a diretoria do clube para que o contrato fosse quebrado. “Eu também tive minha parcela de culpa em tudo isso. Por isso, minha saída do Santos foi em comum acordo. Eu não teria mais clima para continuar”, completou.

agora no estadão