Angélica conversa como dona Fátima Bernardes no Estrelas que vai ao ar sábado agora, pela Globo. A jornalista fala de seu novo programa, Encontro com Fátima Bernardes, que estreia dia 25, e conversa com a loira sobre sua nova rotina. Agora, Fátima vê a novela das 9, é fã de Avenida Brasil, e janta com os filhos, os trigêmos Laura, Beatriz e Vinícius. 
Miriam Freeland em cena de cruzeiro no início da novela
Sai Ingácio Coqueiro, entra Edgard Miranda na direção geral de Máscaras, novela de Lauro César Muniz na Record.
O comitê comandado pelo diretor Marcelo Silva para sanar a sangria de audiência da emissora, que começa à tarde e vai até o fim do dia, identificou a mudança como uma das várias reformas necessárias à novela. Não que Lauro e Ignácio tenham se desentendido, mas há um descompasso entre texto e acabamento na produção.
Parte do elenco já comemora o feito. A novela tem alcançado entre 6 e 7 pontos de média de audiência, algo muito aquém das glórias vistas em seus folhetins até dois anos atrás. Mesmo Rebelde, que chegou a render 10 pontos no Ibope, tem se contentado com 6 pontinhos, e olhe lá.
O SBT tem marcado na frente. Em razão da novela infantil Carrossel, a audiência da TV de Silvio Santos voltou a ser segundo lugar no Ibope em São Paulo.
Você sabia que o doutor House, o mais sarcástico médico que a televisão mundial já conheceu, cita como endereço seu, na série, o mesmo local onde morou Sherlock Holmes, personagem criado por Arthur Conan Doyle?
Ficção por ficção, House, vivido por Hugh Laurie, House teve o famoso detetive como fonte de inspiração.
Essa é uma das curiosidades em voga no programete What’s On que o canal Universal Channel exibe a partir deste domingo, como aperitivo para grand finalle do seriado. Já visto nos Estados Unidos há dez dias, o desfecho de House irá ao ar aqui no dia 21 de junho, plena quinta-feira, às 22h.
Para os assinantes da Vivo, aliás, ex-Telefonica e TVA, vale a frustração: o Universal Channel é lacuna a ser preenchida no line up da operadora.
A informação foi dada ontem durante o Fórum Brasil de Televisão por Andrea Barata Ribeiro, executiva da produtora O2 Filmes, responsável pela produção da minissérie Som & Fúria para a Globo: o título será cartaz nos cinemas muito em breve.
Feita em 2008 como minissérie para a rede dos Marinho, a produção foi concebida para ser justamente série de TV e longa-metragem.
No elenco, há um surpreendente Felipe Camargo, que vive o ator capaz de surtar em plena apresentação de Hamlet, Pedro Paulo Rangel, Dan Stulbach, como o diretor do teatro, bem ao modo secretário público, Regina Casé, outra funcionária pública da área cultural, de alto gabarito, mais Daniel de Oliveira e Maria Flor. Tem ainda Cecília Homem de Mello, produtora de elenco da O2, e Andréa Beltrão, atriz até as últimas consequências.
Som & Fúria é das melhores produções que a Globo fez nos últimos dez anos. Um primor. Baseada em texto canadense e melhor que o original, não ganhou espaço para uma segunda temporada na Globo. A direção da emissora não embarcou na sequência, apesar de todo o entusiasmo de Fernando Meirelles, o diretor.
Agora, vamos ao cinema.
Sim, agora é oficial.
A Globo trabalha com a data de 25 de junho para a estreia de Fátima Bernardes em suas manhãs. Os primeiros pilotos foram gravados esta semana. O batismo final, após uma lista infindável de nomes, ficou em Encontro com Fátima.
Na equipe: o poeta e ator Gregório Duvivier, o stand up Marcos Veras, o músico Branco Mello e a repórter Lília Telles.
Deu nos bastidores da Fashion Rio: Luana Piovani mostra a Patricia Koslinski algumas fotos de Dom, o herdeiro, feitas de seu celular, enquanto Patricia exibe a tela do seu telefone com imagens de Yolanda, sua filha, hoje com sete meses.
Luana, mãe recente, esteve no Fashion Rio para alinhavar com Lilian Pacce comentários sobre o desfile da Salinas para o canal GNT, mesma sintonia que justifica o expediente de Patrícia por lá, no comando de informações de bastidores para a tela.
Rafinha Bastos não aguardou pelo escárnio alheio. O próprio humorista foi ao Twitter e anunciou, em tom festivo, 0,8 ponto de audiência como saldo final da estreia do SNL, o Saturday Night Live, que a RedeTV! colocou no ar ontem à noite.
O SNL encontrou uma plateia quase deserta, nicho abandonado por todo um público que mudou de canal atrás do Pânico, hoje na Band. O programa tem potencial para alcançar pelo menos o dobro disso em curto prazo e até ir além, mas ainda carece de ajustes e, importante dizer, jamais dará à RedeTV! a audiência que o Pânico lhe conferia. São praias distintas de riso. O estilo de Bastos, ácido, é bem mais segmentado. Ontem, houve paródia sobre o depoimento de Xuxa e alguma agressividade para os padrões atuais de criação, quando tudo pede civilidade, educação e tons politicamente corretos. Nos idos do TV Pirata, certamente o SNL seria visto com mais disposição pela plateia, que hoje se recrimina por rir de personagens reais. A massa ri da caricatura do gay, da caricatura do jogador de futebol, da caricatura do político, da caricatura da apresentadora de TV, porém não se permite debochar, publicamente, da figura nominal, sobretudo quando ela se mostra fragilizada, como ousa Bastos. O Casseta & Planeta, ao imitar presidentes e outras personalidades, invariavelmente busca tom de tributo à fonte de inspiração, de modo que a “homenagem” se sobressaia ao deboche.
O Pânico, na contramão do humor ácido que nem todo mundo hoje consegue digerir, adota o tom explícito da palhaçada. Como o ator canastrão, chega mais rápido ao coração do público (assim dizia, com razão, Nelson Rodrigues), embora não chegue assim tão impunemente ao coração de quem tem mais de 40. Mas quem se importa com o target 40+? A TV hoje está atrás do jovem, consumidor desenfreado e difícil de agarrar, atento que está a outras mídias.
Tudo isso dito, respeitando que o SNL aposte mesmo num humor mais ácido e que há público interessado nisso, a questão é encontrar bons roteiristas para tanto. É muito palhaço para pouco escritor. Quem quer espaço diante das câmeras, hoje, em geral, vê-se obrigado a escrever o próprio texto, mas raros são os profissionais que colocam um pé em cada canoa com êxito. E raros são os criadores que hoje se conformam e são felizes nos bastidores, já que escrever, sem dar a cara à tela, não rende proposta de comerciais ou shows de stand up.
Como diz o Boni, um Max Nunes não se encontra na esquina.
Só para ficar no caso da paródia da Xuxa, a esquete da Tia Penha, que Marcelo Médici encarna no seu eterno espetáculo, Cada um Com Seus Pobrema, não tem nada de Xuxa na caracterização, mas é pura Rainha dos Baixinhos na essência. E, dá de 10 a zero no quadro que o SNL promoveu ontem, protagonizado por Renata Gaspar, ainda que o alvo do SNL tenha sido o depoimento intimista da apresentadora, exibido no Fantástico.
E não é que a versão do SBT para Carrossel, com aqueles uniformes de gravatinhas, saias nos joelhos e alguma dose de caricatura está causando efeito no Ibope?
A novela estreou com 13 pontos e já fez 15 no segundo capítulo, quando normalmente a audiência cai, vítima da chamada “ressaca de estreia”.
Isso denuncia que falta programação para crianças na faixa nobre da TV aberta. Porque, sim, temos aí 13,7 milhões de pagantes de TV e quase 40 milhões de pessoas com acesso aos canais pagos, mas isso ainda não alcança 1/3 da população, né mesmo?
Sem querer querendo, como diria o ícone da programação do SBT, o staff de Silvio Santos fez um gol.
Se alguém ainda tinha alguma dúvida, aí está: alimentada durante todo o programa pelas chamadas sobre a entrevista revelação de Xuxa, obra de Cláudio Manoel, que só foi ao ar no final da atração, a edição do Fantástico fez ontem surpreendentes 24 pontos de média de audiência em São Paulo. Isso significa pelo menos 360 mil domicílios a mais do que duas semanas atrás, quando o Show da Vida fez a pior audiência do ano, com 18 pontos.
De modo geral, o Fantástico tem oscilado entre os 20 e 21 pontos de média este ano, e vem lutando para manter esse patamar após a estreia do Pânico na Band.
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