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Cristina Padiglione

Foi na virada do ano, sob baixa audiência, que Boris Casoy proferiu seu infeliz comentário sobre a profissão de garis. Pouca gente deve ter visto ou percebido a infelicidade na hora do acontecido, mas, sendo falha de alguém que ganhou fama com o bordão “é uma vergonha!”, não tem jeito: a coisa se espalha, ainda mais na era do Youtube.
Entre tantos cidadãos comuns gravados pela produção do Jornal da Band para anunciar ali um Feliz ano novo, apareceram dois garis. Ao fim do bloco, antes que o primeiro comercial começasse e sem perceber que seu áudio ainda estava aberto ao público, Casoy disse o seguinte:
“Que merda. Dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho”.

Ao tomar conhecimento do vazamento, Casoy se retratou brevemente no dia seguinte, pedindo “profundas desculpas aos garis e aos telespectadores”.

Casoy é um sujeito bem-humorado, perito imitador, engraçado no dia a dia. Mas, mesmo quem o conhece resiste em perceber que ele estivesse fazendo ali uma brincadeira, de mau gosto, vá lá, mas brincadeira. Nem ele ousou se desculpar com tal pretexto. E a história ainda há de se espalhar mais, prenunciam os movimentos na web. Aqui mesmo neste blog, muitos já se dirigiram a um post antigo sobre Casoy para protestar.

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Feito para o Caderno de Esportes do Estadão, que na ocasião revelava, em entrevista do jogador Lugano, uruguaio, o temor que sua mulher tinha em sair de casa por causa da TV, o texto abaixo foi publicado em 28 de março de 2003. E não é que o prazo de validade do dito está em dia? Mudam os títulos (a Record não tem mais “Cidade Alerta”, mas aquele “Balanço Geral”, na faixa das 13h, supera, e muito, o nome extinto; e a RedeTV! já não tem seu “Repórter Cidadão”, o que não significa que outros elementos na grade não estejam prontos para fazer esse papel).
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CRISTINA PADIGLIONE
Assistir a um dos programas ditos “jornalísticos” na faixa das 17 às 19
horas, na nossa TV aberta, é experimentar muito mais o efeito provocado pela dramaturgia do que pela vida real. A não ser que o sujeito esteja drogado, ninguém sai às ruas com aquele olhar frenético adotado pelas câmeras desses policialescos. Nem conversa com as pessoas naquele tom indignado, repleto de interjeições, usado por seus apresentadores e repórteres. E, mesmo quem testemunha um crime ao vivo, por maior que seja seu estado de choque, não terá direito às trilhas sonoras de suspense que embalam o Repórter Cidadão, na RedeTV!, o Cidade Alerta, na Record, e o Brasil Urgente, da Band.
A vida enfocada nesses programas não é bem como ela é; é dramatizada como nos melodramas, sempre a pedir uma lente de aumento, uma caricatura da realidade. Não que os casos ali apresentados não tenham de fato ocorrido, mas o número de desgraças por segundo exibidas em todos esses produtos e a forma como são relatadas na tela só dão ao telespectador a sensação de que é ele quem está sob ameaça de prisão, em cárcere privado.
De acordo com o Ibope, o Cidade Alerta e o Brasil Urgente têm, cada um,
média de audiência em torno de 6 pontos na Grande São Paulo. O programa de Marcelo Rezende na RedeTV! vem registrando média de 4.
Ao todo, representam uma platéia que alcança 776 mil domicílios só nessa região. Para esses canais, é uma quantidade significativa. Em termos qualitativos, nem tanto: não são bem vistos pelo mercado de anunciantes e, daí, não atraem o faturamento que os números sugerem. Mas é fato que todos acabam alavancando o ibope dos programas que os sucedem – ou porque o telespectador embarca na atração seguinte ou porque fica tomado mesmo pelo medo de levantar do sofá.

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Em painel de debate realizado hoje na feira de TV por assinatura (ABTA) em Sampa, o presidente do segmento, Alexandre Annenberg, chegou a ser aplaudido por parte da platéia. O apoio foi puxado por alguém que concordava que “a carga tributária ” no Brasil é muito alta, justificativa de Annenberg para a acusação do deputado Jorge Bittar (PT-RJ) de que o custo da TV paga aqui, para o consumidor final, é troppo salgada em relação a outros países.

Annenberg bateu de novo contra a imposição de cotas para produção independente, com argumentos que foram facilmente rebatidos por Fernando Dias, ali representando o mercado das produtoras independentes. Dias ressaltou a alta qualidade do audiovisual nacional independente, citou o reconhecimento mundial à publicidade brasileira e o fato de 6, entre as 12 últimas indicações brasileiras à premiação do Emmy, serem fruto de produção independente.

Annenberg então mudou o disco. Disse que se perdeu muito tempo falando em cotas e que essa não era a questão central da PL 29, alvo da discussão da ocasião, projeto de lei para regulamentar o setor e que será votado em breve na Câmara Federal. “A questão é: para onde queremos ir?”

O principal drama agora de Bittar, que defende o projeto, é convencer o mercado a abarcar o item que pede que 30% dos canais de um pacote sejam nacionais e que no máximo 1/4 desses sejam de um mesmo grupo. Naturalmente, a Globo, dona dos canais GloboSat (GNT, Globonews, Universal, Rede Telecine, SporTV e Multishow) apresenta a maior resistência. Band, Cultura e Record, que vivem a pleitear espaço no line up das operadoras Net e Sky, aplaudem a medida.
E assim a discórdia segue.
O deputado Bittar começou sua explanação todo pianinho, mas, ao fim do debate, após ouvir aplausos contrários à PL 29 e outros argumentos de um setor contrariado com a regulamentação, foi incisivo: “Eu entendo as razões do Annenberg, que defende os interesses da ABTA, de um mercado concentrado, de dois grupos. Ou não é? Eu respeito esses dois grupos, mas quero mais pela democratização do setor”.

Bittar se referia aos grupos Net e Sky que, juntos, comem 78% desse mercado.

A Net argumenta que a conta do empacotamento “não fecha”. O projeto estipula que essa medida vale para pacote de 40 canais pagos, a fim de flexibilizar, com perdão do palavrão, os pacotes maiores. Mesmo assim, a Net sustenta que, se tiver de botar 30% de nacionais e limitar a opção a 1/4 do grupo, terá de abrir mão de outros canais.

É o que Bittar quer. O deputado ressuscitou um ponto que, para a GloboSat, já estava resolvido pelo Cade há tempos: o deputado não acha possível que o grupo que detém o produto de maior apelo popular, no caso, o futebol, imponha todos os seus canais a uma operadora para contemplar o assinante que poderia pedir só pelo futebol. É referência clara ao SporTV, que hoje é visto nos pacotes da TVA, mas sob a imposição de ser empacotado com seus irmãos GloboSat.

E a conversa vai longe.
A certeza de Fernando Dias, representante da Associação Brasileira de Produtoras Independentes (ABPI TV), é que a PL 29, para funcionar como boa regulamentação, não terá como agradar a todos. “Se agradar a todo mundo, alguma coisa estará errada.”

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Onde é que a defesa pela cobrança do ponto extra de TV paga poderia ser tão convicta, tão associada a uma questão de justiça? Na ABTA, claro, a feira da Associação Brasileira de TV por Assinatura, anunciada aos quatro ventos como a maior do setor na América Latina.

No evento, que começou hoje e vai até quarta-feira, no Transamérica Expo Center, em Sampa, o pessoal que vive disso voltou a chiar pela falta de compreensão da Anatel. O governo chegou a vetar a cobrança, temporariamente retomada pelo setor graças a uma liminar na Justiça. E, enquanto a coisa não ganha caráter definitivo, haja saliva para essa turma argumentar que ponto extra não é igual a extensão de telefone; ponto extra funciona, segundo eles, como uma linha extra, visto que pode-se sintonizar outro canal. Na comparação com o telefone, oras bolas, é como se fosse outra conversa, defendem.

Houve quem extravazasse seu descontentamento com a Anatel porque a possível suspensão do ponto extra representará perda expressiva no faturamento. Os cobradores de TV paga temem ainda que a liberação provoque uma festa do caqui, onde todos os assinantes se sintam convidados a botar TV paga na garagem, no banheiro e na varanda.

Mas, vem cá: o cabo ou a antena que leva o sinal de determinada operadora a determinada residência já não está ali? Se há um custo extra para instalar o decoder do ponto extra, por que não se cobra só pela instalação? Alguém sabe responder qual é o custo de manutenção que justifique a cobrança mensal pelo serviço?

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A Associação Brasileira das TVs por Assinatura (ABTA) colocou no ar uma campanha contra o projeto de lei 29/07, que estabelece cotas obrigatórias de produção nacional e produção independente em canais pagos.

A campanha reduz o projeto a algo como “estão querendo decidir o que você vai ver”. Independente de quem é favorável ou contrário à idéia, convém perguntar: desde quando o assinante de TV no Brasil escolhe o que vê?

Só por esse mote, a oposição da ABTA ao projeto (oposição endossada pelas Organizações Globo) já nasce com argumentos frágeis. Ou você aí, quando assinou aquele pacotão de canais, teve escolha para eliminar ou adicionar os canais que lhe interessam? E os Polishops que loteiam a programação de vários canais, quem escolheu ver? E os canais que vez ou outra são substituídos no line up, sem que você seja consultado?

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Não é incrível? De tanto se inspirar no conteúdo da programação da Globo e na instabilidade horária do SBT, Edir Macedo acaba de criar seu próprio carnê. Não o do baú, como fez o Silvio, nada que prometa prêmios em espécie. O ganho dos contribuintes do carnê do Edir virá do céus, é puro espírito. Se o sujeito pagar lá 20 Reais todo mês, a IURD promete orar por ele todos os dias.

Se a Record sempre se esmerou em atribuir seu crescimento ao progresso publicitário do grupo, e jamais ao sagrado dízimo dos fiéis do outro braço da holding, agora não há meias palavras no propósito do novo carnê. Segundo a Folha de S.Paulo de hoje, foi o Edir quem disse, lá na “maior sessão de descarrego do mundo”, na praia de Botafogo: o carnê é para ajudar a Igreja a comprar mais rádios e ampliar a fé por meio da mídia.

Amém, Jesus?

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Eis aí o senador, sem pânico, na melhor linha deixa-que-digam-que-falem-o que-quiser; eu-não-tô-fazendo-nada-você-também…O “Pânico na TV” propôs um embate com Xupla, personagem de Daniel Zuckerman no programa, e papai Suplicy se empolgou. Lutou boxe, jogou basquete, vestiu-se de mano e cantou rap.
No ar amanhã, excepcionamente às 9 da noite, na RedeTV!

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Estamos a postos, senhores.

Leio agora na coluna de Mônica Bergamo, Folha, sobre o esforço do diretor da Central Globo de Comunicação, Luiz Erlanger, em coletar assinaturas em manifesto contra a classificação que eles, na Globo, chamam de “impositiva”.

É um caminho, quem sabe, para amolecer ainda mais o já caridoso coração do ministro Tarso Genro junto aos radiodifusores. Não que o texto não seja passível de discussão e alterações, ao contrário, a questão comporta todo o debate do mundo.
O que não se pode tolerar é essa confusão que as emissoras tentam imprimir na mente de sua platéia, e de seus próprios artistas, entre censura e classificação.

Ainda outro dia, ator de primeiro time da Globo, figura esclarecidíssima justificou sua posição, contrária à classificação nos termos da nova portaria, argumentando que aqueles diálogos entre Lília Cabral e o neto em “Páginas da Vida” jamais seriam possíveis pelo novo texto.
Engano.
No quesito conteúdo, os critérios são os mesmos da portaria anterior, a 796, de José Gregori. Ressalva-se apenas o respeito ao fuso horário local, o que não acontece atualmente e contra o que as emissoras mais brigam dessa vez.
De todo modo, não há nada que a nova portaria vete; o máximo que pode acontecer é que se classifique para 22h ou 23h, em vez de 20h ou 21h, algo considerado mais tenso para crianças e adolescentes. Como, aliás, se dá em qualquer país civiliado do planeta.

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Vence amanhã o prazo que o ministro da Justiça Tarso Genro se deu para uma decisão final sobre a nova portaria da classificação indicativa de TV, de número 264.

Mas, ainda que a nova portaria começasse a funcionar depois de amanhã, as emissoras continuariam liberadas, provisoriamente, para praticar as cenas que querem na hora em que bem entendem: obra de um mandado de segurança conseguido pela Abert, a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão, no STJ.

Aposta-se que Genro fará lá alguns ajustes pontuais no texto assinado por seu antecessor, Márcio Thomaz Bastos. Um deles seria o esclarecimento, com todas as letras, de que a produção jornalística está livre de classificação. Não que a portaria ameace os critérios sobre a informação _ foi a Abert que não viu com muita clareza tal proteção no texto e pediu endosso.
Acredita-se que a vinculação de horário a faixa etária prevalecerá, contrariando todo as alegações de censura lançadas pelos concessionários e contestadas por juristas.

No mais, é aguardar pelas cenas dos próximos capítulos.

………………………………………….
Adendo feito às 10h20 desta quarta-feira, dia 27.
E o que decidiu Tarso Genro? Adiou por mais uma vez a entrada em vigor da portaria 264 por 15 dias. Depois são os tucanos que levam fama de repousar em cima do muro…

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Uma série de instituições e pessoas físicas encaminharam ao ministro Tarso Genro uma Carta Aberta em apoio à portaria 264, contestada pelas emissoras de TV. Eis a íntegra e seus signatários.

CARTA ABERTA AO MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA

Prezado Ministro Tarso Genro,

As organizações, os cidadãos e as cidadãs abaixo assinados vêm por meio desta manifestar o seu apoio à política de Classificação Indicativa de obras audiovisuais de que trata a portaria 264/07 do Ministério da Justiça. Nesse sentido:

. Relembramos que a Constituição Federal de 1988 substituiu a prática da censura pelo instrumento democrático da Classificação Indicativa.

. Sublinhamos a existência de regulações complexas e democráticas sobre a radiodifusão – tanto na questão da infra-estrutura como em relação ao conteúdo veiculado (área que diz respeito à Classificação Indicativa) – nas nações mais consolidadas do planeta, fato que só corrobora a tese de que tais instrumentos não guardam, nem remotamente, nenhum parentesco com as práticas de censura.

. Ressaltamos que a mesma Constituição (Artigo 227) indica que a proteção dos direitos da criança e do adolescente tem, no ordenamento jurídico brasileiro, prioridade absoluta.

. Recordamos que a Convenção sobre os Direitos da Criança, da qual o Brasil é signatário, sublinha, em seu artigo 17, a importância de políticas que atentem para a relação entre os direitos da criança e do adolescente e os meios de comunicação de massa.

. Sabemos que o Estatuto da Criança e do Adolescente (Artigos 74 a 76; Artigo 254) regulamenta os dispositivos constitucionais sobre a Classificação Indicativa, delegando ao Poder Executivo a tarefa de desenhar a política pública para essa atividade.
Estabelece ainda que a Classificação deverá estipular os horários a partir dos quais programas potencialmente inadequados para crianças e adolescentes poderão ir ao ar.

. Reafirmamos que os impactos potenciais (positivos ou negativos) da programação televisiva sobre a dimensão subjetiva e a formação de crianças e adolescentes devem ser observados com redobrada atenção pelo Estado brasileiro.

. Destacamos que a prerrogativa inalienável de pais, mães e outros responsáveis de decidir a que conteúdos audiovisuais seus filhos e filhas podem ou não ter acesso depende de uma ação afirmativa do Estado, especialmente no que diz respeito ao enquadramento da programação potencialmente inadequada no horário noturno (quando a maioria das famílias está em suas residências). Soma-se a isto a relevância da padronização da forma de veiculação da Classificação Indicativa seguindo um modelo que permita às famílias uma rápida e objetiva identificação das informações pertinentes, o que garantirá, de fato, seu direito de escolha.

. Salientamos a necessidade do respeito absoluto aos diferentes fusos horários em vigor no país, a fim de garantir o respeito aos direitos das 26 milhões de crianças e adolescentes que – seja ao longo de todo o ano, seja durante os meses do horário de verão – vivem em regiões com hora local distinta da de Brasília.

. Relembramos que o texto final da portaria 264/2007 de 12 de fevereiro, firmada pelo seu ilustre antecessor nesta pasta, é fruto de um intenso debate público do qual participaram, durante quase três anos, os mais variados atores (sociedade civil organizada, radiodifusores, especialistas, outros ministérios, academia e Ministério Público, para nos atermos a apenas alguns deles). Esta discussão envolveu, dentre outras atividades, um grupo de trabalho, uma consulta pública, um estudo sobre o tema, um colóquio nacional e um seminário internacional – ocasião em que foi lançado um livro de artigos sobre a questão para o qual contribuíram 25 especialistas.

Com essas premissas colocadas, voltamos a afirmar nosso apoio à portaria 264/2007 tal como ela foi originalmente apresentada à sociedade por esta pasta, bem como explicitamos a necessidade de que o Estado brasileiro faça valer as determinações constitucionais e aquelas postas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente para esta temática. Temos certeza que mais de três anos de discussão plural sobre o tema não serão suprimidos exclusivamente para atender a interesses econômicos de uma das partes envolvidas. Esta convicção é reforçada pela história de luta em prol dos direitos humanos de todos e todas que marca a vida pública de Vossa Excelência.

Brasil, maio de 2007.

Assinam esta carta

1. Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI)
2. Ágere Cooperação em Advocacy
3. Ana Mercês Bahia Bock, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e presidente do CFP
4. Ana Olmos, neuro-psicóloga infantil e membro da Campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania”
5. Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC)
6. Associação Brasileira das Rádios Comunitárias (ABRAÇO)
7. Associação Brasileira das TVs Comunitárias (ABCCOM)
8. Associação Brasileira de Adolescência (ASBRA)
9. Associação Brasileira de Empresários pela Cidadania (CIVES)
10. Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP)
11. Associação Brasileira de Magistrados e Promotores (ABMP)
12. Associação Brasileira de Organizações não Governamentais (ABONG)
13. Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental (ABPMC)
14. Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE)
15. Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO)
16. Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU)
17. Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (ANCED)
18. Beatriz Bretas, professora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais
19. Campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania”
20. Campanha Nacional pelo Direito à Educação
21. Central Única dos Trabalhadores (CUT)
22. Centro Brasileiro de Mídia para Crianças e Adolescentes (MIDIATIVA)
23. Centro das Mulheres do Cabo
24. Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
25. Comunidade Bahá’í do Brasil
26. Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (CONTRATUH)
27. Confederación de Adolescencia y Juventude de Iberoamerica y Caribe (CODAJIC)
28. Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Rio Grande do Sul (CEDICA-RS)
29. Conselho Federal de Psicologia (CFP)
30. Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA)
31. Dalmo de Abreu Dallari, jurista, professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana
32. Edgard Rebouças, professor de ética na publicidade e na televisão da Universidade Federal de Pernambuco
33. Edson Luiz Spenthof, professor da Universidade Federal de Goiás e diretor-científico do FNPJ
34. Elza Dias Pacheco, professora e coordenadora do LAPIC-USP
35. Escola de Gente – Comunicação em Inclusão
36. Eugênio Bucci, ex-Presidente da Radiobrás
37. Federação Brasileira das Associações de Sindrome de Down (FBASD)
38. Federação Nacional dos Empregados em Instituições Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas (FENATIBREF)
39. Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ)
40. Federação Nacional dos Psicólogos (FENAPSI)
41. Fórum Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (FÓRUM DCA)
42. Fórum Nacional de Educação em Direitos Humanos (FÓRUM EDH)
43. Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI)
44. Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ)
45. Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC)
46. Fórum Pernambucano de Comunicação (FOPECOM)
47. Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança
48. Fundação Avina
49. Gabriel Priolli, presidente da Televisão América Latina (TAL) e da ABTU
50. Gerson Luiz Martins, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ)
51. Hélio Bicudo, procurador aposentado do estado de São Paulo
52. Inês Sampaio, professora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará
53. Instituto Alana
54. Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC)
55. Instituto de Promoção e Defesa da Cidadania (ELO)
56. Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social
57. João Batista Costa Saraiva, juiz da infância e juventude da comarca de Santo Ângelo (RS)
58. Jorge da Cunha Lima, presidente do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta e da ABEPEC
59. José Carlos Dias, ex-Ministro da Justiça, advogado criminal
60. José Gregori, ex-Ministro da Justiça
61. Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginário e Comunicação da Universidade de São Paulo (LAPIC-USP)
62. Laurindo Leal Filho, professor do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
63. Luiz Egypto de Cerqueira, jornalista, editor do Observatório da Imprensa
64. Luiz Gonzaga Motta, professor da Universidade de Brasília, vice-presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR)
65. Luiz Martins, professor e coordenador do projeto S.O.S Imprensa da Universidade de Brasília
66. Maria do Rosário, deputada federal (PT-RS), coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente na Câmara dos Deputados.
67. Maria Helena Weber, professora do Curso de Comunicação e da Pós-Graduação em Comunicação e Informação, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
68. Maria Luiza Marcílio, presidente da Comissão de Direito Humanos da Universidade de São Paulo
69. Maria Rita Kehl, psicanalista
70. Miguel Reale Jr., ex-Ministro da Justiça e professor titular de direito penal da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
71. Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH)
72. Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua (MNMMR)
73. MTV Brasil
74. Murilo César Ramos, professor e coordenador do Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília
75. Nélia R. Del Bianco, professora do Departamento de Comunicação da Universidade de Brasília
76. Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política – Universidade de Brasília
77. Núcleo de Trabalhos Comunitários – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
78. Organização para o Desenvolvimento da Comunicação Social (SINOS)
79. Pastoral da Criança
80. Pastoral da Juventude
81. Pastoral do Menor
82. Patrícia Saboya, senadora (PSB-CE), coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente no Senado Federal
83. Pedro Simon, senador (PMDB-RS)
84. Rede ANDI Brasil
85. Regina de Assis, presidente da empresa de Multimeios da Prefeitura do Rio de Janeiro (MULTIRIO), do Centro Internacional de Referência em Mídia para Crianças e Adolescentes (RIOMIDIA) e membro latino-americano do Conselho Diretor da World Summit on Media for Children Foundation
86. Regina Mota, professora e pesquisadora de televisão e cinema da Universidade Federal de Minas Gerais representante da ONG TVer em MG
87. Save the Children Suécia – Programa Regional para a América Latina e o Caribe
88. Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais (SITRAEMG)
89. Siro Darlan, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)
90. Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM)
91. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)
92. Vicente Faleiros, coordenador geral do Centro de Referência, Estudos e Ações Sobre Crianças e Adolescentes (CECRIA), professor da Universidade Católica de Brasília e pesquisador associado da Universidade de Brasília
93. Wemerson Amorim, professor e coordenador da Rádio da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais

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