Rafinha Bastos voltou ao ar hoje, na web, para anunciar uma iniciativa do grupo IOB focada em serviços relativos ao Imposto de Renda Pessoa Física, na ação “DeclareCerto” (www.declarecerto.com.br).
O texto é ótimo, brinca com a própria “desgraça” do humorista, o que ainda há de lhe render muitos dividendos. Ele começa o filme se apresentando: “olá, talvez você não me conheça, eu sou o Rafinha Bastos, mas eu já fui muita coisa nessa vida”. Insinua que perdeu tudo e e agora só gasta dinheiro com os processo judiciais nas ações das quais tem de se defender.
Rafinha aparece usando aparelho nos dentes. E endossa que o rapaz pode até tropeçar numa piada aqui, outra ali, mas talento há de sobra para fazer graça.
Ontem foi dia de ver o Boni, em pleno lançamento de livro de memórias, na Marília Gabriela.
O ex-chefão da Globo desceu de helicóptero na sede da TV de Silvio Santos, na semana que passou, para gravar entrevista a Gabi, sua amiga.
A loira quis saber por que Boni, na recente entrevista a Jô Soares, na Globo, já por obra do mesmo O Livro do Boni, nada falou sobre a briga que teve com o então gordo, quando Jô anunciou que estava de saída da Globo para o SBT, no início dos anos 90.
Sobre o episódio, Boni costuma dizer, disse no livro e em outras entrevistas, que foi quase como briga passional, coisa entre grandes amigos em que um não se conforma em ser preterido. No caso, a Globo era Boni e o SBT era “a outra”.
Questionado por Gabi sobre a ausência do caso na sua recente conversa com Jô, Boni disse simplesmente o seguinte: “Não falei nada porque ele não perguntou nada. Eu estou aqui para responder às suas perguntas, não vou falar sobre o que você não me perguntar. Ele não perguntou e não falamos”.
Hoje tem mais Boni, agora no Roda Viva, da Cultura.
E, de novo, o programa deve voltar a tocar no assunto debate Collor X Lula, num ponto que não está no livro mas que foi levantado na primeira entrevista do empresário sobre sua nova obra, justamente nos estúdios da Globo, a Geneton Moraes Neto, via GloboNews. Foi quando Boni citou que deu determinados conselhos à assessoria de Collor para ajudar sua performance física no último embate com Lula, aquele que até hoje gera controvérsias, em 1989. O encontro foi resultado de um pool entre Manchete, Globo, SBT e Band, tendo cada bloco comandado pelo profissional de uma dessas emissoras. Na época, Gabi, que voltou a tocar no assunto ontem, estava na Band.
E o mediador da entrevista do dia, Mario Sergio Conti, convém lembrar, sabe tudo sobre Collor, autor que é do livro Notícias do Planalto, cujas páginas mencionam detalhes de bastidores do apoio de Roberto Marinho ao ex-presidente, mas não a confissão agora feita por Boni sobre a glicerina que teria sido usada na testa de Collor para lhe emprestar um mínimo de suor, uma coisa, digamos, mais povo, que sobrava em Luiz Inácio e faltava em Fernandinho.
A audiência não respondeu como Band e Fremantle, dona do formato, esperavam, mas o Projeto Fashion, versão nacional do Project Runway, com Adriane Galisteu e Alexandre Herchcovitch, foi muito bem produzido.
Encerrado no sábado, apresentou três garotas muito talentosas, com direito a desfile de verdade para a coleção de cada uma e todo o backstage implicado por um evento do gênero.
O Ibope, ao longo da temporada, reagiu com 1, 2 e até 3 pontos, não mais que isso na média de cada edição, o que só endossa que o programa tem lá sua vocação mais para TV paga do que aberta. Mas, que foi bem feito, isso foi.
Eis aí o novo visu de Patrícia Poeta, obra do cabeleireiro Celso Kamura, especialmente moldado para quem há de receber o bastão de Fátima Bernardes na noite de hoje, para acompanhar seu marido, William Bonner, na bancada do Jornal Nacional.
O comprimento ficou na altura do ombro e a franja na altura da boca, segundo Kamura, para dar movimento.
Kamura, só para lembrar, é quem também faz a cabeça da presidente Dilma Rousseff.
Todos os caminhos para a vaga de Fátima Bernardes na apresentação do Jornal Nacional levam a Patrícia Poeta.
A Globo anuncia toda a mudança em poucos minutos, no Rio, em entrevista coletiva convocada ontem.
A troca é absolutamente embasada em pesquisas realizadas à exaustão pela direção da emissora.
Para o lugar de Patrícia, o Fantástico elege Renata Ceribelli à condição de titular.
E dona Fátima, como já foi dito aqui neste blog, assume então um novo programa matinal, em fase de criação por Guel Arraes, Cláudio Manoel e equipe. No ar em 2012.
A Globo anuncia dentro de poucas horas, em coletiva agendada para as 10h30 desta quinta-feira, que Fátima Bernardes vai deixar o Jornal Nacional em 2012 para ganhar um programa matutino na nova programação.
O novo produto vem sendo traçado a várias mãos, sob supervisão de Guel Arraes e do casseta Cláudio Manoel.
Entre os nomes cotados para fazer par com William Bonner no Jornal Nacional está o de Ana Paula Araújo, que fez sucesso na cobertura da ocupação policial no Complexo do Alemão, que rendeu o primeiro Emmy ao JN.
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