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Cristina Padiglione


Especial de Chico Anysio Anysio causou

Embora tudo em fim de ano seja batizado como “especial” na TV, poucos são os programas realmente dignos de serem classificados como tal.
O programa que a Globo exibiu ontem, com Chico Anysio desfilando seus célebres tipos, foi um desses. Especial, sim, com todos os méritos para ganhar edição em DVD.
A audiência respondeu bem, com 26 pontos de média, uma façanha para a atual faixa da 22 horas. Semana passada, com edição mais curta e tendo começado no mesmo horário, o “Casseta & Planeta” rendeu 24, e o “Toma Lá, Dá Cá”, 19.

Tirando aquela cortina drapeada dourada à mofolês fazendo fundo para as cenas de stand up, lay out ligeiramente caído para um programa que se permitiu usar a tecnologia a favor do conteúdo, uau, foi uma edição histórica.
Histórica porque pela primeira vez tantos personagens de um mesmo Chico contracenaram e até comparecerem à mesma aula do nobre Professor Raimundo.
Histórica porque os tipos do Chico (e digam os ofendidos por ele o que quiserem, mas essa façanha não lhe pode ser negada) são genialmente independentes do humor datado, daí engraçados a qualquer época.
Quando a piada pode ser traída pelas circunstâncias, como seria o caso de Salomé, cuja graça da conversa íntima estava no fato de seu interlocutor original, o então presidente da República João Batista Figueiredo, ser extremamente formal, ao contrário do atual Lula, a personagem é devidamente salva pelo excelente texto, e só retomando contato com o texto de Chico Anysio para reforçar a péssima impressão sobre os atuais roteiros.
Não houve quem não risse com o fato de Dilma ter atendido ao telefonema de Salomé.
Não houve quem não tenha se rendido aos truques frustrados do Vampiro Brasileiro, Bento Carneiro, e seu fiel escudeiro (“Patrão, o sôr tá tão bunito!”) contracenando com Lima Duarte, o vampiro argentino que vencia Bento Carneiro e sua vasta cabeleira.
Tudo muito bom.
Para encerrar, um tributo aos incríveis alunos já perdidos por Raimundo Nonato, como Francisco Milani, Rogério Cardoso e Grande Otelo, entre tantos outros.

Afinal, por que fazer de todo esse material uma edição anual, com tanta bobagem que nos ocupa a cada semana (e algumas, deus nos livre, todo dia)? Que venham outras edições.



Tá sobrando intervalo

Sim, eu deveria ao menos ter postado aqui um aviso sobre meu pequeno recesso de Natal, mas nada fiz. Agora estou de volta, só por mais uma semana antes das férias, e nem sei o que dizer. Não vi TV nos últimos dias. Nunca antes na história desse país tive tanta falta de disposição para ver TV. Já não sei se eu é que estou ficando velha, impaciente, renitente, ou se de fato os intervalos comerciais estão insuportavelmente longos, em canais abertos, pagos, públicos, tanto faz. É muita propaganda para pouco conteúdo.
Nos canais pagos, isso incomoda sobremaneira. Penso na mensalidade que desembolso e naquele argumento do Sr. ABTA (Associação Brasileira de Televisão Por Assinatura), Alexandre Annenberg, que defende em seus discursos a teoria de que a TV paga precisa de comerciais para poupar o assinante dos custos que a publicidade banca ao setor.
Trocando em miúdos, sem publicidade, Annenberg sugere que a mensalidade paga pelo cidadão seria ainda maior.

Como é que a TV quer convencer sua plateia a frear a pirataria de download de séries se ela nos oferece esse menu, repleto de intervalos e cifras nos boletos de cobrança? E aos anunciantes, interessa essa falta de critério que mistura comerciais de toda espécie, jogando, lado a lado, aqueles anúncios de Polishop e filmes publicitários de largos investimentos de produção?

Oxalá o setor encontre uma equação menos nociva ao assinante, que, afinal, em última instância, é quem banca o circo. Sem assinante, nem publicidade há de se aproximar desse métier.



Eurochannel, para ver antes que acabe

Aproveite pra ver o Eurochannel antes que o canal dê cabo de sua carreira no Brasi, graças à grande sensibilidade das operadoras.

A Sky, mais interessada em tecnologia que em conteúdo, acredita que a TV5 substitui plenamente o Eurochannel.
É ou não indício de absoluta falta de conhecimento sobre o perfil de cada canal? A TV5, para início de conversa, é um canal francófono, feito, em grande parcela, por programação canadense. Vá lá, franceses também estão em cena, mas, ora pois, Eurochannel, como sugere o próprio nome, não é feita só de França.
Amanhã mesmo há uma atração que já não cabe no perfil da TV 5, veja só, os italianos também fazem parte da Europa, que coisa!. E Ennio Moricone dará o ar da graça em um concerto exclusivo, a reger algumas de suas 400 trilhas sonoras compostas para alguns dos maiores clássicos do cinema. Daí, caro leitor, é bom que você, se for assinante da Sky, aproveite as últimas horas da emissora, que deixará os pacotes da Sky na primeira hora de 2010.

Romando nascido em 1928, Morricone estudou com o cineasta Sergio Leone, com quem viria a estabelecer a grande parceria, a começar pelo filme Por Um Punhado de Dólares (Per un pugno di dollari, 1964). Outros méritos do grande maestro: Três Homens e um Conflito (The Good, The Bad and the Ugly, 1966), Era uma Vez no Oeste (C’era una Volta il West, 1968), Era uma Vez na América (Once Upon a Time in America, 1982), A Missão (The Mission, 1986), Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso, 1988), Os Intocáveis (The Untouchables, 1987) e A Lenda do Pianista do Mar (The Legend of 1900, 1998).
O convite para o concerto em questão, gravado em 2004, veio da Filarmônica de Munique. Na edição do show para a tela, as mais de 20 trilhas executadas no palco são intercaladas com imagens dos respectivos filmes

Eurocinema: Morricone Conduz Morricone
Estreia dia 20/12 (domingo), às 20h
No Eurochannel: aproveite antes que acabe.



O Emmy nas mãos do presidente

Eis aí a estatueta do Emmy faturada pela Globo, mérito da novela “Caminho das Índias”, na edição internacional deste ano. O evento foi em outubro, mas só agora chegou às mãos de Mr. Marinho, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu. Aqui, ele posa para foto ao lado do homem de confiança da família na TV Globo, o elegante diretor-geral Octávio Florisbal.
A cena se deu na festa de fim de ano da firma, ontem, no Rio.


foto de João Miguel Jr./DIVULGAÇÃO TV GLOBO



Bolsa de apostas ao Globo de Ouro

O canal TNT promete transmissão ao vivo, com exclusivité para toda a América Latina, da entrega do Globo de Ouro que vem aí, dia 17 de janeiro, domingão, a partir das 23 horas (fuso de Brasília), com comentários de Rubens Ewald Filho, claro está.
O mestre de cerimônias da vez será o comediante britânico Ricky Gervais, criador e estrela da versão inglesa da série “The Office”.

Nas categorias reservadas ao cinema, a comédia “Amor Sem Escalas”, estrelada por George Clooney, lidera com seis indicações – seguida de perto pelo multiestrelado musical “Nine” (com cinco indicações), pela ficção científica de James Cameron, “Avatar”, e pela fantasia histórica de Quentin Tarantino, “Bastardos Inglórios” (ambos com quatro cada um). Já nas categorias focadas em séries de TV, sucessos de edições anteriores como “Mad Men” e “30 Rock” ficaram empatados com três indicações, enquanto o inesperado hit adolescente “Glee” lidera com quatro.

Nesta edição, quem receberá o prêmio “Cecil B. DeMille” pela importante contribuição para o campo do entretenimento é o diretor Martin Scorsese.

Interessados em acompanhar a movimentação do red carpet, atenção, sintonizem o canal a partir das 22h.

Eis a lista de indicados:

Cinema
MELHOR FILME – DRAMA
AVATAR
GUERRA AO TERROR
BASTARDOS INGLÓRIOS
PRECIOSA
AMOR SEM ESCALAS

MELHOR ATRIZ – DRAMA
EMILY BLUNT – THE YOUNG VICTORIA
SANDRA BULLOCK – O LADO CEGO
HELEN MIRREN – THE LAST STATION
CAREY MULLIGAN – AN EDUCATION
GABOUREY SIDIBE – PRECIOSA

MELHOR ATOR – DRAMA
JEFF BRIDGES – CRAZY HEART
GEORGE CLOONEY – AMOR SEM ESCALAS
COLIN FIRTH – A SINGLE MAN
MORGAN FREEMAN – INVICTUS
TOBEY MAGUIRE – BROTHERS

MELHOR FILME – COMÉDIA OU MUSICAL
500 DIAS COM ELA
SE BEBER, NÃO CASE
SIMPLESMENTE COMPLICADO
JULIE & JULIA
NINE

MELHOR ATRIZ – COMÉDIA OU MUSICAL
SANDRA BULLOCK – A PROPOSTA
MARION COTILLARD – NINE
JULIA ROBERTS – DUPLICIDADE
MERYL STREEP – SIMPLESMENTE COMPLICADO
MERYL STREEP – JULIE & JULIA

MELHOR ATOR – COMÉDIA OU MUSICAL
MATT DAMON – O DESINFORMANTE
DANIEL DAY–LEWIS – NINE
ROBERT DOWNEY JR. – SHERLOCK HOLMES
JOSEPH GORDON–LEVITT – 500 DIAS COM ELA
MICHAEL STUHLBARG – UM HOMEM SÉRIO

MELHOR ANIMAÇÃO
TÁ CHOVENDO HAMBÚRGUER
CORALINE
O FANTÁSTICO SR.RAPOSO
A PRINCESA E O SAPO
UP – ALTAS AVENTURAS

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
BAARIA (Itália)
BROKEN EMBRACES (Espanha)
THE MAID (Chile)
A PROPHET (França)
THE WHITE RIBBON (Alemanha)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
PENÉLOPE CRUZ – NINE
VERA FARMIGA – AMOR SEM ESCALAS
ANNA KENDRICK – AMOR SEM ESCALAS
MO’NIQUE – PRECIOSA
JULIANNE MOORE – A SINGLE MAN

MELHOR ATOR COADJUVANTE
MATT DAMON – INVICTUS
WOODY HARRELSON – THE MESSENGER
CHRISTOPHER PLUMMER – THE LAST STATION
STANLEY TUCCI – UM OLHAR DO PARAÍSO
CHRISTOPH WALTZ – BASTARDOS INGLÓRIOS

MELHOR DIRETOR
KATHRYN BIGELOW – GUERRA AO TERROR
JAMES CAMERON – AVATAR
CLINT EASTWOOD – INVICTUS
JASON REITMAN – AMOR SEM ESCALAS
QUENTIN TARANTINO – BASTARDOS INGLÓRIOS

MELHOR ROTEIRO
NEILL BLOMKAMP, TERRI TATCHELL – DISTRITO 9
MARK BOAL – GUERRA AO TERROR
NANCY MEYERS – SIMPLESMENTE COMPLICADO
JASON REITMAN, SHELDON TURNER – AMOR SEM ESCALAS
QUENTIN TARANTINO – BASTARDOS INGLÓRIOS

MELHOR TRILHA SONORA
MICHAEL GIACCHINO – UP – ALTAS AVENTURAS
MARVIN HAMLISCH – O DESINFORMANTE
JAMES HORNER – AVATAR
ABEL KORZENIOWSKI – A SINGLE MAN
KAREN O, CARTER BURWELL – ONDE VIVEM OS MONSTROS

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“CINEMA ITALIANO” (Maury Yeston) — NINE
“I WANT TO COME HOME” (Paul McCartney) — ESTÃO TODOS BEM
“I SEE YOU” (James Horner, Simon Franglen) — AVATAR
“THE WEARY KIND” (Ryan Bingham, T Bone Burnett) — CRAZY HEART
“WINTER” (U2) — BROTHERS

Televisão
MELHOR SÉRIE – DRAMA
BIG LOVE
DEXTER
HOUSE
MAD MEN
TRUE BLOOD

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA
GLENN CLOSE – DAMAGES
JANUARY JONES – MAD MEN
JULIANNA MARGULIES – THE GOOD WIFE
ANNA PAQUIN – TRUE BLOOD
KYRA SEDGWICK – THE CLOSER

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA
SIMON BAKER – THE MENTALIST
MICHAEL C. HALL – DEXTER
JON HAMM – MAD MEN
HUGH LAURIE – HOUSE
BILL PAXTON – BIG LOVE

MELHOR SÉRIE – COMÉDIA OU MUSICAL
30 ROCK
ENTOURAGE
GLEE
MODERN FAMILY
THE OFFICE

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE CÔMICA OU MUSICAL
TONI COLLETTE – UNITED STATES OF TARA
COURTENEY COX – COUGAR TOWN
EDIE FALCO – NURSE JACKIE
TINA FEY – 30 ROCK
LEA MICHELE – GLEE

MELHOR ATOR EM SÉRIE CÔMICA OU MUSICAL
ALEC BALDWIN – 30 ROCK
STEVE CARELL – THE OFFICE
DAVID DUCHOVNY – CALIFORNICATION
THOMAS JANE – HUNG
MATTHEW MORRISON – GLEE

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
GEORGIA O’KEEFFE
GREY GARDENS
INTO THE STORM
LITTLE DORRIT
TAKING CHANCE

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
JOAN ALLEN – GEORGIA O’KEEFFE
DREW BARRYMORE – GREY GARDENS
JESSICA LANGE – GREY GARDENS
ANNA PAQUIN – THE COURAGEOUS HEART OF IRENA SENDLER
SIGOURNEY WEAVER – PRAYERS FOR BOBBY

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
KEVIN BACON – TAKING CHANCE
KENNETH BRANAGH – WALLANDER: ONE STEP BEHIND
CHIWETEL EJIOFOR – ENDGAME
BRENDAN GLEESON – INTO THE STORM
JEREMY IRONS – GEORGIA O’KEEFFE

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
JANE ADAMS – HUNG
ROSE BYRNE – DAMAGES
JANE LYNCH – GLEE
JANET McTEER – INTO THE STORM
CHLOË SEVIGNY – BIG LOVE

MELHOR ATOR COADJUVANTE
MICHAEL EMERSON – LOST
NEIL PATRICK HARRIS – HOW I MET YOUR MOTHER
WILLIAM HURT – DAMAGES
JOHN LITHGOW – DEXTER
JEREMY PIVEN – ENTOURAGE



Entre Frejat e Nando

Chico Pinheiro reúne Frejat e Nando Reis para cantar Cazuza, Titãs e Barão Vermelho. Entre um acorde e outro, os músicos relatam causos do universo da música.

Encontro gravado no Rio, cheio de boa prosa, vai ao ar amanhã, às 23h30, na GloboNews.



Os melhores do ano na TV, pela APCA

A Associação Paulista dos Críticos de Arte de São Paulo se reuniu esta semana para escolher, em consenso entre seus membros, os melhores do ano nas artes plásticas, literatura, música, teatro, teatro infantil, música erudita, cinema, rádio e, claro, televisão. Embora Paulo Autran tivesse toda razão ao dizer que a televisão era a arte de vender sabonete, sempre é possível selecionar entre suas produções uma lista de manifestações e performances artesanais, altamente artísticas.

Assim, em TV, o ano (07 de dezembro de 2008 a 07 de dezembro de 2009, período considerado para a votação), destaca-se por:

* Capitu (Globo): vencedora do Grande Prêmio da Crítica

* Som & Fúria (Globo): melhor minissérie
* Felipe Camargo (Globo): melhor ator, por “Som & Fúria”.

* Larissa Maciel (Globo): melhor atriz, por “Maysa”

* Thiago Leifert (Globo): melhor apresentador, pelo “Globo Esporte”

* Peixonauta (TV Pinguim/Discovery Kids): melhor infantil/animação

* Larica Total (Canal Brasil): melhor programa de humor



Adiado o show do Rei

êpa êpa êpa.

Roberto Carlos teve de adiar o show que faria hoje, no Ginásio do Ibirapuera, para gravar seu especial de fim de ano na Globo.
Recomendações médicas pedem dois dias de repouso.
Contraturas muscular lombar causadas por excesso de trabalho nos últimos dias.

O rei está fazendo tratamento à base de analgésicos, antiinflamatórios e relaxante muscular.
Seja lá como for, a Globo envia comunicado confirmando especial para o dia 25 de dezembro.
Diz que logo logo anuncia nova data.



Cinquentinha tem ritmo

Não vi “Cinquentinha” com a atenção que eu gostaria de ter visto para cá alinhavar algumas linhas sobre a nova minissérie de Aguinaldo Silva. E estava esperando pelo capítulo de hoje para me jogar.
Mas não é que todos que vieram me cobrar uma opinião disseram ter adorado o produto?

Vi a cena da Marília Gabriela com a Angela Vieira, e devo dizer que foi feita prezando a diversão do telespectador, longe daquela neura de televisão em massa que precisa se apegar à tal delicadeza para filmar uma relação homossexual. E que coragem, a da Gabi, ao se permitir ser filmada com aquele lençol ao meio da cintura, sutiã sendo abotoado em cena, enquanto a câmera a focava pelas costas e ela ia saltitando numa perna só até vestir a calça! Todos os defeitos dos corpos mais irretocáveis são suscetíveis a uma sequência como aquela. A mulherada do lado de cá da tela ficou a procurar aquelas dobrinhas/pneuzinhos que começam a brotar nas costas femininas ali pelos 50 (quando não pelos 40), mas jamais ausentes aos 60, patamar etário da dona Gabriela. E não é que a gente não viu nadica de nada?
Inconformadas, algumas me perguntavam, ainda há pouco: ela teve dublê para a tal sequência? Houve truque de edição?
Sinceramente, não parecia algo fake. Não que os retoques de edição sejam impossíveis, mas questionar a Globo sobre isso seria muito indício de inveja, né não? Acho que a Gabi é mesmo tudo aquilo e tá muito bem na fita, vamos aplaudir.

Betty Lago é pura diversão, idem a Maria Padilha, e mais ainda a Susana Vieira, que, ao interpretar uma atriz ávida por flashes, ligeiramente perua, recusa-se a admitir que os papéis criados por Aguinaldo Silva foram feitos sob medida para cada uma.

Aguinaldo tem fôlego na narrativa, é quase impossível mudar de canal.
Que venham novos capítulos.



Preta Gil e o sexo

Preta Gil vai falar de sexo.
Até aí, novidade é nenhuma.

A notícia da vez é que o tema será devidamente roteirizado, em 13 episódios, para o canal GNT.
Estreia em março e terá boa parte de seu conteúdo filmado num elevador, conforme explicou a esta signatária o roteirista e diretor Thiago Workman.

“As pessoas sempre tentam subir até a cobertura da Preta e nunca chegam lá. Enquanto a cobertura não chega, ela vai coversando sobre sexo com o convidado”, conta Thiago.
Convidado este que pode ser famoso ou não famoso, ou quase famoso, depende do teor.
Cada episódio juntará sexo a um tema, e daí pode nascer sexo&música, sexo&futebol, sexo&cozinha, mil coisas.

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