Sim, a Turner resolveu promover a migração da excelente série “Os Bórgias”, protagonizada por Jeremy Irons, do seleto TCM para o popular TNT, o canal mais visto do grupo e um dos mais assistidos no line up da TV paga no Brasil.
Bacana. A série, em sua 2ª temporada, com estreia anunciada para julho aqui no Brasil, poderá ser vista por mais gente, incluindo aí assinantes da Telefonica, que se queixam do fato de a grade do TCM seguir o calendário do resto da América Latina, nem sempre em consonância com o Brasil.
Bom para todos.
Ou quase.
Só de pensar que a simples migração para o TNT, primeiro canal pago a descobrir que dublagem também é preferência da maioria que paga para ver TV, dá um certo calafrio. “Os Bórgias” ganha uma vitrine maior, mas o preço para tanto é vê-la dublada, uma heresia para o cuidado da produção original.
Enfim, parece que esse é um capricho para poucos, e cada vez mais raros telespectadores. Outro dia, conversando com Luiz Noronha, diretor da grande produtora Conspiração Filmes, ouvi dele que dublagem é prática recorrente em qualquer lugar do mundo. Mas eu sempre hei de preferir o original. Com todo respeito aos dubladores, que com raras exceções superam os intérpretes em carne e osso, vai uma grande distância entre ouvir a voz de Clint Eastwood ou de Jeremy Irons e ouvir outro alguém, seja em qual língua for, falar no lugar deles.
Pode ser que a exibição pelo TNT nos abra aquela opção de áudio no original, a ver no controle remoto.
Rafinha Bastos voltou ao ar hoje, na web, para anunciar uma iniciativa do grupo IOB focada em serviços relativos ao Imposto de Renda Pessoa Física, na ação “DeclareCerto” (www.declarecerto.com.br).
O texto é ótimo, brinca com a própria “desgraça” do humorista, o que ainda há de lhe render muitos dividendos. Ele começa o filme se apresentando: “olá, talvez você não me conheça, eu sou o Rafinha Bastos, mas eu já fui muita coisa nessa vida”. Insinua que perdeu tudo e e agora só gasta dinheiro com os processo judiciais nas ações das quais tem de se defender.
Rafinha aparece usando aparelho nos dentes. E endossa que o rapaz pode até tropeçar numa piada aqui, outra ali, mas talento há de sobra para fazer graça.
Ontem foi dia de ver o Boni, em pleno lançamento de livro de memórias, na Marília Gabriela.
O ex-chefão da Globo desceu de helicóptero na sede da TV de Silvio Santos, na semana que passou, para gravar entrevista a Gabi, sua amiga.
A loira quis saber por que Boni, na recente entrevista a Jô Soares, na Globo, já por obra do mesmo O Livro do Boni, nada falou sobre a briga que teve com o então gordo, quando Jô anunciou que estava de saída da Globo para o SBT, no início dos anos 90.
Sobre o episódio, Boni costuma dizer, disse no livro e em outras entrevistas, que foi quase como briga passional, coisa entre grandes amigos em que um não se conforma em ser preterido. No caso, a Globo era Boni e o SBT era “a outra”.
Questionado por Gabi sobre a ausência do caso na sua recente conversa com Jô, Boni disse simplesmente o seguinte: “Não falei nada porque ele não perguntou nada. Eu estou aqui para responder às suas perguntas, não vou falar sobre o que você não me perguntar. Ele não perguntou e não falamos”.
Hoje tem mais Boni, agora no Roda Viva, da Cultura.
E, de novo, o programa deve voltar a tocar no assunto debate Collor X Lula, num ponto que não está no livro mas que foi levantado na primeira entrevista do empresário sobre sua nova obra, justamente nos estúdios da Globo, a Geneton Moraes Neto, via GloboNews. Foi quando Boni citou que deu determinados conselhos à assessoria de Collor para ajudar sua performance física no último embate com Lula, aquele que até hoje gera controvérsias, em 1989. O encontro foi resultado de um pool entre Manchete, Globo, SBT e Band, tendo cada bloco comandado pelo profissional de uma dessas emissoras. Na época, Gabi, que voltou a tocar no assunto ontem, estava na Band.
E o mediador da entrevista do dia, Mario Sergio Conti, convém lembrar, sabe tudo sobre Collor, autor que é do livro Notícias do Planalto, cujas páginas mencionam detalhes de bastidores do apoio de Roberto Marinho ao ex-presidente, mas não a confissão agora feita por Boni sobre a glicerina que teria sido usada na testa de Collor para lhe emprestar um mínimo de suor, uma coisa, digamos, mais povo, que sobrava em Luiz Inácio e faltava em Fernandinho.
A audiência não respondeu como Band e Fremantle, dona do formato, esperavam, mas o Projeto Fashion, versão nacional do Project Runway, com Adriane Galisteu e Alexandre Herchcovitch, foi muito bem produzido.
Encerrado no sábado, apresentou três garotas muito talentosas, com direito a desfile de verdade para a coleção de cada uma e todo o backstage implicado por um evento do gênero.
O Ibope, ao longo da temporada, reagiu com 1, 2 e até 3 pontos, não mais que isso na média de cada edição, o que só endossa que o programa tem lá sua vocação mais para TV paga do que aberta. Mas, que foi bem feito, isso foi.
Eis aí o novo visu de Patrícia Poeta, obra do cabeleireiro Celso Kamura, especialmente moldado para quem há de receber o bastão de Fátima Bernardes na noite de hoje, para acompanhar seu marido, William Bonner, na bancada do Jornal Nacional.
O comprimento ficou na altura do ombro e a franja na altura da boca, segundo Kamura, para dar movimento.
Kamura, só para lembrar, é quem também faz a cabeça da presidente Dilma Rousseff.
Todos os caminhos para a vaga de Fátima Bernardes na apresentação do Jornal Nacional levam a Patrícia Poeta.
A Globo anuncia toda a mudança em poucos minutos, no Rio, em entrevista coletiva convocada ontem.
A troca é absolutamente embasada em pesquisas realizadas à exaustão pela direção da emissora.
Para o lugar de Patrícia, o Fantástico elege Renata Ceribelli à condição de titular.
E dona Fátima, como já foi dito aqui neste blog, assume então um novo programa matinal, em fase de criação por Guel Arraes, Cláudio Manoel e equipe. No ar em 2012.
A Globo anuncia dentro de poucas horas, em coletiva agendada para as 10h30 desta quinta-feira, que Fátima Bernardes vai deixar o Jornal Nacional em 2012 para ganhar um programa matutino na nova programação.
O novo produto vem sendo traçado a várias mãos, sob supervisão de Guel Arraes e do casseta Cláudio Manoel.
Entre os nomes cotados para fazer par com William Bonner no Jornal Nacional está o de Ana Paula Araújo, que fez sucesso na cobertura da ocupação policial no Complexo do Alemão, que rendeu o primeiro Emmy ao JN.
A Record e Tom Cavalcante acabam de anunciar oficialmente o fim de um casamento que começou em 2004.
Embora o contrato do humorista só fosse vencer em dezembro de 2012, as duas partes resolveram antecipar o fim da insatisfação entre ambos os lados.
O Show do Tom permanece sendo exibido às segundas-feiras, na faixa das 23h, até o final do ano.
Agora é oficial.
A Band acaba de confirmar, finalmente e enfim, a estreia de Maurício Meireles, ex-Legendários, como o novo integrante do CQC para esta segunda-feira.
O grupo bem estava abarrotado de tarefas, desde a redução do trabalho de Danilo Gentili (agora mais dedicado ao seu talk show) no programa e mais ainda depois do afastamento de Rafinha Bastos da bancada, vaga que vem sendo preenchida com revezamento entre os repórteres da atração.
Dono de boas plateias nos shows de stand up, o rapaz chega com assunto surpresa nesta segunda. Quer dizer, a Band acredita que será uma surpresa até lá. A ver.
Instigada pelo episódio que vitimou o câmera Gelson Domingos, semana passada, morto em ação enquanto ostentava crachá da Band, e pela megaoperação que permitiu à polícia ocupar a Rocinha, no Rio, fui só agora reparar como é superiormente robusto o colete à prova de balas usado pela reportagem da Globo.
A peça que leva o logotipo da Globo segue normas de segurança internacional e, de um azul quase royal, permite que os bandidos não confundam alguém da emissora com alguém da polícia, como aconteceu com Gelson. A não ser, é claro, que o alvo do atirador seja mesmo alguém da Globo, e não é improvável imaginar que os profissionais da emissora mais vista sejam os mais visados para passar qualquer tipo de recado. Vide o caso que levou um repórter da emissora a ser sequestrado pelo PCC em São Paulo, anos atrás.
A Band, por ocasião do caso com o cinegrafista, disse que usava colete recomendado pelo Exército, mas é clara a diferença entre o apetrecho usado pela equipe da emissora ou de qualquer outra, e aquele utilizado pela Globo. Não nos parece, ao mais leigo dos espectadores, que todos estejam certos e os da Globo, de espessura bem mais grossa, inadequados. Ao contrário. Em tempos de ocupação, UPPs e limpeza de drogas pré-Copa, convém às emissoras investir em segurança. A notícia continuará a pipocar nas fronteiras desse território.
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