ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

26.agosto.2013 17:41:43

Este clube deve ser bem legal

E agora uma dica para os leitores de “Correr Por Aí” da cidade do Rio, que formam uma verdadeira legião. Agradeço aos fiéis internautas que nos dão na Cidade Maravilhosa um de nossos mais significativos números de page views!

A Nike acaba de criar o Nike+ Ipanema Running Club, que promove treinos semanais em vários tipos de percurso na região. O pessoal que corre inalando fumaça na avenida Sumaré deve morrer de inveja!

A atividade se inicia nesta quarta-feira, dia 28 de agosto. A adesão é gratuita e os participantes poderão dispor de treinadores e marcadores de ritmo, os chamados pacers. O horário, fixo, é 19h.

Já há treinos voltados para quem se dispuser a correr 5k ou 10k na bela prova Nike Rio Corre 10k, que será no dia 24 de novembro, às 17h30, no Aterro do Flamengo. A largada não será mais em São Conrado, como no ano passado.

Sempre haverá convidados especiais no Ipanema Running Club. Uma das primeiras será Carol Buffara. Confesso que eu nunca havia ouvido falar em Carol. Dei uma olhada no Googe Images. Ela é famosa pela barriga tanquinho e é chamada de “musa fitness”. Não deve ser chato correr ao lado dela, penso eu.

Comente!

  • A + A -

Já faz um tempo que não saio a Correr por aí no sentido mais amplo que esse humilde blog pode ter. Não me deparo com novas histórias, não visito novos lugares, tampouco participo de provas. Infelizmente. Muito por conta de uma insistente dor que, por enquanto, prefiro chamá-la apenas de “dor de corredor”. Hoje, talvez pela proximidade da promessa de segunda-feira, decidi cuidar também da mente, além é claro, da ajuda médica.

Perdoem o “momento meu querido diário”, mas afastar a poeira do laptop e começar a escrever também é um ótimo exercício para a cabeça. Na última vez que estive por aqui, meus tênis ainda estavam sujos pra lá de orgulhosos de um longão bem feito pelas ruas das Perdizes e pela avenida Sumaré – o Play Station 1, grande, cinza, com o Winning Eleven 4 também era o videogame da moda (não, também não faz tanto tempo assim).

De lá para cá, teve muita coisa legal e não só em São Paulo. Cá para nós, sob o pecado de esquecer várias outras provas e sem nenhuma ordem cronológica, Meia Maratona da Ponte, Fila Night Run, Indy Run… Graac, uma infinidade. Mas realmente não dava, e não dá ainda. Nos primeiros dias estava com vontade de sair de perto de mim tamanho cheiro de gelol. Sequer tive coragem de me envolver com os assuntos ligados à corrida. Brigamos mesmo, poxa. Quero voltar a correr.

Não sei precisar o quão séria é minha dor. Mas o médico também não. Esse, aliás, ia receitando analgésico, anti-inflamatório e “melhoras”. Só isso. Por pouco não contei para o mocinho todo de branco a tese de um professor do cursinho que prefere ser operado por um veterinário que por um recém-formado. Não sou desses. Sem preconceitos, até porque me formei por esses dias. O problema é que dói pra c@#&¨& e o dia de uma nova consulta, com outro especialista (por via das dúvidas, esse mais velho), não chega.

Há quem defenda, e até com mais propriedade, o cross training. Outra atividade que não a corrida para manter o condicionamento e mesmo não pirar. Pode ser bicicleta, piscina, ioga ou pilates. Ainda não tinha me ocorrido isso. Só espero o aval de um médico para saber minhas reais condições.

Por enquanto, vou cuidando da cabeça. Aí sim por conta própria mesmo. Alguns exercícios de respiração para encarar as frias manhãs na capital e, em seguida, a correria ainda que manca do dia-a-dia. A bacia ou cabeça do fêmur, sei lá mais onde incomoda, foi fichinha perto da dor de ver uma fila gigantesca de corredores retirando seus kits para só uma das três provas que eu tinha conhecimento para aquele fim de semana.

Tags: , , ,

Comente!

  • A + A -
Divulgação/Corre Brasil

Dizer que a corrida de rua está crescendo no Brasil já não é propriamente nenhuma novidade para muita gente. O interessante agora é observar o crescimento da corrida vertical no País. Isso mesmo, corrida pelas escadarias de um edifício. Nesse fim de semana, cerca de 300 atletas enfrentaram 664 degraus, divididos em 38 andares, em Balneário Camboriú (SC).

São Paulo viveu em agosto do ano passado sua primeira corrida vertical. Foi em um prédio de 33 andares na zona sul da cidade. Para os interessados em dispensar de vez o elevador, é possível acessar a International Skyrunning Federation (ISF), que detém o calendário oficial do Vertical World Circuit.

Evander Franco foi o vencedor da prova ao cumprir os 130 metros de altura em 3min21. No feminino, Márcia Cristina dos Santos chegou em primeiro com o tempo de 3min42. Todos eles devidamente beneficiados com uma espetacular vista da cidade.

Tags: ,

Comentários (3)| Comente!

  • A + A -
10.abril.2011 15:37:22

Caminhada da superação

O outrora “sexo frágil” é maioria quando se trata dos 241 quilômetros percorridos a pé em 11 dias no Caminho do Sol, entre Santana de Paranaíba e Água de São Pedro, em São Paulo. Elas buscam superação física e emocional como conta Ciça Vallerio na reportagem de capa deste domingo do caderno Feminino do Estadão. Confira aqui apenas um trecho da bela matéria.

Mais do que um roteiro de aventura, o Caminho do Sol se tornou uma viagem feminina – em vários sentidos. A começar pelo fator numérico. Ao longo de seus quase nove anos de existência, o percurso de 241 quilômetros, que sai de Santana de Parnaíba e acaba 11 dias depois em Águas de São Pedro, ganhou adesão maciça das mulheres: atualmente elas são maioria entre os caminhantes – 70%. Com mochila nas costas e cajado na mão, elas encaram com bravura dores musculares, bolhas nos pés e uma infinidade de obstáculos, principalmente os emocionais.

Para espanto geral, os homens desistem desse desafio – realizado em áreas rurais do interior paulista – mais facilmente do que elas. É o que garante o idealizador do Caminho do Sol, José Palma. “Embora o índice de desistência seja baixo no geral, essas peregrinas superam as dificuldades com muita garra para chegar até o fim”, observa. “Os homens sofrem mais para se adaptar às adversidades.”

Cerca de 10 mil pessoas já se aventuraram na empreitada. Novos interessados já podem começar a se preparar para a melhor época de realizar esse programa: o segundo semestre. Período de pouca chuva e com calor ameno. Entre a legião de andarilhas, muitos são os motivos que levam ao Caminho do Sol. O principal deles, explica Palma, é a maior disposição para uma viagem interior, em busca do autoconhecimento.

Tags: , , ,

Comente!

  • A + A -

Hoje, 7 de abril, por mais incrível que pareça, é Dia da Saúde e, pasmem, do Jornalista! Um enorme contrassenso. Alguém vai dizer, talvez até com alguma razão, que a gente reclama de barriga cheia. Mas é difícil ligar uma coisa na outra. Quantos de nós espalhados por essas tantas redações e assessorias já não perdemos os cabelos, sofremos com problemas de estômago e até deixamos a família de lado por conta de pautas e plantões intermináveis. Por isso, esse post é uma homenagem aos jornalistas corredores, que tentam se manter saudáveis apesar da profissão. Parabéns aos colaboradores aqui do blog e também aos de outros sites por aí.

Tags: , , , ,

Comente!

  • A + A -

Miguel Vidal/Reuters – 31/7/2010

Nunca é legal noticiar doping ou sequer suspeitas dele. O esporte perde muito com tantos casos. Mas não tem jeito. Zivile Balciunaite, da Lituânia, foi banida por dois anos. Em sua amostra de urina, recolhida na Maratona Europeia, em Barcelona, em julho do ano passado, continha níveis acima do normal de hormônios masculinos. Ela terá de devolver a medalha.

“O exame de urina da atleta apresentou traços de proibidos esteroides anabolizantes e agora ela ficará banida por dois anos (estava previamente suspensa desde setembro)”, disse o presidente da Federação Lituana de Atletismo, Eimantas Skrabulis.

Zivile tinha 2h31min14, o melhor tempo da temporada para os 42 quilômetros, e foi a primeira atleta do seu país a receber o ouro nesse tipo de prova.

Anteriormente, a federação havia dito que os exames da atleta apresentavam variações dos níveis de testosterona que até aparecem naturalmente na mulher, mas em menor quantidade. De qualquer forma, isso já seria um indicio de que eles teriam sidos ministrados artificialmente.

A atleta foi orientada a não falar sobre o caso, mas sua representante planeja recorrer da decisão.

Com agências internacionais

Tags: , , ,

Comente!

  • A + A -

Em 1997, a Ford trouxe para o Brasil o Ka. Um carro esquisitinho, desenhado nas bases de uma pirâmide, que recriava o conceito de compacto e, principalmente, causava espanto na rua. Quase 15 anos depois do seu lançamento por aqui, e ele se tornou mais uma opção de compra para uma frota enorme que tanto lota as ruas das principais cidades. É mais do que aceito e demonstrou qualidades para tanto.

Mas antes que alguém pense que caiu em uma mal escrita ladainha sobre carros (para fugir disso, a dica é sempre o conceituado Jornal do Carro), ou diga que este humilde blog só sabe fazer comparações (veja a aproximação entre Sandy e Haile Gebrselassie sobre comercial de bebidas alcóolicas), ou ainda esculache quem compra tênis pensando na beleza do modelo, a questão é que o FiveFingers promete mesmo uma revolução.

Essas belezinhas, que por conta dos estranhos dedinhos separados também são chamadas de luvas para os pés, chegaram nesta semana ao Brasil com a promessa da sensação e dos benefícios de se correr descalço, como antecipado pelo blog. Fabricado pela italiana Vibram e importado pela Davison Division, o FiveFingers é comercializado pelas lojas Track&Field com por enquanto três modelos masculinos e dois femininos – os calçados para crianças ainda não têm previsão de chegada. Os valores variam de R$ 289 a R$ 309.

Assim como o Ford Ka, agora entra a parte da revolução da coisa. Natural. A novidade causa um estranhamento desde que o mundo é mundo. O FiveFingers ajusta-se perfeitamente ao pé do atleta (além da corrida, ele também é próprio para escalada, exercícios de academia e ioga) proporcionando conforto com estabilidade. Seu solado tem quatro milímetros, segundo a marca, o ideal para garantir a sensibilidade e também proteger os pés de desníveis do percurso, pedras, galhos e até cacos de vidro.

A dúvida recai no amortecimento. Os demais tênis de todas as marcas, inclusive os Newton, têm calcanhar com ar, molas, câmaras de alguma coisa para evitar tanto impacto com o chão. A alegação é que o calçado estimula os músculos do pé e da perna para melhorar a força e a amplitude do movimento. A ideia é aproveitar a biomecânica natural do corpo que um dia fez com que o etíope Abebe Bikila um dia vencesse a maratona olímpica de Roma 1960.

O FiveFingers foi eleito pela revista norte-americana Forbes como um dos “nomes que você tem de conhecer em 2011”. Frederick E. Allen, especialista em economia, finanças, negócios e, sobretudo, corredor, diz que estamos vivendo o começo do fim dos tênis de corrida como conhecemos. Como ele próprio avisa, é preciso um período de adaptação e até mesmo coragem para investir tanto dinheiro como no caso dos tênis – isso que ele não conhece nossos impostos e reclamou de gastar US$ 85.

Antes uma feiura tremenda, o Ka hoje é até que um carro simpático e, pelo que sei, bom para as necessidades urbanas. O FiveFingers está aí para ser testado e, se aprovado, superar o tempo independente do seu estilo, que depois de tanto olhar já parece até engraçadinho.

 

Tags: , , , , , ,

Comentários (2)| Comente!

  • A + A -

Stephen Chernin/AP – 7/11/2010

Haile Gebrselassie anunciou a aposentadoria após sua decepção em Nova York. Dias depois, voltou atrás e decidiu retomar a carreira. Ficou sem competir desde então, cuidou da lesão nos joelhos e confirmou presença na Maratona de Tóquio, que acontece neste domingo. Mas agora, adivinha o que aconteceu. Pois é. O etíope, recordista mundial dos 42 quilômetros não vai mais participar da prova.

Uma queda de joelhos em uma pedra é o motivo oficial da desistência. Incerto, no entanto, é falar sobre o futuro do corredor de 37 anos. Algumas idas e vindas marcaram a carreira do homem que estabeleceu 27 recordes mundiais dos 3.000 metros à maratona.

“Estou realmente desapontado por não voltar na Maratona de Tóquio. Estava me sentindo bem nos treinos e queira mostrar algo especial neste fim de semana. Quero pedir desculpas aos meus fãs japoneses, mas, infelizmente, não vai ser possível”, disse Haile em sua conta no Twitter.

Haile ainda explicou que treina em diferentes terrenos nos arredores de Adis Abeba e não raro acontecem quedas. Ele disse ainda que não se importa com milhas ou quilômetros e só pensa em correr por mais de três horas.

Mas mais esse tropeço também desanimou seus empresários e agentes que já demonstraram uma certa pressa pela volta do corredor.

“Temos que esperar e ver quão rápido ele se recupera”, disse Marleen Rennings, uma espécie de porta-voz do grupo que assessora o atleta. “Ele não voltou agora por pouco. Creio que ele fica de quatro a seis semanas parado. Foi uma queda extremamente infeliz porque ele estava em ótima forma”, lamentou.

Tags: , ,

Comente!

  • A + A -

Mike Segar/Reuters – 7/11/2010

Lembra do mineiro Edison Pena, um dos 33 resgatados naquele trágico resgate no Chile no ano passado? Pois é, agora, mais bem preparado, ele planeja disputar a Maratona de Tóquio, no domingo. Sua estreia nos 42 quilômetros foi em Nova York, mas por pura curtição ou, quem sabe, até por uma jogada de marketing dele próprio.

Pena, de 35 anos, arriscava suas corridinhas na mina em que ficou soterrado com seus colegas de trabalho. Sem lá muita orientação, acreditou que dava para encarar as subidas e descidas da Big Apple numa boa. Por pouco não se deu muito mal, mas na base da bravura terminou o percurso em 5h40.

Acontece que Pena, como muitos de nós mesmos, se encantou pela corrida. Ele garante que percorre 6 milhas (pouco mais de 9 quilômetros) todos os dias. O convite para participar da prova em Tóquio veio da Remo System, uma marca de acessórios esportivos do país. A empresa promete doar dois mil pares de tênis para crianças carentes no Chile em nome da honra do mineiro.

De volta. Para a Maratona de Tóquio, o etíope Haile Gebrselassie estará de novo nas ruas. Essa será a primeira aparição do recordista mundial da distância após uma conturbada aposentadoria no fim do ano passado. Ele abandonou a Maratona de Nova York no quilômetro 25, anunciou o fim da sua vitoriosa carreira e voltou atrás dias depois.

Tags: , , ,

Comente!

  • A + A -
14.fevereiro.2011 21:19:23

Recado fenomenal

Paulo Pinto/AE – 30/6/2002

A despedida de Ronaldo do futebol tomou conta do expediente aqui do Esportes do Jornal da Tarde. E nem poderia ser diferente. Mas em meio ao interminável caderno especial do maior artilheiro de todas as Copas do Mundo uma frase chamou a atenção do Correr por aí. Mais do que isso, um recado fenomenal.

“A busca pela perfeição é ótima. A gente sempre está explorando o máximo do corpo e isso não é saudável. Você querer treinar para correr em um parque, em uma academia, é diferente”, disse Ronaldo, em 44 minutos de despedida diante de câmeras, enxurradas de flashes e jornalistas do mundo inteiro.

Ronaldo, ex-especialista em arrancadas, tem razão. Nosso hobby é mais saudável mesmo, como também garantiu Marilson Gomes dos Santos, principal corredor brasileiro. Agora, profissionais do esporte fora, também é preciso cautela quando o assunto é ir além dos seus próprios limites. O amadorismo também pode ser perigoso. Sem contar que dói, e muito.

Tags: , , ,

Comente!

  • A + A -

Comentários recentes

  • silver price: “Vamos lá, Gabi, falta pouco. Só mais 1 km.” Era só o que conseguia ouvir de minha treinadora...
  • Paula: Gostaria que você voltasse a escrever no blog…. Quem nunca se enganou?
  • André Avelar: Valeu pelo toque. O certo é “chocou”. No seu comentário, deveria ser...
  • Danilo: retificando o comentário É impossível entender o que o Andre Avelar quer dizer “a rota do tráfico...
  • Danilo: É impossível entender o que o Andre Avelar quer dizer “a rota do trafego que chegou o...

Arquivos

Seções