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A hora de Ramires. E de Willian

Almir Leite

terça-feira 03/06/14

O Panamá não é nada daquilo que Felipão anda falando. É time limitado tática e tecnicamente, apesar de alguns jogadores rápidos. De qualquer maneira não deixa de ser um bom teste para a seleção brasileira. Porque as equipes precisam mesmo jogar às vésperas da Copa. Mesmo sob risco de algum jogador sofrer lesão, o que [...]

O Panamá não é nada daquilo que Felipão anda falando.

É time limitado tática e tecnicamente, apesar de alguns jogadores rápidos.

De qualquer maneira não deixa de ser um bom teste para a seleção brasileira.

Porque as equipes precisam mesmo jogar às vésperas da Copa.

Mesmo sob risco de algum jogador sofrer lesão, o que aliás está acontecendo aos montes.

E porque o Panamá tem algumas variáveis táticas que realmente podem ser úteis à seleção para
o jogo com o México.

E pode ser útil, sobretudo, para alguns jogadores daqueles que buscam lugar no time.

Dois deles têm mais chances que os outros.

Ramires, por sua versatilidade, tem boas chances de “roubar” o lugar que hoje é de
Paulinho.

Não chega tanto à área para concluir quanto o ex-corintiano, o que é pode ser ponto
negativo.

Mas consegue ajudar na marcação e movimenta-se mais do que o volante/meia do Tottenham.

Paulinho é o titular e com quase toda certeza o será na estreia contra a Croácia.

Pode ganhar, no entanto, uma sombra maior do que esperava.

Sombra mesmo que ganhou foi Oscar.

Além de estar bem discreto nos treinos, seu reserva  imediato, Willian, está comendo a bola.

Tem demonstrado técnica, habilidade, disciplina tática, alegria.

Willian e Hulk foram os destaques nos treinamentos realizados até agora.

Willian tem dado à equipe reserva um dinamismo incrível.

Está enchendo os olhos de Felipão. Deve entrar durante o jogo com os panamenhos e tem amplas chances de conquistar vaga entre os titulares.

Sou capaz de apostar que vai dar o que falar nesta Copa.