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Conversa de Bicho

A Biosphera, empresa especializada em desenvolvimento de aplicativos 3D, criou programas que prometem reduzir a utilização de bichos como cobaias em salas de aulas. Ela é a única brasileira especializada em fazer programas de anatomia em 3D de animais, em português, que permite realizar uma dissecção virtual do cão e do rato, que geralmente são usados em atividades de ensino e pesquisa.

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“Graças à interação que o programa permite, é possível ver os órgãos em 3D separados ou observar sua relação com os demais sistemas. A vantagem também está na possibilidade de visualização de partes que nem sempre são fáceis de identificar em uma dissecção”, explica Victor Skrabe, biólogo e sócio-diretor da Biosphera.

Na solução é possível rotacionar o animal e visualizar todos os sistemas, em camadas, com diferentes combinações. O programa também permite verificar os nomes, formas e posicionamento das estruturas. Entre as possibilidades, o usuário pode isolar a musculatura do esqueleto, sistema nervoso, reprodutor e respiratório, entre outros, com poucos cliques do mouse. As imagens podem ser vistas de diferentes ângulos e graus de aproximação, com ótima resolução. Um recurso importante para ajudar os veterinários a explicarem sintomas e tratamentos aos donos, assim como uma ótima fonte de estudo para os alunos de medicina veterinária em seu aprendizado.

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Para Roselaine Ponso, professora de anatomia da Universidade Federal da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul, o software é uma alternativa à utilização de corpos. “Ao receber o link do site de uma colega, adquiri o software e fiquei muito satisfeita. Verifiquei que ele é extremamente útil, após uma aula que dei sobre sistema circulatório. Usei como material adicional e os alunos gostaram bastante.”

Em pouco mais de três anos, a Biosphera já comercializou mais de mil softwares de anatomia, vendidos também para outros países, como EUA (o segundo maior comprador), Reino Unido, Alemanha, Coreia do Sul e Rússia.

Segundo Anne Cholette, do College Boreal, da cidade de Sudbury, no Canadá, o software de Anatomia Canina 3D, comprado pela instituição, será usado para ensinar em sala de aula os detalhes do corpo do cão. “Adquirimos o programa para usá-lo em demonstrações nas aulas do Veterinary Technician Program, a partir de setembro.”

Para Victor Skrabe, o sucesso está ligado ao compromisso com a qualidade, profissionalismo e o cuidado com os detalhes. “Temos médicos, veterinários, enfermeiros, professores e estudantes entre os nossos clientes. É um público exigente e que precisa do programa para demonstrar aos pacientes partes do corpo, dar aula e estudar. Por isso, temos o compromisso de nos aprimorar cada vez mais para oferecer um produto de qualidade.”

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Para ter uma pequena ideia da complexidade no desenvolvimento desses programas tridimensionais, do início do projeto até o lançamento do software de anatomia canina, por exemplo, foram cerca de 20 meses de trabalho intenso, incluindo pesquisa, modelagem e programação. Só o cão tem mais de 300 ossos e o esqueleto é apenas a base da criação. “Porém, não podemos considerar que os desenvolvimentos dos softwares estejam completamente concluídos. Continuamos a trabalhar neles mesmo depois de serem colocados à venda, enviando atualizações com mais estruturas e correções a cada três ou quatro meses, sem custos adicionais”, explica Estela Yuka Yamamoto, veterinária e sócia-diretora da Biosphera.

Outro atrativo do software é o preço, que é baixo em relação ao custo de livros de anatomia – quase metade do valor. O software Introdução à Anatomia Humana 3D custa R$ 97, Anatomia Canina 3D é comercializado por R$ 96 e o de Anatomia Simplificada de Rato em 3D, apenas R$ 39. A licença de uso dá direito à instalação em dois computadores. Os softwares são compatíveis com o Windows XP, Vista, Windows 7  e 8, além do Mac OSX.

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24.abril.2013 14:41:20

Cabra da peste!

Essa tomou energético.

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O médico veterinário Rodrigo Silva Bertini, do Centro de Controle de Zoonoses de Itapira, concedeu entrevista ao Portal da Cidade de Itapira (TV PCIwww.cidadedeitapira.com.br) sobre o ataque que culminou na morte da farmacêutica Bárbara de Oliveira, de 35 anos. Bertini também aproveitou a oportunidade para falar da acusação espalhada nas redes sociais de que o pitbull teria sofrido maus-tratos no CCZ.

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Crédito: reprodução/Facebook

Na entrevista concedida ao programa Conversa de Gente Grande, o veterinário destacou a importância de entender o comportamento dos cães e como se defender em casos de ataques.

Segundo o especialista, um cachorro pode sofrer variações comportamentais independentemente da raça. “Morder todos os cães mordem. Cada cão é um cão. Um pinscher é um cachorro de pequeno porte e gosta de morder o calcanhar das pessoas quando entram em casa.” Para ele, o problema é que cães do porte e fortes como o pitbull podem causar ferimentos mais graves. “O ataque deles, infelizmente, são mais severos.”

O cachorro, chamado Lex, que estava sob os cuidados do CCZ, foi doado ao Santuário do Pit Bull (www.santuariopitbull.com.br) com a autorização do ex-dono, marido da farmacêutica morta no ataque.

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O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ-SP) realizará amanhã (20/4), das 10 às 16 horas, a festa de adoção “Show de Bola”. Além de incentivar a adoção de cães e gatos que vivem no local, a ideia é estimular o respeito à diversidade e a harmonia entre as torcidas de futebol.

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Crédito: divulgação/CCZ-SP

Muitas atrações foram programadas para proporcionar maior interação entre o adotante e os animais. Identificados com o uniforme dos times do coração dos paulistas, cães adestrados participarão de um divertido jogo de futebol com a participação dos visitantes.

O desfile de craques apresentará um verdadeiro time formado por cães que estão à espera de adoção e a equipe de dedicados cuidadores que participam do preparo dos animais desde o momento da chegada ao Centro de Controle de Zoonoses. “Esta será uma ótima oportunidade para que os paulistanos conheçam o CCZ  e encontrem animais que queiram fazer parte de sua vida. Precisamos romper paradigmas e buscar novas oportunidades para que esses cães e gatos sejam acolhidos por novas famílias com muita responsabilidade”, comenta a veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do CCZ.

Adoção

No CCZ de São Paulo há atualmente cerca de 500 animais – entre cães e gatos – disponíveis para adoção. São diversos animais sem raça definida (SRD), de pelagem curta, longa, filhotes, adultos, idosos, de todas as cores e alguns com deficiência física, o que não os impede de interagir e dar muito amor às pessoas. Todos são imunizados com vacina específica da espécie e antirrábica, castrados, microchipados, tratados contra pulga e carrapato e vermifugados.

Para adotar um animal é necessário ter mais de 18 anos, levar coleira e guia para os cães, caixa de transporte para gatos e documentos pessoais como CPF, RG e comprovante de residência. A taxa pública referente à adoção é de R$ 16,20 e o Registro Geral Animal (RGA) é emitido na hora.

Os novos proprietários receberão também informações sobre guarda responsável e demais orientações que serão fornecidas pelos funcionários do CCZ.

O processo de adoção contribui para a  redução do número de animais abandonados nas ruas, prevenindo agressões, acidentes de trânsito, maus-tratos e crueldade.

SERVIÇO:
Festa de Adoção Show de Bola
Data:
sábado, 20/4/13
Horário: das 10h00 às 16h00
Local: Centro de Controle de Zoonoses – Rua Santa Eulália, 86 – Santana (referências: Campo de Marte e Estação Carandiru do Metrô)

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Aqueles que acreditam que doenças oftalmológicas em animais surgem apenas na velhice podem estar enganados. Apesar de a idade avançada ser um fator importante e que deve ser levado em consideração, nem sempre os efeitos da degeneração ocular ocorrem nesse período. Alguns cães podem começar a desenvolver importantes alterações já na juventude e os exames preventivos fazem grande diferença no tratamento dessas enfermidades.

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Segundo a médica veterinária Cintia A. Lopes Godoy-Esteves, especialista em oftalmologia do Hospital Veterinário Santa Inês, o acompanhamento por um veterinário com  especialização na área oftalmológica é primordial para fazer a detecção precoce do problema, já que muitas doenças não são diagnosticadas sem a realização de exames específicos. “A visita anual ao oftalmologista é recomendada mesmo na ausência de sintomas visíveis de doenças, cujo início pode ser silencioso para o proprietário e até mesmo para o veterinário generalista.” 

Já a primeira consulta, mesmo não havendo sinais visíveis de alterações oculares para o proprietário, deve ser feita logo após o término das vacinas do filhote – em torno de 5 a 6 meses de vida. Além disso, lacrimação excessiva, alteração na cor e manchas nos olhos podem ser sintomas de que algo está errado com o seu melhor amigo. Neste caso, a recomendação é levar ao especialista o mais rápido possível.

Apesar de o cão sem raça definida também ter a possibilidade de apresentar diversos problemas oculares, algumas raças são mais predispostas a determinadas alterações. “No caso do sharpei e do chow chow é frequente o entrópio, que é uma inversão da borda das pálpebras (inferior e superior) para dentro dos olhos, fazendo com que os pelos fiquem em contato com a córnea. Essa condição pode causar irritação, lacrimação excessiva e até levar a úlcera e perfuração da córnea, com consequente perda da visão”, explica a veterinária.

O poodle tem predisposição a ter catarata e o cocker a alterações na retina. Já nos shih tzu e nos lhasa apso são comuns as ceratites, que são alterações e úlceras nas córneas, de caráter progressivo e inflamatório, que podem levar à cegueira. Além disso, algumas doenças, como diabetes e hipertensão arterial, aumentam as chances de o animal ter alterações oculares.                                                                             

Há também uma relação hereditária para as doenças oculares, como no caso das cataratas, podendo ser evitadas apenas retirando da reprodução os animais afetados, para que seus genes não perpetuem nas próximas gerações. 

É verdade que cães que estão na idade média ou que são idosos têm maiores chances de apresentarem problemas oculares. Eles podem ter a diminuição da produção da lágrima, catarata, descolamentos de retina, entre outros problemas. Por isso, a partir de sete anos, as visitas ao oftalmologista devem ser semestrais.

De maneira geral, as avaliações das estruturas oculares são bem parecidas com as realizadas no homem. São feitas as medições da pressão intraocular e da produção de lágrima, além da utilização de corantes específicos para identificar lesões. Há também exames mais sofisticados nessa área, como a ultrassonografia dos olhos e a avaliação da retina. 

Os tratamentos oftalmológicos normalmente são feitos com o uso de medicações ou cirurgias. Alguns procedimentos são bem simples, mas fazem grande diferença para o animal.

Campanha oftalmológica

 O Hospital Veterinário Santa Inês está promovendo duas semanas especialmente dedicadas ao tratamento e prevenção de doenças oculares. Do dia 15 a 30 de abril, os donos dos animais pagarão apenas pela consulta e os exames oftalmológicos do melhor amigo já estarão inclusos no pacote. Entre as avaliações, poderá ser realizada a medição da pressão interna do globo ocular (tonometria), a ultrassonografia ocular e o teste de Schirmer, que determina se um olho produz a quantidade suficiente de lágrima.

 “A ideia é promover o bem-estar, cuidando do que é importante: a saúde. Sabemos como é difícil para o dono e para o petquando esse animal perde a visão. Por isso, investimos na prevenção para que o bicho de estimação possa ter uma melhor qualidade de vida”, explica Eduardo Pacheco, diretor clínico do Santa Inês.

Para participar, basta fazer o agendamento pelo telefone: (11) 2265-6911 ou 2265-6447.

Mais informações:

Hospital Veterinário Santa Inês
Av. Santa Inês, 1.357 – Santana.
São Paulo, SP
Tel.: (11) 2265-6911/2265-6447
www.santainesvet.com.br

 

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Para aqueles que estão interessados em ter um bichano de estimação, a União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) fará amanhã (13/4) uma feira de adoção especial de gatos.

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Crédito: divulgação

Os interassados podem comparecer na sede da instituição, das 10h às 16h, levando o comprovante de residência, RG, CPF e uma caixa de transporte. Há uma taxa de R$ 60. Todos os gatos já estão castrados, vermifugados e vacinados.  Quem adotar amanhã poderá levar o animal para consulta veterinária na Uipa por dois meses.

A Uipa fica na Av. Pres. Castelo Branco, 3.200 – Bom Retiro. São Paulo, SP.

Telefone: (11) 3228-1462 / 3313-1475

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A partir de hoje até o dia 28 de abril, o Shopping Jardim Sul promoverá a 3° edição do projeto Click Pet. Os visitantes que passarem pelo centro de compras, das 12h às 20h, poderão fazer fotos com seus bichinhos de estimação. As imagens serão feitas pelo renomado fotógrafo Ricardo Lisboa, especializado em fotografia de animais.

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Crédito: divulgação

Para participar da ação, os consumidores deverão doar 1 kg de ração para cão ou gato. Todos os donativos serão destinados às ONGs participantes: Adote Um Gatinho e Vira-lata é 10!. As fotos poderão ser retiradas no estúdio fotográfico, montado na praça de eventos, 24 horas depois do registro.

Além disso, no Facebook do Shopping Jardim Sul, os consumidores poderão conferir diariamente fotos exclusivas do evento. As três melhores fotografias, eleitas por comissão julgadora, ganharão pôsteres com o registro. O resultado da ação será anunciado na rede social do shopping em 02 de Maio.

“O sucesso das duas últimas edições nos estimulou a manter o projeto. Os clientes nos procuram para saber quando poderão trazer seus animaizinhos para fazer mais fotos. Em 2010 e 2011, mais de 1.500 famílias e pets foram fotografados. Já é uma tradição do Shopping Jardim Sul”, comenta o superintendente Fabiano Guerra.

Serviço:

3° edição Click Pet

Data: de 12 a 28 de abril.

Local: praça de eventos (térreo). Shopping Jardim Sul Av. Giovanni Gronchi, 5.819, Morumbi – SP.

Horário: sempre de 12h às 20h.

Limite: uma foto por CPF.

Inscrição: Para participar o cliente deve doar 1 kg de ração para cão ou para gato.

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No início da noite de sexta-feira (5/4), a farmacêutica Bárbara de Oliveira, de 35 anos, foi atacada até a morte pelo seu próprio cão, da raça pitbull, na cidade de Itapira, que fica a 170 km de São Paulo. Ela estava sozinha com o cachorro em casa e os vizinhos chamaram a Guarda Municipal após ouvir os gritos de socorro.
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Bárbara foi encontrada morta por volta das 19h.
Crédito: reprodução/Facebook

A residência foi arrombada e o cão estava próximo à mulher. Ao perceber a chegada dos guardas, o animal fugiu para o quintal. A vítima foi encontrada inconsciente, com ferimentos nos braços e na região do pescoço. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas constataram que ela já havia falecido.

Segundo informações de conhecidos, Bárbara e o marido criavam o cão como um filho, já que ainda não tinham criança. Imagens no perfil do Facebook dela confirmam os relatos de que o pitbull chegava até dormir na cama do casal. O marido estava viajando no dia da ocorrência.

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O pitbull dormia na cama do casal e tinha cerca de 10 anos.
Crédito: reprodução/Facebook

A farmacêutica trabalhava no Hospital Municipal de Itapira e era considerada uma boa profissional. Amigos, como Anderson Alexandre Leme, demonstraram no perfil da Bárbara o quanto ela era admirada. “Minha querida amiga, você sempre foi guerreira, sempre estivemos juntos nas nossas batalhas, descanse em paz, eu fico por aqui orando por você e lembrando a maravilhosa pessoa que tu eras, por que mesmo você indo vai morar para sempre no meu coração.”

Segundo Rodrigo Silva Bertini, que é médico veterinário do Serviço de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura Municipal de Itapira e amigo da Bárbara, o cachorro já apresentava sinais de violência e ele havia avisado à amiga que ela e o marido poderiam estar correndo risco de algo mais grave acontecer. “O cão já era considerado um ‘mordedor vicioso’, porque já  havia mordido ela e o marido em ocasiões anteriores. Conversamos umas quatro vezes a respeito do cão e eu já havia aconselhado que ela tomasse cuidado e que não continuasse com o cachorro. Mas tudo foi em vão porque ela tinha verdadeira adoração pelo animal.”

O caso foi registrado na delegacia da cidade e ainda não ficou claro o motivo do ataque. O cão está em observação no Centro de Zoonoses de Itapira. Ele deverá ficar no CCZ durante 10 dias para cumprir o protocolo de verificação de sinais da Raiva e entregue ao marido da vítima após esse período. “Caberá a ele decidir o que será feito do animal. Uma coisa é certa: esse cão não deve ser doado a ninguém”, afirma Bertini.

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O que parecia quase impossível, aconteceu. Uma égua de três patas, que nasceu com uma malformação congênita, ficou prenhe e pariu uma potra em perfeito estado.  A gestação não era recomendada por ser de alto risco, por causa da possibilidade de sobrecarga à única pata dianteira.

O proprietário e protetor acredita que o acasalamento tenha ocorrido sobre a cerca, já que descobriu apenas quando ocorreu o nascimento. A égua estava em uma área reservada. O nome do pequeno animal ainda não foi escolhido, mas uma das possibilidades é o de Vitória.

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Égua Mocinha e a potra.  Crédito: reprodução

A história dessa égua de três patas, que se chama “Mocinha”, foi divulgada com exclusividade no blog Conversa de Bicho. O atual responsável por ela, Cláudio Lages da Silva, aposentado de 71 anos, resgatou-a antes de ser sacrificada. A morte era certa, já que bichos de grande porte com deficiência são normalmente sacrificados, porque nem sempre conseguem andar e sustentar o seu peso apenas em três membros.

Veja aqui a história da Mocinha

O fato é que o sr. Cláudio acreditou que poderia salvá-la e conseguiu: ela cresceu e já está com aproximadamente quatro anos. O problema agora é manter as duas. Ele vive de uma pequena aposentadoria e dedica parte dela para cuidar de animais abandonados na cidade. Apesar da boa notícia de a potra ter nascido e estar bem, a seca que assola a região dificulta ainda mais a situação. A alternativa é comprar alimento para o animal, além de ter de conseguir um espaço maior para a mãe e a filha.

Para ajudar:

Cláudio Lages da Silva – (77) 9142-7262

Vejam as duas:

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Aos amigos veterinários de plantão, uma oportunidade de atualização.

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Fábio Brito

    O paulistano Fábio Brito é jornalista e pós-graduado em Gestão Empresarial. É especialista em bichos de estimação e apaixonado por todos os animais desde criança. Há 10 anos, cria cachorros da raça retriever do labrador.


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