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Conversa de Bicho

Agosto pode perder o título de mês do cachorro louco. Depois de quase dois anos sem realizar campanhas contra a raiva, por causa das reações e mortes de animais imunizados em 2010, este ano o Ministério da Saúde (MS) forneceu as doses da antirrábica para realizar a vacinação em cães e gatos no Estado de São Paulo. A estimativa é de que, só na capital paulista, 1,2 milhão de animais sejam vacinados já a partir de segunda-feira (21/5).

A imunização é importante porque a raiva não tem cura e não é uma doença erradicada do País. Mesmo os grandes centros urbanos não estão livres do mal. Aliás, o blog Conversa de Bicho divulgou, com exclusividade, que no ano passado, depois de quase 30 anos sem nenhum caso registrado na capital, uma gata morreu em São Paulo vítima da doença após ter sido contaminada por um morcego.

O felino, que tinha aproximadamente 10 anos, pertencia à artesã Izabel Bonifácio da Cruz, de 50, que mora em Moema, zona sul da cidade. O local é considerado de classe média alta e tem um grande número de animais.

Depois de quase 30 anos sem casos de raiva
 em São Paulo, gata morre com a doença.
 A notícia foi divulgada pelo Conversa de Bicho
Crédito: Fábio Brito/AE

O bicho havia morrido em outubro, mas a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) foram comunicadas apenas em dezembro. A demora na notificação teria sido atribuída a uma confusão em diagnosticar a causa da morte do animal – inicialmente se acreditava em envenenamento.

Na época, em entrevista ao blog, Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, afirmou que haveria campanha em 2012 e que a população não precisaria se preocupar com reações da antirrábica, porque o problema fora identificado pelo MS e tomadas as devidas cautelas. “A análise apontou um aumento de concentração de proteína de soro bovino (heterólogo). Para garantir que não aconteçam os eventos adversos observados em caninos e felinos foram feitas várias exigências ao laboratório produtor. Além disso, novos e mais rigorosos testes de qualidade foram introduzidos”, explicou.

A cidade terá 2.064 postos volantes de vacinação, sendo 17 fixos. O serviço é gratuito e o proprietário deve se lembrar de transportar seu animal doméstico de forma adequada. Os cães devem estar de coleira e guia. Os gatos em caixas de transporte apropriadas para evitar fugas e acidentes.

A relação completa dos postos, com local e data da vacinação, pode ser acessada aqui, no site www.prefeitura.sp.gov.br/covisa ou pelo telefone 156. Os postos funcionarão das 9 às 17 horas.

“A adesão da população à campanha é importante para que a doença permaneça sob controle. Todos os cães e gatos com mais de três meses de idade devem receber a vacina”, ressalta a dra. Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ-SP).

 

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Serviço

Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos

Data: de 21 de maio a 3 de junho de 2012

Horário de funcionamento dos postos: das 9 às 17 horas

Mais informações: www.prefeitura.sp.gov.br/covisa ou pelo telefone 156

 

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SOBRE A RAIVA

A raiva é uma doença viral, caracterizada como uma encefalite progressiva aguda e praticamente não tem cura. Depois de apresentar os sintomas evolui rapidamente para a morte. No mundo, apenas três pessoas infectadas sobreviveram ao mal depois de submetidas a tratamentos, mesmo assim ficaram com alguma sequela.

Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus e também podem transmiti-lo. A forma mais comum da contaminação se dá pela penetração do vírus rábico contido na saliva do animal em feridas, principalmente pela mordedura e arranhadura ou pela lambedura de mucosas.  Ao ter contato com o organismo, o vírus se multiplica e atinge o sistema nervoso, alcançando depois outros órgãos e glândulas salivares, onde se replica. Ainda há relatos de transmissão após transplantes e as remotas possibilidades de transmissão sexual, respiratória, digestiva (em animais) e a contaminação da mãe para o filho durante a gestação/parto. O aspecto clínico é bem variado, o que torna difícil o diagnóstico se não houver o histórico de exposição à doença.

Os animais domésticos podem demonstrar alterações sutis de comportamento, anorexia, fotofobia, além de agressividade. O cão pode parecer desatento e, por vezes, nem atender o próprio dono. Também pode haver um ligeiro aumento de temperatura, inquietude, crise convulsiva e paralisia, evoluindo para o coma e a morte.

Já no caso do ser humano, o paciente apresenta mal-estar geral, pequeno aumento de temperatura, anorexia, cefaleia, náuseas, dor de garganta, irritabilidade, inquietude e  sensação de angústia. A infecção progride, surgindo manifestações de ansiedade e hiperexcitabilidade crescentes, febre, delírios, espasmos musculares involuntários, generalizados e/ou convulsões. Os sintomas evoluem para um quadro de paralisia, levando a alterações cardiorrespiratórias, retenção urinária e constipação intestinal.  O infectado se mantém consciente, com período de alucinações, até a instalação de quadro comatoso. O período de evolução do quadro clínico, depois de instalados os sinais e sintomas até o óbito, é em geral de 5 a 7 dias.

 

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FIQUE ALERTA!

Os animais de estimação devem ser vacinados contra a raiva a partir dos
três meses de idade. O reforço da imunização deve ser feito anualmente, mesmo
em cadelas prenhes, lactantes ou no cio

Não deixe que cães e gatos tenham acesso à rua, telhados ou portões.
Só leve seu melhor amigo para passear utilizando coleira e guia

Não é indicado tocar em nenhum animal desconhecido, principalmente ferido
ou que esteja se alimentando. Não tente controlar bichos que estejam brigando e
não mexa em fêmeas com crias

Caso seja mordido ou arranhando por um animal, procure lavar o ferimento
com água e sabão e vá a um posto de saúde. No entanto, lembre-se de que em
acidentes com bichos é importante identificar qual é o animal e quem é o dono.
Caso não seja encontrado ou se o animal adoecer ou morrer, entre em contato
imediatamente com o Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo
(tel.: 3397.8900/8901)

Nunca se deve tocar em morcegos que eventualmente entrem em casa ou
apareçam caídos no jardim. Se possível, tente imobilizar o animal jogando um
pano ou caixa de papelão emborcada para baixo, de modo a mantê-lo preso.
Em seguida, entre em contato com o Centro de Controle de Zoonoses, que
enviará uma equipe para buscar o animal e encaminhá-lo para exame laboratorial
de raiva e identificação da espécie

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Assim como a Virada Cultural trará várias oportunidades de lazer para os moradores da capital, em São Paulo e Itu também serão realizadas atividades do mundo pet que prometem agitar o fim de semana de quem gosta de animais de estimação.

MANIFESTAÇÃO

Amanhã será realizado um importante encontro para quem luta pela causa dos animais: o Pedágio Nacional Crueldade Nunca Mais. Essa é a chance para que os defensores e amantes dos bichos colaborem para combater a impunidade de práticas de crimes contra os bichos, já que os manifestantes terão a oportunidade de coletar assinaturas para reforçar o pedido de alteração da atual legislação, que é muito branda em relação aos maus-tratos.

Crédito: Divulgação

Segundo os organizadores do evento, que fazem parte do movimento Crueldade Nunca Mais (http://www.crueldadenuncamais.com.br), o encontro deve acontecer em mais de 50 cidades ao mesmo tempo. Em São Paulo, o evento será realizado às 10 horas, em frente ao Masp (Avenida Paulista 1.578).

A última manifestação do Crueldade Nunca Mais, que ocorreu no dia 22 de janeiro, contou com a participação de protetores de mais de 200 municípios brasileiros, simultaneamente, e com moradores de cidades de outros países, como San Diego (EUA), Nova York (EUA), Miami (EUA) e Londres (Inglaterra). A estimativa é que mais de 100 mil pessoas participaram do movimento.

LAZER PARA OS AMANTES DE GATOS

Sábado e domingo também terão momentos de lazer para quem curte animais. Um deles é a Exposição Internacional de Gatos de Raça, que se realizará na Sociedade Hispano Brasileira, em São Paulo, e contará com mais de 60 expositores.  Este será o segundo evento da agenda anual do Clube Brasileiro do Gato (CBG), que promove quatro exposições por ano, com a finalidade de divulgar e promover a gatofilia no Brasil.

Crédito: Divulgação

São esperados mais de 200 bichanos, inscritos em diferentes categorias, que concorrerão em mais de 20 premiações. Para ajudar nessa tarefa de escolher os melhores de cada raça, a exposição contará com juízes da Rússia, Bélgica e Argentina. O encontro será patrocinado pela PremieR pet, fabricante de alimentos Super Premium para felinos.

Segundo Gerson Alves, presidente do CBG, o objetivo do evento é mostrar para os brasileiros as vantagens de ter um gato de raça como pet, evidenciando os diferentes temperamentos e características. “Entre as principais atrações são aguardados animais exóticos, gigantes, de origens diversas e, ainda, os inéditos no Brasil, como o Seychellois, que será apresentado por criadores argentinos”, afirma.

Segundo Madalena Spinazzola, gerente de Planejamento Estratégico & Marketing Corporativo da PremieR pet, o evento coloca o Brasil em posição de destaque, tanto pela seriedade na organização quanto pela qualidade de participantes, expositores e juízes.

O fato é que o número de pessoas que têm gatos cresce a cada ano, já que o brasileiro busca cada vez mais os felinos como companhia. O Brasil tem hoje mais de 18 milhões de gatos, população que cresce a taxas mais aceleradas que a dos cães (que hoje são a maior população de pets, com aproximadamente 34 milhões de indivíduos).

PARA OS “CACHORREIROS”

Agora, se você gosta de cães e competições, não pode perder a final do Campeonato Brasileiro de Agility, um esporte praticado por duplas (cão e seu condutor) e inspirado incialmente no hipismo. No Agility, os cães precisam transpor diferentes obstáculos, buscando melhor agilidade, inteligência, obediência e fortalecimento do relacionamento entre os dois competidores.

Crédito: Divulgação

Há poucos anos, o esporte caiu nas graças dos donos de cães e tem se tornado cada vez mais popular. “Além de competitivo, traz benefícios ligados à saúde e ao comportamento dos animais, tornando-se também uma boa oportunidade para incentivar humanos sedentários à prática esportiva ao ar livre e em ótima companhia”, explica o adestrador Alexandre Zanetti. Uma das regras que mais encantam nesta modalidade é não poder tocar no animal nem prendê-lo por guias e coleiras durante o percurso, dessa forma é possível notar o entrosamento que existe entre o dono e seu cão.

A competição será realizada nos dias 5 e 6 de maio, em Itu (SP), e contará com uma grande estrutura, como praça de alimentação, brinquedos infláveis e monitores para crianças e uma feira de doação de cães, promovida pela Associação de Socorro e Proteção dos Animais de Itu. A expectativa é reunir 5 mil visitantes e 140 duplas para os jogos. Os vencedores do campeonato se classificam para disputar o Mundial de Agility deste ano.

Vale lembrar que o campeonato é aberto ao público em geral, inclusive para os cães, desde que estejam com guia e coleira, e conta ainda com entrada e estacionamento gratuitos. “O que pedimos é 1 kg de alimento não perecível em favor do Asilo São Vicente de Paula”, sugere Aldo Macellaro Jr., proprietário do Clube de Cãompo, que sedia as finais do evento pelo terceiro ano consecutivo.

Uma parceria entre o Clube de Cãompo e a MSD Laboratório e Castelinho Pet Shop possibilitou presentear os 400 primeiros cães que forem prestigiar a final do Campeonato de Agility com a coleira Scalibor, que trata e previne pulgas, carrapatos e repele a mosca palha, que é transmissora da leishmaniose.

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SERVIÇO:

PEDÁGIO NACIONAL CRUELDADE NUNCA MAIS
Data:
 5 de maio de 2012
Horário:
 a partir das 10 horas
Local:
 Masp – Avenida Paulista, 1.578 – São Paulo/SP
Gratuito
Mais informações: www.crueldadenuncamais.com.br

134.ª E 135.ª EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS DE GATOS DE RAÇA DO CBG
Data:
 5 e 6 de maio de 2012
Horário:
 das 10 às 17 horas
Local:
 Sociedade Hispano Brasileira – Rua Ouvidor Portugal, 541- Ipiranga – São Paulo/SP
Entrada gratuita para visitantes
Inscrições para expositores e mais informações: www.clubebrasileirodogato.com.br

FINAL DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE AGILITY
Data:
 5 e 6 de maio de 2012
Horário: das 9 às 17 horas
Local: Hotel Fazenda para Cães Clube de Cãompo
Rodovia SP 300 (Dom Gabriel Paulino Bueno Couto), km 94,5 – Itu/SP.
Entrada e estacionamento gratuitos
Reservas e outras informações:

Clube de Cãompo – Hotel Fazenda para cães
www.clubedecaompo.com.br
Tel.: (11) 4024-6998 – 4024-6914

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Os casos de maus-tratos contra animais parecem não ter fim. Mais um vídeo de crueldade foi postado no YouTube mostrando um homem matando um cachorro a pauladas com requintes de selvageria. O caso aconteceu no interior do Ceará, no distrito de Pedra Branca, zona rural que pertence ao município de Limoeiro do Norte, a 200 km de Fortaleza (CE).

Segundo Maria Ivone Bandeira Costa, de 45 anos, moradora de Lagoa das Carnaúbas, região da mesma cidade, o cão que aparece no vídeo seria o seu animal de estimação chamado Beethoven, que havia fugido e desaparecido no dia 2/4. No dia 9/4 ela soube da morte do animal e, no dia 16/4, registrou um Boletim de Ocorrência sobre o caso na delegacia da cidade. O suspeito também é morador da zona rural e chama-se Antonio de Medeiros.

Suspeito de ter matado o cão: Antonio de Medeiros
Crédito: Reprodução YouTube

O vídeo tem cenas fortíssimas de violência e demonstra que o animal fugia do acusado, que o perseguiu com uma madeira e lhe desferiu golpes contra a cabeça várias vezes. Uma pessoa, que pela voz parecia ser também um homem, instigava a atitude do acusado: “Não morreu ainda não… Pau nele! Não matou, não”, além de dar risada do sofrimento do animal. As pancadas só pararam depois que o cachorro parecia ter sido morto. O bicho ainda foi arrastado pelo homem que o atacou, como se fosse um objeto que lhe atrapalhava, para ser descartado perto de uma estrada.

O acusado desferiu pauladas sem dar a possibilidade de o cão fugir.
Crédito: Reprodução YouTube

Eu não recomendo, mas, para quem tiver coragem de ver, o  vídeo está no endereço: http://www.youtube.com/watch?v=SkrgztQERbM&context=C403ac39ADvjVQa1PpcFO7BgBa2S7XeQhTvlfPVZXatxc-xTLCFyM=

Segundo informações do inspetor de polícia Maia Júnior, o delegado de Limoeiro do Norte, José Fernandes Pereira, deverá intimar o acusado, testemunhas e a dona do animal para esclarecer o que houve. A partir daí, o caso deverá ser encaminhado ou não à Justiça. “Muitas pessoas vieram me perguntar se eu sabia do que ocorreu. Acredito que até o fim da semana que vem o delegado deverá ouvir e esclarecer os fatos para enquadrar na lei e encaminhar para o juiz”, afirma Júnior.

Neste caso, se condenado, a pena prevista por maus-tratos é detenção de 3 meses a 1 ano, acumulada com multa. Como o cão morreu, a punição é agravada em 1/6 a 1/3 do tempo.

 

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Uma mulher de Salvador, do bairro de Pau da Lima, foi filmada pela vizinha agredindo o cão com o cabo de vassoura. O caso aconteceu na sexta-feira (6/4), mas só tomou repercussão dois dias depois, após a vizinha fazer a exposição do vídeo no YouTube (clique aqui). Ela deu o título de “A Bruxa dos Cachorros” para a filmagem.

Nas cenas não é possível ver o cão, mas os gritos do animal não deixam dúvidas da crueldade. Além disso, dá para ouvir frases de agressividade da mulher contra o cachorro, como: “Vou dar uma paulada no meio da sua testa. Estou com raiva de tu. (…) Vou dar uma paulada no meio da testa para estrebuchar logo, para não ficar vivo não. (…) Ainda não te bati não… Agora te bati” . Ela também disse que deixaria o animal sem alimento: “Você vai ficar com fome o dia todo! Para você refletir. (…) Daí você vai lembrar”. 

Segundo a vizinha, que não quer se identificar, a dona maltratava todos os bichos que pegava. Ela afirmou ainda que outro animal já havia morrido por conta de agressões.

No final da tarde de hoje (10/4), um oficial de Justiça retirou os dois cachorros sem raça definida que sofriam os maus-tratos, acatando uma ordem da juíza Maria do Carmo Caribé, da 16ª Vara Cível. Testemunhas afirmaram que na casa havia mais um poodle, mas que ele teria sido retirado pelo marido da acusada antes do oficial chegar ao imóvel.

Na casa não havia ninguém e estava trancada, por isso foi necessário arrombar o portão para que fosse cumprido o mandado de busca e apreensão. Os animais retirados foram entregues para os representantes da ONG Terra Verde Viva. Eles foram os responsáveis por entrar com a acusação de maus-tratos na Justiça contra a mulher e acompanham o desfecho do caso.

Segundo informações da advogada da entidade, os animais passariam por consulta veterinária, já que estavam debilitados.

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Amanhã é domingo de Páscoa e sei que muita gente não vê a hora de se deliciar com os ovos de chocolate deixados pelo coelhinho. Mas, diferentemente do que acontece conosco, comer esse doce não resulta apenas em mais uns quilinhos aos nossos amigões caninos. O alimento pode ser tóxico para eles, já que há substâncias na sua composição que podem gerar problemas sérios de saúde, que vão desde a indisposição gastrointestinal até a morte.

Eu sei que é difícil resistir à tentação de um pedacinho dessa guloseima, mas o chocolate de cacau não é indicado para animais de estimação. Os vilões em sua composição são a teobromina e a cafeína, que em grandes quantidades no organismo do bicho podem causar a diminuição ou aumento dos batimentos cardíacos, problemas gastrointestinais, tremores, aceleração do ritmo respiratório, aumento da temperatura corporal, incontinência urinária e até hipertensão moderada.

A veterinária Keyla Regina de Godoy, da PremieR pet (www.premier.com.br), explica que a ingestão ocorre principalmente em animais jovens, que são menos seletivos, e que  “dependendo da quantidade ingerida, do porte do cão e do tipo do alimento, o chocolate pode levar à morte por parada cardíaca ou respiratória”.

Segundo Marcelo Quinzani, diretor e médico veterinário do Hospital Veterinário Pet Care, é preciso cuidados na alimentação dos pets. É nesse período do ano que aumentam os casos de intoxicação por causa do doce e muitas vezes o problema se torna grave porque os donos não resistem à cara de pedinte do bicho e exageram. Outra circunstância que agrava o caso é que, como os sintomas são variados, nem sempre são associados ao fato de o pet ter comido chocolate.

“Outros sinais clínicos de que o animal está em um quadro de intoxicação são as ocorrências de vômitos, diarreia, polidipsia (quando o cão bebe água em grande quantidade) ou poliúria (quando o animal urina além do normal)”, relata Quinzani.

A boa notícia é que no mercado de alimentos para pets já existem chocolates desenvolvidos especialmente para cães, sem açúcar nem cacau. Porém, o veterinário Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, alerta que “mesmo os chocolates próprios para cães não devem ser administrados em excesso. A dieta balanceada ideal de um animal pode ser sempre composta por ração e nada mais”.

A quantidade de tóxicos varia de acordo com cada tipo de chocolate.  Por exemplo, 28,35 gramas de chocolate ao leite pode conter de 44 a 58 miligramas de teobromina e 6 miligramas de cafeína, ao passo que a mesma quantidade de chocolate amargo contém 393 miligramas de teobromina – mais do que oito vezes a do chocolate ao leite – e 35 a 47 miligramas de cafeína – quase seis vezes a mais.

Segundo Marcondes, a intoxicação por chocolate é mais observada em cães do que em gatos, pois os felinos possuem um apetite mais seletivo e os caninos têm hábitos alimentares mais indiscriminados. Além disso, os sintomas variam de acordo com a quantidade da substância no organismo do animal, mas os mais discretos ocorrem a partir da ingestão de 20 miligramas por quilo de teobromina e cafeína. As reações mais graves ocorrem a partir da ingestão de 40 a 50 miligramas por quilo de teobromina e cafeína.

Para evitar que você passe o seu domingo de Páscoa no hospital veterinário, evite ceder à tentação de dar chocolate ao seu melhor amigo e sempre procure dar alimentos especialmente desenvolvidos para eles. Assim como o chocolate, existem outros produtos que não fazem mal para nós, mas são prejudiciais para eles.

Veja algumas opções de chocolates para cães:

 

Chocovinhos, da V.I.P.dog

 

Os Chocovinhos são ovinhos doces para cães bastante semelhantes ao chocolate, porém sem cacau e açúcar, que são substâncias altamente tóxicas aos pets. São compostos por uma mistura de leite, amido, gordura vegetal, maltodextrina e aroma de baunilha. Para esta Páscoa, os Chocovinhos vêm com uma novidade: embalagens personalizáveis.

Apresentação: embalagens com 10 unidades.  Preço sugerido: R$ 10,00.  

 

Wafer Bombons, da V.I.P.dog

Bombom estilo wafer recheado e coberto com chocolate especial para cães. O doce é composto por amido, gordura vegetal estabilizada, lecitina de soja, aroma de leite, leite desnatado e frutose. Não contém cacau e açúcar. Também pode ser consumido por humanos.

Apresentação: embalagem com 10 unidades / 40 g.  Preço sugerido: R$ 7,00

 

Bombons Crocantes, da V.I.P.dog

Bombons de chocolate especial para cães, sem cacau e açúcar. O crocante fica por conta do amendoim, ingrediente selecionado por ser fonte de energia para os cães.

Apresentação: embalagem com 10 unidades / 60 g.  Preço sugerido: R$ 8,00

 

SERVIÇO:

V.I.P. DOG

TEL.: (41) 3643-4664

www.vipdog.com

 

 

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A leishmaniose visceral, conhecida também como calazar, é uma doença grave que, se não for tratada, leva à morte em até 90% dos casos humanos. O mal é considerado um crescente problema de saúde pública no País e as principais vítimas são as crianças e os idosos.

A transmissão não acontece entre pessoas ou animais, mas os cães são considerados os principais reservatórios do problema. Na verdade, a contaminação é causada pela fêmea do inseto Lutzomyia longipalpis, popularmente conhecido como mosquito-palha ou birigui, que se alimenta de sangue. Ela pica o cão infectado e o ser humano, fazendo com que o protozoário entre na corrente sanguínea e migre para os órgãos viscerais, como fígado e baço.

Mosquito-palha. Crédito: Wikimedia Commons

Dados da Secretaria Estadual da Saúde apontam que 179 pessoas foram infectadas em 2009 no Estado de São Paulo, com 11 óbitos. Em 2010, 157 tiveram a doença. O número é alto e que coloca em alerta os Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) de várias cidades do estado. Isso porque o problema era considerado um mal de áreas rurais, mas agora se alastra para os centros urbanos e especialistas cogitam que há risco de infecções na capital paulista, em razão ao grande número de cães e aos ambientes propícios para o seu desenvolvimento. O mosquito-palha não precisa de água para reprodução, ele prefere ambiente com matéria orgânica em decomposição para se multiplicar.

Crédito: Secretaria de Vigilância em Saúde

Mas é justamente o tratamento de animais com leishmaniose que causa polêmica, já que é proibido no Brasil pela Portaria Interministerial nº 1426/2008. O Ministério da Saúde não autoriza o uso de drogas humanas porque poderia criar resistência aos remédios. Além disso, não há comprovação científica que demonstre a cura total dos bichos. Eles podem até não apresentar os sintomas, mas continuam sendo reservatórios para a transmissão. Por isso, o controle da doença implica no sacrifício dos cães com a leishmania, o que esbarra na resistência dos donos.

Há protetores, inclusive veterinários, que defendem o tratamento. Apresentam dicas na internet, criam vídeos com possíveis resultados e afirmam que é possível manter o animal vivo com segurança. Mas a verdade é que o único método eficaz é prevenir para que o seu pet não seja picado, já que ver seu melhor amigo sendo consumido pela doença não é nada agradável.

Por enquanto, o uso de coleira impregnada com deltametrina a 4% é a forma mais eficiente e recomendada de controle. Trata-se de uma coleira sem cheiro e que não sofre interferência da água – não é necessário retirá-la quando o cão se molha – que libera um princípio ativo que se distribui de forma uniforme pela pele até atingir todo o corpo, protegendo-o por até seis meses. Já existem vacinas contra a leishmaniose visceral canina, mas sua aplicação ainda é recente e está sujeita a restrições, como no caso de cadelas prenhas.

 

SINTOMAS E PREVENÇÃO

 

Anemia, úlceras na pele, com aspecto de sarna, e patas e gânglios inchados são sintomas de que o cão pode estar com leishmaniose visceral, o que deve ser comprovado por meio de um exame de sangue.

Nos humanos, a doença provoca febre, desânimo, perda de peso, palidez, anemia e inchaço do fígado e do baço.

A doença pode matar e quanto mais rápido for iniciado o tratamento maior é a chance de cura.

Para prevenir, os humanos que moram em área de mata devem usar repelentes e roupas de manga comprida – o mesmo vale para quem for fazer trilhas. Já os cães devem usar coleiras com repelente e, se possível, serem vacinados contra o problema.

 

Encontro sobre a Leishmaniose

Hoje, 1º de abril, na Casa de Cultura Carlos e Diva Pinho (Av. Almirante Pereira Guimarães, 314, Pacaembu), será realizado o 1º Encontro da Campanha: “Diga Não à Leishmaniose”.

 O evento tem como objetivo informar e conscientizar sobre os simples cuidados que as pessoas podem ter para combater e prevenir a doença. Também será montado um posto de recolhimento de rações, que será doado às entidades que ajudam animais carentes.

No encontro será permitida a entrada de animais e contará com diversas atrações e palestras de conscientização da Leishmaniose.

 

Serviço:

 1º Encontro da Campanha “Diga Não a Leishmaniose”

Data: 1/4

Horário: das 13h30 às 19h30

Local: Casa da Cultura Carlos e Diva Pinho

End.: Av. Almirante Pereira Guimarães, 314, Pacaembu

Informações: (11) 9703-6791 (11) 3862-1925

Entrada gratuita.

 

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12.março.2012 19:51:50

Festa animal

No dia 17/3 (sábado), das 10 às 16 horas, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo abre seus portões para quem está interessado em adotar um animal de estimação. É a primeira festa do ano para incentivar a adoção de cães e gatos e promete ser um evento cheio de atrações.

No local haverá atividades para adultos, crianças e animais, como demonstrações de adestramento, espaço para a diversão da criançada – com direito a pipoca, algodão doce e pintura facial –, além da possibilidade de fazer um “test-dog” com os bichos: os candidatos a adotantes poderão participar de um pequeno passeio, nas dependências do CCZ, para identificar afinidades com o futuro amigo.

Festa de adoção do CCZ-SP em 2011
CRÉDITO: Divulgação

O “cãorreio elegante” também é uma das novidades da festa e promete aproximar mais do que o homem e o animal. É a chance de as pessoas apaixonadas também conseguirem um novo amor. Os cachorros farão o papel de cupido e entregarão os bilhetinhos românticos. Uma forma de divertir os visitantes.

Cerca de 400 cães e gatos aguardam um novo lar no CCZ. São de diversos tipos, idades, tamanhos, pelagens e alguns deficientes (cegos, mutilados, etc.).

No dia da festa também será possível a adoção e posse consciente de cães de raças que sofrem grande preconceito, como pitbull, rottweiller, pastor-alemão e dobermann. Os interessados receberão informações sobre comportamento, cuidados específicos e pré-requisitos para a adoção desses animais.

Todos os bichos já estarão com a vacinação em dia, além de serem esterilizados, microchipados, tratados contra pulgas e carrapatos e vermifugados.

Os visitantes poderão participar de várias atividades
CRÉDITO: Divulgação

Aqueles que têm a intenção de adotar devem trazer coleira para os cães e caixa de transporte para gatos, além de documentos pessoais: CPF, RG e comprovante de residência. A taxa de adoção é de R$ 16,20, com emissão do Registro Geral do Animal (RGA) na hora.

Para participar do evento basta comparecer ao CCZ, na Rua Santa Eulália, n.º 86 – Santana.

 

Outras atrações

 

“Cãotinho” interativo, onde os cachorros ficarão soltos e poderão brincar com os futuros donos, dando e recebendo carinho;

* Exposição de fotos “Celebridade Vira-Lata”;

* Palestras sobre cuidados com cães e gatos;

* Apresentações circenses, dança cigana e desfiles de animais

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Um mistério cerca o suposto desaparecimento de centenas de quatis que habitavam a Ilha de Campeche, na costa sudeste de Florianópolis (SC). Segundo informações da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), uma denúncia foi feita à ouvidoria do órgão e a investigação foi iniciada esta semana. A hipótese é de que os animais teriam sido envenenados.

O quati é considerado espécie exótica, que não é natural da região, e teria sido introduzido na ilha pelo homem há mais de 30 anos. Como eles não têm predadores naturais, a população do animal teria aumentado rapidamente, a ponto de começar a provocar desequilíbrio ambiental, atingindo principalmente as aves – os ovos fazem parte da sua alimentação. Além disso, eram constantes as queixas de pescadores e turistas que se sentiam incomodados com as atitudes dos bichos, que entravam em restaurantes e invadiam a praia para roubar alimentos.

Até a Polícia Federal deverá investigar
 o desaparecimento dos quatis.
CRÉDITO: ADRIANA MOREIRA/AE

Segundo Murilo Flores, presidente da Fatma, se de fato foram mortos, esses poderiam ser os motivos que levariam alguém a matá-los. Por isso, a principal linha de investigação da Fundação do Meio Ambiente é de que os bichos teriam sido envenenados ou abatidos depois de capturados e enterrados ou descartados no mar. “Se estivessem doentes ou morrido de causa natural, acharíamos os corpos”, afirma.

A polêmica dos quatis na ilha vem se arrastando há anos, segundo Rosane Hahn, assessora jurídica da Associação Couto Magalhães, entidade responsável pela conservação do local. “Não é verdade que houve essa matança. A questão da superpopulação de quatis vem sendo discutida há dez anos e desde essa época mantemos ações para reduzir a população desses animais. Esse foi um pedido do próprio Ibama, que exigiu que a Associação tomasse providências no sentido de conter o avanço dessa espécie. Com isso, iniciamos uma proposta simples: evitar o contato dos animais com lixo e alimentos. A redução vem se mostrando ao longo dos anos, não aconteceu de um dia para o outro”, explica Rosane.

A maior dificuldade da Fundação do Meio Ambiente é justamente obter provas do suposto crime, já que as pessoas que vivem no local e os pescadores não falam sobre o assunto e não foram encontrados animais enterrados ou mortos. Além disso, não há um censo oficial que possa servir como base para afirmar quantos animais foram exterminados, mas há denúncias de que o número passaria de 300 quatis. A Polícia Militar Ambiental dá apoio à investigação da Fatma, mas o caso deve ser repassado à Polícia Federal, já que a ilha é de responsabilidade da União.

“Seria interessante que a Polícia Federal participasse, porque ela tem competência para agir. Vamos formalizar o convite para nos ajudar a descobrir se houve ou não a matança”, afirma Murilo Flores. Para o presidente da Ftma, a redução da população de quatis deveria acontecer de forma controlada: “Tinham de ser capturados e transportados por órgãos competentes para áreas de Mata Atlântica da região, seu hábitat. A propagação dessa espécie mostra a importância de se ter cuidado ao introduzir um bicho exótico em qualquer local, mas, se alguém tomou a decisão de matar e acabar com o problema dessa forma, ainda que fosse preciso controlar essa população, cometeu um crime.”

Sendo assim, se for comprovado que houve a execução dos animais, o autor poderá responder por crime ambiental, de acordo com a Lei Federal 9.605/98. A pena é de seis meses a um ano de detenção e o infrator poderá pagar multa de R$ 500 por animal morto.

 

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Todos os cães são maravilhosos, mas sou suspeito em falar sobre os retrievers do labrador. Tenho cinco cães dessa raça e eles são muito queridos, capazes de mudar a vida de uma família de forma incrível. Quem leu o livro Marley & Eu ou viu o filme sabe muito bem como esse animal é feliz por natureza.

Nem todos podem ter um animal desse porte. São cães que precisam de muito espaço e não suportam ficar sozinhos. Além disso, precisam muito gastar energia com brincadeiras e caminhadas, já que têm tendência a ficarem obesos. Sente muito calor e adoram água – o que está ligado diretamente à sua origem.

Esse aí não é da Dilma... É o meu cometinha, o Halley.
Um lindo e carinhoso labrador amarelo
CRÉDITO: FÁBIO BRITO/AE

A raça surgiu na província conhecida como Terra Nova e Labrador, no Canadá, mas foi no século 19, na Inglaterra, que se popularizou. São cães adoráveis, com um perfil amável, leal e alegre – uma boa escolha dos pais que procuram um cão brincalhão e bom companheiro para o lar. Aliás, brincar de buscar objetos é o passatempo preferido desse pet, por isso é chamado de retriever (termo inglês para recuperador).

Suas características físicas e seu comportamento de sempre pronto para o que der e vier também fizeram dele um ótimo aliado do homem em caçadas. Sua pelagem densa possui duas camadas de pelos, servindo quase como um isolante térmico e impermeável para sua tarefa de buscar animais abatidos nas águas geladas britânicas. Até mesmo a sua cauda, chamada de “cauda de lontra”, serve como uma espécie de leme para direcioná-lo ao local em que deseja ir.

As suas aptidões para caçadas não param por aí: a sua forma de pegar objetos é diferenciada. Sua mordedura é conhecida como “boca doce”, porque tem como qualidade uma mordida leve, para não machucar as aves recuperadas com os dentes. Outros pontos relevantes são suas patas e seu faro. Entre os dedos há uma pequena membrana que forma uma ligação entre eles, o que assemelha o membro com as nadadeiras de patos. Já o seu faro é apuradíssimo, tanto que esses cães são utilizados pela polícia e pelos bombeiros para encontrar drogas e localizar pessoas desaparecidas em escombros.

Um problema de saúde comum da raça é a displasia coxofemoral. A doença é hereditária, causada por uma má-formação da articulação da bacia com a cabeça do fêmur. Com o tempo e com a contribuição de fatores ambientais e de nutrição – principalmente a obesidade –, pode haver o desgaste ainda maior da cartilagem que recobre o osso na região, causando muita dor e até a impossibilidade de andar.

Como são muito brincalhões, gostam de pular e são bem fortes, filhotes dessa raça não são indicados a idosos. Mas o labrador reúne características que o credenciam para o adestramento, como a paixão pela companhia dos donos, inteligência, um grande apetite e uma energia que parece não ter fim – principalmente quando pequenos. Em razão disso, essa espécie também é considerada uma excelente opção para treinamento de cães-guia para cegos.

Ao ganhar um filhote de labrador, a presidente Dilma terá mais um companheiro para todos os momentos – difíceis e felizes. Mas fica aí a dica de que não é muito legal dar de presente um animal sem saber se a pessoa que irá recebê-lo realmente tem um grande desejo em tê-lo e condições de cria-lo. Mais importante ainda, é preciso saber se ela tem a consciência de sua responsabilidade como dono. Filhotes são lindos e apaixonantes, mas crescem e são seres que têm necessidades, dependem do proprietário, dão despesas e podem viver por mais de 15 anos.

 

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Dilma ganha labrador de tabeliã cearense

 

SAIBA MAIS

Nome da raça: retriever do labrador
Grupo: 8 – cães d’água, levantadores e retrievers
Origem: Canadá
Comportamento: cães dóceis, leais, equilibrados, brincalhões e carentes por companhia
Pelagem: curta e densa
Cores: amarela, chocolate e preta
Inteligência: alta
Porte: médio – de 54 a 57 cm
Doenças comuns: obesidade, displasia, otites e dermatites
Tempo de vida: de 14 a 17 anos.
Peso: 30 kg, em média
Particularidades: ótima capacidade de adaptação e apaixonado por água e bolinha
Donos famosos: Bing Crosby e François Mitterrand

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Fábio Brito

    O paulistano Fábio Brito é jornalista e pós-graduado em Gestão Empresarial. É especialista em bichos de estimação e apaixonado por todos os animais desde criança. Há 10 anos, cria cachorros da raça retriever do labrador.


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