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Vote em cérebros, não em celebridades.

Paulo Rosenbaum

domingo 06/07/14

Números confirmam. Parcelas significativas de celebridades, embaladas pela ampla exposição pública com que habitualmente são agraciadas, sairão como candidatas nas próximas eleições. Urge alguma contra propaganda cívica. É necessário que a imprensa livre assuma seu papel e estabeleça algum contrapeso para esse tipo de marketing. Para que o eleitor não confunda seus ídolos com sujeitos [...]

Números confirmam. Parcelas significativas de celebridades, embaladas pela ampla exposição pública com que habitualmente são agraciadas, sairão como candidatas nas próximas eleições. Urge alguma contra propaganda cívica. É necessário que a imprensa livre assuma seu papel e estabeleça algum contrapeso para esse tipo de marketing. Para que o eleitor não confunda seus ídolos com sujeitos com qualquer competência política. Pode acontecer, mas, em geral, trata-se de exceção à regra. Por isso, é necessário que alguém crie anti campanhas para contrabalançar o poder econômico e midiático: votem em cérebros, não em celebridades.