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Combate Rock

28.junho.2011 07:06:11

Que tal uma lei contra música ruim?

O texto abaixo foi publicado em dezembro de 2010, e acabou resgatado pelo Território Eldorado recentemente quando Noel Gallagher, ex-guitarrista do Oasis, “proibiu” o jogador de futebol Gary Neville, do Manchester United, de mencionar músicas de sua ex-banda em entrevistas. O jogador declarou que adorava ouvir as músicas do Oasis em vários momentos, mas Gallagher ficou furioso, já que torce pelo rival Manchester City.

A “proibição” de Gallagher e o texto abaixo inspiraram a nossa equipe a fazer um pedido, de forma oficial, à presidente Dilma Rousseff  e aos parlamentares brasileiros: que tal elaborarem e aprovarem leis que proíbam a execução – ou os brasileiros em geral de ouvir – música ruim?

Seria extremamente bem-vinda uma lei que proibisse que pessoas pudessem ouvir coisas como Mutantes, Legião Urbana, Los Hermanos, Nirvana, bandas emo, bandas mais ridículas das cidades, adolescentes que mal sabem tocar violão mas que fazem sucesso na internet, violonistas de bossa nova que só sabe tocar as mesmas músicas gravadas há mais de 50 anos, axé, pagode, sertanejo, 90% da MPB… (Marcelo Moreira e Roberto Capisano Filho) 

Luciano Borborema – Território Eldorado 

Polêmica entre o ex-guitarrista dos Smiths, Johnny Marr e o primeiro britânico, David Cameron. Em seu Twitter, Marr proibiu Cameron de gostar dos Smiths. Cameron diz que gosta do grupo, Marr fala que não é verdade. “David Cameron, pare de dizer que você gosta de The Smiths, não, você não gosta. Eu proíbo que você goste.”

David Cameron sempre fez questão de dizer em entrevistas ser fã da banda de Marr e do vocalista Morrissey. Cameron revela ser fã da banda na fase dos anos 80. Até o momento, David Cameron não se pronunciou sobre a declaração do guitarrista.

Abaixo detalhe do Twitter de Marr


(Reprodução)

Comentários (96)| Comente!

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96 Comentários Comente também
  • 28/06/2011 - 08:32
    Enviado por: Gregor Samsa

    Então há como viver sem diferentes estilos musicais).
    Eu gosto de rock e tenho uma quedinha por MPB antigo. Meus vizinhos curtem RAP e Pop Music. Outros gostam de funk e a
    minha mãe de Roberto Carlos (e quem não gosta?). O único momento em que brigamos é quando o som de um dos estilos fica
    muito alto. Ou seja: cada um curte o seu, sem tentar impor, nem se sobrepor.
    “Gosto não se discute. Se lamenta” (ditado popular parafraseado)

    Sem mais.

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    • 28/06/2011 - 08:34
      Enviado por: Gregor Samsa

      TEXTO ACIMA, COM A PARTE INICIAL (DESCULPA, PESSOAL. ESQUECI A INTRODUÇÃO)

      Não há como criar uma lei destas! Estes Marcelo Moreira e Roberto Capisano Filho devem viver na Lua (lá não tem som.
      Então há como viver sem diferentes estilos musicais).
      Eu gosto de rock e tenho uma quedinha por MPB antigo. Meus vizinhos curtem RAP e Pop Music. Outros gostam de funk e a
      minha mãe de Roberto Carlos (e quem não gosta?). O único momento em que brigamos é quando o som de um dos estilos fica
      muito alto. Ou seja: cada um curte o seu, sem tentar impor, nem se sobrepor.
      “Gosto não se discute. Se lamenta” (ditado popular parafraseado)

      Sem mais.

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  • 28/06/2011 - 08:41
    Enviado por: cleibsom carlos

    este texto e direcionado a pseudo-adolescentes punks! agora, e aquela coisa: se determinadas pessoas disserem que gostam de mim, vou achar que tem algo errado comigo, e nesse sentido que o marr e gallagher se manifestaram, o resto e rebeldia infantil…

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  • 28/06/2011 - 09:16
    Enviado por: Alexandremk

    Nossa!!!!
    Isso não é lei, é ditadura!
    Daqui a pouco vão sugerir a pena de morte para o mau gosto.
    Menos pessoal!!
    Menos!!!!

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  • 28/06/2011 - 09:27
    Enviado por: Mauricio

    Na Europa as crianças costumam ganhar um instrumento musical como um piano, uma guitarra elétrica…, no Brasil ganham um bandeiro ou um berimbal e quando de classe média ganham um cd do toquinho…Maldita cultura nacional.
    Estamos em tempos de mudanças que deveriam ser mais radicais, excluir tudo de ruim que herdamos da mpb e afins, da podridão que vemos na tv, isto vale para todas as classes, pois todos tem uma mente fechada, uns se acham intelectuias(de merda), outros não tem a miníma noção do ridículo.
    Estamos longe de atingirmos um nível igual ao americano e europeu, nosso povo não tem educação e seu intelecto é fraco para boa musica,por enquanto temos que suportar os generos citados acima na matéria.
    Só mais uma coisa:UP THE IRONS!

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    • 28/06/2011 - 10:06
      Enviado por: Eumesmo

      Kra ta querendo o que? Compara o preço de um pandeiro ou um berimbal com o de uma guitarra elétrica ou piano, num pais aonde os impostos comem seu dinheiro. Não viaja. Segundo a globo governa o pais, se quiser acabar com alguma coisa, tem que acabar com a globo primeiro.

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    • 28/06/2011 - 10:17
      Enviado por: Gregor Samsa

      Mauricio

      Acha que um piano e/ou uma guitarra são baratos? Não vejo problema em ganhar um pandeiro ou berimbau ( é assim que se
      escreve, ok?). Querendo ou não, da Tropicália ao Manguebeat, esta é a nossa cultura. Cultuá-la, fica a seu critério.
      Meu, qual o problema em ser inteligente? As pessoas hoje em dia metem porrada no Arnaldo Jabor, no CQC, no Caetano Veloso
      e até n’Os Seminovos ( se eles fossem populares) por serem inteligentes. Este movimento “anti-intelectual” é papo de quem
      não estudou direito.
      Ser igual aos EUA e a Europa? Por quê? Eles são mais inteligentes? Eles detém intelecto? Eles são intelectuais?
      Nota: muitos gêneros acima são americanos ou Europeus.

      Eumesmo

      Não adianta ser contra a Globo. Quando ela cair (sim. Ela vai cair um dia…) a Record assume o lugar, ditando modas,
      criando tendências.

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  • 28/06/2011 - 09:41
    Enviado por: claudio ribeiro

    quero ver proibirem varias bandas podres de (supostamente) heavy metal…

    caramba ! os caras tão viajando…deixa disso, moçada ! não gosta do som, muda de canal ou então troca o cd.

    fico imaginando esses caras no poder, todo mundo vai ser obrigado a ouvr metal…eu até curto, mas prefiro um punk e um billy.

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  • 28/06/2011 - 10:02
    Enviado por: Eumesmo

    A unica coisa que deviam proibir é o rap e o funk carioca. E outra coisa música ruim depende do ouvido de cada pessoa. Agr vcs exageraram. É mais facil eles proibirrem o bom e velhor rock do que as citadas acima.

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  • 28/06/2011 - 10:29
    Enviado por: laksdj

    vix
    se fizerem uma lei assim o marcelo moreira não vai mais conseguir ouvir dio

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  • 28/06/2011 - 10:30
    Enviado por: li

    ridiculo td isso, cada um na face dessa terra vai defender o q gosta e axar o melhor…não tem como generalizar…pagodeiro axa q rock é lixo,vice e versa…cada um q fique com o seu e seja feliz….

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  • 28/06/2011 - 10:48
    Enviado por: Mauricio

    Gregor, existem pessoas inteligentes que não são metidos a intelectuais, talvez voce não seja uma dessas pessoas, pois a grande maioria não passa de simples pseudo intectuais metidos a “besta”(será o seu caso?), acho que voce tem muitas dúvidas, pois fez várias perguntas, talvez voce saiba as respostas mas não aceita a realidade.Jabor é um ridiculo bairrista, mpb foi a maior barreira que existiu na década de 60/70, não crescemos musicalmente neste periodo e a musica estrangeira é infinitamente melhor.Ah…o país deveria dar uma condição melhor para o povo ter acesso a boa musica, assim, eles conheceriam melhor outros instrumentos como guitarra e piano, com certeza os preços iriam baixar.

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    • 28/06/2011 - 11:42
      Enviado por: Gregor Samsa

      Se sou eu não sei. Pessoas que tentam parecer intelectuais na verdade podem ser burros, uma vez que quem é inteligente,
      tenta não parecer. Sacou? Na dúvida, cite por favor um dos seus intelectuais legítimos, pra eu ter referência.
      Quem pergunta, tem respostas. Ainda que eu tenha feito muitas perguntas retóricas e muitas delas são de opinião.Quais seriam
      as suas..?
      Observação: como você queria que evoluíssimos além da MPB de 60 e 70, em período de ditadura? E quais parâmetros são usados
      para um melhor ou pior?
      E na boa, dado o país em que vivemos, se houvesse muita procura, os pianos e as guitarras seriam muito mais caras e/ou
      teriam modelos fajutos. É melhor assim.
      “Um país que inventou a tapioca dispensa o hambúrguer”
      (Martin Cezar Feijó)

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  • 28/06/2011 - 11:50
    Enviado por: João Marcos

    Nossa, esse Gregor só fala besteira, hein… Uma atrás da outra.

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    • 28/06/2011 - 11:53
      Enviado por: Gregor Samsa

      Intercala com as suas, por favor.

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    • 28/06/2011 - 11:54
      Enviado por: Mauricio

      É só mais um pseudo/sub intelectual.

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    • 28/06/2011 - 13:30
      Enviado por: Gregor Samsa

      Mauricio

      Desde quando eu virei tema de discussão? Que eu saiba, estamos falando de música aqui… não do que eu sou, possa ser ou
      pareça ser, ainda que aparentemente, intelectuais (ou que pareçam ser) representem uma ameaça a você, dado a sua falta de
      habilidade de argumentar e atacar a pessoa em vez da ideia.

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  • 28/06/2011 - 13:30
    Enviado por: Mauricio

    Melhor assim?, ainda bem que voce não é politico, quer que nosso país continue na lama, achando que mpb é para aristocratas e querendo que a plore não tenha acesso a nada.Sair de um lixo(pagode, axé…) para entrar em outro(mpb),o povo brasileiro precisa de educação, e temos que seguir os exemplos de fora.Pensamento mediocre o seu.
    Continue fazendo suas perguntas, pessoas fracas são assim mesmo.

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  • 28/06/2011 - 13:32
    Enviado por: Mauricio

    Ok, vamos discutir musica então.

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    • 28/06/2011 - 13:47
      Enviado por: Gregor Samsa

      A Jovem Guarda já seguia o exemplo dos Beatles; a Tropicália era a nossa Woodstock tupiniquim; tivemos maestros como Carlos
      Gomes assim como tivemos o nosso próprio rock. O que concluo é: já mastigamos muito do exterior, ainda que “engolimos” ao
      nosso grosso modo. Então não vejo a música nacional como ruim. Mas o que podemos fazer se um rapper gosta do que ouve?
      Condicioná-lo a ouvir Villa Lobos..?
      Se seguirmos os exemplos do exterior, temos que aceitar as diferenças. Os EUA tocam tanto rock quanto country. Na Inglaterra
      ainda tocam blues e no Canadá temos cantoras de Jazz. Por que temos que unificar a música nacional e apagar todo o passado?
      Esquecer Cazuza, Raul Seixas, Chico Science só porque não são consagrados fará de nós melhores músicos ou músicos sem
      referências nacionais?

      Obrigado pela oportunidade de debate.

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  • 28/06/2011 - 14:13
    Enviado por: Mauricio

    A jovem guarda não evoluiu como os musicos da “invasão britanica” por exemplo.Como voce mesmo citou, em época de ditadura, esperavam o que musica brasileira?totalmente limitada e “manca”.
    Tivemos uma boa degustação do exterior, mas poucos souberam apreciar e muitos sofreram de azia.
    Acredito que um rapper de São Paulo ou qualquer cidade do país, não aceitaria de “cara” ouvir Villa Lobos, teria que fazer um trabalho de “formiga”, aos poucos.Mas o rap nacional é a mais pura realidade, hoje duvido muito que isso aconteceria a curto prazo, o mesmo vale para outros generos.
    É claro que seria impossível mudar a cultura de um país como o nosso, mas poderiamos amplia-la, pois no geral nossa musica é ruim sim, axé e pagode são uma praga que infestou as rádios, tvs,que as vezes somem, mas depois voltam mais fortes.
    Nosso passado é vergonhoso como também o nosso presente e o que não fez cazuza e afins não serem consagrados, foram os próprios brasileiros do axé e pagode, não os musicos de fora.

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    • 28/06/2011 - 14:54
      Enviado por: Gregor Samsa

      Eu sempre digo aos meus amigos que os Beatles são a melhor banda do mundo por representarem bem a vida de uma pessoa:
      começaram eufóricos (Can’t Buy Me Love), foram experimentando coisas, mudando visual, (Sgt. Peppers) e depois ficaram
      adultos e maduros (Hey Jude). Como eu também disse, a seu grosso modo, mastigamos a cultura deles e absorvemos o que deu.
      A Jovem Guarda também teve seu “ie-ie-iê” e hoje em dia, podem ser considerados um grupo de velhos. Mas o Bussunda deles,
      Roberto “rei” Carlos, tem as músicas mais completas (na minha opinião) do Brasil.
      Será que pagode é tão ruim assim? Tá certo que eu gosto de rock e MPB mas admito que Os Originais do Samba, Bezerra, Jorge
      Aragão, Dudu Nobre e outros são caras que não ouço. Porém tenho que medir bem as minhas palavras.
      Não ligo pro que a mídia promove ou deixa de promover. Concordo contigo quanto a ampliação. Mas a extinção ou proibição
      (o que é proposto na notícia), jamais.
      Pra finalizar, a consagração dentro do grupo que conhece o seu trabalho e é da mesma vertente não é de um todo ruim. Nem
      todos gostam de Cazuza.

      Obrigado.

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  • 28/06/2011 - 15:02
    Enviado por: Eduardo Fabrizzi

    Eu não ia comentar neste posto, mas um trecho me chamou a atenção: “A Jovem Guarda já seguia o exemplo dos Beatles; a Tropicália era a nossa Woodstock tupiniquim”. Gregor: vai desculpando, mas como assim? A Jovem Guarda não seguiu o exemplo dos Beatles, na verdade alguns dos seus participantes fizeram versões ridículas de muitas músicas do Fab Four, no máximo eram uma caricatura muito mal feita e de péssimo gosto. Sobre a Tropicália ser o “Woodstock brasileiro”, também não faz qualquer sentido: primeiro porque os estilos musicais não tinham qualquer semelhança (acho que não preciso falar sobre a qualidade musical das bandas que se apresentaram em Woodstock) e segundo porque a Tropicália foi um “movimento” de intuito pseudo-revolucionário e que não legou qualquer coisa de interessante, eles chamavam mais a atenção pelo visual do que pela música. Particularmente, eu não entro no mérito do gosto musical dos outros, mas também não sou adepto da chata filosofia do politicamente correto. Eu acho mpb, sertanejo, axé, forró, rap, reggae, entre outros, verdadeiros lixos e simplesmente não escuto. Se alguém escuta e gosta, problema dessa pessoa, eu não tenho motivo nenhum para me meter na vida dos outros. Por outro lado, acho que muito dessa “tábua rasa” do gosto musical nacional e de sua produção vem realmente da falta de educação do povo. Infelizmente, no Brasil as crianças não têm oportunidade de conviver com a música na sua vida escolar e assim desenvolver percepções sobre o assunto, então depois que crescem, qualquer porcaria que o mercado martela via TV e rádio acaba virando a “moda do momento”.

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    • 28/06/2011 - 15:09
      Enviado por: Eduardo Fabrizzi

      Só completando meu raciocínio, esqueci de comentar sobre o seguinte trecho: “Querendo ou não, da Tropicália ao Manguebeat, esta é a nossa cultura” -> cultura de quem, cara-pálida? Alto lá, o Brasil é um país muito grande e etnicamente muito diversificado para se afirmar que “movimentos” como a tal Tropicália e o tal Manguebeat representem a “nossa cultura”. Talvez sejam representantes de uma parte da população em determinadas regiões, mas daí a tratar o Brasil como uma massa homogênea e colocar estes ditos “movimentos” como cultura do país é avançar o sinal. Eu, particularmente, não tenho qualquer identificação musical, pessoal e cultural com estes ritmos e posso lhe garantir que várias outras pessoas país afora também não se identificam. Seria que o mesmo que afirmar que a música sertaneja é “nossa cultura”, o que não é verdade, pois pode ser um valor cultural para uma parcela da população em determinados lugares, mas daí a querer abarcar o país todo é ir longe demais.

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    • 28/06/2011 - 19:53
      Enviado por: Gregor Samsa

      Eduardo
      Tudo que eu disse foi de certo modo, a grosso modo. Mas convenhamos: a Jovem Guarda tinha o seu “ie-ie-iê” sim, senhor. Só que ao seu modo. Se era caricato ou não, vai do gosto de cada um.
      Sobre a Tropicália: posso ter exagerado. Mas jogar lama no nome deles? Foi um dos grupos mais brazucas que tivemos.
      Concordo quanto à “tabua rasa”. Porém nem tudo que o povo gosta necessariamente, precisa ser cultura massificada e/ou necessariamente, ruim.
      Cara pálida? Sou negão, rapá (risos). Na boa, quando eu escrevi isto, quis dizer que é a cultura de nosso país, ainda que nós não a cultuemos, seja este “nós” eu e/ou você.

      Obrigado pelo papo e desculpe a demora. Espero que leia isto.

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    • 29/06/2011 - 09:20
      Enviado por: Eduardo Fabrizzi

      Gregor: só para confirmar que li. Sobre a Tropicália, vou discordar, mas faz parte do “combate”. Valeu!

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  • 28/06/2011 - 15:09
    Enviado por: Mauricio

    Foi pouco absorvido por falta de criatividade, nada como os originais.Rollings Stones expressam melhor a atitude rock and roll da época, claro que Beatles foram mais significativos comercialmente e influente também.Talvez 99% da população não goste de rock no geral, mpb também, é uma pena que tenhamos que conviver com lixos sonoros por todos os lados, é no carro que esta ao seu lado com o som alto, no canal que voce muda no controle remoto, nas festas que voce frequenta, enfim, vivemos há anos em uma mistura que não deu em nada.

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    • 28/06/2011 - 19:38
      Enviado por: Gregor Samsa

      Concordo em partes contigo. Poderíamos ter absorvido mais. Mas o que saiu não foi de um todo ruim. Eu penso que foi graças ao Elvis que tivemos o rock. E o Legião Urbana e os Engenheiros do Hawaii os lançaram ao seu modo.
      Quanto à convivência… o que podemos fazer? Não podemos fazer eles (os que não gostam do que gostamos) gostarem do que curtimos.

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  • 28/06/2011 - 16:20
    Enviado por: li

    hahahahah…q disputa!!!!imaginem musica internacional q possamos considerar de boa qualidade para os conterranios podem ser lixo…affzz
    imaginem la fora ao invez de funk é black hahahahahah

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  • 28/06/2011 - 18:13
    Enviado por: mau gaia

    eu sou pró. e digo mais, a punição pra quem for pego ouvindo música ruim é chibatada, algo tipo

    metal melódico – 500 chibatadas
    rock progressivo – 1000 chibatadas
    metal prog – 3000 chibatadas – pq juntar o pior dos mundos merece castigo em dobro.

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    • 28/06/2011 - 18:16
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Então você, que é pagodeiros e ouve música eletrônica, seria condenado à morte… ahahahahahahahahahahahahahahah

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  • 28/06/2011 - 18:17
    Enviado por: mau gaia

    tsc, coxa, você merece o lixo que vc escuta. castigo maior que ficar ouvindo dream theater não há. vc é o tinhorão do rock :P

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  • 28/06/2011 - 18:41
    Enviado por: mau gaia

    eu respeito mutantes. não é o meu trivial, básico e variado, mas respeito. e escuto o MELHOR da black music: otis, sam cooke, stevie wonder, aretha, entre outros nomes. você precisa se informar melhor.

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    • 28/06/2011 - 21:38
      Enviado por: Mauricio

      Ouça “Play me out”, é muito bom, se voce realmente gosta de black music, irá gostar deste disco que é bem soul e o vocalista é cópia malfeita do Cornell hehehe, 4 on the floor é a sua cara, recomendo.

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  • 28/06/2011 - 19:56
    Enviado por: Gregor Samsa

    Pena que o Marcelo Moreira não disse nada sobre o que comentamos… uma pena. Mas ainda bem que tive muita gente com quem falar hoje.

    vlw, pessoal!!!

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    • 28/06/2011 - 22:32
      Enviado por: Marcelo Moreira

      O debate está interessante realmente, mas não tenho nada a acrescentar além do que escrevi no texto que originou a discussão. Parece que a presidente Dilma gostou da sugestão de projeto de lei enviada pelo Combate Rock e pretende editar uma Medida Provisória para proibir a execução de música ruim no Brasil a partir da próxima semana…

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  • 28/06/2011 - 22:14
    Enviado por: Marcos Silverio

    E ontem mesmo falei que faltava humor por aqui, engano meu, piada das boas esta.

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  • 28/06/2011 - 22:27
    Enviado por: Alexandre

    Olha só, acompanhei o debate e concordo que funk não é música, é lixo isso sim, música é composta por pessoas que tocam algum instrumento musical, estou com o Mauricio e o Eduardo. Eletronicos e funk não são música, só servem para desvirtuar os jovens ao apelo sexual, black music vai pela mesma ladeira, só servem para mostrar a máquina de churros que as mulheres tem! Quem entende de música jamais deveria defender barulho tocado por computador, e quem defende isso não deveria postar neste blog, odeio música eletrônica, Funk, Axé, Rap entre outros, uns apela para o sexo e drogas, outros para violencia e baderna incentivando a matança de policiais, outros para o carnaval fora de época que é coisa de vagabundo! O Heavy Metal tem diversas bandeiras de luta e superação, tenho documentários de como o Metal é praticado na India com extremas dificuldades, a música tem que ter amor, dedicação, etc. Música pesada só pode ser feita por quem tem talento, amor, etc. Agora modinhas não tem sentimento algum, além dos que citei incluo o Grunge que foi a rebeldia dos plaboys, que nojo! Deveria mesmo ter esta lei! Valeu galera de bom gosto!

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  • 28/06/2011 - 22:31
    Enviado por: Marcos Silverio

    Ao invés de vir com este papo de pseudo isto ou aquilo e que tudo que não é o seu gosto é uma porcaria, baseado apenas no que você acha. Que tal propor à nossa presidenta e aos parlamentares um projeto para valorização e ensino de artes?

    E ai encara tocar um projeto deste? Propor a educação artística da moçada. Espaço você tem aqui. Quem sabe os “ridículos” não comecem a ouvir Grand Funk e Porcupine, a ler Garcia Marques a curtir um Matisse…

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    • 28/06/2011 - 22:54
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Não tô nem aí com a valorização do que quer que seja. Proibindo a música ruim de ser executada, está bom demais… (risos)

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    • 28/06/2011 - 23:01
      Enviado por: Marcos Silverio

      Então poderia estender o projeto para outras porcarias. Jornais, blogs, textos, filmes e por ai vai. Difícil vai ser sobrar lguma coisa…

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    • 30/06/2011 - 16:23
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Sobraria apenas o Combate Rock, que se tornaria o farol da humanidade.

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    • 01/07/2011 - 04:59
      Enviado por: Marcos Silverio

      opa, modesto… :)

      Mas deixando este papo que já cansou. O Blog é bacana mesmo, só um tanto exagerado às vezes.

      Falando em coisas interessantes. Symphony X novo na praça e já ouviu Amplifier?
      abs!

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  • 28/06/2011 - 22:40
    Enviado por: Alexandre

    Marcos
    Nem é questão de espaço, a música está aí , qualquer um pode seguir teu caminho! A questão é cultural, se forem tocar um projeto de valorização as artes vão seguir a moda para adequar o ensino ao que os jovens ouvem hoje em dia, vão traduzir uma música da lady gaga para interpretação e depois vão querer saber o que a tati quebra barraco quis dizer ao mencionar a marca de fogão Darko, para depois marcar uma reunião com os pais ou nem isso, tocar este projeto precisa de muita opinião de pessoas competentes, e leva tempo hein! Abraços

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  • 28/06/2011 - 22:59
    Enviado por: Marcos Silverio

    Alexandre, a cultura é dinâmica e produto da nossa sociedade. Justificar seu comportamento deste jeito é muleta. Tudo o que você citou ai pra justificar seu ponto de vista, pra mim, não passa perto de arte. E você sabe disto.

    E aqui vale o juízo de valor. Nem mesmo boa parte das bandas de rock merece ser citada. Estudo de música e não de estilo musical. Quem toca qualquer instrumento sabe muito bem disto. O camarada vai aprender a tocar guitarra por causa do fritador daquela banda de metal e sai de lá achando Paulinho Nogueira um gênio. Diz que o pai tá ultrapassado e pira com um Pat Martino depois.

    É complexo isto. O cara passa metade da vida assistindo Faustão e louco pra passar o carnaval na Bahia atrás de um trio elétrico. O conhecimento a gente constrói, mas nem todo mundo tem oportunidade de ter contato com as coisas bacanas.

    Só pra dar um exemplo. Fiz um trabalho tempos atrás com um pessoal do sertão da Bahia. Do que eles ouviam a Ivete Sangalo era o máximo que eu conhecia. Quando o trabalho acabou um deles me pediu pra gravar um cd com Symphony X e Thin Lizzy que eu ouvia no carro e ele tinha gostado…

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  • 28/06/2011 - 23:17
    Enviado por: Alexandre

    Marcos
    Marcos, desculpa, mas tenho que discordar de vc, não é muleta, é a verdade, as instituições em geral pregam a desinformação, preferem mencionar o chimbinha na guitarra ao Helcio Aguirra por exemplo! Quem vc acha melhor? E acredito que muitas bandas de rock merecem se citadas sim, até por não ter apoio de mídia, é fácil com jornal e a tv por trás né não? Vai pesquisar o que o Golpe de Esstado passou o Salário Mínimo, Harppia, Chave do Sol entre trocentas outras bandas de enorme valor no nosso cenário tupiniquim! Não acredito que as pessoas que pretendem realmente aprender música passam a metade da vida como vc diz assistindo ao Faustão, quem aliás nada tem a ver com aprendizado de música, acredito que cada um segue tua trilha, mas a qualidade a gente sabe que vem do rock, e outra coisa, se voce fez este trabalho no sertão da Bahia com de Ivete Sangalo e depois pediam para gravar com Symphony X e Thim Lizzy só endossa tudo o que eu disse no post anterior e agora eu que digo – VOCÊ SABE DISSO! Abraços!

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    • 30/06/2011 - 12:53
      Enviado por: Marcos Silverio

      E ai Alexandre

      Então, a muleta é sobre dizer que o problema é a cultura, a sociedade. Estas coisas de transferir o problema para outro. Não quero ser o salvador da pátria longe disto. Na verdade eu nem ligo para o que não gosto e só sinto uma pena de tante gente goste de tanta porcaria.

      A questão da manipulação das instituições, tvs, governo etc é bem complexa. O pessoal consome lixo (tv, música, literatura etc) porque isso é vendido à eles, porque estas instituições mantêm este pessoal na ignorância total e por ai vai. Mas vamos deixar este papo sociológico para os entendidos…

      Quem eu acho melhor? Bem pra falar a verdade a única vez que vi o chimbinha foi no barbeiro quando fui cortar o cabelo mas deu pra perceber que ele não sabe o que faz. Mas a banda Calypso é um sucesso na terra deles e usou um esquema muito bacana para vender discos na rua. ponto! Musicalmente não me interessa, mas tô me lixando pra música deles e para quem curte.

      Sobre as bandas de rock nem serem citadas, minha opinião, 90% das bandas de metal são cópias de outras e por isto irrelevantes musicalmente. As que você citou são todas bandas bacanas que sobraram de um universo 1000 maior de bandas da mesma época, mas mesmo assim o rock é um nicho. Não imagino meu vizinho pagodeiro cantarolando Black Sabbath.

      A música é um produto que as gravadoras empurram goela a baixo via tv, rádio etc. Arte é outra coisa. Por isto continuamos ouvindo bandas antigas, música clássica etc. O que era pop ficou pra trás para dar lugar a outra moda.

      E o que eu disse sobre o cara passar metade da vida assistindo Faustão é um fato. A população brasileira é educada pela televisão, assistindo o que há de pior, mas podre culturalmente, mais bizonho. Esse cara não vai ter educação nenhuma, nem musical, nem qualquer outra que preste. Não disse que quem quer estudar música veja televisão para isto. Acho que você não entendeu o que eu escrevi sobre isto.

      Sobre o rock de qualidade, repito muita coisa é ruim, como em tudo. Mas há qualidade também na música sertaneja (do sertão), no baião, no jazz, na mpb e por ai vai. Aqui acho que há um engano que todo mundo comete nos comentários. Uma coisa não é boa só porque você gosta e nem é ruim pelo motivo contrário. Uma banda pode ser muito competente musicalmente mas o estilo não te agrada. Isso não faz dela uma coisa ruim.

      Por exemplo, não sou fã (não tenho uma música gravada) do Jackson do Pandeiro mas acho que o cara é foda além de muito engraçado. O mesmo para a Helena Meireles. Mas também odeio stratovaius, halloween, gamma ray, blind guardian, não acho que seja ruim, mas não consigo ouvir.

      Sobre a ivete sangalo, não fiz um trabalho para ou com ela. Os baianos que estavam comigo é que ouviam suas músicas até eu chegar com rock na parada.

      Putz, escrevi demais.
      abs!!

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  • 28/06/2011 - 23:21
    Enviado por: Marcos Silverio

    ai vai um texto curto e interessante
    bom gosto x mau gosto – o preconceito musical através dos tempos. Na revista da cultura

    http://www.revistadacultura.com.br:8090/revista/rc32/index2.asp?page=capa

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  • 28/06/2011 - 23:34
    Enviado por: Alexandre

    Marcos
    Achei interessante o texto, mas mais uma vez endossa o que disse, lá foi mencionado o Luiz Caldas, que tentou gravar um cd de Metal, pintando o rosto e tudo mais, depois que passou a fase de Tieta e não consegui mais vender ele tentou veder seu peixe para os apreciadores do Heavy Metal, assim como o Robertinho do Recife com seu Metal Mania, se pesquisar no you tube vc confere ele tocando Two Minutes For Midnight do Iron Maiden com Pepeu Gomes e Baby Consuelo nas tribunas, inclusive ele oferece o som do Iron a ela, na verdade eu entendo eles, o som pesado tem seguidores fieis e eles tentaram conquistar, mas não é tão simples assim!

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    • 30/06/2011 - 16:32
      Enviado por: Marcos Silverio

      Alexandre, não achei esta informação no texto. Luiz Caldas tem um projeto para gravar discos de diversos estilos entre eles o “rock pesado”, seja lá o que ele quer dizer com isto. Mas não diz que quer conquistar os apreciadores de heavy metal etc. Inclusive acho que seguidores tá mais pra religião, mas isto é problema de cada um. E se há um tipo de cara que não interessa é o deste tipo de apreciador, que é ingrato e ciumento. Veja o que falam do Sepultura, Metallica etc. As bandas evoluem e os “seguidores” continuam parados no tempo acreditando que o cara explode ovelha, come morcego, passa a mão na b. da freira e por ai vai.

      Cara, você deve saber que a grande maioria dos músicos das bandas que acompanham os sertanejos, axés etc são músicos profissionais (ganham a vida com a música) extremamente talentosos e que aceitam tocar este tipo de música como você aceita qualquer trabalho. Afinal todos precisamos colocar comida na mesa. Se o Robertinho do Recife e o Pepeu Gomes, que são grandes instrumentistas, curtem o Iron que mau há nisto? Há um sertanejo muito famoso que admitiu que só toca isto porque vende e que em casa só ouve metal. Claro que há um quê de auto afirmação, do tipo, eu toco axé mas gosto é de prog metal. Se tiver oportunidade veja a passagem de som destes caras…

      Tive um professor de guitarra fantástico que abandonou as aulas depois de ganhar um concurso para estudar num conservartório na Itália. Quando voltou aceitou participar de uma banda de axé para pagar as contas. É a vida.

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  • 29/06/2011 - 04:09
    Enviado por: Fernando

    Acho excelente, jamais teria que aturar o Almah ou qualquer outra chatice derivada do Angra.

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  • 29/06/2011 - 10:50
    Enviado por: Daniel

    Smiths , uma das piores coisas de todos os tempos. funk carioca, pagode, sertanojo nem entra. Por definição, são uma porcaria.

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  • 29/06/2011 - 15:22
    Enviado por: laksdj

    os beatles eram o restart da época
    claro que eles sabiam usar os instrumentos musicais mas enfim…

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  • 29/06/2011 - 15:37
    Enviado por: HUM...

    COMPARAR BEATLES COM RESTART, VC FORÇOU HEIN
    NEM EM FAMA, NEM MUSICALMENTE VC PODE FALAR ISSO.
    O RESTART TD BEM É UMA BANDA QUE ADLESCENTES COMO VC DEVEM GOSTAR, MAS A FAMA QUE ELES TEM É SOMENTE COM UM GRUPO RESTRITO DE PESSOAS E OS BEATLES EU NEM VOU FALAR… PRO FAVOR FALEM POR MIM E ENSINEM ELE POR FAVOR!!!

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  • 29/06/2011 - 19:36
    Enviado por: li

    qm escuta axé,pagode,bla,bla bla, não dormem,nem comem na casa de vcs!!!criar lei pra musica ruim…num pais desse???faça-me o favor…criem lei dentro de suas casas!!sonhar nao paga imposto….

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    • 30/06/2011 - 11:52
      Enviado por: Lucas Ramos

      O pessoal da Bahia é feliz ouvindo axé, assim como os pernambucanos ouvindo
      forró, os do Maranhão, reggae, os paulistas misturando tudo que á de “pior”(incluindo os black, trash, speed, ou sei lá o que mais “mÉtal” da vida)……

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    • 30/06/2011 - 12:50
      Enviado por: Renato B.G

      infelismente ha quem se alegre com bem pouco, Metal é para pouco e bons

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  • 30/06/2011 - 09:15
    Enviado por: Renato B.G

    Essa proibiçao seria fantastica, nunca mais Roberto Carlos na TV!!

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  • 01/07/2011 - 11:33
    Enviado por: Alexandre

    Marcos Silvério
    Concordo, mas se o Luiz Caldas resolveu gravar um disco de Rock Pesado entendo que é para ganhar este público! Agora se ele vai vender bem ou não eu não sei, o que posso dizer é que não sou fã dele e não compraria! Também não concordo que devemos aceitar como evolução o que Sepultura e Metallica andaram produzindo! Considero o Beneath the Remains infinitamente superior ao Roots! Considero …And Justice for All idem em relação ao Load por exemplo, se vc acha que isso é parar no tempo, o que eu posso fazer? Eu gosto de música boa, mas não parei no tempo, o Anthrax voltou com o Beladonna por exemplo já disponibilizaram material novo e achei ótimo, estou acompanhando a realidade, não fico só escutando os discos antigos, embora eles nunca vão ficar desatualizados! Sobre colocar comida na mesa, concordo que isso é necessidade de 1° grau, tem total prioridade! Também trabalhei com pessoas bem profissionais, estudei canto com o professor Beto Barros, que trabalhou com Rita Lee, Mutantes e Orquestra Sinfônica de S.P. eu detesto Mutantes e ele também não era muito fã não, mas teve que trabalhar! Esta troca de idéias está de alto nível, que é o espírito deste blog! Ainda bem que você sabe discordar sem ofender! Abraços!

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  • 01/07/2011 - 11:59
    Enviado por: Alexandre

    Lucas Ramos
    E vc deve ser acéfalo

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  • 01/07/2011 - 16:05
    Enviado por: Alexandre

    Marcos Silvério
    Valeu cara! Diz aí Marcos, vc também curte disco de vinil que nem eu o Maurício e o Eduardo que também postam aqui? Abraços!

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  • 04/07/2011 - 23:54
    Enviado por: torres

    Música ruim é uma droga, e quem gosta disso deveria se drogar sozinho.Como faz quem ouve Pagode,Brega,Tecno-Melody,Breganejo,Funk e outras bizarrises da música nacional.Mas indempendente da cultura e da educação do povo a mídia tem uma parcela de culpa quando divulga esses sons, que aliena a massa, mais em contra partida engorda os cofres dos empressários. A elite agradece a ignorância do povo. Solta o som DJ.

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  • 16/07/2011 - 03:08
    Enviado por: Segovia

    Que tal uma lei sobre Blog ruim ?????

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  • 18/07/2011 - 06:03
    Enviado por: Segovia

    hahahahaha, gostei dessa…. ta melhorando afilhado do governador

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