Música eletrônica é barulho, não é música
- 17 de janeiro de 2011|
- 8h30|
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Categoria: comportamento
Marcelo Moreira
Música eletrônica não passa de barulho, e DJ pode ser tudo, menos músico. Aparentemente não há muito o que discutir sobre as duas máximas, mas há gente que insiste em brigar com os fatos, em espancar e torcer a realidade.
Os recursos eletrônicos sempre foram levados em consideração a partir do momento em que se inventou o abominável sintetizador, no finalzinho dos anos 60, trambolho barulhento que encantou gente decente como George Harrison (Beatles) e Pete Townshend (The Who).
Quando usado de forma inteligente e criativa, sem abuso, o sintetizador foi bastante útil, como nas trilhas sonoras compostas por Harrison e nas obras-primas do Who “Who’s Next” e “Quadrophenia”. Infelizmente, por outro lado, foi responsável por algumas das maiores porcarias já feitas dentro do rock.
Por que essa discussão surgiu? Por dois fatos isolados. Um deles foi uma antiga entrevista de Edgard Scandurra, guitarrista do Ira!, uma extinta revista de música pop a respeito do Benzina, seu projeto paralelo dos anos 90 com forte influência da música eletrônica.
Um amigo músico, ex-roqueiro e maluco por novas tecnologias, mas com gosto musical turvado pelas próprias porcarias eletrônicas que anda ouvindo, fez referência em uma festa ao fato de Scandurra ter feito elogios às possibilidades criativas a respeito da música cibernética e artificial, feita por máquinas.
Para azar de meu amigo, ficou sozinho na defesa da “música eletrônica” na roda de amigos na área do churrasco. Foi massacrado por gente inteligente e que tem discernimento e que não se contenta com barulhos artificiais de computadores e sintetizadores.
O outro fato que suscitou esse texto foi uma acidental passagem por um fórum roqueiro de discussões na internet, vinculado a uma revista, em que alguém foi igualmente massacrado por elogiar o trabalho da dupla de DJs MixHell, formada por Iggor Cavalera, ex-baterista do Sepultura e atualmente no Cavalera Conspiracy, e sua esposa, a artista plástica Laima Layton.
Assim como qualquer outra trilha de danceteria, o trabalho do MixHell é forrado de barulhinhos eletrônicos irritantes, tem o som artificial de baixo estrondoso e ensurdecedor e sua “trilha melódica” é repetitiva e anódina, como convém às pista de dança. Ou seja, pode ser tudo, menos música.
Respeito demais o trabalho instrumental de Cavalera. Com certeza ainda é um dos mais importantes bateristas de heavy metal, criou um estilo rico e técnico, com peso e velocidade que viraram referência no estilo. A migração para o barulho eletrônico chocou os puristas.
Se a música eletrônica “amplia os horizontes criativos e as possibilidades musicais”, como acredita Edgard Scandurra, então não é o caso do próprio Benzina e muito menos do MixHell, cujos trabalhos, vamos dizer assim, estão bem abaixo das qualidades musicais que o guitarrista do Ira! e Cavalera sempre apresentaram em suas carreiras.
Boa parte dos músicos consagrados e mesmo os de apoio costumam ser diplomáticos ao falar do uso de elementos eletrônicos em seus trabalhos, mas simplesmente ignoram o que conhecemos por música eletrônica, aquele barulho artificial e insuportável das pistas de dança.
Alguns aceitam que produtores criem arranjos com base em barulhos de computador, outros até brincam com os mesmos barulhinhos que os DJs e os incluem de forma discreta em seus trabalhos. Mas são poucos os artistas sérios que realmente fazem uso desses recursos de forma explícita e escancarada.
Dois gigantes do rock cometeram trabalhos péssimos nos últimos 20 anos, seduzidos pela suposta “modernidade”. Eric Clapton escorregou feio com “Pilgrim”, de 1998, CD no qual suas guitarras foram soterradas por arranjos eletrônicos e barulhos artificiais.
Jeff Beck, outro gênio da guitarra, caiu na armadilha e gravou os insuportáveis “Jeff”, de 2001, e “You Had It Coming”, de 2003, sendo que já flertava com o estilo em 1999 no álbum “Who Else!” Beck gostou do resultado de sua ousadia, mas os fãs não. O jeito foi voltar ao rock, ao blues e ao jazz para gravar “Emotion & Commotion” neste ano.
É possível ficar dias e dias colhendo exemplos para torpedear o barulho eletrônico. Quem gosta deste tipo de música se contenta com muito pouco. Isso não é música, e DJ não é músico, é um tocador de CD. No máximo, animador de festa. DJs é uma profissão como outra qualquer. Os DJs que acham que são artistas não podem ser levados a sério, em minha opinião. São o que são, o que já é demais.
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Benzina, Edgard Scandurra, Eric Clapton, George Harrison, Iggor Cavalera, Jeff Beck, Laima Layton, MixHell, música eletrônica, Pete Townshend
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Se não sabe de musica fica no seu mundinho de jornalista alienado !!
Você nem sabe ler, onde ficaria então? Na caverna asquerosa onde vive?
Olá amigo, sinto lhe dizer que infelizmente o senhor está completamente enganado sobre tudo que falou a respeito da música eletrônica.
Famosa pela versatilidade, a emusic sofre mutação quase que diária e possui também raizes e vertentes, assim como o rock, forró, axé ou samba.
O brasil, ainda é um país contaminado por pessoas desse seu tipo, preconceituosas e desinformadas, que falam coisas que não são de seu conhecimento.
Música eletrônica, faz parte do seu dia-a-dia sem que você perceba.
Existem grandes festivais e clubs espalhados pelo mundo inteiro e criou-se uma cultura eletrônica associada a liberdade de expressão.
O que seu texto falou sobre a e-music foi o mesmo que eu falasse que o rock é ridículo, citando como o exemplo o RESTART.
Não irei entrar no âmbito de processo de producão e tecnologias associadas ao eletrônico.
A MÚSICA ELETRÔNICA ESTÁ GANHANDO O CENÁRIO MUNDIAL… FORÇA, MUITA FORÇA…
E energia positiva pra todos vocês
Sem mais…
Obrigado pela mensagem ponderada e sóbria – e pela paciência em escrever sobre o assunto.
É realmente impressionante como pode uma pessoa pessoa que se considera tão inteligente ser tão preconceituosa e ignorante!
Você como jornalista escrever uma matéria deste tipo, mostra como você não está apto para esta profissão.
Você já pensou como seria se todo mundo resolvece bombardear aquilo que não gosta? Respeitar a preferência das pessoas é primordial para um jornalista, eu detesto rock, isso sim acho um barulho, e nem por isso vou discutir com quem gosta, porque cada pessoa tem um gosto diferente (graças a deus)!
Para mim, você não passa de um pseudo-inteligente, e isso ficou bem claro nesta matéria.
Só mais algumas informações de utilidade pública:
Respeitar é preciso;
Saber colocar seu ponto de vista é primordial;
Gostar de rock, ser feio, usar boina, ser morena, ler livros, assistir filmes antigos, não é sinônimo de inteligência;
Gostar de música eletrônica, ser bonito, usar boné, ser loira, ver televisão, assistir filmes cheio de efeitos especiais, não é sinônimo de burrice;
Idade não é sinônimo de maturidade;
Simplicidade não é humildade;
E diversidade é um fato!
Você é uma pessoa incapaz de respeitar a opinião dos outros. Crítica para gente como você é ofensa. Então não dá para levar você a sério.
O mundo cada vez mais infestado de dogmáticos com sua verdades absolutas.
“Don’t you tell me how I feel
Don’t you tell me how I feel
Don’t you tell me how I feel
You don’t know just how I feel”
(Nine Inch Nails – I Do Not Want This)
sobre música , se critica ajudasse a vender disco calipso não era sucesso . Segundo vc escreve sobre esse assunto sem embasamento nenhum é apenas a sua opniao terceiro vc ganha uma marreca pra fala mal de todo mundo. Amigo vai da uma pesquisada a mais e abrir sua mente ou afinar seus ouvidos pra ver se vc fica menos alienado.
O nome do blog. Combate rock. Musica eletronica: lixo. Dj: artista? Nunca. Abracos a todos, tambem co,mpartilho a mesma opiniao do autor e nao tenho o minimo respeito a esse tipo de lixo musical. Gosto e’ gosto. Eu odeio.
Seus comentários provam que não tem conhecimento sobre o que fala. Desprezível e medíocre seu texto!
É lamentável ver que com tantos assuntos de maior interesse tanto dos profissionais de jornalismo, quanto leitores, ver um cidadão que se diz jornalista gastar seu tempo, sua influência, e ainda por cima desperdiçar sua profissão em julgar algo que é particular. Música eletronica não foi feita para todos, mais sim para quem curte. Não é obrigação de todos ouvir, gostar, ou aguentar o gênero. É algo que ta disponível, para aqueles que queiram curtir, assim como quase tudo nessa vida. É deplorável ver alguém usar da sua profissão para agredir um gosto alheio, que só incomodará caso o mesmo procure. Se você não gosta, lamentamos, mais a partir do momento que você usa sua profissão com intenção de difundir seu gosto pessoal, e manipular o gosto alheio é baixo, imoral, mostra que você não tem competência para assumir tal profissão. Pois a razão do jornalismo, é informar o ser humano, e não difundir opiniões próprias dos profissionais. Drogas estão expostas, armas estão expostas, prostitutas estão expostas, igrejas estão expostas, mais nem todo mundo no mundo é drogado, assassino, pagão, ou crente. Escolhe o que quizer, quem quizer. Fica aqui a minha opinião quanto a você, que pra mim não passa de um amador, que não consegue matérias de interesse social, entao buscou causar impacto com essa matéria como estragégia.
Caro Marcelo Moreira, sua opinião está para a música assim como ” ler-faz-mal-prás-vista” está para a literatura.
Parece um fanático religioso defendendo sua doutrina, amigo a melhor música mundo e a sua e aquele que te faz bem, simples. Seu comentário deixou a entender que um bando de rockeiros fracassaram na música eletrônica. Pergunta para uma pessoa que escuta jovem guarda o que ela acha do rock, vai ouvir a mesma opinião vazia.
Uhh alguem nomeou voce o delimitador do que e ou não e musica, ou isso e so a expressao da vontade de ser ? Seguindo sua logica de expor “maximas”, que na verdade não passam da sua propria opiniao junto com a opiniao de mais alguns outros musicos, isso me parece carencia. Agora voce ja teve um pouco de atencao e pode ir explorar e estudar, não que voce tenha que mudar seu gosto musical, mas para não passar o papel ridiculo de nessa altura da vida querer impor verdades tiradas da sua propria mente.
Quanta ignorância.
Triste ver um jornal desse peso dar espaço pra alguém que sequer tem noção do que fala.
#chacota
Meu amigo, que desespero esse teu texto. Quanta falta de informação. Todos os itens que você usa são equivocados. As bandas e artistas de rock que vc citou são leigos e foram flertar com a e-music e fizeram álbuns pobres por total ignorância do gênero e aí se tornaram tão principiantes quanto aqueles meninos q começaram uma banda de rock ontem. A qualidade e evolução vem com o tempo. Vejo no seu texto um cara saudosista e recalcado pq o rock perdeu poder e espaço para a música eletrônica. E movimenta hoje tanta gente, sentimento e dinheiro como o rock um dia movimentou. Não acho q djs são músicos, mas são uma espécie de regentes, o q é um trabalho artístico tb. A grande diferença é q na música eletrônica se respeita todos os outros gêneros, diferente do puristas do rock. Antes de escrever um texto desses, informe-se um pouco. Saia do seu mundinho, abra sua mente e acima de tudo, respeite pra ser respeitado. Abs
O melhor comentario foi o que singelamente questiona como um veiculo dessa estatura se deixa queimar por um artigo fetal como esse, pré nascituro.
Caro Marcelo Moreira. Eu odeio rock. Ver e ouvir musica pelo prisma de habilidades fisicas individuais especificas como o dedilhar de uma guitarra nunca me foi o suficiente. O espaco preenchido pela musica nao precisa ser limitado pelos sons organicos diretamente produzidos pelo ser humano. Meu ouvido, nascido em 82, rapidamente assimilou as infinitas possibilidades de preenchimento e composicao que a instrumentacao eletronica comecava a oferecer para a historia da musica. Nasci naturalmente inclinado pela musica eletronica. Você, nao.
Ateé ai, poderiamos tomar uma cerveja e ser grandes amigos, com prazer. Mas a partir do momento que alguém se deixa levar por tao extrema ignorancia, e ainda leva consigo um jornal dessa estatura, prefiro passar longe. Explico: taxar toda a musica eletronica como nao artisica, para um profissioal do seu nivel, é medonho. Mas voce provavelmente ignora o trabalho recente de babacas como Anish Kapoor ou David Lynch. Talvez só saiba mesmo dizer em que ano mudou a formação original da banda X. Sem arte, nem esperança. Aproveite sua aposentadoria, nada melhor lhe acontecera.
Abs
Cara, vc sabe q é um jornalista de 2ª linha,. Escrever besteira foi a estratégia q vc aparentemente escolheu pra sair do limbo profissional. Seu empregador não sabe q vc é tão desinformado q ainda acha q dj toca cd. Uma vergonha quem te dá emprego.
Gente, quanta abobrinha e preconceito. Que visão limitada e turva do que é música. Se estivéssemos no início do século XX, certamente estaria escrevendo essas bobagens sobre música dodecafônica de Schoenberg. Ou dizendo que violão jamais poderia ser um instrumento de orquestra. Ou, se este blog fosse escrito em meados dos anos 50, quem sabe até dizendo que rock é música de negros e marginais, sem qualidade erudita e que degeneraria a estética da música.
Triste e lamentável.
Cara, na boa. Suas afirmações a respeito da musica eletronica e sobre o DJ são tão absurdas e preconceituosas que,sinceramente , não expressa a opinião dos apreciadores do bom e velho rock n roll. Em todo estilo musical tem porcaria… Generalizar todo um estilo considerando apenas algumas produções, é, no mínimo, imbecil… Pense nisso. Agora já pode ir assistir ao BBB, seu alienado! Canisso
Vergonha alheia…
Coloque um fone de ouvido e se feche.
Você ouviu alguns roqueiros “lixo” tentando usar elementos eletrônicos em um estilo “lixo” e botou tudo no mesmo saco. Engraçado é ouvir arranjos eletrônicos e assim julgar a MÚSICA ELETRÔNICA como um todo. Já ouvi muito rock lixo, mas, nem por isso acho que tudo ou qualquer coisa que venha do rock é lixo. Realmente pesquise, ouça o máximo que conseguir. Tem muita música eletrônica ruim, mas, tem muita coisa boa também.
A sua frase “Fazer música eletrônica eu também faço, se eu quiser, na pequena mesa de som disponibilizada em meu iPhone, graças a um programinha interessante que simula uma mesa de som de quatro canais.” soa como piada. Você acha que música eletrônica consiste só nisso? Já viu quantos canais e elementos compõe uma música eletrônica de verdade? Com certeza não, pois, você usa aqueles tapa-olhos para cavalos e a única que vê é uma guitarra distorcendo e uma bateria.
Nunca ousaria a escrever um artigo lixo, criticando algo que sequer conheço o suficiente.
Lamentável…
Amigo, acho que existem formas de ganhar dinheiro que exponham menos a sua ignorância sobre um determinado assunto. Pensa nisso, pois foi tanta, que nao é nem necessário contra-argumentos. Uma queimação para o veiculo. Enfim. Sorte pra vc.
Entendo que criar um blog para defender ou teorizar alguns conhecimentos é válido, devido a liberdade de expressão… Mas vai toma um banho, cortar o cabelo, usar menos preto e camisas de bandas… Isso tá te alienando! Woodstock já acabou faz tempo… Pesquisa a cultura envolvida antes de criticar expondo essa opinião sem pé nem cabeça. O mundo tem espaço pra todos, inclusive pra pessoas mediocres e alienadas feito vc! Parabéns pelo blog, mas não pelo tema abordado.
Agradeço pela mensagem. Acredito que você exagera na crítica, tornando-a sem efeito. Ou você não entendeu o espírito da coisa ou está dando uma importância muito maior do que o texto e o conceito manifestam. Em nenhum momento eu digo que não deve existir ou que tem que acabar ou coisa que o valha. Apenas e tão somente digo que é ruium, que não gosto, que não é música e que DJ não é músico. Qual o problema??????
Quanta Ignorancia escrita aqui ei!
Julio, que belas palavras! Era tudo que eu queria dizer!
Conceito formado a partir de idéia fixa, preconceituosa, medíocre e mente fechada. Achar que um som, só por ser proveniente de sintetizador, não produz música é totalmente idiota. Saiba que o som característico de uma guitarra não é nada mais que uma “tradução” eletrônica da vibração da corda! Ou seja, sintético! Teorias puristas só servem para os próprios apreciadores! Não significam verdade alguma. Não é porque uma certa maioria massacra um indivíduo com afirmações, que se torna verdade o que diz. Unanimidade não significa verdade!! E quem realmente entende de musica, a percebe até em maquinas não destinadas para tal. Numa conversa pessoal eu simplesmente ignoraria um defensor de absurda teoria.
nao perdi meu tempo lendo essa merda mais so pelo titilo da materia, da para perceber a tamanha ignorancia da pessoa q escreveu
Marcelo, teu artigo me deu muita preguiça de gente como voce, que demonstra tanto conhecimento absoluto dentro de uma caixa de fosforo.
Este texto demonstra um dos maiores problemas da internet, qualquer ignorante tem espaço pra escrever o que quiser… vai estudar um pouco antes de empilhar besteira em cima de besteira, me deixou de cara quente… abraço
Essew maluco naum sabe nem o que eh a coneitualizaccao de musica
Sua verdade é tão absoluta que vai mudar o cenário musical mundial!!! Ui!!!
Patético!!!
Seu texto é fraquíssimo em elementos de contextualização, sua pesquisa para reforçar sua opinião com mais contundência é bastante rasa, senão totalmente, e a difusão de idéias a partir de uma ótica subjetiva, o descaracteriza em seu posto de formador de opiniões. Acredito ser bastante saudável debater opiniões alheias, mas da forma como propôs incitou tudo aquilo que está negando. O que Me ficou claro a partir do que li em seu texto é que vc simplesmente demonstrou algo que desconhece, que não possui capacidade argumentativa e que defende somente uma paixão, sem o uso de reflexão técnica ou teórica. Elementos esses que Me
fazem pensar qual o motivação pra que pessoas permitam que você escreva em um veículo supostamente sério. E isso não é papo de politicamente correto, mas você deveria saber a sua posição de formador de opinião e, assim, ao menos, dar respaldo a isso. Me parece, como você mesmo mesmo apontou uma
hora, que isso não passa de um papo de churrasco com um monte de gente que defende uma mesma opinião, achando que domina algo a ponto de execrar o restante. Tem algo que é pior do ser um lixo, ser uma perda de tempo e pensei por várias vezes em não exprimir minha opinião por pensar que seu ceticismo o torna uma perda de tempo (assim como seu texto). Gosto muito de rock, mas perdeste a oportunidade de um novo leitor ou mesmo vários!
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Esse texto soa como um ultimo suspiro frustrado de alguem que se deu conta que o rock morreu.
Quanta ignorancia e preconceinto nesta materia.
Verdade, Black Metal e gutural que são música e não barulho… #ironic
Vc deve ser o tipico musico frustrado que decidiu virar critico e jornalista de musica ( isso acontce com 90% de pessoas da sua area) alguns acabando virando DJ ( por ser hype ) e outros esse lixo igual a vc! Que fala fala fala, quer dizer, escreve, escreve, escreve mas sem principio nenhum! Vai estudar amigo, vai se informar, tente conhecer algo alem de Beatles ( ñ que seja ruim, pelo contrario, genial!), mas vc ñ passou da liçao n1 pelo jeito.
é lamentável que ainda aja gente retrógrada e que faz de seu gosto pessoal uma verdade irreal. Me dei o trabalho de ler até o fim do texto, só pra confirmar o quanto é raso, rasteiro,sem fundamento e de quinta categoria.
Po é deploravel ver isso publicado em um blog a gente se esforça ao maximo para fazwer uma cena eletronica descente estou estudando música para produir musica de qualidade ai eu vejo um post como esse eu acho que o minimo que deveria ter e respeito pela classe da musica eletronica P Temos artistas que sempre batalharam pra chegar o que e a cena hoje Alexander Hey Hunt. Rodrigo Torres Wellpunisher Gui Boratto e foda ver um post assim deem uma pesquisada sobre o trabalho do Spyzer Live eles sao musicos e trabalham com musica eletronica acho que deve se. Respeitar a classe dj musica eletronica nao e. Barulho.
Senhor, procure saber mais sobre o que um DJ faz. Procure entender no que consiste a técnica.
depois eu volto para uma conversa educada, longe deste agressivo texto.
Marcelo Moreira…coitado, não tem noção das bobagens que fala!!!!!!!!
Todos tem uma referência errada de musica eletrônica!E não sabem que ela e mais antiga que o rock! A guitarra foi inventada 50 anos depois do primeiro instrumento a produzir musica de forma eletrônica o colossal o famoso (Telharmonium) que pesava até 70 toneladas o modelo mais sofisticas isso no fim do seculo 19.
Mas era tocado por musicos de verdade, nem existiam alto falantes usavam a linha telefônica para reproduzir o som em restaurantes e ambiantes públicos.
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O homem sempre tentou criar musica de forma eletrônica ou mecânica! As caixinhas de musicas são um bom exemplo de tocadores automáticos no passado como fazem hoje os computadores e sequenciadores MIDI.
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O sintetizado!! Não e um instrumento abominável!Ele e o máximo da evolução sonora na criação de sons inexistente que e impossível no mundo acústico.
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Todo instrumento seja acústico percussivo ou eletrônico mau usado faz musica ruim.
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Computadores hoje como instrumentos musicais.
Dês de que inventaram o primeiro computador o homem já quis fazer musica com ele.
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Porquê a musica com rítimo e batida que mais seduz as pessoas!
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Somos quase todos descendentes dos africanos, e nosso primeira forma de produzir musica com instrumentos, foi a percussão!Isto existe até hoje em tribos africanas e índigenas no mundo .
E uma coisa que esta nos nossos genes.E musica percussiva rítimica marcada, como e Musica eletrônica de Hoje Mexe com nossos instintos primitivos mais fortes.
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musica eletrônica e ruim ou boa?
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Gosto depende da cultura e até da genética da pessoa temperamento e comportamento!
As pessoas que são criadas em ambientes de musica clássica e a detestam, a outros que são criados em ambientes de musica popular básica e adoram musica clássica.
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O que é ruim para os ouvidos de um e uma maravilha para outros!Mas a educação musical pode mudar isso.
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Musica eletrônica melodica e bem feita Exite sim mas esta na surdina.
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MUSICA eletrônica boa?Isso depende do artista de musica eletrônica que você se refere! Artista como Vangelis, Kitaro e Jean Michel Jarre estes já produziram musica eletrônicas com muito sentimento e melodia, seja ela viajante ou de euforia ou calmante. Musica que muitos dizem não ser musica eletrônica? Mas hora bolas são musicas que utilizam massivamente sons de sintetizadores sequênciadores analógicos e digitais!
Como não pode ser musica eletrônica!
Ai vem o conceito que as pessoas colocaram na cabeça,que musica eletrônica e aquela musica que toca em boates baladas e com o famoso tunzs , tuzss, tunzs.
Errado!! Mas e a forma mais disseminada do gênero hoje,as baladas.Então todos acham que e isto.
>>
. Não ia mudar nada se existisse ou não os sintetizadores e computadores para produzir musica. A musicas ruim iria ser feita do mesmo jeito em violões acordeons instrumentos percussivos tanto faz.
Isso não e um fenômeno dos dias atuais,converse com um velho antenado em musica que ele vai te mostrar.
Música eletrônica é um lixo. Simples assim.
Todas as musicas que voce postou sao ridiculas..
Eu gosto muito de musica eletronica, mas eletronica, nao modinhatronica.
David Guetta, Crookers, esses caras me envergonham, pra mim eles produzem lixo, nao musica.
Mas esperimente ouvir musicas realmente eletronicas, ou melhor melodias eletronicas.
Peço que ouça alguma musicas, que sao eletronica raiz, sao musicas de verdade:
deadmau5-Faxing Berlin
Above & Beyond-God For Me
Above & Beyond-Indonesia
deadmau5-Not Exactly
Tiesto-Elements of Life
Above & Beyond-Prelude
Essas sim sao boas musicas eletronicas,
Esqueça essas que postou isso nao é musica. Veja essas que eu comentei
Agradeço, mas passarei longe desas coisas ruins que você mencionou. Respeito sua opinião, mas lamento profundamente. Música eletrônica, qualquer uma, é um lixo imenso.
Marcelo Moreira
vocÊ pode até achar a cena eletronica um lixo!!!
quase 50 anos que está aí,mudando o conceito sobre musica..
mas se é oq ta rolando,quem é você pra criticar?
como tem gente que não gosta de musica eletronica,tambem há os que acham o rock um lixo!!
Se quiserem uma ótima fonte de musicas eletrônicas vai a dica, http://www.130bpms.com
Todo dia uma nova música é adicionada, dj sets dos melhores do mundo, videos e tudo sobre House e Progressive House.
Abraço e espero que seja útil a todos!!!
Mas fica muito fácil provar que eletrônico é uma merda citando só roqueiros que se aventuraram pelo gênero.
Concordo que existem raríssimas pérolas num vasto oceano de merda eletrônica, mas desmerecer o gênero é exagero.
Eu adoro o Prodigy, por exemplo. Acho muito mais rock do que muito rock por aí.
A questão, Marcelo, é que você é um tipo específico de músico que preza pelo arranjo. E só te interessa isso.
Harmonias engenhosas e inusitadas, se mal tocadas, não te agradariam. (Não é o forte da música eletrônica também, isso é só um exemplo de como o gosto musical é diferente pra cada pessoa.)
Um solo interminável de guitarra, que faria 99% das pessoas bocejarem, pode ser o máximo pra você.
Eu acho que música boa é música boa, independente se foi feita num computador ou numa viola caipira.
Um exemplo: acho Steve Vai um saco, não tenho a menor paciência pra escutar.
Reconheço que é um guitarrista fenomenal, é impressionante ver o cara tocar, mas de que adianta se as músicas dele não têm graça?
Será que daqui 30 anos ele vai ser lembrado como o Jimi Hendrix é lembrado? Duvido.
Para mim música eletrônica é artificial, é fake, não envolvimento emocional nem sentimental. É tudo mecânico. Por isso abomino esse gênero.
E quando se usa samples no lugar de sons gerados artificialmente?
Ruim do mesmo jeito. Até dá para relevar o sample como elemento secundário, mas ainda assim não gosto. Ouça o novo álbum do Queensryche, recém-lançado, e verá que está infestado de samples. Uma decepção só.
Quanta baboseira! Já ouviu Air – Moon Safari? Jean-Michel Jarre – Oxigene? Orbital – Snivilization? Trabalhos simplesmente geniais! Sem contar o Pink Floyd, cujo mistura de eletrônico & rock encantou e ainda encanta gerações! Sou fanzão de rock, mas também gosto de eletrônica, principalmente lounge ou chill-out music, que me relaxa e faz “viajar”. É óbvio que a maior parte do bate-estaca não passa de lixo, e também é mais que óbvio que DJ não é músico, e sim animador de festas, mas daí achar que toda música eletrônica não é música, já é puro preconceito (mas é sua opinião e a respeito de qualquer forma)! MÚSICA é MÚSICA, e pronto!
Obrigado pela mensagem. Acho que não é prudente colocar o Pink Floyd no bolo, os aspectos eletrônicos em sua música jamais foram predominantes, pelocontrário. Jarre e Air são insuportáveis, na minha opinião, nem para trilha de elevador servem.
Música eletrônica não é música. Apesar de gostar de algumas coisas do Kraftwerk e do New Order, não os tenho no meu rol de bandas favoritas. Prefiro o bom e velho rock em suas variações (blues rock, heavy metal, hard rock, southern rock, glam, psych, folk rock, soft rock etc). Tenho 42 anos. Moro na periferia do Brasil. Curtia os bambambãs do rock (Led, Purple, Sabbath, Santana, Beatles, Byrds etc), mas, com o advento da internet, tive a oportunidade de conhecer bandas que já não existem mais, ou estão obscuras, mas que deixaram pérolas a serem redescobertas. É o caso de grupos como Patto, East of Eden, Demian, Jane, Pearls Before Swine, Granicus, BullAngus, Stonehouse, Tamam Shud, Fuchsia, Warhorse, Bang, Crow, Budgie, May Blitz, Edgar Broughton Band, Tai Phong, Quicksand, Highway Robbery, Mushroom, Parish Hall, Felt, Cargo etc. De repente, eu, que achava ser um bom conhecedor do rock, percebi que os meus conhecimentos eram bem superficiais. Hoje ajo como um arqueólogo e descubro joias maravilhosas. Música eletrônica não me interessa. Para que recorrer a bijuterias se posso ter diamantes divinamente lapidados?
Seja bem-vindo, Francisco. Pelo seu gosto musical, está no lugar certo.
Com certeza.
Vc já errou ao criar um texto pretensioso, se denominando o ENTENDIDO de música, tentando definir o conceito. Da forma que vc diz, o que for artificial, não é música. Sendo assim, guitarra eletrônica não deveria existir no rock. Afinal, quem consegue distinguir o som de guitarra de várias bandas de heavy metal? Troque os guitarristas. Notará alguma diferença?
Ficou a impressão que vc não gosta mesmo é de músicas dançantes que animam o espírito, algo que condiz totalmente com a eletrônica, sobretudo a eurodance.
É preciso separar os artistas do gênero que fazem músicas comerciais daqueles que criam músicas criativas.
De forma geral, nos últimos anos, o mundo artístico está sem ideias. Até mesmo os filmes não prestam mais.
Não existe criaividade na música eletrônica, um segmento execrável composto por gente execrável. Quem gosta desse lixo ou é condescendente com ele, na linha do politicamente correto, é igualmente execrável, gente que se contenta com pouco, ou quase nada. E você erra 100% ao falar de coisas que não a minima ideia, como heavy metal. É melhor você se restringir a sua música eletrônica para evitar passar vergonha.
Olá Marcelo
Li seu topico e entendo o que vc sente relação as novidades na musica,
so apenas um curioso, mais gosto de buscar por novidades….
Existe duas coisas que vc tem que leva em consideração quando vc tem esse
tipo de linha de raciocinio, vamos a elas:
1 – O Rock ( O que mais conheço ), o jazz e o blues ( Que não conheço muita coisa ) e outros, são estilos musicais feitos por instrumentos musicais “analogicos” desenvolvidos a muitos anos pelo homem, ou seja, o nivel de maturidade de som que esses instrumentos alcançaram faz com que vc tenha que para, observar, sentir o que o artista quis transmitir com determinada musica. Por exemplo, a primeira vez que escutei Pink Floyd não gostei. Hoje, depois de ter entendidido o que eles quiseram transmitir com aquela obra de arte me mudou completamente a visão que tinha sobre o som deles e acho os caras verdadeiros genios….
2 – Mas musica é muito vinculado a dança TB, isso não tem como negar pois esta em suas origens, podendo ser observada nas manifestações indigenas e africanas. Então não me surpreende esse tipo de rock esta perdendo cada vez mais adptos, pois o homem esta interessado em se divertir, ganhar dinheiro, estudar, fazer milhoes de coisas e literalmente não tem mais tempo para parar, observar, sentir o que o artista quis transmitir com determinada musica, infelizmente, ele apenas sente a batida ligada a melodia e dança…..
É muito bom saber que em determinada fase da evolução do homen a musica foi usada para transmitir valores, mais o que prevaleceu foi a musica vinculada a dança, e quanto mais acessivel o entendimento dela, mais facil vai se pra contagia a pessoa pra dança. Existe uma coisa que resolveria todo esse problema, fazer todos os elementos da musica eletronica, quando executada ao vivo, ser feita de forma mais organica, com teclados, bateria eletronica e tudo mais que precisar. Se tiver uma banda que faça isso, eles seram reis, pq é na minha opinião o que falta para a musica eletronica evoluir e alcançar o respeito e admiração que o rock alcançou
Isso é apenas minha opinião, e não uma verdade absoluta OK
Abraço a todos
Obrigado pela colaboração. É esse tipo de interação que esperamos aqui no Combate Rock. Meu texto apenas serviu de base para iniciar uma discussão, embora eu o tenha como verdade absoluta… (risos ) Ao menos para mim… (risos)
Eu não quero levar a discussão para um nível elevado de teorização. Atenho-me apenas à questão meramente auditiva. A tal música eletrônica é uma coisa ruim, e ofende músicos de verdade.
Valeu, vou procurar o Metallic Shperes.
Abraço
existem 3 coisas nesta vida que eu nao consigo escutar nem por meio segundo, sao elas: FUNK ( nuss doeu até os desdos na hora de digitar isso),Pagode/samba( nem comento,é melhor!!)e musica eletronica ( meu despertador em casa faz um som melhor que esses DJ^^)
Belo texto! Tem coisa pior do que tenda eletrônica em festival?
Prefiro ficar em casa ouvindo uma furadeira por dez horas a ter de ir a um lugar desses, chamado “festival”. Isso é tortura.
Entendi sua ojeriza pela música eletrônica comercial.
Realmente tem coisa muito ruim acontecendo por aí e o povo consumindo.
Mas também ainda é um ultimo respiro das gravadoras, tentando empurrar o que elas tem de mais barato goela abaixo do povo consumidor.
Abraços e obrigado pelo espaço de discussão.
Billy
PS_The Orb !!! Putz, eu achava genial. Vou ouvir agora prá ver se mantenho a opinião… hehehe
Ouça o mais recente trabalho, lançado no finzinho de 2010, com a aprticipação especial de David Gilmour, do Pink Floyd. O guitarrista faz bases e solos e os caras da banda viajam em cima da trilha inventada pelo guitarrista. Causou-me estranheza, ainda em causa, não consigo dizer se odiei ou não, mas com certeza não me agradou. Como percebi que você é mais eclético e tem interesse nessa área, então creio que deva escutar. O CD chama-se “Metallic Spheres”.
Benzina x Ira! Sepultura x Mixhell! Excelente caso em que uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa.
Na década de 60, Paul McCartney já reconhecia o valor da música eletrônica, que aliás não é só coisa de tocador de cd, muito menos apenas de DJ (nesse ponto o texto que no geral é bem fundamentado se perde ao sabor da simples trollagem).
Um exemplo contrário, mais contemporâneo é o caso de Ben Gibbard, da banda Death Cab for Cutie. Simpática para quem gosta, mas Ben só conseguiu encontrar sua plenitude musical quando se uniu ao projeto eletrônico Dntel e compôs o álbum do The Postal Service, que na minha humilde opinião é o melhor da década.
Termino com o link para um post que fiz no “dia do rock” do ano passado, mosrando momentos que a “Música Eletrônica e o Rock” se encontraram, apesar de acreditar que música é música.
http://factoide.wordpress.com/2010/07/12/dia-do-rock-10-momentos-que-o-rock-encontrou-a-musica-eletronica/
Abraços,
Gabriel Lucas
Obrigado pela colaboração. É mais um ponto de vista interessante e que acrescenta à conversa por aqui, e não apenas mais uma briguinha de arquibancada. Lembrando que o Paul McCartney tem um projeto de música eletrônica chamado Firemen, o que mostra o interesse dele nessa área. Ouvi duas vezes seguidas e detestei.
Meu caro Marcelo, já vi que tolerância não é uma das suas virtudes.
Quem sabe seu radicalismo seja considerado, pelo menos por você, como uma virtude.
Não o é por mim!
Você tem todo o direito de expressar sua opinião, como acho que posso expressar a minha!
Acho que em toda a história da humanidade, a evolução da música passou por situações semelhantes a essa que você a expõe: Radicais que defendem um estilo específico não conseguem aceitar a evolução ou surgimento de novos gêneros e denigrem ferozmente a novidade.
Um exemplo é o próprio rock que você tanto defende, bem como o blues e o jazz, que foram perseguidos por serem modernos, cada um a seu tempo!
Portanto, por via de regra, a terra gira, os anos passam, e esse tipo de texto escrito por você não passará de uma opinião ultrapassada e retrógrada que no máximo causará risos daqui a algum tempo!
É bem possível que muita gente ria no futuro desse tipo de debate. Muito provavelmente serão pesoas pobres de espírito, que se contentam com muito pouco ou com nada. E você tem razão também quando fala de minha tolerância. Ela é diminuta mesmo, principalmente em relação à música ruim e sem a menor qualidade. O barulho que muita gente chama de música eletrônica nem merece consideração, tanto pelo seu artificialismo como pela total ausência de aspcetos artísticos. Acho que você se equivoca quando vincula necessariamente evolução com tecnologia e inovação tecnológica.
Em nenhum momento há no texto negação ou ojeriza à modernidade ou à evolução. Nem é essa a questão. É uma simples constatação da falta de qualidade de tal “modalidade artística”. Não sou cego para ignorar que a música eletrônica tem uma enorme quantidade de apreciadores – só me resta lamentar que que tanta gente perca tempo com esse tipo de coisa.
E pode ter certeza, tenho muito orgulho de ser um dos arautos do retrocesso, se isso signfica louvar o bom rock’n roll feito por músicos de verdade e de talento, tocando instrumentos de verdade – por mais modernos que sejam. Fazer música eletrônica eu também faço, se eu quiser, na pequena mesa de som disponibilizada em meu iPhone, graças a um programinha interessante que simula uma mesa de som de quatro canais.
Em meu “radicalismo”, pode ter certeza de que não me contento com pouco ou com qualquer coisa. E música eletrônica é nada para mim, um zero. Se a modernidade que você tanto prega se traduz nos lixos produdizos por gente como Lady Gaga e nas porcarias que tocam nas danceterias por aí, então pode ter certeza: sou um dinossauro com muito orgulho.
Seja bem-vindo a este espaço.
Caro Marcelo, tenho pena da sua maneira de pensar, e ela tambem mostra a sua falta de conteudo artistico. sou formado em musica e na propria faculdade aprendi a respeitar cada ruido, o simples som de uma folha caido ja e uma arte sonora meu querido, quando se refere a uma cultura diferente dessa forma, e no minimo desrespeitoso, se voce conversar com um classista aprender que o seu rock tbm nao e tudo isso que voce diz, vai escutar que nao passar de guitarras barulhentas baterias ritimadas a força e vocais altissimas, mas nao e por ai, musica eletronica tem por traz toda uma historia toda uma cultura e grandes musicos formados que admiram as novas tecnologias e fazem o uso dela , e a maioria melhores e com mais conhecimento que voce, ja vi orquestras criadas somente com timbres eletronicos. Enfim, uma resenha bem feita, necessita de muito conhecimento pesquisa e vivencia meu querido, muita vivencia, aqui vc simplesmente deu sua opniao ofensiva.
Tem certeza de que você escreveu no lugar certo? Tem certeza de que leu o texto que escrevi, ou pelo menos parte dele? Acho que não leu. Não me interessa o ruído, não me interessa o barulho da natureza, nem em interessa qualquer coisa relativa ao que você chama de “arte sonora”, seja lá o que isso signifique. Sou um roqueiro que abomina música eletrônica e qualquer coisa parecida. Apenas isso. Não há o que teorizar a respeito. E essa conversinha de “respeito” a isso, respeito aquilo, e outras bobagens mais, apenas me cansam. Essa historinha de politicamente correto é repugnante. As coisas por aqui são bem simples: porcarias serão tratadas como o que são, porcarias; música ruim será execrada, como tem de ser qualquer em qualquer circunstância. Se em outros lugares há pruridos e “não-me-toques” para falar que uma coisa é ruim, se na maioria dos veículos as pessoas temem ferir “sentimentos” e “suscetibilidades”, aqui isso não existe.E, para encerrar, quem é você para supor qual seja o meu conhecimento a respeito do que quer que seja? O que isso tem a ver com o texto?
Falar que Lady Gaga é música eletrônica, é como falar que Restart é rock.
POde até não ser, mas o que seriam então aqueles sons asquerosos artificiais que essa suposta cantora enfiou em suas músicas? Na verdade, Lady Gaga não é nada.
quer dizer então que os bate-estacas são “evolução” ?
prefiro ficar parado no tempo com meus bons e velhos rock / blues /jazz…
alias, falando em jazz, tem gente por aqui em curitiba que acha que fazer barulho com a bateria, tocar milhares de notas no baixo e assoprar um sax é jazz…deu ate dor de cabeça ouvir !
abçs
(ps : postei uma resposta na resposta que citei o Nuno e não apareceu…)
Vou verificar o que aconteceu, Claudio. Para mim não aparece essa resposta. Você não quer repostá-la, por favor?
Assim como disse em comentário anterior a um dos leitores, tenho orgulho de ser dinossauro, mas desde que cercado por música boa.
Marcelo
Esse problema não foi resolvido quando, nos anos 70, um monte de gente nos EUA que ia a shows de “rock” (sim, com aspas, porque era qualquer show de qualquer banda que não tivesse teclados nem batida dançante) queimava discos de artistas Disco ?
Já não passou o tempo ?
E aquele povo todo do blues e do jazz que reclamava quando o rock surgiu ? Eles também diziam que aquilo não era música.
O grande lance aqui é o uso da tecnologia, não dos “blip-blip” que vc tanto abomina, os barulhinhos eletrônicos irritantes.
Se alguém usa de uma forma ruim não é culpa do sintetizador, do teclado, do instrumento.
O problema é de quem cria a música.
Sobre os barulhos irritantes e repetitivos, ou mesmo a música irritante e repetitiva, não vem essa do minimalismo ? De gente como Ravel ?
Não tô aqui fazendo apologia ao eletrônico nem falando mal do rock. Gosto tanto de um quanto de outro.
Só acho um pouco generalizador e estreito esse tipo de pensamento.
Abraços e sucesso
Billy.
Agradeço pela audiência qualificada. Música eletrônica, como você bem mencionou, podem ser os meros barulhinhos incluídos em uma música por um produtor, ou mesmo aquele barulho insuportável das dancenterias, com “música” artificial, da qual se desconhece os “autores”. Como eu deixei claro no texto, me insurjo contra o fato de a eletrônica predominar. Se a tecnologia ajuda e faz com que expanda as possibilidades artísticas, como no caso de Neil Young em “Le Noise” ou em certos trabalhos de Peter Gabriel e até mesmo de The Orb, do qual não sou nem um pouco fã, por outro gera ese tipo de coisa que alguns chamam de música eletrônica, tanto a que toca em danceteria como a que anda predominando na música pop, como porcarias produzidas por Lady Gaga, Britney Spears, Madonna e coisas semelhantes. O que deveria apenas ser um elemento a mais, em muitos casos se torna predominante – e tem DJ achando que realmente é músico. Não consigo ver qualidade nisso e respeitar esse tipo de trabalho.
Seja bem-vindo a esse espaço.
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marcelo Otimo texo,
ao meu ver a MAIOR vergonha existente entre Rock X DJ & sons eletronicos ainda é o New Metal, aquele agrupamento de Dj+Sons Eletronicos+Rock foi a maior vergonha que eu ja tive na minha vida. gostaria que vc comentasse oque acha do New Metal.
Na escala de porcarias surgidas na música o New Metal só não é pior do que o grunge. Da mesma forma que as bandas de Seattle, em um determinado momento começaram a proliferar um monte de bandas com gente que não sabia tocar, apenas fazer barulho com os amplificadores no talo, batidas repetitivas e eletrônicas e reverberação de guitarra em níveis insuportáveis. Korn, Limp Bizkit, Linkin Park, Slipknot e coisas terríveis do gênero são indistinguíveis, parece todas as mesmas bandas, tocando do mesmo jeito, usando os mesmo truques eletrônicos. O Korn abriu para Ozzy Osbourne em São Paulo em 2008 e se revelou uma fraude ao vivo.
caraca, marcelo…se voce estivesse em Curitiba ano passado, quando o Nuno Mindelis veio tocar no Sesc da Esquina e enfiou uma bateria eletronica nas musicas, teria com certeza vaiado…
me recusei a entrar no show, depois que meu amigo Decio Caetano contou o que viu.
Na época lembro que todos ficamos irritados e decepcionados com o Nuno…
todos foram unanimes em dizer que ele traiu o Blues…
Sou fã de Nuno Mindelis e é claro que essa informação me surpreende, e até me decepciona. Bateria eletrônica, ou qualquer outro recurso desse tipo, no máximo serve para ensaiar e até compor, quando o músico está sozinho. Independentemente disso, quando eu puder eu vou perguntar a ele o porquê de ter usado a bateria eletrônica. Será que o baterista faltou? (risos)
Pior que não…
aparentemente ele quis dar uma “modernizada” no blues.
pelo que sei o disco todo esta assim…o ultimo, base desse show
ele proprio disse numa entrevista que o “blues está muito engessado, tem que mudar isso”, talvez não exatamente nessas palavras.
mas muitos blueseiros, verdadeiros, aqui de Ctba viraram o nariz.
O último CD dele, “Free Blues”, traz algumas coisas diferentes, algumas influências de música brasileirqsa e até mesmo alguma coisa de bateria programada, e outros elementos “modernos”, mas nada que ofenda os puristas, na minha opinião.
Um outro exemplo é o último álbum do Alan Parson’s Project; que, no mínimo, se equivocou ao fazer uso desta “tecnologia”.
Bem lembrado. Nunca o som desta banda me agradou, por isso nunca levei a sério…
Opa eu de novo! Cara sou fã da década de 80, será que você poderia fazer uma resenha sobre aquelas bandas que lançaram ótimos discos mas nunca foram reconhecidas no meio metalico? Por exemplo: Liege Lord, Razor, Jaguar, Toxic, Defiance, Exorcist, Vio-lence, Atrophy, Messiah, Candlemas, Trouble e nacionais também Anthares, Taurus, Extermínio, The Mist, Mx, nossa são muitas, se eu ficar escrevendo não paro de citar nomes, tenho certeza que seria uma matéria que os leitores iriam comentar muito! Acho que seria recorde hein! Valeu cara!
Valeu pela sugestão. Aprecio a maioria das bandas citadas, e acho que vale um texto futuramente sobre algumas delas, embora o tema seja bastante específico.
Olá Marcelo, lembra do Turbo que o Judas Priest lançou com bateria eletrônica? Acho que aquele disco ainda é melhor que tudo o que está sendo discutido nesta matéria que vc fez sobre música eletrônica, afinal era só a bateria que era eletrônica! Mas lembro que na época foi uma decepção total, eu gostaria de saber o que vc pensa sobre este disco. Abraços!
Fase ruim do Judas Priest, que resolveu apostar em uma americanização do som, com menos peso, produção em excesso, algo caindo mais para o hard rock, que era a moda entre os anos de 1985 e 1988 nos Estados Unidos. Esse vírus pegou também o Accept e o Saxon. A bateria com timbres eletrônicos beira o insuportável em “Turbo”, e que ainda teve resquícios no seguinte, “Ram It Down”. Tanto não deu certo o álbum, causando a ojeriza dos fãs, que “Ram It Down” também teve rejeição grande, para enfim ocorrer a redenção com a obra-prima “Painkiller”, em 1990.
Total falta de criatividade, essas banda(principalmente algumas de hard/metal), vão passando o tempo e ficando sem idéias, exemplo: Scorpions, que colocou em seu disco que nem sei o nome ,só sei que é de 99, elementos de eletronico, este disco nem deveria fazer parte da discografia. vergonha alheia, por favor alguém tem um saco de supermercado para por na cabeça?
E o Iggor então!!, quem diria que iria virar dj!,quem e´do tempo do Arise, ninguém.
O álbum do Scorpions é “Eye II Eye”, eles mesmos se arrependem daquela procaria. É ruim do começo ao fim, desde a capa até o encarte. Insuportável. O Iggor é uma decepção ao se bandear para esse lado de ser DJ, acho um despedício e uma grande perda de tempo. Ainda bem que ele está tocando no Cavalera Conspiracy.
quanta besteira, meu filho. vai estudar historia, vai!
Isso é o melhor que você consegue “produzir”?????????????? Então é melhor apender a ler e escrever.
Novos ritmos eventualmente causam mal estar, assim como o rock n roll um dia causou.
O fato é que, tanto o rock como a música eletrônica produzem coisas boas e ruims.
Gosto é gosto e não se discute.
O próprio dicernimento de cada um e q vai dizer o q é barulho ou não.
Neste ponto, a minha MAXIMA acima (Gosto é gosto e não se discute) q, também não é de minha autoria, é superior à de q determinado estilo musical é bom em detrimento de outro q só produz barulheira.
O próprio Rock já passou por momentos assim.
Ridiculo!
Como o daniel citou acima existem artistas para todos os gostos no que hoje chamam de “musica eletrônica”.
Generalizar desse jeito é falta de informação!
É o mesmo que dizer que restart faz parte do rock nacional atual.
Sempre existiram aqueles artistas que buscam expandir seus horizontes e fazer seu som sem se importar com o mercado, e aqueles que venderam sua alma ao diabo para fazer sucesso! Acontece que isso não é uma peculiaridade da musica eletronica como temos presenciado quando tentam nos vender bandas como restart, nxzero ou cine como “rock”.
Podemos achar em toda a história da musica bandas que usam os recursos eletrônicos para “fazer musica” e não para bombar a pista de dança.
Tangerine Dream, Kraftwerk, Pink Floyd, Divo, Depeche Mode, Daft Punk, Gorillaz…
Quanto aos exemplos q o marcelo usou eu concordo. São todos exemplos que se encaixam nesse post…
Já pensei igual, mas percebi que estava ignorando muita coisa… não dá pra generalizar.
Guilherme, já tentei relevar bastante coisa a respeito de música eletrônica. E sei diferenciar o que é um complemento eletrônico – que também deploro – de um trabalho totalmente artificial, calcado nestes barulhos infernais. Recurso eletrônico usado com parcimônia é até tolerável. Dos que você citou, eu tiro o Pink Floyd porque são gênios, e são músicos de verdade. Tenho algum respeito pelo Tangerine Dream, mas desprezo o resto. Depeche Mode pode ser tudo, menos rock. Inaudível, mas respeito quem ouve e acha legal. Não consigo ouvir.
Marcelo, atingiu a ferida. HEHEHE Cara, muita gente poderá não gostar mas você disse a verdade. Tinha um cara na extinta Biz chamado Camilo G alguma coisa, era um sujeito arrogante e preconceituoso com relação a qualquer coisa que não fosse “eletrônica” , “Dançável” ou “mal tocada”, chegava a ser ofensivo. Hoje esse cara virou “DJ” HAHAHAHHAHAHAHAHAH Até Satriani caiu nessa, e o Steve Vai em uma música. Eu gosto de Tangerine Dream das antigas, esse sim era uma música eletrônica decente….
Música eletrônica não é música, é barulho. DJ não não é músico. Acho todas as tentativas de grandes nomes de fazer algo com eletrônica patéticos. Kraftwerk é uma das piores coisas que já ouvi, Tangerine Dream é bem chato, os trabalhos eletrônicos de Clapton e Jeff Beck são péssimos. Nada se salva. Esse Camilo escrevia para a Folha de S. Paulo, mas é claro que eu não lia, não me interessava por aquilo. Hoje ele é DJ? Parece que é, para a sorte de vários leitores.
Acho que sim, ele foi uma das pessoas que me fez cada vez detestar mais jornalistas da área cultura da folha que falam de música, e música eletrônica em geral. Mas eu realmente gosto do Tangerine Dream, dos anos 70. Toda vez que eu leio que “artista x” vai “usar elementos de música eletrônica” me dá uma baita tristeza, e quando um DJ diz que “toca” dá vontade de chorar hehehehe
Kraftwerk não consigo gostar não. Música eletrônica legal é o Jazz From Hell do Zappa, onde ele sintetizou todos os instrumentos e tocou no teclado e guitarra sintetizada. Uma vez uns colegas de trabalho quase me mataram porque eu falei que “DJ não é músico”.