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Combate Rock

22.agosto.2011 06:40:42

Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional

Marcelo Moreira

Por mais preconceituoso que seja, não dá para fugir: a forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige e muitas coisas mais dizem muito sobre o indivíduo. Dá para julgar cada um por esse tipo de coisa? Cada um avalie da forma como achar melhor.

Da mesma forma, os hábitos culturais – os livros que lê, a música que ouve, os eventos frequenta – também dizem bastante sobre as pessoas. Existe a chance de se errar por completo, mas faz parte do jogo.

Dois fatos importantes, apesar de corriqueiros, mostram que os apreciadores de rock podem ter esperança de dias melhores, apesar dos casos recorrentes de preconceito explícito e perseguição por conta do gosto pessoal em pleno século XXI – algumas dessas excrescências têm sido narradas aqui em textos no Combate Rock.

No começo de agosto um gerente de uma grande multinacional instalada no ABC (Grande São Paulo) penava para contratar um estagiário para a área de contabilidade e administração. Analisou diversos currículos e entrevistou 24 jovens ainda na faculdade ou egressos de cursos técnicos.

Conversou com todo o tipo de gente, do mais certinho ao mais despojado, do mais conservador à mais desinibida e modernosa. Preconceitos à parte, procurou focar apenas a questão técnica e os conhecimentos exigidos.
Alguns candidatos até possuíam a maioria dos requisitos exigidos, mas acabaram desclassificados em um quesito fundamental para o gerente: informação geral, que inclui hábitos culturais.

O escolhido foi um rapaz de 20 anos, o penúltimo a ser escolhido. Bem vestido, mas de forma casual, usando rabo de cavalo, mostrou segurança e certa descontração, além de bom vocabulário e de se expressar de forma razoável, bem acima da média.

Durante as perguntas, o gestor observou que o garoto segurava um livro e carregava um iPod. O livro era a biografia de Eric Clapton. Após a quinta pergunta, direcionou a conversa para conhecimentos gerais e percebeu que o rapaz lia jornais e se interessava pelo noticiário.

“Você gosta de rock?”, perguntou o gerente. “Sim, e de jazz também”, respondeu o garoto. O entrevistador não se conteve e indagou se o rapaz se importava de mostrar o que o iPod continha. E viu um gosto eclético dentro do próprio rock: havia muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, mas também de Miles Davis e big bands.

“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente.

Eric Clapton ajudou um candidato a estágio a conseguir a vaga em uma empresa do ABC

O resultado é que o garoto foi contratado após 15 minutos de conversa, enquanto cada entrevista com os outros candidatos durava 40 minutos. “Não tive dúvida alguma ao contratá-lo. E o mais interessante disso: percebo que essa é uma tendência em parte do mercado há pelo menos três anos, pois converso muito com amigos de outras empresas e esse tipo de critério está bastante disseminado. Quem gosta de rock é ao menos diferenciado”, finalizou o gestor.

Já em uma escola particular da zona oeste de São Paulo, do tipo mais alternativo e liberal, o trabalho de conclusão do ensino médio era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. A diferença é que, para não ter essa carga de responsabilidade, foi criado uma espécie de concurso para premiar algumas categorias de trabalhos – profundidade do tema, ousadia, importância social e mais alguns critérios.

O vencedor geral foi o de uma menina esperta de 17 anos, filha de um jornalista pouco chegado ao rock, mas com bom gosto para ouvir jazz e blues. O trabalho tentava traduzir para a garotada a importância dos Beatles para a música popular do século XX.

Para isso realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Seu trabalho contou ainda com a defesa de uma tese em frente a uma banca de professores.

O resultado é que, além do prêmio principal – placa de prata e uma quantia em dinheiro em forma de vale para ser gasto em uma livraria –, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock – poucos deles eram íntimos do gênero, pelo que o pai da menina me contou.

Os Beatles foram o ponto de partida para uma aluna de um colégio paulistano para traçar um panorama extenso e completo sobre a história do rock; o trabalho ganhou prêmio e vai se transformar em livro

Seria um flagrante exagero afirmar que gostar de rock facilita a obtenção de emprego ou estágio – ou que quem gosta de rock é muito melhor aluno do que os outros nas escolas. Mas o simples fato de haver reconhecimento de que apreciar rock frequentemente leva a uma situação diferenciada já é um alento diante dos seguidos casos de intolerância e preconceito.

Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.

Bom gosto não se discute: adquire-se.

Comentários (356)| Comente!

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356 Comentários Comente também
  • 22/08/2011 - 08:48
    Enviado por: Mauricio

    Não adianta fechar os olhos, o rock é ainda, em grande parte, música da classe média.Claro que estou generalizando, sei que também tem muitas pessoas(inteligentes), que gostam de rock e são da periferia e até conheço algumas.
    O preconceito sempre irá existir, enquanto nosso país não der educação para seu povo e não abrir suas mentes, levantando sua auto-estima.
    Nunca sofri preconceito diretamente, principalmente na adolescência, foi no colégio que conheci o rock e na época quase todos usavam camiseta de banda e eram cabeludos.Já na vida adulta, tinha que “garimpar” para descubrir alguém que gostasse desse gênero, praticamente, não havia conversa sobre rock, fiquei um bom período sem trocar sequer uma palavra sobre rock.Curtia sozinho.
    Hoje, qualquer happy hour depois do trabalho é sempre regado a samba, mpb ou pop rock, infelizmente acabo indo para fazer aquela velha política finjo não escutar a música.
    A grande maioria das pessoas, usam a música como um produto descartável, são modistas(chicleteiros, pagodeiros, cowboys…) que ficam pulando de galho em galho.
    Não há como negar que o rock é sim, música de pessoas mais informadas, inteligentes, cultas e que aproveitam boas oportunidades.
    Mas dúvido que o rock entre tão facilmente as casas da maioria das pessoas, isso levaria séculos em nosso país.Não é tão fácil assim adquirir esse gosto.
    Quem gosta de rock, não omite, fala sem nenhum medo que gosta, são pessoas fortes e de personalidade.

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    • 22/08/2011 - 14:52
      Enviado por: Marcos Sergio Assis Sousa

      Falou camarada !

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    • 22/08/2011 - 16:39
      Enviado por: Gregor Samsa

      Mauricio

      Concordo. Como tantas informações sobre uma das dezenas de bandas estrangeiras podem vir a nós quando não temos acesso à informação, ao idioma e a cultura local..?

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    • 31/08/2011 - 15:40
      Enviado por: Marcel

      Varia de lugar para lugar na verdade – anos atrás teve até uma matéria na TV abordando uma considerável comunidade metaleira justamente no Complexo do Alemão, só para dar uma idéia.

      E em Pernambuco pelo menos Reggae é muito popular não importa a classe social, como descobri numas viagens por lá.

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    • 31/08/2011 - 16:01
      Enviado por: Matthew Hopkins

      “Quem gosta de rock, não omite, fala sem nenhum medo que gosta, são pessoas fortes e de personalidade.”

      nossa senhora, me arrepiei aí com tanta coragem pra assumir que gosta de rock. e de toddy, você gosta também?

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    • 31/08/2011 - 18:17
      Enviado por: Sérgio Campos

      Excelente!

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    • 31/08/2011 - 18:37
      Enviado por: Regiane Koztowski

      Pois é cara, eu já falo isso há um tempão, esse é um país de modinhas. Desde que curto rock, já vi passar a moda do pagode, do tchan/axe, do funk, agora sertanojp… até alguns mpbs e pop rocks, nada dura. Só os fãs de rock são fiéis.

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    • 31/08/2011 - 20:28
      Enviado por: Jeremy

      Perfeito!
      Sem contar q não ter tatuagem sempre foi um pré-requisito, e não vejo ninguém da sociedade comum dizer q é preconceito, enfim… não dá pra esperar nada melhor.

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    • 31/08/2011 - 21:48
      Enviado por: Breno

      Primeiro gostaria de parabenizar o autor pela reportagem, segundo gostaria de me dirigir especificamente ao Mauricio, que no primeiro post colocou que o rock era música de classe média, bem, não sei se você já viu este video http://www.youtube.com/watch?v=pHUUWHHuDXU. O que você vê escutando rock é a classe média, mas todas as classes escutam.

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    • 01/09/2011 - 01:26
      Enviado por: Alexandre

      Além de sermos mais antenados eu arrisco acrescentar que não seguimos tendência e temos opiniões formadas. Adeptos da cultura-trash como pagode, funk e afins, sequer sabem falar e acham lindo a estupidez das letras de baixão calão. Isso sem falar que bandas de rock tem história e não sobrevivem de uma música que vira hit num verão e meses depois ninguém se lembra…

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    • 01/09/2011 - 22:25
      Enviado por: twudwichto

      Rock musica de classe media???? ta maluco…que besteira meu caro…isso não tem classe social…rock é estado de espirito…

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    • 02/09/2011 - 10:29
      Enviado por: ROSE

      TO CONTIGO…………

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    • 02/09/2011 - 19:22
      Enviado por: Felipe Paes

      Gosto musical não pressupõe dada situação econômica. Sinceramente, este ponto se refere a uma das maiores ASNEIRAS que já pude ler.

      Outro ponto que você exacerbous (desnecessariamente) foi ao mencionar “pagodeiros, chicleteiros”. De cara, já deu para notar o viés preconceituoso de sua parte. Você poderia ter abordado tais adoradores de forma um tanto quanto mais amena, mas não o fez. Mas o que importa é que cada um constrói sua carreira e tenta ganhar sua vida da maneira como melhor lhe convém. E criticá-los pela opção musical escolhida é como criticar alguem por sua escolha sexual. Faz sentido? Acho que não.

      Mas, de qualquer forma, o texto tem sua carga de verdades. Ao sair, somos amassagados pela enorme carga de músicas repetitivas (samba, mpb, pock rock…ao menos funk eu parei de escutar nas saídas a noite). O que é curioso é que existem músicas de rock (não curto muito esses rótulos, mas enfim “let’s go with the flow”) simplesmente maravilhosas e que merecem seu devido lugar em locais com música-ambiente.

      O que escuto com certa frequencia é “Nossa, essa música não tem ritmo. Não tem harmonia. É só barulho.” Ótimo, pedí para o último autor de tal questionamento para definir e diferenciar ritmo, harmonia e barulho. Qual foi minha surpresa quando me deparei com o perfeito exemplo de ignorância.

      Antes de criticar, saiba do que se trata.

      Gosta de berinjela? Não? Mas já comeu? Não?

      Engraçado..

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    • 03/09/2011 - 01:37
      Enviado por: Eliana

      Concordo em parte com esse comentário… Não se pode tentar criticar um preconceito assumindo aberrantemente outro: “ock é música de classe média”. Desde quando? A classe média brasileira segue modismos! Não necessariamente Funk ou Samba, mas estão na moda. Rock é música de gente inteligente e de perfil social diferente, mais inovador, isso sim! Mas afirmar que só agrada a classe média é no mínimo enganoso… Aceitar essa ideia se configura como uma negação da própria origem do Rock, enraizado no Blues e no Jazz – sonoridades negra norte-americana – e do Country (o sertanejo de lá). Rock é cultura e cultura circula por todos os cantos, se transforma e transforma.

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    • 05/09/2011 - 11:23
      Enviado por: Erika Nascimento

      Nossa, concordo totalmente com o Maurício. Comigo acontece o mesmo, vivo rodeada de gêneros musicais que não gosto e só encontro gente pra conversar sobre rock quando vou a shows de rock. Parece que vivo em outro universo.

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    • 06/09/2011 - 09:24
      Enviado por: mielli

      ja ouviu falar de Garotos Podres? Plebe Rude? Ratos de Porão? mania de rotular estilos à classes socias.. faz que nem a menina de 17 anos e vai pesquisar um pouco antes de sair falando groselha… ou vai me falar que Punk de periferia é classe média? santa ignorância…

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    • 07/09/2011 - 12:45
      Enviado por: Marcelo R B

      Vou fazer uma “obs” no seu comentário: gosto muito de rock/metal, pra mim, indiscutivelmente transcende o gênero musical e se torna também um estilo de vida da pessoa. Mas no tocante do gênero ser privilégio aos de “classe média” é um equívoco; tampouco para os de “classe alta/baixa”. O que ocorre é que há uma dificuldade de se encontrar material em proporção aos demais gêneros musicais da cultura “do povo” (pop, poprock, funk, pagode, sertanejo universitário não são músicas genuinamente brasileiras) e a acessibilidade da “classe alta” é maior que as demais, por vários fatores. Mas isso não chega a ser um obstáculo intransponível para a “classe baixa”, por exemplo, pois vim da época da internet discada, discman/walkman, das fitas k7 e de uma família que ganha um salário mínimo por mês; a única fonte de recurso que eu tinha eram as rádios especializadas que existiam na época e a experiência de compartilhamento com os amigos.

      Mas o que realmente facilita a aceitação e, porque não, a disseminação, não vejo outro fator senão a paixão pelo gosto musical, que infelizmente nossa mídia faz questão de sufocar.

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    • 07/09/2011 - 14:41
      Enviado por: DaCosta

      Adoro esse jeito do brasileiro de se auto-menosprezar dizendo “no Brasil e assim…” Como se em qualquer outro lugar do mundo fosse diferente. “modinhas” ocorrem no mundo inteiro povo. E o Rock no Brasil ja foi coisa de povao tambem. Isso foi numa epoca que a juventude tinha motivos para lutar contra algo. Essa e a essencia do Rock.
      Hoje ta tudo relax se compararmos com outras epocas. Um monte de escola(nao to discutindo qualidade), bolsa -isso, bolsa-aquilo, celular barato, crediario tranquilo… Resumindo: ninguem enxerga contra o que se rebelar (apesar de haver muitos motivos) dai, musicas “amenas”, docinhas, que nao dizem nada de nada, fazem tanto sucesso. O Rock e a trilha sonora da mudanca.

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    • 09/09/2011 - 09:40
      Enviado por: José Alberto

      Falou tudo camarada. Viva o Rock’n Roll!! IMORTAL

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  • 22/08/2011 - 11:57
    Enviado por: Juliana Almeida

    Eu acho que o problema é preconceito, pq na visão da maioria das pessoas o rock é coisa de ”arruaceiro”, ”briguento”…
    E também, não sei e não entendo o porque, mas muita gente se deixa levar pela ”modinha” de hoje em dia, que é sertanejo universitário, e essas bandinhas que tem por aí…

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  • 22/08/2011 - 13:31
    Enviado por: nelldias

    O uso desse critério iria acontecer mais dia menos dia por próprio mérito do rock. Afinal é o estilo musical que mais influenciou gerações e até mesmo outros estilos musicais. O fato de deixar seus simpatizantes mais antenados se deve ao fato de não ser apenas e tão somente um estilo musical, mas uma fonte rica de vertentes e movimentos que informa, denuncia fatos e encoraja seu seguidor a protestar, chama pra reflexão ao mesmo tempo que diverte. E dele, o Rock, o mérito da desalienação de gerações. E viva o Rock!

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    • 31/08/2011 - 15:28
      Enviado por: Mateus

      rapaz, até arrepiei os cabelos da nuca com esse comentário! Falou muito bem, nelldias!

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    • 03/09/2011 - 09:47
      Enviado por: Fernanda

      Concordo absolutamente com você, o rock proporcionou e continua é claro, ainda que a “mídia” hoje esteja focada em outros estilos, QUESTIONAR, não ficar simplesmente dizendo que a culpa é do GOVERNO! O Rock me proporciona um sentimento que quero morrer com ele: LIBERDADE!

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    • 05/09/2011 - 08:40
      Enviado por: marceled

      LONG LIVE ROCK´N ROLL!!!!!!

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    • 08/09/2011 - 10:03
      Enviado por: Victoria

      Sensacional seu comentário, nelldias. Mais nada a acescentar. Perfeito.

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    • 20/09/2011 - 20:49
      Enviado por: Daniele

      Concordo muito com o que tu falasses. Há muito tempo já esperava que o Rock tivesse seu valor reconhecido. Rock é muito mais do que só um gênero musical.

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    • 21/10/2011 - 19:48
      Enviado por: Rafael Gaudenzi

      Vc se confundiu amigo. Quem mais influenciou a música moderna foi o jazz, isso acontece até hj. Como esse pessoal do “rock” é xiita. Adoro rock, mas me diz uma coisa, quantas anos têm? Tá na hora de vc conhecer outras coisas filhote.

      Rafael, Dj Gau.

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  • 22/08/2011 - 15:23
    Enviado por: mau gaia

    tsc. gente inteligente e interessada é inteligente e interessada independente do estilo musical que aprecia ou o time que torce. se o contratante realmente acreditar que gostar de rock (ou axé, ou folk tunisiano) passa a ser relevante na hora de contratar seus contratantes, a coisa vai mal lá pros lados dele.

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  • 22/08/2011 - 16:24
    Enviado por: Gregor Samsa

    Não vou generalizar dizendo que o rockeiro tem mais intelecto do que um fã de MPB ou pagode. Mas uma coisa temos que admitir: enquanto o pagode é um gênero tipicamente brasileiro e de alcance nacional, o rock está aí pelo mundo. E para aprender sobre uma banda, fã tem que ler. Lendo, obtém informações, desenvolve argumentos tanto para defender a sua banda quanto para destacar e definir o seu estilo (pois convenhamos, de Chuck Berry ao Nirvana, há muita coisa pra se “catalogar”) ou para ter base para criticar. Fora que desenvolvemos mais o hábito de leitura. Tão mal praticado em nosso país.

    Conclusão: não é que o rock nos torna mais inteligentes. Mas é tendencial.

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    • 31/08/2011 - 21:07
      Enviado por: MateusAF

      Eu fecharia com uma conclusao:

      Conclusão: não é que o rock nos torna mais inteligentes. Mas a busca pelo rock e’ que nos deixa assim.

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    • 01/09/2011 - 00:19
      Enviado por: Thiago

      Cara, eu concordo com o que vc falou e tenho mais uma coisa a acrescentar, as pessoas que mais falam ingles que eu conheço são pessoas que gostam de Rock, nao de um genero especifico, mas de rock em geral. Isso se deve ao fato de querer entender a letra (pessoas informadas, que buscam informacao sao mais inteligentes que as demais) e para isso acabam aprendendo o ingles, e do ingles para outras linguas (grande parte dessas pessoas sabem uma terceira lingua).

      E as pessoas que conheço que gostam de samba, mpb, pagode, funk, pop rock (essas sabem um pouco sim) etc ja nao falam…

      É um fato que soh reforça a matéria!

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    • 02/09/2011 - 19:59
      Enviado por: Piovezan

      Melhora o inglês, mas e daí? Isso torna o rock um estilo mais respeitável? É fraquinho esse argumento. Vou usar pra defender o gangsta rap gringo. “Manhê, fui bem na prova de inglês pesquisando sobre meu ídolo 50 cent, sou bonito? Traficante também é cultura!”

      E vice-versa, o funk carioca deixa os gringos mais inteligentes, porque precisam aprender português para pesquisar a respeito… Fala sério.

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  • 22/08/2011 - 18:39
    Enviado por: Daniel

    Não há como negar, quem curte rock, jazz, blues, mpb, southern rock e outros gêneros musicais do mesmo nível, tende a ser uma pessoa mais culta e informada, que sabe se expressar melhor. E isso não se estende só entre os ouvintes, mais entre os músicos mesmo, não generalizando, mais no rock é comum ver músicos inteligentes e que são bem informados culturalmente, o mesmo acontece no jazz.

    E claro quem escuta esse tipo de musica, acaba sendo influenciado de maneira positiva. Ao contrário do que acontece com o pagodeiro e funkeiro por exemplo.

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  • 22/08/2011 - 20:43
    Enviado por: Maurício

    Entrevistas para emprego são loteria pura. O rapaz poderia ter sido fulminado exatamente por gostar de rock. A área de recursos humanos também vive de uma paranoia atroz, tal como num circulo do poder no império romano. Ai de quem não dissesse ao imperador exatamente aquilo que ele quisesse ouvir mesmo que traísse suas próprias convicções.
    Espero, entretanto, que o exemplo narrado tenha um efeito que se esparrame para o ambiente educacional, descendo inclusive para os níveis iniciais onde aqui mesmo no combate eu li, a pouco tempo, sobre uma professora que puniu um aluno primário por gostar de rock.

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    • 22/08/2011 - 21:36
      Enviado por: Mauricio

      Xará, na atual situação do país, dúvido que algum RH questione o gosto musical do candidato, é mais fácil questionar o time de futebol do cidadão.Mas se isso acontecer, tem que levar o caso adiante, como a mãe do garoto citado por voce.

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  • 22/08/2011 - 20:50
    Enviado por: Maurício

    Em tempo, daqui a pouco todo mundo vai jurar que é fã de rock só para marcar pontos nas entrevistas de emprego mesmo que nunca tenha ouvido falar sequer no Coldplay, nem vamos falar dessas coisas longínquas tipo Stones, Nirvana…

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  • 23/08/2011 - 11:33
    Enviado por: marcelo

    A diferença é clara:
    rock/jazz/blues é feito por MUSICOS.
    E musicos precisam de INTELIGENCIA E TALENTO.
    Pronto nao precisa dizer mais nada.

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    • 23/08/2011 - 23:27
      Enviado por: Alexandremk

      Disso não tenho nenhuma dúvida, tanto que os estilos é fonte de inspiração de um e outro e vice-versa.
      Os bateristas de Jazz possuem uma técnica refinada e com um vigor fora do comum.Quem viu Buddy Rich e Gene Krupa tocar sabe do que estou falando.

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    • 01/09/2011 - 16:45
      Enviado por: Felipe

      Camarada, nao menospreze a qualidade de alguns musicos de outros genêros musicais, isso sim é preconceito.

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    • 01/09/2011 - 23:21
      Enviado por: Luis

      Que bobagem. Conheço gente que com um pandeiro faz miséria.
      O Rock é pura liberdade, é puro desprendimento. É muitas vezes um estilo de vida, porém, é menos refinado musicalmente que a Bossa Nova, por exemplo. Eu poderia até mesmo apostar que um bom samba toca muito mais as pessoas de maior nível cultural e intelectual que o Rock.
      O rapaz da história em questão apenas teve sorte.

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  • 23/08/2011 - 19:17
    Enviado por: ostra

    inversão total da causa e efeito! Gostar de coisas que não são comuns e que envolvem algum tipo de estudo é que fazem a pessoa encontrar coisas que prestem, entre elas o rock.

    Chegam a ser ridículos os comentários. Pelo raciocínio da maioria aqui se o cara ouvir o mais obscuro e medonho metal dos confins do mundo ele deve ser um gênio…

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    • 31/08/2011 - 18:55
      Enviado por: Regiane Koztowski

      Tirou as palavras da minha boca. Não é ouvir rock que torna a pessoa diferenciadas. Pessoas diferenciadas gostam de rock por possuirem bom gosto e inteligência suficientes para apreciá-lo. As vezes fico espantada com pessoas que dizem só ouvir barulho diante de um Blind Guardian…

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  • 24/08/2011 - 07:23
    Enviado por: Daniel

    ostra, se for Gorguts ou Hesper Payne, ganha meu respeito fácil. Contrato na hora.

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  • 25/08/2011 - 11:26
    Enviado por: Paulo Eduardo Marchezini

    Poxa agora fiquei interessado em ler o livro da menina, não rola passar o nome, onde tem pra vender? Serviço de utilidade pública!! hauaha

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    • 25/08/2011 - 16:22
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Ela estuda no colégio Oswald de Andrade, na zona oeste de São Paulo, mas até agora não há nada de concreto em relação à edição do livro, parece que ficará para o ano que vem. O nome do livro é o da tese, é quilométrico, nos moldes acadêmicos, nem seu sei direito, mas, quando for publicado, térá um nome mais palatável e certamente será alvo de resenha aqui no Combate Rock. Valeu pelo interese.

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  • 29/08/2011 - 12:57
    Enviado por: Rubens Sampaio

    Marcelo, posso enviar seu texto para um site de rock chamado Whiplash citando a fonte?
    Obrigado.

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  • 29/08/2011 - 18:26
    Enviado por: JBeleza

    Disse tudo nelldias!!!
    A história do rock nada mais é que uma história social importantíssima, que surgiu nos anos mais importantes pra sociedade moderna. Logo SUPÕE-SE que quem gosta de rock hoje em dia tem um minimo de conhecimento histórico, não só dos EUA e UK, pq as mudanças aconteceram no mundo todo. Mas muita gente só ouve o rock dos anos 80 pra cá, “Nirvana, Guns e Iron” e não sabe nada disso.
    No fim das contas, acho que esse critério só é possível pela idade do rock, ou seja, o critério seria “quem gosta de rock clássico”, pq é complicado até definir rock hoje em dia, pois o rock clássico morreu. O que vejo nos verdadeiros fãs de rock é uma busca incessante por mais música boa – feitos por músicos de verdade – mais informações, enfim! Quem pesquisa é inteligente.
    Ninguém disse que quem não gosta de rock é burro. Mas seu estilo musical diz sobre sua personalidade, com certeza. Não confundam personalidade com caráter.

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  • 29/08/2011 - 20:34
    Enviado por: rubens

    Acho que essa pesquisa está correta, entretanto deixa de lado outros fatores. Por exemplo, quem tem o gosto mais voltado ao Funk, Soul, groove, Samba entre outros, não poderiam se encaixar nesse perfil?

    Acho que o rock externaliza toda uma característica interna da pessoa. Mas acho que como numa sociedade, as pessoas diferentes são Complementares às necessidades das empresas.
    fizeram essa pesquisa com os outros gêneros?

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    • 29/08/2011 - 21:03
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Nâo é uma pesquisa, é uma constatação de alguns profissionais da área de recursos humanos da região do ABC. E como eles são bastante conhecidos na área e atuam tambpem na Grande São Paulo, pode-se dizer que o universo observados por eles não é pequeno. Mas o que chamou a atenção deles foi a atitude e o bom nível dos roqueiros.

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  • 29/08/2011 - 23:36
    Enviado por: Alexandre Santos

    eu, humildemente, entendo que o rapaz citado na entrevista de emprego foi bem sucedido apenas pelo simples fato de ter sido ele mesmo! não chegou com aquele discurso pré programado que todo mundo vai numa entrevista de emprego. e digo mais, além de ter sido ele mesmo, mostrou capacidade técnica pra desemprenhar o que era exigido, ou seja: ele estudou! então não tem mistério, estudar é o caminho…o resto, como ouvir música de boa qualidade, saber falar, não se ater apenas ao que acontece nas novelas, “viver no mundo real” vem naturalmente…

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  • 29/08/2011 - 23:49
    Enviado por: Marcelo Nunes

    Acho que a questão aqui é o gosto pelos clássicos. Certa vez eu assisti uma entrevista com o maestro John Naschling onde ele comentava que se clássico fosse popular, não seria clássico.

    A história das artes se fez com movimentos de rebeldia: Quando Beethoven apresentou sua Sinfonia No. 3 “Eroica” pela primeira vez, aquilo escandalizou a sociedade Vienense pois se tratava de uma obra gigantesca e esquisita demais para os padrões estéticos da época. Entretanto, com o tempo, as pessoas que olharam para a obra de Beethoven com uma visão de anos depois compreenderam que aquele trabalho marcou época e revolucionou a música e a cultura.

    Este exercício de olhar para trás e entender que lá longe aconteceu alguma coisa que vale a pena ser lembrada é que caracteriza a erudição. É isto que está acontecendo com o bom e velho Rock hoje em dia e é o que distingue os seus apreciadores.

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  • 30/08/2011 - 11:56
    Enviado por: Luiz

    Muita informação desencontrada nos comentarios, tem gente que nem parece que leu a matéria inteira.
    O que foi destacado ali é que ao se interessar por Rock, Jazz e etc, ganha-se obviamente em cultura, uma vez que precisamos pesquisar e acabamos lendo bastante para conhecer novas bandas, novas musicas ou então pra saber um pouco mais sobre uma banda.
    Uso também uma experiência pessoal que ilustra muito bem esse tipo de situação. Desde muito novo eu ouço rock, sempre gostei de saber a letra da musica que estou ouvindo, então olhava sempre a tradução. Com o tempo isso foi se desenvolvendo e hoje eu falo inglês fluentemente sem nunca ter feito ao menos um curso básico.
    Rock não cria super gênios e nem isso foi dito pelo site em momento algum, mas é notável que os fãs do gênero se interessam muito mais por leitura e conhecimentos gerais do que fãs de alguns outros estilos musicais.

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  • 30/08/2011 - 15:27
    Enviado por: Jacques Braga

    Long live Rock’n'roll! \(^_^)/

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  • 31/08/2011 - 12:11
    Enviado por: Gustavo

    Sou muito mais alguém que toque qualquer instrumento e estudou algum tipo de música do que pessoas que simplesmente escutam rock por si só. Acho que em uma entrevista dá para saber muito do candidato através da oratória, postura e principalmente suas experiências. Conheço muitas pessoas que gostam de rock e são extremamente introvertidas e que mal sabem conversar. Para cargos que precisam de trabalho em equipe, comunicação e liderança, estão fora do padrão.

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  • 31/08/2011 - 12:19
    Enviado por: Sergio Silvestri

    Sou rockeiro e professor de formação. Minhas preferências são Sepultura, Iron Maiden, Black Sabbath, AC/DC, Angra, Raimundos, Ozzy, Korn, Motorhead e por ai vai. Respeito todos os comentários. Gostaria de deixar o meu. Fui Gerente de uma grande multinacional. É notório o interesse do roqueiro pela informação, cultura, política, meio ambiente, pois o estilo de música tem relação direta com isto. Vou ser muito honesto, não vejo como diferencial o estilo de música que o candidato tem. Tive excelentes profissionais na minha equipe que gostam de rock, samba, jazz, pop, sertanejo. O que faz mesmo a diferença é a educação de qualidade. Somente a educação vai melhorar a capacidade dos profissionais, diminuir o preconceito, prepar o cidadão para votar melhor, fazer o Brasil alcançar o nível de desenvolvimento necessário para acabar com a probreza. Somos um país multicultural e multiracial. Devemos defender o direito de expressão musical, literária, política, sexual, religiosa. etc. Também devemos lutar contra o preconceito, corrupção, pedofilia, criminalidade, destruição do meio ambiente, exploração infantil, trabalho escravo e etc. Long life and prosper to Rock’n'Roll.

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  • 31/08/2011 - 12:53
    Enviado por: Kimberly Bandeca

    Até que enfim os roqueiros estão sendo reconhecidos por quem são!
    Rock n’ Roll never die! \m/

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  • 31/08/2011 - 15:18
    Enviado por: Rogerio

    é que beatles é rock de primeira…………………..nao vou nem perder meu tempo

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  • 31/08/2011 - 15:35
    Enviado por: Rose Marie

    Comungo com Marcelo Moreira e gostaria muito de conhecer este gerente do ABC e esta garota da Zona Oeste de SP.
    Hoje sou uma velha roqueira, mas sou fan do bom e velho rock, blues, jazz e música clássica há muito tempo e devo isso ao meu pai.
    Depois de ter assistido, em 75, ao show de Rick Wakeman na Portuguesa – Projeto Aquárius, nunca mais deixei de ir a Shows de Rock em Terras Brasilis, quanda a grana dá, né!
    E, plageando meus colegas acima “Long live Rock’n’roll! \(^_^)/”

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  • 31/08/2011 - 15:40
    Enviado por: Heloisa

    Sou rock até a alma, mas acho essa visão romântica de que rockeiros são mais cultos e inteligentes meio perigosa. Se por um lado é boa para afastar o estigma negativo que o rock carrega, por outro a visão não é completamente verdadeira. Conheço vários rockeiros que são intolerantes e maus profissionais. E conheço muitos fãs de outros estilos que são cultos e antenados. Isso é algo que o profissional de RH deveria sacar pelo papo da pessoa, e não por uma característica.

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    • 31/08/2011 - 16:39
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Você está correta em seu raciocínio, mas em nehum momento o texto afirma que roqueiros são mais cultos ou inteligentes.

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  • 31/08/2011 - 15:52
    Enviado por: Cristiane

    Impressionante a capacidade de pensar dos Srs. Contratantes…Acho que quem curte o Rock tem muito mais intelectualidade do que qq outro Gênero….Excelente matéria…. \o/

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  • 31/08/2011 - 15:53
    Enviado por: Wagner Luiz

    Eu já sabia !!

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  • 31/08/2011 - 16:14
    Enviado por: daniel

    Isso eu já sabia sempre vi mais cultura em quem gosta de música
    de qualidade. Pra quem frequenta grandes shows pode afirmar
    que quem vai são pessoas de padrões culturais acima da média.
    O que é bom nunca morre.
    O que é ruim (modinhas), já nasce morto.

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  • 31/08/2011 - 16:18
    Enviado por: Bravo

    É assim mesmo. Todo mundo começa pelo rock e leva anos até abrir a cabeça! EH!UEH!UHEUH!E. Mas pra um estagiário é um estilo musical plausível.

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  • 31/08/2011 - 16:20
    Enviado por: Mariana

    Eu não acho que rock é coisa de classe média não. Aliás classe média é média de “medíocre” . Acompanha a massa e não tem o mínimo de cultura e educação. Rock geralmente é apreciado por pessoas que vão contra essa massificação, por isso do interesse em aprender.

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    • 01/09/2011 - 10:11
      Enviado por: c marcelo

      Falou bem Mariana! A busca incessante de “boa parte” dos roqueiros (não são todos e nem apenas roqueiros) por informações sobre bandas, sua origem, suas formações, seus integrantes, as músicas, as letras (muitas com temas politicos e históricos), fazem a bagagem cultural crescer consideravelmente e é sobre isso que a matéria versa… o aumento dos conhecimentos, das informações, dos dados é consequência positiva dessa busca e ao meu ver realmente existem muitos roqueiros que tem essa bagagem aumentada pela intensa pesquisa. Mas não são apenas roqueiros que praticam essa busca, não devemos acreditar que apenas quem curte rock parte nessa procura de informações, isso seria ignorância preconceituosa.

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  • 31/08/2011 - 16:21
    Enviado por: Rafael Kaen

    Sempre escutei vários estilos de música, mas gosto mais de rock e metal, preferencialmente o progressivo! hehehe

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  • 31/08/2011 - 16:30
    Enviado por: Taís Averza

    Observei uma coisa engraçada! Todos nós, leitores felizes que estamos aqui e lemos a matéria e comentamos nela também, gostamos de rock! Aparentemente ninguem falou que não gosta certo?
    Ouuu seja. Será que isso atesta que tese do Gerente de que gostar Rock significa ter “mais capacidade intelectual”?
    Pois nenhum representante de gosto de diferentes ritmos músicais comentou!
    Será que é porque eles se enteressam menos por notícias, jornais e atualidades?

    HSAHSASUAHSUASHUASHA. Que horror. Isso me fez pensar.

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    • 01/09/2011 - 10:29
      Enviado por: c marcelo

      PENSAR!!!!!!! É exatamente isso que diferencia alguns de nós….sou bancario e professor de historia e geografia e conheço muita gente que gosta de outros estilos e que tem grande capacidade intelectual, porém, realmente aqueles que gostam dessa “atitude rebelde e contestadora” (pois rock é acima de tudo atitude) de tantas vertentes e estilos, em sua maior parte disponível em idiomas estrangeiros, se esforçam mais para ENTENDER o que estão admirando e ouvindo, avaliam melhor e criticam mais. O roqueiro tem aumentada a sua capacidade crítica justamente porque tem que buscar o que julga melhor dentro de um universo tão vasto. E ainda tem o fator pesquisa. Geralmente informações suficientes só são encontradas na internet (que não é boa no interiorzão desse nosso país cheio de contrastes) e, após muita pesquisa, é preciso fazer uma colcha de retalhos com as informações obtidas e cabe a cada um montar o quebra cabeças com os dados disponíveis, então podemos dizer que aqueles que gostam e pesquisam sobre rock tem um intelecto, não maior, apenas mais exercitado. É como malhar, quem malha mais fica mais forte por consequencia óbvia do esforço aplicado no exercício.

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  • 31/08/2011 - 16:34
    Enviado por: Marília Bellio

    Os que não curtiram a matéria no mínimo curtem um pagode, ou estão desempregados.

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  • 31/08/2011 - 16:35
    Enviado por: Marília Bellio

    Os que não curtiram o texto: ou curtem um pagode, ou estão desempregados.

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  • 31/08/2011 - 16:53
    Enviado por: Soraia Siqueira

    Parabéns ao autor do texto! A mesma coisa ocorreu com meu filho: 20 minutos de entrevista e foi contratado sem precisar cortar o cabelo! Para quem discorda do texto, aconselho que vá a um evento de rock e perceba o nível das conversas que rolam, o vocabulário usado, o nível de cultura das pessoas. Nada contra outros estilos, mas os roqueiros são de longe mais interessantes!

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  • 31/08/2011 - 16:57
    Enviado por: Nadini

    Rock pra mim sempre foi sinônimo de coisa boa, fiquei feliz em ler essa matéria!E mais uma prova da atitude rock que traz consigo o interesse a leitura, protestos e refinamentos é o tanto de gente que comentou por aqui. Que o rock volte a ser moda pra juventude. amém!

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  • 31/08/2011 - 16:57
    Enviado por: Ana Paula

    Uma menina de 17 anos ganhou o prêmio de conclusão de ensino fundamental?

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  • 31/08/2011 - 17:02
    Enviado por: Emilio

    Vou passar a adotar estes fatores como criterios de seleção, rs.
    Ultimamente tem tido muitos sertanejinhos trabalhando por aqui. Deve ser isso.

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  • 31/08/2011 - 17:27
    Enviado por: Bárbara Ferreira

    Concordo que não da pra generalizar a coisa toda, de que quem gosta de Rock é mais inteligente e mais culto. Mas acho que os rockeiros tem mais conhecimento dessa cultura, pelo fato de que o rock não é uma coisa que nasceu ontem. o Rock ta ai a décadas, e consequentemente o rockeiro vai saber coisas de anos atrás, que outras pessoas nunca teriam interesse de procurar saber! O hábito da leitura no nosso país, é baixíssimo. E isso é deprimente. Mas no sentido da leitura, acho que o rock ajuda muito nas biografias, influencias e tal. Até porque, sem ofensas ao pagode, mas não existe uma biografia do Exaltassamba, como existe uma dos Beatles e entre outras lendas do rock.
    Mas independente do gênero musical, acho que as pessoas deveriam adquirir cultura, e começar a ler mais livros; e as pessoas tem que parar de usar do seu estilo de musica como desculpa por não pegar um livro pra ler, ou por não assistir jornal.
    Me orgulho de gostar de rock. e Vida longa ao Rock’n'Roll :)

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    • 31/08/2011 - 19:39
      Enviado por: guilherme

      Se me permite a brincadeira (com fundo de verdade rs) ao comentario da Barbara Ferreria acima! mas Graças a o bom deus que nao existe biografias de exaltasamba e simliares , seria deprimente realmente! kkkkkkk =)

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    • 27/09/2011 - 21:36
      Enviado por: marcio

      Bem. Já ouviu falar na Tia Ciata (ex-escrava que se radicou no Rio no fim do séc 19 e em cujo terreiro o samba carioca nasceu, no início do século 20)? E dos Oito Batutas? E do Ney Lopes, sambista, pesquisador e ativista político estigmatizado pela mídia até hoje? Já ouviu Pagode Jazz Sardinha Club e percebeu o diálogo entre o samba e o bebop? Sabia que as escolas de samba do início do século passado foram as primeiras organizações realmente populares da República?
      Não estou desempregado. Sou contratante. Gosto de rock (de Yardbirds a System of a Down, muita coisa). Amo o samba. E não confundo Grupo Molejo com o Samba, como não confundo Restart com o Rock.

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  • 31/08/2011 - 17:46
    Enviado por: david reno

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_consequentiam

    é o argumento pelo qual uma premissa é verdadeira ou falsa em função das consequências desejadas ou indesejadas a que ela conduz. Este raciocínio é uma variedade do apelo à emoção é uma forma de falácia lógica, uma vez que o valor de uma premissa não depende do nosso desejo. Além disso, este raciocínio possui sempre um conteúdo subjetivo.

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  • 31/08/2011 - 18:22
    Enviado por: Cláurio

    “não é que o rock nos torna mais inteligentes. Mas é tendencial”

    Isso é verdade. Dependendo do estilo, tem que se garimpar e muito pra achar algo que agrade. Claro que tem muita jóia ainda a ser descoberta na música brasileira, mas que o rock é grande no mundo inteiro isso é um fato.

    Eu já conheci gente muito talentosa, inteligente e criativa que odeia rock, assim como conheço muito roqueiro que pra burro falta só o casco.

    Não basta ser fã de rock, tem q ter vontade de descobrir coisas novas. E É COM ESSA VONTADE QUE O EMPREGADOR CONTA NA HORA DE ADMITIR ALGUÉM COM ESSE CRITÉRIO.

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  • 31/08/2011 - 18:24
    Enviado por: Paulo b. fortes

    muito bom quem godta de rock e um ser privilegiado

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  • 31/08/2011 - 18:28
    Enviado por: Erik Amazonas (@eamaz)

    o ponto chave, ao meu ver, é que o rock perdeu espaço na grande mídia, pelo menos no Brasil. Isso faz com que as pessoas que escutam sertanejo, forró, axé, pagode, brega, podem (ênfase no “podem”) ser apenas modistas, pessoas que seguem a tendência e não param para refletir sobre o que estão ouvindo. Isso tem reflexo no modo como se preocupam com as coisas ao seu redor, ou seja: o MUNDO! Seria como se elas esperassem pelo que virá até elas (exemplificado pela espera da música atingir seus ouvidos) e não buscam por novidades (a novidade é sempre a nova moda do momento). Rockeiros são diferentes. Nós vamos atrás de novas bandas que nunca ouvimos mas que poderemos passar a curtir muito. Isso pode até ser uma ‘descoberta’ de bandas da década de 70 (como no meu caso: descobri há algumas semanas o Cosmic Egg…). Nessa busca, encontrei 4 bandas atuais que podemos tirar o chapéu como tiramos para Hendrix, Zeppelin e Floyd: são elas: Radio Moscow, Rival Sons, The Paperhead e a banda brasileira, de OLINDA-PE: Foxy Trio . corram atrás e escutem no fone de ouvido!!!!!!

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  • 31/08/2011 - 18:32
    Enviado por: Mailon

    Lembrando as pessoas que discriminação, de qualquer tipo em seleção para vagas de emprego é ilegal, ser homem ou mulher, hétero ou homossexual, negro ou branco, gostar de rock ou de samba não pode ser usado como fator de seleção em vagas de emprego, há lei pra isso, informem-se.

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    • 31/08/2011 - 21:23
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Você só não leva em consideração um fato importante: a possibilidade de provar a ocorrência de suposta discriminação, quando alguém acha que ela ocorreu. Quem consehuiu provar só o fez com provas inequívocas e com muitas testemunhas. Muito pouca gente conseguiu. Além do mais, você confunde totalmente os conceitos, enxerga suposta discrminação onde ela não existe. Discriminar por sexo, cor ou deficiência física é crime (e burrice, além de tudo), mas o estabelecimento de critérios específicos ou subjetivos de avaliação e contratação não é.

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    • 08/09/2011 - 10:24
      Enviado por: Victoria

      Acho que não se trata de discriminação, não, Mailon. É apenas o perfil adequado para determinado cargo.

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  • 31/08/2011 - 18:50
    Enviado por: Leka Marcondes

    Adorei o post! Óbvio que é difícil generalizar, mas desculpe-me a sinceridade: não confio por completo nem levo a sério quem não gosta nem um pouquinho de rock.

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  • 31/08/2011 - 18:54
    Enviado por: Thales

    Não que os roqueiros sejam mais inteligentes, mais as pessoas mais inteligentes normalmente gostam de rock. Então…

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  • 31/08/2011 - 18:54
    Enviado por: Aline Stutz

    O texto só veio ratificar o que eu sempre achei. E digo mais, dificilmente você vê um roqueiro ouvindo música no celular pelo meio da rua ou em um ônibus sem fones de ouvido, ou dirigindo carros com som absurdamente alto incomodando os outros. Além da cultura, o bom senso de quem ouve rock também é uma das qualidades que parecem faltar a muitos apreciadores de outros gêneros

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  • 31/08/2011 - 19:00
    Enviado por: Ronan

    Pra mim a questão não é o estilo de música que o sujeito gosta. E sim a atitude de procurar coisas novas e que não tocam nas rádios, seja bossa, mpb, rock, samba ou experimental.

    Essa vontade de ir atrás de novas descobertas é que vai ajudar o cidadão a ser alguém diferenciado. Ou seja, é o cara que não se contenta com o que é imposto e nem admite seguir o fluxo do rio.

    Vida longa ao ROCK!

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  • 31/08/2011 - 19:06
    Enviado por: Brenda

    Adorei essa matéria! Tenho 17 anos e sempre gostei de rock, apesar de meus pais não. Adquiri o gosto pelo gênero lendo e buscando informações sobre certas bandas e me encantei com o rock. O que vocês publicaram tem toda verdade, gosto de rock e sempre fui uma das melhores da sala e aprecio muito a leitura. Busco sempre estar antenada em tudo o que está acontecendo e principalmente conhecimentos que me enriquecem culturalmente.

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  • 31/08/2011 - 19:30
    Enviado por: Leandro

    O rock é vasto e não fala só de amores fracassados ou não. O rock questiona e o questionamento é a base do conhecimento que conhecemos hoje.

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    • 31/08/2011 - 21:58
      Enviado por: Daniela

      Falou e disse, Leandro.
      Concordo plenamente com o texto. O rock está presente em vários acontecimentos históricos e culturais no mundo todo. Ele não faz as pessoas apenas balançarem as cabeças, o rock é uma forma de expressão e de questionar os costumes da sociedade em que vivemos. As pessoas que aderem ao rock são muito mais cultas e interessantes. Rock pra vida!

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  • 31/08/2011 - 19:42
    Enviado por: René Montenegro

    Sempre lutamos por aquilo que acreditamos e, desde que decidimos ter a música como carro chefe em nosso espaço, o rock tem e sempre terá privilégios por tudo isso que vimos acima. Ao permitir que a “música de consumo” tomasse conta de nossos ouvidos, ao deparar com toda a mídia “endeusando” e mega empresários investindo em projetos sem conteúdo, de qualidade duvidosa e talentos “fabricados”, estaremos decretando a falência da tradição, do bom gosto, da genialidade e, consternados, admitir que somos um fracasso. Em nossa casa, a música é eclética mas o rock é a essência. Viva o rock’n roll!
    http://www.nofundodobau.com.br
    Belo Horizonte/MG

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  • 31/08/2011 - 21:03
    Enviado por: breno sikeira

    eh vergonhoso esses comentários ki vejo, dizer ki kem eh roqueiro eh mais inteligente do q kem gosta de pagode, samba, entre outros. meua amigos, oq vale eh o estudo da pessoa, tem tanto roqueiro burro ki conheço, na mesma medida ki existem mtos pagodeiros inteligentes, portanto, isso n existe, eh um mito, e na kestao do samba ser soh conhecido no brasil, e o rock em todo o mundo, eh mto pelo fato de q o rock nasceu no eua e no reino unido, duas potencias mundiais, portanto, oq for moda la, vai ser moda aki tbm, como tbm na europa, asia, africa, no mundo inteiro

    ps: n estou criticando a pessoa ki fez a materia, e sim aos “inteligentes” ki axam ki tem propriedade para falar ki rockeiro eh inteligente e o resto eh porcaria

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    • 31/08/2011 - 21:56
      Enviado por: Carol

      Pelo que pode ser entendido você não é rockeiro, e pela sua escrita não parece ser tão inteligente, ou seja, contra fatos não há argumentos.
      HUAHUA

      Brincadeira mulecão.

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    • 31/08/2011 - 22:00
      Enviado por: juca

      caro breno, ele não está falando de que rockeiros sao mais inteligentes, ele disse um exemplo real de que quem escuta rock fala mais abertamente, tem mais cultura, pois tenta conhecer a historia de suas bandas prediletas, tendo isso em mente ira pesquisar e adquirir mais conhecimento, me diga agora se uma pessoa que escuta pagode, funk, axé vai procurar saber sobre a historia da banda, não mesmo, pois já presenciei isso e por favor o intelecto cultura, deixa a desejar, e comparando a quem curte mpb, jazz, samba de raiz, entre outros generos tem mais cultura que essas porcarias ai.

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    • 31/08/2011 - 23:11
      Enviado por: Josh

      Inteligência é relativo. Mas realmente, quem curte Jazz, Rock, Metal e afins, sao sem sombra de dúvida os que tem uma bagagem cultural própria bem mais pesada do que aqueles que ouvem pagode, axé, sertanojo, etc, etc..

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    • 02/09/2011 - 09:24
      Enviado por: Vicente

      É basta ver a maneira como você escreve pra ter certeza que tu se enquadra no rol seleto dos semi alfabetizados. Se existe pagodeiro inteligente obviamente que não é você. Aprenda escrever pra poder criticar com alguma propriedade, senão você passa vergoha mesmo!

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    • 02/09/2011 - 09:30
      Enviado por: ANDRESSA MARTINS

      O ROCK É CONHECIDO MUNDIALMENTE,NÃO SÓ PORQUE É AMERICANO E BRITÂNICO,MAS POR SER O PRIMEIRO ESTILO DE MÚSICA A PROTESTAR CONTRA OS PROBLEMAS POLÍTICOS,SOCIAIS E HUMANOS.POR ISSO DURANTE ANOS FORAM DISCRIMINADOS POR NÃO ACEITAR O QUE A DITADURA IMPÔS A SOCIEDADE.DEVIDO A ESSAS ATITUDES A ONU(ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS)CONSIDEROU O ROCK O MAIOR MOVIMENTO CULTURAL REVOLUCIONÁRIO,HOMENAGEANDO-O COM O “DIA INTERNACIONAL DO ROCK” QUE É 13 DE JULHO.OBS;O ROCK É O ÚNICO ESTILO DE MUSICA DO MUNDO QUE TEM UM DIA SÓ PARA ELE!!!!!!!!!!!!!!

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  • 31/08/2011 - 21:41
    Enviado por: Marcelo Almeidar

    Gosto de rock. Do mais simples e básico à la Elvis até o extremo black metal norueguês. Coisas como Darkthrone, Mayhem e afins. Curto jazz, eletrônico, blues, folk, clássico, entre outras coisas.
    Achei o texto de uma superficialidade absurda. Sem lógica alguma.
    O embasamento teórico é pífio. Serve apenas pra afagar egos de rockeiros incautos. Pura e tola demagogia.
    Rock NÃO é situação. Rock sempre foi CONTRA instituições e padrões vigentes. Algo que sempre rompeu hábitos e costumes. Contra a hipocrisia do “status quo”.
    Quando o rock se torna isso que você citou é sinal de que há algo errado com ele. Virou algo chapa branca. E isso, na boa, NÃO é rock and roll.

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    • 31/08/2011 - 22:12
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Demagógico é sua mensagem raquítica de ideias e recheada de bobagens ideológicas estúpidas, coisas idiotas do tipo “rock é do contra”, “rock é oposição”, “rock é revolução” e outros lixos semelhantes. Você é mais um que não leu o texto – e, se leu, não conseguiu entender, o que é o mais provável.

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    • 05/09/2011 - 10:08
      Enviado por: marceled

      o que é virar chapa branca?? Eu acho que esse cara nunca ouviu algo como YES, RENAISSANCE, CAMEL, etc.

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  • 31/08/2011 - 21:46
    Enviado por: Jorge Colognesi

    Amigo do “KI” “KI” gosta de funk, pagode e ignorância. Nada contra os amigos que gostem de qualquer estilo musical, mas certos estilos são do povão, e com isso a maioria das pessoas sem cultura gosta, quando digo cultura, é o fato de já ter lido algum livro na vida, de um dia ter ouvido uma musica clássica que não a do carro do gás. de ter ido a um teatro, e, pergunto, quem vai rebolar com o “Créu” será que vai ao teatro, ou lê um livro nas horas vagas?
    Não sou melhor que ninguém, o fato de eu escutar rock é só um detalhe, mas que certos estilos são dos menos favorecidos de acesso a cultura e educação isso é fato.
    Mais um coisa, como um amigo aqui falou: “O ROCK QUESTIONA”

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    • 31/08/2011 - 23:02
      Enviado por: Josh

      “(…) Não sou melhor que ninguém, o fato de eu escutar rock é só um detalhe, mas que certos estilos são dos menos favorecidos de acesso a cultura e educação isso é fato.”

      Cara, quem gosta e quem quer, corre atrás.

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  • 31/08/2011 - 21:49
    Enviado por: Gustavo Amaro

    Existe sim o preconceito ainda… infelizmente… mas eu nunca tive esse problema, você também não pode ir com uma calça jeans rasgada e cinto de rebith, camiseta de banda e cabelo sujo (caso seja cabeludo) para a entrevista… você deve saber se portar da maneira correta…

    em relação ao conhecimento que o rockeiro tem, vou ter que concordar que a maioria das pessoas que ouvem rock, é uma tendencia do estilo ter um certo lado culto, de querer aprender algo mais, como automaticamente acabam aprendendo outros idiomas, tocar instrumentos…

    vamos lá galera… bora estudar pra ser alguém na vida… o/*

    abraços

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  • 31/08/2011 - 21:51
    Enviado por: Carolina

    Claro ué, quem gosta desses rocks citados na reportagem não é povão, é gente com dinheiro na maioria das vezes, que estuda em escolas e faculdades boas e tem bom nível cultural.Povão gosta de sertanejo, funk e pagode e não lê nem tirinha de jornal. Não tem nada a ver com gostar de rock na verdade, é a formação geral da pessoa que acaba levando para esse lado. É uma conjunção de fatores.O empregador acaba preferindo contratar alguém com quem ele possa conviver bem e conversar sobre trabalho e qualquer outro assunto.

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    • 01/09/2011 - 13:33
      Enviado por: Evelin

      Não tem nenhum sentido o que você diz. Nasci na periferia da periferia, no povão mesmo e sempre gostei de rock. O que você diz foge completamente do foco da matéria.

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  • 31/08/2011 - 21:51
    Enviado por: Piovezan

    Adoro rock mas peraí. Curtir só Rock? Olha o colonialismo cultural moçada…

    Ficar somente nas “mais ouvidas” das rádios pop/rock não mostra “mente mais aberta”, mostra uma superficialidade muito parecida com quem ouve só funk ou sertanejo.

    Mostrar mente aberta não é esculachar os estilos que você não curte, e sim ter uma postura crítica, inclusive em relação a você mesmo e ao grupo em que se acha inserido.

    1) Começa com “Vou respeitar o gosto dos outros apesar de não gostar”;

    2) Passa por “Concordo que minhas bandas preferidas podem ter pontos fracos (nas letras e/ou nas músicas) apesar de eu gostar delas mesmo assim”;

    3) e termina em “Posso não curtir certos estilos, por exemplo MPB, mas sei que tiveram ou têm importância para o nosso cenário cultural”.

    Enfim, é saber olhar à sua volta e não somente para o próprio umbigo criado a Jovem Pan FM, trilha sonora de filminho de vampiro, etc.

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  • 31/08/2011 - 21:55
    Enviado por: juca

    brasileiro é no geral chinelão, não lê, escuta música brabas, se é que podem chamar aquilo de música, essa mídia da tv aberta por favor, só coloca forró, funk, como eu mesmo digo, putaria em geral, lembro-me quando assisti ao Nirvana se apresentando no Hollywood Rock(os mais velhos irão lembrar-se), bons tempos aquele onde o rock ‘n’ roll influênciava uma geração inteira, época do Grunge, nos anos 60 movimentos em geral, hoje em dia esta um desastre, mas sabem que é até bom pois o rock ‘n’ roll nunca vai virar uma modinha, ficara com seus seguidores ou adptos que gostam mesmo do estilo e cultura do rock, que os chinelões fiquem com suas poluições sonoras.

    ps: rock ‘n’ roll esta a mais de 50 anos por ai, comovendo e levando milhões de pessoas a sua cultura, rock não é uma modinha que vai e vem, és eterno!!

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  • 31/08/2011 - 22:20
    Enviado por: boimarinho

    Impressionante. Eu passei décadas até aprender que gosto musical não forma caráter e quando leio algo assim fico impressionado que, positivo ou negativo, preconceito sempre vai existir.
    Ninguém é melhor que ninguém por gostar ou ter acesso a músicas decentes e/ou fora do mainstream. Seja rock ou eletrônico, seja quadrinhos ou literatura, não faz diferença; a diferença é que alguns se contentam com a mediocridade e outros tem uma necessidade maior de qualidade. E nem sempre o interesse por música / jogos / livros vai ter a ver com o conhecimento profissional.

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  • 31/08/2011 - 22:39
    Enviado por: Raul Netto

    Ainda bem que o Rock n Roll não é o estilo musical preferido da massa (povão).
    Há muita gente (mas muita gente mesmo!) por aí que nem se importa com a qualidade do que está ouvindo… hoje em dia as “músicas da moda” são cópias baratas umas das outras, e o que me dói é que o povão não se importa com isso. Estão consumindo as mesmas coisas com rimas diferentes.

    Coisa ruim não se cria por muito tempo. Mesmo isso valendo para qualquer estilo, mas alguém aí pode me dizer uma banda de “Sertanejo Universitário” com mais de 30 anos???
    Eu sei que isso renderia mais um tópico, mas como um cidadão de nível universitário se sujeita a ouvir uma coisa de tão baixa qualidade?

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    • 31/08/2011 - 22:57
      Enviado por: Piovezan

      Cara, não é por nada, mas como você quer uma banda com mais de 30 anos de um movimento que não tem nem 20 anos?

      PS: Também existe por aí muito rock chiclete que é puramente comercial e cópia barata de si mesmo… mediocridade existe em qualquer estilo.

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  • 31/08/2011 - 22:55
    Enviado por: Josh

    Gostar da Boa Música, está no sangue no gene!

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  • 01/09/2011 - 00:30
    Enviado por: Tweets com mais RTs pelo @estadao em 31/08 - Rodrigo Martins - Link - Estadao.com.br

    [...] de rock vira critério para conseguir emprego: são pessoas mais antenadas, diz multinacional: http://migre.me/5B2gZ    (1373 [...]

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  • 01/09/2011 - 01:10
    Enviado por: jr lobbo

    na verdade não se discute com ninguém qual melhor estilo…só q se não fosse o rock nem as bandas de forró/sertanejo tava usando distorção e essas viradas basedas em heavy metal…back tradicional de rock..tipo guns,o palco é totalmente RUSH…na moral se não fosse o rock…o mundo seria o campeonato brasileiro sem o mengão….rsrssr

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  • 01/09/2011 - 01:29
    Enviado por: Norio Kuwahara

    Uma dondoca fresquinha com seu portugues correto, sai para uma balada de Funk pancadão, e la chegando vai logo pra pista se sentir a “cachorrona boazuda”.
    Começando ela a rebolar chama atenção de um “mano” que vai logo pra cima dela mostrando sua “dança”, começa a suar feito chuvisco forte, respingando varias gotas de suor na “princesa”, que cada vez mais procura um jeito de sair daquela situação, mas sem saber como falar sem ofender o “mano”.
    Pensou consigo mesma, vou avisar ele de que esta suando muito, e falou:
    – “Nossa, voce sua heim?
    E o “mano” respondeu:
    – “Vô ce seu tamem mina, nóis na fita!”

    Moral da historia:
    Cuidado com o portugues que fala dependendo para quem fala.
    E melhor ouvir Rock do que MC Serginho e Tati quebra barraco. rsrsrs.

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  • 01/09/2011 - 01:42
    Enviado por: Anderson

    Pura Bobagem! O ser humano sempre procura argumentos para excluir quando todos deveriam estar inclusos.

    O “mundinho” desse tipo de gente precisa de “minorias”, etnicas, culturais, etc, para ter sentido.

    As pessoas sempre querem sentir-se superiores nunca iguais ou inferiores.

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    • 01/09/2011 - 14:21
      Enviado por: cássio

      hahahahha, vai me dizer que uma pessoa inteligente, que tem cultura (conhece muitas coisas) vai aceitar um qualquer, que faz uma musica qualquer, sem complexidade nenhuma? como o pagode?
      Se voce é uma pessoa esforçada, batalhadora e por conta disto enriqueceu voce vai andar de fiat 147 ou mercedes?…. Se voce tem educação, inteligencia e discernimento um pouco acima da média, voce vai querer ouvir pagode ou rock?
      eu jamais aceitaria um pagodeiro que nao chega nem aos pés da minha lucidez, fazer a minha musica.. é questão de classe amiguinho.

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  • 01/09/2011 - 02:22
    Enviado por: Bruno

    Começo pelo final do texto: “BOM GOSTO NÃO SE DISCUTE: ADQUIRE-SE”. Isso colocado no final de um texto que só discute o rock significa apenas uma coisa: PRECONCEITO GROSSO!!! Quer dizer que quem não gosta de rock não tem bom gosto???? Nunca vi tamanha imbecilidade em um só texto. Qual a relação entre “gostar de rock” e “cultura geral acima da média”??? Aliás, o que é “cultura geral” ??? Essa reportagem pegou o depoimento de 1 pessoa e generalizou a opinião dessa pessoa como regra! É o mesmo que eu dizer “pessoas que dormem de bruços possuem maior flexibilidade profissional do que pessoas que dormem de lado”. Não vejo porque escutar “I wanna hold your hand” e “love me do” dos beatles ou “Tutti Frutti” do Elvis, ou a versão de “Sábado de Sol” dos Mamonas Assassinas, ou “Esporrei na Manivela” dos Raimundos, ou tantas outras músicas de rock tornam a pessoal mais flexivel profissionalmente ou a deixam com uma “cultura geral” acima da média, mas escutar um pagode como “Maneiras” do Zeca Pagodinho, “Positivismo” do Noel Rosa, “O Mundo é um Moinho” do Cartola, o funk “Eu só quero é ser feliz”, ou “Se gritar pega ladrão” do Fundo de Quintal, ou “Se não fosse o samba” do Bezerra da Silva…CHICO BUARQUE, expressão da “cultura geral” do Brasil canta e compõe o quê ??? E o VINÍCIUS DE MORAIS ??? E o CARTOLA ??? E NOEL ROSA ??? E TOM JOBIM ???

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    • 01/09/2011 - 02:26
      Enviado por: Bruno

      Ah, e só pra deixar claro, sou formado em Relações Internacionais (PUC-MG)e Direito (UFMG), possuo Mestrado, falo inglês e espanhol fluentemente, sou professor universitário e tenho também uma empresa de consultoria ambiental. E FUI NOS ÚLTIMOS 3 SHOWS DO MOLEJÃO EM BELO HORIZONTE!!!!!!!! ESCUTO RAÇA NEGRA NO CARRO!!! TENHO O DVD DO ÁSA DE ÁGUIA!! SOU FÃ DO EXALTASSAMBA!!! E nem por isso sou uma pessoa com “cultura geral” abaixo da média e nem me falta flexibilidade profissional!

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    • 01/09/2011 - 16:04
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Discursinho politicamente correto que não cola aqui no Combate Rock. Quer pluralista e louvar a diversidade? Boa sorte. Divirta-se as coisas inacreditáveis que você citou ao final da mensagem. Gosto não se discute e o seu é totalmente respeitável, como o de qualquer um. E lamento que você tenha feito uma leitura torta e enviesada do texto, tentando adaptá-lo às suas convicções. Paciência, isso é uma decisão sua. Quanto ao que você chama de “cultura geral”, fazemos questão de mantê-la longe daqui. Não temos tempo para esse tipo de pensamento vazio e essas músicas citadas no final da mensagem. E, se tivéssemos, nos recusaríamos a ouvir, pois há milhões de coisas bem melhores e mais agradáveis para serem descobertas e pesquisadas.

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    • 01/09/2011 - 16:15
      Enviado por: Bruno Juncklaus

      Legião Urbana, Angra, Almah, etc, etc.

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    • 01/09/2011 - 17:37
      Enviado por: Annethe

      Concordo!

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    • 01/09/2011 - 17:50
      Enviado por: Glauco

      Fico imaginando o Brunão em Porto Seguro: “vai descendo na boquinha da garrafaaaa, é na boca da garrafaaaaa, sobe e desce na boquinha da garrafaaaaa”, segurando suas pilhas de quadros com os diplomas de todas as universidades que ele passou, e debaixo do braço as provas que ele precisa corrigir…

      rsrsrsrs

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    • 02/09/2011 - 17:59
      Enviado por: Piovezan

      Vou respeitar o ecletismo do cara. Pelo menos ele não está sendo extremista. Tou vendo gente dizer que se você não conhece nenhuma banda de garagem obscura não tem conteúdo, como se esse tipo de indie xiita “mimimi não curto mais pq virou mainstream” tivesse algum conteúdo. Senta lá, vai! Qualquer extremismo demonstra ignorância, mesmo com rock. Desde que a pessoa esteja ciente das deficiências do estilo, deixe ela gostar do que quiser.

      Tem muito lixo que eu curto, mesmo sabendo que é lixo e por quê (sou músico formado, vai encarar?). Se hoje tou a fim de assistir pica-pau em vez de animação francesa independente, me deixa sossegado.

      Claro, o cara poderia ter sido menos grosso. Mas se aqui é um espaço para debate, vamos relevar (ao invés de “aqui só presta quem ouve rock e ponto final”). E não, não sou jornalista.

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  • 01/09/2011 - 08:49
    Enviado por: Juzy Liz

    Nossa! Amei essa matéria!!!
    Eu também faço parte da boa e clássica massa roqueira. Desculpa, mas quem é eclético gosta de todos tipos de músicas e quem gosta de Rock gosta de todas as músicas derivadas do bom e velho Rock in roll, um mundo a parte!!
    Fiel ao meu gosto musical, não consigo me imaginar ouvindo um “CalypsoOOo”.. e por aí vai, quando muito se estende ao MPB e ponto!
    Somos inteligentes, temos personalidade,temos cultura e quando o assunto se trata de musica, sabemos o que queremos!!!

    Adorei a postura do recrutador, antes conhecer p depois criar uma idéia.
    Recado aos preconceituosos; ” Deem-se essa chance também”..

    Um ótimo dia a toda nação roqueira com a mesma vibração da guitarra do Jimmy Page em Cia da Batera do John Bonham!!!!

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  • 01/09/2011 - 10:17
    Enviado por: Carlos da Costa

    Sou Gerente do Museu de Santo André, funcionario publico de carreira, posso dizer que ser amante de Rock n Roll me fez abrir a cabeça e conhecer lugares, é uma pena que esse tipo de comentario, seja feito numa epoca tão obscura para o Rock. No Brasil o esculacho que os jabas estão fazendo na cabeça das pessoas ja era por se esperar em razão da mediocre cultura deste pais,pior é que a tendencia é mundial, coisas como ColdPlay, RadioHead e outras cacas me faz pensar, mas tbem sei que tudo no mundo é ciclico é se Deus quiser o Rock voltará. VIVA OS BEATLES, STONES,CREAM, WHO,PINK FLOYD,BLONDIE,MOUNTAIN,YES,B.T.O.,MUTANTES,TERÇO,SOM NOSSO,RAUL,MADE,ETC,ETC.S473

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  • 01/09/2011 - 10:18
    Enviado por: Simara

    Ótima a matéria, mas me passa o endereço dessa empresa que vou lá levar meu currículo… Porque aqui no meu mundo, Rock ainda é preconceito! rs

    Eu concordo que as pessoas que ouvem Rock são mais antenadas. Eu particularmente, leio mais jornal e vejo mais notícias que qualquer um em casa.
    Também acho que somos mais criteriosos e mais perfectionistas.
    Podem reparar que na área da Tecnologia/Informática, a maioria, são Metaleiros! E são áreas que exigem muito da capacidade, da inteligência…

    A questão do visual é bem simples: Nós sabemos que no local de trabalho tatuagem e piercing a mostra, calça de couro e corpete não combinam. Ninguém vai ouvir Sepultura no último volume, atrapalhando os colegadas do setor. O bom senso também faz parte da nossa “tribo”, acredito eu.

    Ultimamente tenho me decepcionado muito com os selecionadores das empresas. Uma simples aliança de noivado pode ser prejudicial, ainda mais sendo mulher, porque a chance de engravidar e pegar licença é “teoricamente” maior.
    Também já fui barrada por escrever na ficha “nenhuma das opções cima” quanto a religião. O selecionador era Evangélico e achou um absurdo. Vai entender, né?

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  • 01/09/2011 - 10:21
    Enviado por: Felipe

    Fala sério, é bem o contrario dessa “tendencia” apontada equivocadamente pelo autor. Rockeiros declarados sao olhados com desconfiança pelos entrevistadores. Se tiver cabelo comprido, tatuagem e piercing entao ja estao descartados de cara. A imagem que se tem é que rockeiro nao sabe ler, escrever, nao trabalha direito, nao tem responsabilidade, arruma confusao, falta a emprego e geralmente esta metido com drogas e vai sofrer um acidente por estar sob o efeito de alcool ou drogas. Sem falar que demonstra um nivel de alienacao exacerbado, restrito ao lixo do tio Sam ou ingleses. A grande maioria nem sabe o que esta ouvindo, ja que nao entende porra nenhuma de ingles. Definitivamente ser rockeiro nao é bom pra nenhuma carreira profissional. Podem xingar, macacos do tio Sam.

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    • 01/09/2011 - 16:13
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Você vive em Marte. E, pelo seu nível rasteiro de inteligência e preconceito, parece que levou junto o pagode para as crateras marcianas.

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    • 01/09/2011 - 17:32
      Enviado por: Bárbara Ferreira

      é lamentável a opinião que você tem dos rockeiros. só um conselho, procure ter uma conversa de no minimo uma hora com uma pessoa que escute rock, e você vai mudar sua opinião. Bom, tu colocou minha opinião, vou colocar a minha. Acho muito errado isso de julgar as pessoas pela aparência e não pelo conteúdo. Respeito seu modo de pensar, eu só não concordo. Até porque eu tenho 17 anos, escuto rock, e não me relaciono com nada do que você citou ai :)

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    • 02/09/2011 - 20:18
      Enviado por: Piovezan

      Uma coisa é você procurar vaga em escritório de design, editora ou algum lugar “descolado”. Outra é procurar uma vaga mais convencional, em que os avaliadores tipicamente têm uma postura mais conservadora para identificar o comportamento do candidato, e ficam de olho em comportamentos “sem noção” do tipo ir para a entrevista com roupas inadequadas, mascar chiclete, interromper pra atender celular, etc.

      O contexto do pessoal do RH é sim de avaliar o “tato” da pessoa com esse tipo de coisa, e o perfil de “roqueiro declarado” que o Felipe descreveu entra sim em desvantagem. Não estou dizendo que seja garantia de caráter, mas é só “googlar” qualquer material de dicas para entrevistas de emprego e você percebe que o avaliador em geral vai ser conservador e buscar um candidato mais conservador e atento a essas “normas de conduta social”.

      Deve ter alguma letra de rock criticando isso. :)

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    • 06/01/2012 - 16:04
      Enviado por: Bárbara Rocha

      Bom, não posso falar por todo mundo, mas posso falar por mim. Tenho 21 anos, toco guitarra desde 12, estudo Letras na Universidade Federal de Minas Gerais, sou bolsista de Iniciação Científica no CNPq, tenho dois piercings (nariz e lábio inferior) e duas tatuagens nas costas (que nem sempre consigo esconder…). Comecei a escutar rock através dos discos LP dos meus pais, fãs de Pink Floyd, Beatles, Led Zeppelin, Cream, Rainbow, Eric Clapton… Depois comecei a buscar outros estilos, e também escuto MPB e Bossa Nova. Jazz eu não curto muito, mas adoro blues. Bebo socialmente, não fumo e nunca experimentei nenhuma droga ilícita. Nada disso interefere na minha vida. O que me ajudou a conseguir minha aprovação no vestibular e minha bolsa de IC foram minha dedicação aos estudos e leitura constante. Apenas isso.

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  • 01/09/2011 - 10:37
    Enviado por: Carolzita

    Realmente quem gosta de rock tem uma visão mais amplificada do mundo, são mais antenados e freqauentemente pesquisam a fundo a ideologia repassada através das músicas, mas não somente de rock. Conheço muitas pessoas que além do rock tem um gosto apurado para jazz, blues e até música clássica. Sou uma apreciadora de rock como Pink Floyd, Jethro tull, porém também gosto de hits que viraram mania não somente no mundo “undergraund”, mas que sairam deste para o “mainstream” se tornando populares inclusive na massa como “Californication” de Hed Hot(uma banda que inclusive era bem interessante e depois mudou um pouco creio eu, por causa das gravadoras para vender mais) e ainda se tornou música de novela!!! São várias vertentes para se defender e generalizar, mas assim como muitos tive que estar atenta as notícias para ter argumentos e redigir aqui.
    Só acho estranho algumas pessoas defenderem a cultura dos roqueiros dizendo que eles são sim mais estudados, afirmando-se roqueiros de alma sendo que encontrei vários erros de português!! E não eram erros por vícios de internet ou “internetês”, mas sim erros grotescos!!
    Vamos defender direito galera!!!

    - Vida longa ao Rock!!!!

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  • 01/09/2011 - 10:38
    Enviado por: Fernando

    Eu acho que esse conceito se aplica não só a quem gosta de Rock, e sim a quem gosta de música em geral, independente do estilo! E quando digo gosta de música, quero dizer gosta de verdade, daquele que não vive sem, e parece uma enciclopédia de tantas bandas e artistas que conhece, e não apenas ouve o que está na moda! Essas normalmente são as pessoas mais inteligentes e atualizadas que conheço!

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  • 01/09/2011 - 10:44
    Enviado por: c marcelo

    Quanto a ser um estilo de classe média eu discordo porque na verdade é de classe alta…..vejam os preços dos CDs….sempre os de rock são mais caros!!!! vejam os instrumentos musicais: os de qualidade são sempre os importados e mais caros e sabemos que para fazer rock com uma certa qualidade tem que ter bons instrumentos concordam!?!?!?! então pode-se dizer sim que é estilo musical de classe média e média alta…além disso tem que ter internet com boa velocidade e isso só pagando mais…enfim, é caro ser roqueiro aqui no nosso Brasil … É exatamente por isso que o tal funk reina nas favelas, porque de modo geral a criança de lá não tem acesso a aulas de músicas e bons instrumentos, não tem perspectiva para vislumbrar coisa melhor, então se entrega ao funk como se fosse coisa boa…repete aquelas letras como se fossem cheias de conteúdo … não tem parâmetros para efetuar uma boa comparação … comparar com o quê ???? Se a criança das favelas tivesse essas possibilidades de escolha e comparação e ainda assim escolhessem o funk, aí sim seria falha no intelecto… Tem também os “músicos” da favela que não tem grana para comprar equipamentos bons …. fica fácil julgar sem analisar com razão a questão envolvida na ótima matéria acima. É preciso entender lá no fundo a questão social que provoca essa disparidade cultural. É preciso mudar a direção em que vamos. É preciso mudar todo o sistema para eliminar essas injustiças e distorções e fazer com que as pessoas realmente sejam avaliadas em condições de igualdade. Tem que mudar é a sociedade toda. Ou seja, voltamos ao rock e à sua força motora, seu tema primordial: “A REVOLUÇÂO SOCIAL” !!!!!!!

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  • 01/09/2011 - 11:11
    Enviado por: grind

    O discurso foi lindo mas na pratica todo mundo sabe que isso é uma tremenda de uma mentira e posso dizer isso porque ja perdi varias oportunidades de emprego justamente por dizer que aprecio o bom e velho rock ´n´ roll e toco guitarra.

    Na empresa que trabalho atualmente (a qual não vem ao caso o nome aqui [preciso preservar meu emprego...]) existe um universo de pessoas que tem tattoo e gostam de rock, mas tem que esconder as tatuagens e aturar a modinha que esta em voga no momento.

    E triste ver o desgosto estampado no rosto de quem se ve obrigado a dizer que uma coisa que não gosta é bom.

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    • 01/09/2011 - 16:17
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Chato ter de ler isso, mas não me surpreende que ainda exista preconceito por conta do visual e do gosto musical. O texto não diz que as atitudes descritas estão amplamente disseminadas ou que dominem o mercado, apenas que em algumas empresas importantes essa tendência começa a ser constatada. Lamento que a sua empresa tenha gente tosca a esse ponto.

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  • 01/09/2011 - 11:34
    Enviado por: Luiz Vicente

    Matéria excelente!
    Se todos lessem mais (o que presta, claro), estudassem mais e respeitassem mais, isto seria um país. E não um monte de gente se estapeando tentando passar por cima dos outros. Mas ainda não perdi a fé.
    Eu gosto de rock, jazz, blues, world music, big bands, micro bands e tudo que acho bom. Tem música para tudo e cada uma tem seu espaço, desde que honesta. Viva a boa música!

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  • 01/09/2011 - 11:50
    Enviado por: Ricardo

    Fala para este gerente perguntar para este rapaz se ele conhece Noel Rosa, Cartola, Pixinguinha, Chico Buarque, zé Ketti, Elis Regina, etc…, ou mesmo ele nem deve conhecer né. são poucos que conhecem a cultura do seu país, ficam pagando para engolir as coisas do tio san.

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    • 01/09/2011 - 21:50
      Enviado por: Caroline - M.

      Nao precisa apelar.
      Pergunte sobre Plebe Rude, Camisa de Venus, Ethiopia, Capital Inicial (80), Finis Africae, 5 Generais, Engenheiros do Hawaii, Ira!, 365, Legiao, Rita Lee, Raul, etc.
      Ou pra ser mais atual Salario Minimo, Exxotica, Plastique Noir, Escarlatina Obsessiva, Segundo Inverno, Henry Paul Trio, Diabatz, Gaspa e os Alquimistas, Asteroides Trio, The Porres, Ovos Presley, Kaes Vadius, etc etc etc
      Quem conhece Rock de verdade nao paga de ‘tio san’. Porque no Brasil tem centenas de bandas dentro de cada vertente desse mundo fantastico. Eh soh procurar, a cena daqui tbm eh surpreendente!

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    • 05/09/2011 - 10:34
      Enviado por: marceled

      Esse pessoal que curte MPB sempre cita os mesmos!! Minha paixão é o hardão setentista, entretanto também amo MPB (setentista também), nunca vejo ninguém citar: BELCHIOR, EDNARDO, SERGIO SAMPAIO, SÁ & GUARABIRA, HYLDON, ZÉ GERALDO, WALTER FRANCO, AZYMUTH, RECORDANDO O VALE DAS MAÇAS e por aí vai,sem falar nos clássicos CASA DAS MÁQUINAS, PESO, A BOLHA, TERRENO BALDIO, O TERÇO, SOM NOSSO, MADE IN BRAZIL! inclusive essa semana terá um show no sesc do KLEITON E KLEDIR, convido à todos a irem prestigiar nossa música!!!

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  • 01/09/2011 - 12:12
    Enviado por: Roberto

    Na entrevista de emprego:
    Entrevistador: Vc pode me citar algum astro?
    Rockeiro: Claro, mas vc prefere da via láctea ou posso escolher outra galáxia?
    IdiotaUniversitário: Meteoro da paixão… pode ser?
    Maria Pagodeira: Herculano Quintanilha.

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  • 01/09/2011 - 12:15
    Enviado por: Felipe Rafael Prenholato

    Concordo que pessoas que tendem ao lado do rock,jazz, blues, MPB das antigas também, enfim, tendem a ser pessoas mais cultas… Não da pra generalizar e dizer que TODAS são, por isso se chama tendência. Um exemplo é que eu aprendi inglês traduzindo letras da Janis Joplin, Hendrix e outros da época (e depois evolui ele lendo textos sobre programação de sistemas), pois queria entender do que eles estavam falando.

    Hoje eu já faço minha filha ouvir Led Zepellin ainda na barriga da mãe :D (preciso levar ela pro bom caminho né)

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  • 01/09/2011 - 12:23
    Enviado por: Camila Silva

    Eu já sabia!

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  • 01/09/2011 - 12:49
    Enviado por: Renato Cazuza

    Amigo Anderson, você (e os demais aqui inscritos), provavelmente já ouviu falar em “grupos sociais”, ou estudou sobre em suas aulas de Sociologia. O indivíduo tem esta como primeira forma de relação social, e ocorre esta associação, definitivamente, pela afinidade. Os opostos “não se atraem” nesta seara, mas os afins! Você dificilmente veria um churrasquinho n’um barraco carioca, em algum morro qualquer, regrado a vodca ou a uísque, discutindo-se política ou energia nuclear, e também não ouviria de fundo um disco de Frank Zappa ou Led Zeppelin. Pode parecer preconceito meu, e talvez até seja (dentro da concepção de um de vocês), mas devem concordar que a música que alguém ouve, as coisas que fala, ou como se comporta, além do ambiente em que vive, motiva-o na sua própria formação enquanto indivíduo. “O homem é fruto do meio em que vive”, já disse um sujeito há tempos atrás. Uma coisa puxa a outra. Podemos sim, traçar um perfil de um indivíduo através de uma de suas preferências, que levará a outra, e conseqüentemente a outra. Não penso que erra por completo aquele empregador que sugere esta como uma forma de seleção de funcionários, porque, de outro modo, de que valeria uma entrevista? Poderia ser apenas um questionário, não? Eu venho aqui apenas publicar minha opinião, e nem disse a vocês qual é o meu gosto musical!
    Parabéns ao responsável por toda esta discussão.
    Renato Cazuza
    Viçosa-MG

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  • 01/09/2011 - 13:29
    Enviado por: Daniel Mattos

    Comentário bons, médios e lixo… incluindo o meu…

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  • 01/09/2011 - 14:41
    Enviado por: Edson Viana

    Considerando que alguns dizem que “Restart” é Rock….

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  • 01/09/2011 - 15:20
    Enviado por: Lucas

    Aqui na minha minuscula cidade (13 mil hab) quem gosta de rock recebe vários xingamentos, tipo, falar que gostar de led zeppelin eh no mínimo maconheiro, no mínimo “atrapalhado” e “anormal”,
    Não é só na música, qualquer tipo de arte que vc degustar já é tido como estranho.
    Vc só não é taxado de nada se somente escutar músicas repetitivas com letras infantis, e claro, e deixar de escutalas quando saem da moda..

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  • 01/09/2011 - 16:12
    Enviado por: L. Gusthavo

    Este método avalia o nível cultural da pessoa, e não o nível profissional específico.
    É óbvio que alguém com mais cultura vai produzir mais e aprender mais…
    E viva o Rock!

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  • 01/09/2011 - 16:25
    Enviado por: Carlos da Costa

    Ae…….esse tal de felipe ai em cima. O que é bom então:Tião mineiro e Xororo, Sorocaba e Sururu, ou então vc é adepto ao bom Pagode que tem 15 pessoas no palco, um cantando,um tocando pandeiro e oito fazendo nada.ve se te enxerga.

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  • 01/09/2011 - 16:33
    Enviado por: Marcelo Oliveira

    Muito interessante o texto! Dá pano pra manga. Escrevi uma “resposta” para esquentar o debate. Quem quiser, pode conferir: http://socialrockclub.blogspot.com/

    Grande abraço!

    Marcelo Oliveira

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    • 01/09/2011 - 16:38
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Coloque aqui a sua resposta, só vai melhorar o debate.

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    • 01/09/2011 - 16:51
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Obrigado pela citação e meção ao meu artigo. Não creio que o que você mencionado como “equívocos” sejam realmente “equívocos”. Em nenhum momento eu generalizei, até porque seria incorreto. O texto partiu apenas de uma constatação de que, em algumas empresas, o fato de gostar de rock pode contar pontos (não só isso, é óbvio, como também dependerás muito do selecionador).

      Também evitei o termo “tendência”, até porque não huve uma pesquisa realizada para atestar tal fato. O que houve sim, como repórter que sou, a constatação de que, em algumas empresas, o rock tem algum peso na avaliação – seja isso bom, ruim, certo ou errado. E as pessoas com quem conversei, um grupo de oito executivos graduados na área de consultoria de Recursos Humanos e que trabalham com empresas de grande parte, foram unânimes em informar que tal “procedimento” (chamemos assim) não estava restrito a dez ou vinte empresas.

      Sendo assim, até para rebater o que você chamou de segundo equívoco, não creio que o título seja contraditório, por mais que haja limitação de espaço na hora de sua elaboração. As fontes são de qualidade e as informações dão conta de que o universo pode não ser enorme, mas é extenso – e tomei as precauções para justamente não transformar em uma matéria específica de recursos humanos que detecta “tendências” de mercado. Assim sendo, achei interessante compartilhar essa “constatação”, sem ter a pretensão de dizer que é uma tendência, já que não tenho meios para tal. E também jamais tive a pretensão de lançar tendência.

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  • 01/09/2011 - 16:42
    Enviado por: Jc

    “Claro que estou generalizando, sei que também tem muitas pessoas(inteligentes), que gostam de rock e são da periferia e até conheço algumas.”

    Sem comentários.

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  • 01/09/2011 - 17:12
    Enviado por: Taís Souza

    Parabéns pelo texto.

    Acho que o último paragrafo resumiria e bem MINHA OPINIÃO sobre esse assunto se tivesse sido escrito dessa forma:

    Gostar de rock torna o individuo melhor ou pior, mais competente no bem ou no mal que for decidir fazer, mais inteligente, mais culto e diferenciado da massa, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o reconhecimento disso por um parte do mercado está atrasado, porém antes tarde do que nunca.

    Bom ou mal gosto musical adquire-se e deveria ser discutido nas escolas e na mídia de uma maneira ética e realista, com a introdução já nas primeiras séries letivas da história da arte e da música.

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  • 01/09/2011 - 17:14
    Enviado por: wolney unes

    com o perdão da palavra, esse gerente é um bocó! Bach é ótimo, mas ficar restrito a ele é sinal de alguém preconceituoso, colonizado e completamente desinteressado pelo planeta!

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  • 01/09/2011 - 17:16
    Enviado por: Bárbara Ferreira

    Eu tenho 17 anos, e nunca estudei em nenhuma escola particular na vida, e gosto de rock. Ta certo que as pessoas que conviviam comigo gostavam de rap, funk, sertanejo, pagode. Mas não acho que só porque eu vejo as pessoas ao meu lado escutando esse tipo de musica que eu vou querer escutar também. Eu acho que se você é uma pessoa muito influenciável, você tem que começar a se preocupar. Se você não tem capacidade de mostrar a todos o que é que você realmente gosta, as bandas que você realmente gosta de ouvir, você pode estar com sérios problemas. E acredite, se você tem vergonha de falar que gosta de uma certa banda, você não gosta dela.
    Só acho que esse negócio de que quem tem cultura é quem é rico, isso é uma coisa ridícula, e lamentável de se ler nos dias de hoje. Afinal, alugar um livro não é mais do que 5 reais, e se você não tem esse poder aquisitivo pra adquirir essa cultura, a internet está ai. Em vez de ficar na internet procurando saber da vida de pessoas que nem se importam com você, procure algo produtivo pra ler na internet.
    Só acho que bom gosto não se discute, adquire-se!

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    • 02/01/2012 - 11:42
      Enviado por: ClaudioM

      Mandou bem, Bárabara. Chega de “coitadismos”; se a pessoa busca cultura, vai encontrar muitas fontes por aí, basta realmente querer.

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  • 01/09/2011 - 17:55
    Enviado por: Leandrinho da cuíca

    Caro Marcelo Moreira, tenho 24 anos e estou treinando cuíca há seis anos, pois meu sonho é tocar no carnaval pela minha Vai-Vai.

    O senhor acha que haverá espaço no mercado de trabalho para nós, cuiqueiros?

    Minha mãe ficou preocupada ao ler a sua matéria! E eu não queria ter que gostar de rock para trabalhar, eu não entendo muito de rock.

    Onde você acha que eu poderia arrumar o meu primeiro emprego?

    Obrigado

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    • 01/09/2011 - 19:13
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Tocar cuíca exige o mesmo nível intelectual de um tocador de caixa de fósforo. Creio que seu futuro é nenhum, meu amigo. Emprego é uma coisa que está bem longe de sua realidade trágica.

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  • 01/09/2011 - 18:02
    Enviado por: alexandre

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    era só o que faltava, né?
    quem gosta de rock é o melhor melhor do mundo agora?

    anda por aí e vc vai ver um monte de trouxa com camisa do ac/dc e afins, que tem pouco ou nada a acrescentar

    faz favor, né?

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    • 01/09/2011 - 19:31
      Enviado por: Glauco

      Cê não sabe interpretar o texto, velho?! Aqui na minha empresa se o cara vem procurar emprego com camisa do AC/DC eu converso com ele. Se vem com gel no cabelo, sapatinho, camiseta pra dentro da calça no melhor estilo pagode eu nem recebo…

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    • 01/09/2011 - 21:24
      Enviado por: Priscilla

      Parabéns para a matéria, isso é fato.
      Já viu algúm forrozeiro “aviãozeiro” (exemplo, muito bem dado por sinal) saber conversar com vc alguma coisa séria, ter algum conteúdo ou ter um lado crítico bem desenvolvido?
      NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!

      :)

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  • 01/09/2011 - 20:53
    Enviado por: Felipe

    Nem tive o trabalho de terminar de ler o primeiro parágrafo pra repudiar esse texto e dizer q isso é sim um preconceito. QUALQUER tipo de preconceito é inválido. Ouço rock desde meus 5 anos de idade e isso NUNCA me atrapalhou em NADA. O que atrapalha é a falta de bom senso das pessoas, a falta de educação e a falta de respeito. Conheço muitos pagodeiros, funkeiros, até mesmo fãs de música clássica e MPB que não tem um pingo de educação e respeito pelo próximo. Então, antes de publicar uma matéria RIDÍCULA como esta, pense primeiro sobre respeito e educação em geral. E não em gêneros musicais que não agradam um ou outro. Somos movidos pelas diferenças e o respeito entre elas, e não pela exclusão e preconceitos.

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    • 01/09/2011 - 20:58
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Ridículo é o seu comentário de gente tosca e limitada. É o clássico “não li e não gostei”. Sabe por que não leu? Porque não sabe ler. E, se soubesse, não entenderia o texto, pois seu cérebro é ínfimo.

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    • 01/09/2011 - 21:16
      Enviado por: Priscilla

      licensa, você quer fechar os olhos pra uma coisa que tá óbvia é?
      Roqueiros são vítimas de preconceito, não é pelo fato de escutarem rock, e mais pelo modo como se veste e a maneira que muitos falam. Negar isso é patético demais.
      Deixe de arrogância porque o fato de uma pessoa se vestir diferente das “certinhas” faz com que as mesmas não queiram chegar perto dela e tirar conclusões precipitadas, esse tipo de problema não afeta diretamente quem se veste “normalmente” e ouve seu som. Se você faz parte dessas pessoas, que bom pra você mas não fale pelos outros, e antes de falar em respeito, aprenda a respeitar pelomenos uma matéria.

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    • 02/09/2011 - 11:40
      Enviado por: Ricardo Molla

      Amigo, sinto, mas pessoas como voce é que envergonham o Rock, sua frase ” Nem tive o trabalho de terminar de ler o primeiro parágrafo pra repudiar esse texto”, envergonha tudo aquilo que o Rock defende, você esta agredindo ao que nao conhece, pois nao leu. Esta agindo como aqueles que te julgam e lhe ofendem sem conhecer melhor quem voce é.
      Leia o texto inteiro, e comente novamente depois, pode voltar a falar mal dele, o que duvido, pois apenas pelo começo confesso que achei se tratar de mais um texto de repúdio por um reporter parcial, mas passando o primeiro paragrafo me surpreendi com a abordagem extremamente imparcial, ele nao fala bem do rock como um todo, sendo a salvação do mundo, mas tambem nao fala mal, mostra que o estilo tem seus pontos positivos e negativos, e deve ser respeitado como qualquer outro.

      Conhecimento é poder, conheça seu inimigo antes de entrar em uma batalha.
      (ou seja, leia o texto…. rsrsrs)

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    • 02/09/2011 - 17:07
      Enviado por: Piovezan

      Orra, o cara nem leu o texto e quer falar alguma coisa… cada um que aparece!!!

      Agora quanto à questão de preconceito, dizer que sofre preconceito pelo jeito que se veste é igual a tirar a roupa e reclamar que estão olhando… Quem se veste de moda rock, punk, gótica e derivados não faz isso pra “causar”? A intenção não é essa, consciente ou não? Ou você coloca uma tatuagem ou um piercing pra pagar uma de comportado? É muita ingenuidade…

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    • 20/11/2011 - 05:41
      Enviado por: Lessa

      Esse cara se puxou agora. Voce parou para pensar no que escreveu? Quanta ignorancia, criticar sem nem ao menos ter lido toda a materia…isso sim eh estupidez!
      E ao escritor, Marcelo Moreira, parabens, materia excelente. E como uma boa roqueira, acredito sim que pessoas que gostam de rock tem a mente mais aberta, sem preconceitos e sede por conhecimento!

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  • 01/09/2011 - 21:10
    Enviado por: Priscilla

    Chequemate pra nós hein :)
    O preconceito é muito forte nas cidades de interior. E na minha família.
    Rsrs.
    Parabéns para a matéria, isso é fato.
    Já viu algúm forrozeiro “aviãozeiro” (exemplo, muito bem dado por sinal) saber conversar com vc alguma coisa séria, ter algum conteúdo ou ter um lado crítico bem desenvolvido?

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  • 01/09/2011 - 21:38
    Enviado por: vivi

    Eu Amo rock desde meus 12 anos,hj estou com 33 e tenho orgulho de ser rockeira ;) , faço minhas palavras a do 1° comentário.

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  • 01/09/2011 - 23:53
    Enviado por: Elaine Maimoni

    Concordo plenamente! Hoje com esta moda de funk, quando se para para conversar com alguém da nova geração…infelizmente não sai diálogos algum…Só se preocupam com a balada de hoje… Mas não pensam que o amanha esta bem próximo, e o que vai resta… E o que você aprendeu como ser humano, seus valores como pessoa, os gostos tem tudo a ver com o ser humano que você vai ser amanhã… Um bando de burro!

    ”Logico que tem suas exceções, mas infelizmente… São poucas, muito poucas”

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  • 02/09/2011 - 00:03
    Enviado por: Gilza Alves

    Adorei a matéria e amo Rock’acima de qualquer outro genero musical porque elel é um energEtico p/ meu espírito que ainda sente vontade de contestar, de cair na estrada. Viva o Rock! é Rock na veia!

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  • 02/09/2011 - 01:44
    Enviado por: Leandro

    O que parece estatística, tendência, não passa de opiniões. Argumentos fracos para não dizer inválidos de uma vez.
    Esse texto não faz sentido algum.

    Fico aqui pensando, se esse cara fosse me contratar, eu gosto de Sebastian Bach. Não aquele da música clássica, mas o ex-vocalista do Skid Row. Imagina se ele pega o trecho da “Youth gone wild”: “Boss screamin’ my ear ’bout who I’m s’posed to be, get a three-piece Wall Street smile, and son you’ll look justlike me. I said ‘Hey, man, there’s somethin’ you oughta know, well I tellya Park Avenue leads to…Skid Row’!!

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  • 02/09/2011 - 01:56
    Enviado por: Leandro

    Eu estava aqui pensando… Eu até aguentaria um funcionário que gostasse de pagode em minha empresa, eu o proibiria de escutar música, é claro. Mas um cara se dizendo ‘roqueiro’ achar que eu vou contratá-lo apenas pelo bom gosto por música que ele tem. Esse ainda tem chances… Agora, um cara se dizendo ‘roqueiro’, que gosta de jazz, que escuta MBP também. Que é eclético (para mostrar que ele tem muita ‘cultura’). Esse eu chutaria da minha mesa. Esse não tem é personalidade e não tem a mínima ideia do que é rock.

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    • 02/09/2011 - 02:05
      Enviado por: Leandro

      Eu estava aqui pensando… Eu até aguentaria um funcionário que gosta de pagode em minha empresa. Eu o proibiria de escutar música, é claro. Mas um cara se dizendo ‘roqueiro’ achar que eu vou contratá-lo apenas pelo bom gosto por música que ele tem, esse ainda tem chances. Agora, um cara se dizendo ‘roqueiro’, que gosta de jazz, que escuta MBP, que é eclético (para mostrar que ele tem muita ‘cultura’). Esse eu chutaria da minha mesa. Esse não tem personalidade e não tem a mínima ideia do que é rock. (perdão pelo português utilizado na mensagem anterior. O espírito pagodeiro tinha me pegado – só pra ficar claro: odeio pagode! E esse site não deixa a gente editar as besteiras q a gente faz…)

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    • 06/01/2012 - 10:40
      Enviado por: Ernani

      Leandro, achei extremamente infeliz o teu comentário! Ouço Rock desde os 9 anos, sou doente pelos Beatles! Amo Jazz/Blues, amo MPB, adoro Samba (Pixinguinha, cartola, Noel etc…) ouço Reggae clássico. Apenas abomino o Funk carioca. Agora, te garanto que conheço rock tanto ou mais que vc e sei perfeitamente o que representa esse estilo. Amigo, não deixe a ignorância se transformar em preconceito, pense nisso! Saudações…

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  • 02/09/2011 - 02:56
    Enviado por: Neto Vieira

    Isto é fato..
    Veja por exemplo as composicoes do Funk Bundinha…to ficando atoladinha…to ficando atoladinha…creuuuu. ..creuuuu..Muito criativo!!! sim..cria um monte meninas gravidas aos 13 anos…dai vai lavar roupa pros outros..porque deixou de estudar pra “cuidar” de outra criança…imagine um “Piriguete” trabalhando na sua empresa..não da..aliás dá..!!! sim..dor de cabeça.

    Agora veja o Rock Brasileiro..
    Perfeicão : da legiao urbana por exemplo..um das musicas mais criticas que ja ouvi..retrata nossa naçao, dos anos 80…e até nos dias hoje a musica faz sentido.
    Sem falar de Engenheiros do hawaii..Paralamas..Titans..
    Ouvir rock eleva sim!!! O senso critico das pessoas..educa as pessoas, Musica teria que fazer parte da grade escolar.
    E uma coisa é certa a maioria dos musicos neste país e principalmente no meu estado, o Mato Grosso.
    São forcados a produzir e tocar pros Sertanejos..
    Conheco varios profissionais do Blues, do jazz, do Soul.. Que foram embora do estado Infelizmente.
    E viva oa Rock..Ao Blues…Ao Funky..Jazz…Soul..Reggae.

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    • 13/11/2011 - 23:23
      Enviado por: Filipe Sá

      Fiquei surpreso com a noticia. Eu gosto muito de rock, e eu vivo escutando esporro de meus amigos de que sou um maluco por escutar tal gênero (detalhe: moro na Bahia). Mas, o que acho que deve-se levar em conta é que música boa, é aquela que leva o sujeito a pensar. Sim, rock tem varias músicas que causam isso no ouvinte, mas também, não nego que tantos outros estilos podem fazer o mesmo. Pode parecer heresia, mas peguemos o pagode (baiano): A maioria das músicas são feitas por repetições sem sentido (UAI!UAI!UAI!UAI!), e palavras de igual valor (Tchuribarirom!), sem falar que, a maioria das músicas trata as mulheres como, desculpe o que direi agora, pedaços de carne que adoram levar surra de mão, e de pênis na cara. O estilo da música (pagode baiano) não me agrada, mas, se ao menos tivesse musicas no meio que buscassem trazer algo de bom, uma mensagem positiva, talvez eu não ficasse tão ranzinza a quem gosta dessas músicas, e, obviamente nao me incomodaria com a música, podendo até me permitir a ouvir algumas músicas. No mais, uma otima materia, que me fez não perder 7 minutos de leitura, e sim, ganhar 7 minutos. vou recomendar para todos os meus amigos que me julgam “maluco”. =)

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    • 30/12/2011 - 14:47
      Enviado por: Janaína

      Tenho um filho de 6 anos que escuta rock desde os 2 e diz abertamente que a banda preferida dele é Led Zeppelin, apesar de também gostar muito de Beatles, Queen e AC/DC. Como temos certa predileção por blues, jazz, soul music e rock o comportamento musical de nosso filho nos acompanha. Algum tempo atrás, contando pra uma amiga – que atua na área de psicologia cognitiva (além de ser musicista) – sobre esse gosto musical de nosso pequeno, ela me explicou que existem diversos estudos em neurociência que relacionam o desenvolvimento cognitivo e emocional de nosso cérebro com o estímulo de certas melodias. Tanto os clássicos, quanto os ritmos de blues, jazz e rock, são elaborados e estão relacionados ao desenvolvimento das conexões neurais mais complexas.
      Sempre ouvi rock (aprendi com minha mãe, ouvindo Pink Floyd e Led Zeppelin) e nunca tive problemas de preconceito em toda minha vida estudantil. Sou professora universitária e o rock ajuda muito a contextualizar diversos assuntos relacionados ao comportamento e sociedade nas minhas aulas. Fico feliz em perceber que o rock continua ampliando suas fronteiras!

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  • 02/09/2011 - 08:37
    Enviado por: Rafael Pereira

    Muito bom o texto!
    Parabéns cara, espero que mais pessoas pensem exatamente nisso.
    Um Abraço.

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  • 02/09/2011 - 09:12
    Enviado por: Neimar Ruthes

    gostei da matéria, apesar de que isso já é evidenciado de forma clara pois quem gosta de rock não aceita guela abaixo o que as grandes midias impõe para você ouvir, apenas isso já demostra que quem gosta de rock já tem um nivel de inteligencia acima da maioria

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  • 02/09/2011 - 09:23
    Enviado por: Bruno Campos

    Parabéns Marcelo, seu texto está ótimo! Não conhecia esse espaço mas vou começar a dar uma olhada por aqui de agora em diante! Na verdade, seu texto só não está melhor do que os comentários a respeito do mesmo: é interessante ver o debate provocado pelo choque de das mais distintas opiniões, então, se me permite, vou colocar a minha aqui também. Não acredito que alguma vez meu gosto musical tenha sido fator diferencial para minha contratação em qualquer das empresas que já trabalhei. Após você entrar no novo ambiente de trabalho, descobre-se que as pessoas ao redor tem gostos musicais distintos, ainda que existam alguns estilos unânimes. Independente desses gostos, são encontradas pessoas competentes em suas áreas. Mas, vou ser hipócritas e estaria mentindo para eu mesmo se não dissesse o que realmente tenho notado entre minhas experiências: pessoas que gostam EXCLUSIVAMENTE de gêneros como PAGODE, SERTANEJO, AXÉ e POP(do tipo Beyoncé e afins), realmente costumam apresentar uma certa carência de assunto e um vocabulário um pouco mais xulo. Não é algo que faça com essas pessoas devam ser repudiadas por pessoas que gostam de rock, mpb ou música clássica. É apenas uma situação que se percebe, é cultural, são as pessoas que também escutam, além de outros fatores, que acabam gerando esse tipo de postura nas pessoas que escutam esse tipo de gênero. Aliás, em tempos: toco em uma banda de bar e gosto, acima de tudo e de qualquer estilo, de MÚSICA! Apesar de me apresentar fortemente inclinado para o rock, tocamos várias músicas de Victor e Léo, Jorge e Mateus, Michel Teló, entre outros. E não é nenhum pesar nem vergonha. Tocamos também por gostar dessas músicas, não obrigatoriamente da discografia de todos esses artistas.
    Concordo com um comentário acima, do C MARCELO, que coloca o rock como contestador, o que também concordo, pois promove reflexão, move multidões em prol de um mesmo ideal, com pessoas que na maioria das vezes sabem sobre o que estão falando. Não se vê os outros estilos musicais dessa maneira, mas possivelmente esses estilos não queiram contestar nada, apenas fazer músicas de fácil absorção e repasse. Mas não precisamos recriminá-los por isso, certo?
    Acho que acima de tudo, podemos nos valer de respeito e liberdade de expressão sobre qualquer tipo de assunto, ainda mais sobre música, pois, acima do gênero, da banda ou dos instrumentos utilizados para tocar, todas são iguais: MÚSICAS!

    “Subiu a serra, me deixou no boqueirão, arrombou meu coração, depois desapareceu…”

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  • 02/09/2011 - 09:56
    Enviado por: Flávio Teixeira

    Galera, não há como descrever aqui o quanto o rock n roll me faz bem, portanto, nessa sexta feira maravilhosa de muito trabalho, otimismo e produtividade, gostaria apenas de deixar uma mensagem a todos:

    “For Those About to Rock We Salute You”

    Saudações e Paz!
    Tenham todos um ótimo fim de semana!

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  • 02/09/2011 - 10:06
    Enviado por: ANDRESSA MARTINS

    O ROCK CLÁSSICO É DIGNO DE RESPEITO E CULTURA MUSICAL,NÃO O ROCK ATUAL,QUE É BASEADO EM JOVENS FALANDO DE RELACIONAMENTOS INFANTIS.MAS TAMBÉM,NA VERDADE, NEM SABEM FAZER UM ARRANJO,QUANTO MAIS UMA LETRA SIGNIFICANTE.EXEMPLO;”O RESTART DISSE QUE FEZ SEU CD EM UMA SEMANA,TANTO O SOM QUANTO A LETRA,ISSO QUE É DESRESPEITO A UM FÃ E A SI MESMO”.

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  • 02/09/2011 - 11:03
    Enviado por: alan pena

    Rock nao é so um genero musical,mas formador de opiniao e critica dentro de uma sociedade cada vez mais descável onde a arte nao é tratada com o devido merito.
    As vezes e preciso fazer separações sim,no sentido de retirar aqueles que tratam como modismo e que seguem como personalidade de vida.
    Nao nasci em uma familia com veia musical mas pendi para esse lado e me orgulho em saber que escolhi a melhor parte.
    pois o ROCK sempre transpos épocas e decadas as vezes com dificuldades mas nunca sem perder a identidade .

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  • 02/09/2011 - 11:08
    Enviado por: Walter

    Acho errado…. o certo deveria alguém eclético ser diferenciado… pelo fato de saber ouvir mais, possuir maior flexibilidade em receber novidades entre outras características.

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  • 02/09/2011 - 11:32
    Enviado por: Ricardo Molla

    Parabéns pela materia.

    Qualquer tipo de preconceito é burro.
    É importante materias como estas para abrir os olhos daqueles que nao gostam deste estilo musical que faz parte da minha vida e formou parte do meu carater. Parte sim, pois ninguem é formado ou definido por apenas gosto cultural, ou religiosa, são diversos os fatores.
    Sempre fui rockeiro, e ja fui muito violento, expulso de escolas, e ate a febem ja me procurou mas nao me pegou. Essa fase ficou para traz, mas nao era o rock que me fez assim, foram muitos fatores. O rock continuou, mas algo mudou, entrei para o mundo dos esportes com o carate, o que aumentou minha autoestima e concentração. As brigas cessaram, passei a ter mais amigos e me envolver nos eventos sociais.
    Entao tenho uma constante, o rock, ja fui melhor ou pior com ele, mas nao por causa dele.
    O rockeiro tem por principio defender seu ponto de vista, e reclamar daquilo que o encomoda, pra isso temos que nos armar com conhecimento, afim de debater assuntos diversos e manter a razao. Dou a esse aspecto da personalidade deste estilo musical o credito ao maior conhecimento geral, mas nao para por ai, ele tem pelo menos mais uma qualidade que o torna fonte de conhecimento, as letras.
    Para mim o verdadeiro rock tem que mudar o mundo, ou ao menos tentar. Sao as pedras rolando, como em um vulcão que devasta a paisagem para que depois possa surgir uma renovada flora, com um solo enriquecido, dando assim vida a uma fauna por consequencia maior e mais forte. Assustamos as vezes com o jeito direto de falar, mas o ideal geralmente é bom, e deveria ser apreciado com maior atenção, antes de ser julgado e condenado.
    Sem querer fazer papel de santo inquisitor, com poder de julgar e condenar, pois é o que acabo de condenar, mas gostaria que todos pensassem sobre um outro estilo, o funk, patrimonio nacional, aclamado e difundido pela midia em geral. As letras sao pobres, sem informação alguma, e o pior, na maioria das vezes sao pejorativas ou praticam apologia ao crime. Mesmo assim é aceita e bem vinda.
    Viva a liberdade, viva ao respeito mútuo.

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  • 02/09/2011 - 13:08
    Enviado por: Joanes Lúcio Ferreira

    Music is the best. —> Frank Zappa
    It’s only rock’n'roll but I like it. The Rolling Stones.

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  • 02/09/2011 - 14:28
    Enviado por: Criativo de Galochas

    Faço as palavas de Joan Jett as minhas: I Love Rock and Roll!!!

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  • 02/09/2011 - 15:31
    Enviado por: Eduardo Jenner Walcacer de Oliveira

    Conheço audiófilos de classe alta que gastaram mais de 100 mil reais em suas salas de som que ouvem a Rock Progressivo. Eu mesmo tenho 20 anos de idade e sou da classe média baixa. Tenho um fone de R$ 500,00, um de R$300,00 e um de R$1000,00. Um player portátil importado de R$ 500,00 e um Home-Theater de R$ 1000,00. Estudo, estou desempregado. Não gasto dinheiro com festas, roupas de marca. Um gênero musical em hipótese alguma pode ser usado para definir uma pessoa. Isso se chama preconceito. Rock Progressivo é um gênero com complexidade musical maior que música clássica, que também aprecio.
    Existe uma grande diferença entre escutar e ouvir música. A pessoa que escuta música é a pessoa comum que não compreende a música como uma forma de arte que melhora nossas vidas. Quem ouve compreende, é atento, é informado e é crítico. Já que têm preconceito com Rock, talvez deveriam avaliar esses parâmetros pessoais em uma avaliação profissional.
    Preconceito total e desrespeito com o próximo dizer que quem ouve rock é da classe média.
    A pessoa se veste da forma que ela quiser e fala do jeito que ela quiser. Contanto que saiba manter um nível de serenidade em seu ambiente de trabalho isso não prejudicaria em nada. Vivemos em um mundo globalizado e as pessoas ainda insistem em manter o método tradicional das coisas.

    Esse comentário é uma resposta a vários outros aqui e não tem relação com o artigo.

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  • 02/09/2011 - 20:07
    Enviado por: Glauco

    Marcelo, mandei um sambista embora da minha empresa hoje à tarde. Além de tudo, ele era corintiano.

    Agora, contratei um moleque que curte AC/DC e é palmeirense. Minha empresa virou um lugar melhor para trabalhar!

    Abraço

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  • 02/09/2011 - 20:20
    Enviado por: Shirley Assunção

    É isso mesmo. Pessoas que gostam de Rock, tem o próprio senso crítico e não precisam da opinião dos outros para dizer se gostaram ou não de determinado assunto. Sâo “seres” originais. Tem estilo e modo de vida próprios. Não vão atrás da multidão. Os roqueiros são pessoas politizadas e cultas. Falam o que pensam e por isso, muitas vezes, são discriminados pela sociedade, pois é muito para a “cabeça” fraca dela. Por isso doa a quem doer, pessoas que gostam de Rock, não são as melhores, mas são sim, mais inteligentes. Vida longa ao Rock and Roll e aos que curtem este maravilhoso e eterno gênero musical!

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  • 02/09/2011 - 20:23
    Enviado por: Nautilus

    Hahahahaha. Que comédia!!!!
    Se fosse o Roberto Justus no programa Aprendiz; ‘Marcelo Moreira o senhor está demitido!’ ‘Gerente de tal multinacional o senhor está demitido!’ hahahaha.
    Fico imaginando o candidato preocupado em ser aceito, mas que gosta de música clássica, porém com o discurso pronto para convencer o entrevistador que gosta de Rock e o entrevistador, que na verdade gosta de samba, mas pronto para reportar aos seus superiores que aquele candidato é o mais apropriado para a vaga pois gosta de Rock e por isso é mais antenado e informado.
    Hahahahahaha. Pelo menos me diverti com essa coluna.

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  • 02/09/2011 - 20:56
    Enviado por: Charles

    Ah, pronto… A prova completa de que gostar de rock não pressupõe inteligência está nos comentários deste artigo: nunca li tanta falácia e “se-achismo” num único lugar. As pessoas podem gostar do que quer que seja e serem inteligentes da mesma maneira, independentemente de ser rock o estilo musical favorito delas ou não.

    Mais humildade, gente. Gosto musical não define a competência de ninguém!

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  • 02/09/2011 - 21:42
    Enviado por: Eddie

    Não define mesmo, mas compare a cultura e a musicalidade Victor e Leo, com a de Lulu Santos para ser mais simples. Cultura quando maior ela for maior a competência sim, nos antigos vinnys já estava escrito disco é cultura! Aqui não tem nada de “se achismo” é uma questão cultural. Até vaca produz mais leite ouvindo música! Rock’n'roll já!

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  • 02/09/2011 - 22:57
    Enviado por: Emer simpson

    Sabem aquela história do “saiu numa revista de circulação nacional” uma pesquisa que confirma que a raspa da unha do cururu donzelo cura o câncer?
    Que multinacional é essa que contrata um cara por ser cabeludo e segurar uma biografia do Eric clapton? Esse gerente (se é que existe mesmo) deveria comprar um livro e deixar o cabelo crescer, pois tenho a impressão que ele vai precisar logo de um emprego novo.

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  • 03/09/2011 - 00:17
    Enviado por: Leandro Araujo

    Oras isso foi apenas uma constatação
    A cultura criada pelo rock ajuda na formação duma personalidade mais adequada, mais culta. Mas isso ñ qr dizer q os outros ritmos atrapalham (podem até atrapalhar, mas ñ pelo fato de q os mais cultos gostam de rock)
    Tenho 17 anos e moro em Parelheiros, aqui ninguém curte rock; as pessoas mais inteligentes q conheci ñ moram aqui. Percebi quando fui fazer um curso de inglês na cid.dutra/Interlagos, pessoas da minha faixa de idade eram muito mais cultas do q o pessoal daqui, e ñ é por classe social, já q a maiorias deles estudavam em escola pública q tinha um pouco de qualidade. Mas tbm isso deve-se a cultura dos pais
    O rock ajuda, mas ñ é determinante
    o rock como todas as coisas tem seu lado positivo e negativo
    Curto rock e isso me ajudou muito a formar minha mente.
    (Long live Rock’n’roll!)

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  • 03/09/2011 - 16:16
    Enviado por: Gabriel Moreira

    Eu seria mentiroso se afirmasse que adoro rock. Entretanto convivo com ele há mais de 30 anos, pois meu filho é um afixionado colecionador de tudo que envolva o rock e suas vertentes ( possui mais de 8000 dvs e/ou cds). O que eu questiono é o fato de que para identificar-se o roqueiro, em sua grande maioria e meu filho se enquadra neste fato, seria necessário o uso de roupas estravagantes; cabelos longos e sem qualquer trato; vocabulário pobre e muita das vezes ininteligivel e outras características que não somam nada? Isto tudo é necessário? eu só queria entender.

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  • 03/09/2011 - 19:32
    Enviado por: Alê Lobo

    Se tratando de um contraste que não pode ser deixado de lado, o que se observa na história do blues e rock’n roll é que entre alguns poetas, beatniks, hippies, livre-pensadores e muitos que se inspiraram em momentos históricos (só um exemplo – 1968) para se escrever biografias e estudos, tanto pela mudança de atitude, pensamento, poesias e músicas pra expor sua própria carne crua, no Brasil em algum momento todos esse fatores foram lembrados e preservados por alguns.
    Enquanto isso, entre as pessoas por quem Cazuza rezou ao Senhor Piedade, surge em meados de 1995 um grande grupo musical, com uma frase que determinou a direção da cultura musical do Brasil:
    “Galo eu, galinha você” (JAMAICA, Beto)

    A ironia fica por conta da casa…kkkk

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  • 04/09/2011 - 21:37
    Enviado por: Luiz

    Meu Deus. Esse post e a grande parte dos comentários feitos nesta postagem são as maiores abobrinhas que eu li nos últimos tempos.

    Quer dizer que gostar de um estilo musical nos torna mais bem informados?!? Ou mais bem qualificados para um emprego?!? Fala sério, culto-autor! O quanto de gente que eu não conheço que se orgulha por ouvir Pink Floyd, Eric Clapton, etc. e continua enjaulado nos anos 70, sem conseguir enxergar nada de novo e de interessante há 40 anos. E que apresenta as opiniões mais conservadoras, preconceituosas (vários dos leitores aqui tbm, pelo visto). E que não sabe nem quem é a presidente da Argentina.

    A verdade é que pessoas que se interessam por cultura (incluindo música) costumam a ser mais bem informadas. E mais cultas (olha só, culto/cultura parecem ter a mesma raíz etimológica… Curioso, não?). E quem gosta de música não pode deixar o rock de fora (Viva o Rock! Pode sorrir Sr. Cultura).

    Além disso, a manchete desse post é uma aberração. Cliquei pensando que haveria um estudo quantitativo, ainda que picareta, pra comprovar o título. Qual o quê… Tem dois exemplos! E o autor tem a pachorra de dizer que “Nâo é uma pesquisa, é uma constatação de alguns profissionais da área de recursos humanos da região do ABC. E como eles são bastante conhecidos na área e atuam tambpem na Grande São Paulo, pode-se dizer que o universo observados por eles não é pequeno. Mas o que chamou a atenção deles foi a atitude e o bom nível dos roqueiros.” Ou seja: alguns profissionais da região do ABC. AHAHAHAHA. Se eu pegar alguns profissionais da região do Itaim, provavelmente eu poderia dar a manchete de que “Gostar de Chiclete com Banana começa a pesar na avaliação profissional”. Num dos exemplos, ainda, o sujeito contratado gosta de Rock e de Jazz. Por que não se diz que “gostar de jazz” pesa na avaliação profissional?!? O culto-autor pega sua micro-realidade e extrapola para o mundo, como se fosse uma verdade absoluta. Tá aí um exemplo de atitude nada inteligente de uma pessoa que gosta de rock.

    Ou seja, estamos falando somente da empatia de alguns profissionais da região do ABC, não de rock ou de qualquer outra coisa. Mas tá bom, seguimos adiante.

    Ele tenta se redimir num dos comentários, no qual na verdade assume que seu texto é uma falácia: “O que houve sim, como repórter que sou, a constatação de que, em algumas empresas, o rock tem algum peso na avaliação – seja isso bom, ruim, certo ou errado.” Em algumas empresas, algum peso. Ou seja, bullshit (como se diz na terra do Rock).

    OS COMENTÁRIOS
    Outros rockeiros aqui nos comentários pegam o que há de pior em qualquer gênero musical para reafirmar a tese esdrúxula. Citam sertanejo (Vitor e Leo), Samba (há um que cita o Exaltasamba) e o Funk. Seria o equivalente a eu reduzir o Rock ao pop rock, ao último CD dos Titãs ou, pior ainda, ao Jota Quest.

    Sobre o samba, aliás valeria a pena conhecer a história de “Samba de uma nota só”, resposta de Tom Jobim à acusação de que o Samba era uma música pouco requintada.

    Mas isso deve ser cultura-geral, e aí o autor dá mais uma mostra de que, como roqueiro, possui grande versatilidade: “Quanto ao que você chama de “cultura geral”, fazemos questão de mantê-la longe daqui. Não temos tempo para esse tipo de pensamento vazio e essas músicas citadas no final da mensagem.” ou “Tocar cuíca exige o mesmo nível intelectual de um tocador de caixa de fósforo. Creio que seu futuro é nenhum, meu amigo. Emprego é uma coisa que está bem longe de sua realidade trágica.”

    Precisa comentar? Melhor não!

    Em tempo: adoro rock. Mas não me julgo mais inteligente, culto ou versátil que os outros por isso. Aliás, não é nem meu ritmo predileto hoje em dia.

    Em tempo 2: Viva a internet e a possibilidade de expressarmos as opiniões mais esdrúxulas. Ainda bem que aqui na rede existe este humilde espaço para comentários.

    Em tempo 3: A única frase que presta no post é: “Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.”

    Ou seja, quanto mais culto, melhor! What a big finding!

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    • 05/09/2011 - 16:35
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Você escreveu demais, mas o conteúdo é um vazio só. E sabe por quê? Não leu o texto. Ou leu apenas parte dele, ou só o que interessou. Ou pior ainda: se leu náo entendeu nada.

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    • 06/09/2011 - 17:37
      Enviado por: Fernando Ramos

      existe uma frase assim… “quem fala demais, não sabe o que quer dizer”.

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  • 04/09/2011 - 21:58
    Enviado por: Jaqueline

    Realmente. O preconceito sempre vai existir.
    Eu escuto rock desde que nasci, pois meus pais também escutam. Isso jamais interferiu na vida profissional deles e nem na minha.
    Sou médica neurologista e meus pacientes, alguns, se sentem mais confortáveis ao saber que também escuto e gosto de rock/metal.
    Já outros veem os rockeiros como vandalos, rebeldes e não entendem nossas causas. Sim, ídolos do rock morrem de overdose por drogas, quase a maioria usa; alguns são satanistas e outros alcoolatras. Mas nós que escutamos não somos iguais a eles.

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  • 05/09/2011 - 00:23
    Enviado por: Guilherme Niehues

    Gostei da matéria, porém é abordado o rock, como um todo, e questões mais populares pulam a mente. AC/DC, Rolling Stones e Beatles. Concordo plenamente com a matéria, porém, por experiência, digo que, você dizer que ouve “metal” (death/black), que voltam suas letras a assuntos polêmicos, desde satanismo até violência, denotam uma intimidação e uma desaprovação perante ao entrevistador. Acredito que, muitas empresas ainda possuem um aquele carma de que o estilo de música, tatuagens ou piercings ampliam o julgamento do entrevistado para um lado negativo. Mas, voltando ao assunto mágico da matéria, por que o “rock” ou “metal” providenciam uma cultura mais ampla? Pelo simples fatos de 95% ser estrangeiro, e você precisa buscar informações em diversas midias, sendo diferente de pagode, axe ou etc, que é algo nativo e muitas vezes nem chega a chamar a atenção do público, por ser algo comum no Brasil.

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  • 05/09/2011 - 09:12
    Enviado por: David Machado

    Concordo com algumas partes desse texto. Mas não dá pra não dizer: O autor é preconceituoso SIM! Mesmo tentando amenizar em algumas frases. A questão é a seguinte… Curto muito rock. Mas curto muito mais MÚSICA. Música boa torneia vários estilos. Existe muito som ruim. Do mesmo modo que existe muito rock ruim. A vantagem não está em ser roqueiro. Está em ser interessado em aprender. Em acumular e dissipar conhecimento. Bossa Nova, Jazz, Samba, Clássica, são outros estilos que colecionam pensadores e espetaculares artistas. Músicas do tipo: “Rala na boquinha da garrafa” são tão detestáveis qto a mente de quem tenta impor que rock é só o q presta. Longe… Mas muito longe disso. Parem de seguir o que outros dizem. Parem de dizer q gostam de rock só pq acham culto ouvir outros dizerem. Parem de defender um estilo sem ao menos saber as traduções das músicas. Música é melodia, antes de tudo. Melodias ultrapassam a barreira do estilo. Estudem, antes de levantar bandeira. E aí verão que não há bandeira alguma a ser levantada.

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  • 05/09/2011 - 11:50
    Enviado por: celso

    até que enfim o fato de gortar de ROCK ta ajudando.

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  • 05/09/2011 - 19:44
    Enviado por: Fany

    É,não dá para generalizar,já conheci muitos imbecis que curtem rock,as vezes até bandas boas,mas dá para diferenciar um poser de alguém que realmente curte rock!
    Rock sem dúvidas é o meu genero musical favorito,apesar de eu não ter nenhum preconceito musical,curto muita coisa!
    mas quase sempre coisas que influenciaram o rock,ou se influenciaram pelo rock! sou muito inteligente,não vou dar uma de modesta,mas não me sinto mais especial do que os outros por isso,muita gente vive na ignorância por falta de opção,recursos e etc!
    acho que no meio de tanta música boa e ruim,o importante mesmo é o respeito e a informação,já fiz cds para vários amigos meus que ouviam musicas que nem deveriam ser consideradas musicas,e a maioria gostou bastante e teve mais curiosidade para encontrar um som bom!
    outra coisa que eu preciso dizer,é MTV,sei que muita gente não gosta do canal! mas cara,desde sei lá uns 12 anos de idade assisto mtv,e isso foi a uns 6 anos atrás,e eu sempre ouvi muita coisa bacana que descobri lá,como Nirvana,Ramones,Metallica enfim,diversas coisas mesmo! e hoje em dia eu me decepciono muito,não só hoje em dia,o canal se perde muito a um tempo,virou Moda Television,e não mais Music,ano passado você colocava na mtv no horario da tarde que antigamente tocava muita coisa boa,você via coisas infantis,coloridas e de baixissima qualidade musical!
    então eu me pergunto pq será que tem tantos adolescentes idiotas hoje em dia? aonde eles vão receber uma “educação musical” ou pelo menos um pouquinho de curiosidade por essas bandas tão incrveis que já passaram pela MTV! essa geração acomodada é triste!

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  • 05/09/2011 - 20:02
    Enviado por: Elias

    Quando se trata de gosto musical as indiferenças aparecem pois eu mesmo sou fanático por Rock porém não gosto de algumas ramificações do proprio Rock, no entanto se focarmos a discursão dentro do que é cultura ou seja o conhecimento fica melhor pois assim não se perde o foco. Discutir sobre música é muito complicado tenho amigos que gostam de outros estilos porém não vou chama-los de burro, mas uma comparação entre os estilos musicais não da pra fazer, comparar ou querer igualar o Rock com axé, funk e pagode né não da, mas outros estilos também vejo qualidade musical embora não curto ex: mpb, jazz, sertanejo, (não esses de hoje como Luan Santana ou Michel Teló, entendem né, portanto não da pra taxar que esse ou aquele é melhor pelo seu gosto o conhecimento é que faz a diferença, I´love Rock´n roll.

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  • 05/09/2011 - 21:07
    Enviado por: Marco

    nunca vi tanto preconceito em uma matéria e seus seguidos posts! eu adoro rock, mas isso não faz de mim nem de ninguém uma pessoa mais culta do que os demais. Cultura não se mede, ninguém é mais culto que ninguém! Vocês (estou generalizando, pois não li todos os posts, é claro) se comportam como os europeus da idade média, que pensavam ser superiores aos índios, por exemplo. Tudo é cultura, camaradas. O fato do empregador ter dado o emprego a alguém que curte rock, não quer dizer nada, pelo contrário, ele dizer que isso vem aumentando e que quem curte rock, de maneira geral, é melhor preparado pq geralmente lê mais e etc., é puro preconceito e despreparo. Desde quando existe parâmetro pra se medir cultura? Tô vendo que ouvir rock deixam as pessoas mais “cultas” mesmo..

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    • 05/09/2011 - 21:43
      Enviado por: Marcelo Moreira

      Mais um que não leu o texto inteiro – se leu, não entendeu…

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    • 06/09/2011 - 02:10
      Enviado por: Leandro

      Concordo com o Marco. (Acho que eu também não li o texto inteiro ou não entendi…) hehehehehe
      Marcelo, era muito difícil acabar não cedendo ao preconceito, uma vez que você escreveu um texto muito tentador… Acredito que a conclusão acabou cedendo um pouquinho.
      “(…)se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional.” O cara que se diz roqueiro e busca isso é mais um escravozinho do sistema, um baixa cabeça, um covarde… Busque-se isso na MPB, em outros estilos onde se gabam por acharem que são culturalmente superiores. Roqueiros são do tipo… “Inútil! A gente somos inútil!” é a revolta, é a ação, é a ousadia, é o sarcasmo, é o orgasmo. É sangue nas veias e nunca será: “por favor, me contrate. Eu sou inteligente…”

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  • 05/09/2011 - 22:15
    Enviado por: Mark

    Otimo post, parabéns! Isso ai tem de prevalecer e seguir adiante através das classes raças e cores! Metal Forever!

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  • 06/09/2011 - 10:46
    Enviado por: Rafael

    Gostar de rock, na minha opinião, está sim relacionado com “classe social”. Esse termo é ridículo, gente é gente em qualquer lugar do mundo, mas é só para ilustrar aqueles que tem acesso a um MP3 player, aparelho de som com CD em que a lente não está com defeito, etc. Quem não tem acesso ouve o que toca nas rádios e adivinha só: pagode, funk e sertanejo. Não entro no mérito se estes estilos de música são melhores ou piores mas o fato é que quem ouve música só no celular, no rádio de pilha ou assiste TV aberta nos fins de semana não escuta rock. Não gostamos daquilo que não conhecemos.

    Não é uma questão de discriminação (eu mesmo estou looonge de ser rico)
    mas tive quem me mostrasse o rock, ou seja tive acesso. Queria realmente
    que no celular do rapaz que senta ao meu lado no ônibus estivesse tocando rock mas nunca é assim…

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  • 06/09/2011 - 14:24
    Enviado por: Nilson Chavier

    A erudição abre portas ! As maioria das pessoas hoje em dia estão entre a especificidade monolítica e a rasa de cultura a lá Google. Resultado: pessoas com conhecimento humanístico mais profundo, em qualquer época, sobressaem-se. A liberdade experimentada pelo alto saber é de um nível diferenciado. Discutir jazz, rock, blues, cubismo, dadaísmo, viagens, cinema novo, estética, política, etc… com profundidade, jamais será considerado epenas exercício de vaidade de quem domina o riscado. A busca pela erudição deveria ser o alfa e o ômega de todo o cidadão deste planeta. Quem é culto busca humildemente aprender! Este jamais padece nas filas de desemprego!

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  • 06/09/2011 - 14:46
    Enviado por: Thiago Dantas

    Trabalho com RH e Seleção há alguns anos e ultimamente tenho notado que cada vez mais os recrutadores e gestores indagam sobre a vida pessoal de candidatos a vagas de empregos. De certo modo isso faz sentido, uma vez que as organizações tomaram consciência de que não contratam apenas funcionários – e sim PESSOAS. O que eu nunca tinha me atentato é que um gênero em específico pudesse ser tão “benéfico” ao candidato que concorre a uma vaga. Ótimo texto!

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    • 06/09/2011 - 18:48
      Enviado por: Mauricio

      As boas empresas estão usando muito um negócio chamado “Gestão por Pessoas”, que ao meu ver, ela está à frente da gestão por competência e até mesmo da gestão de negócios e resultados.O resultado disso é a formação de bons líderes e a extinção de chefes com filosofia dos anos 50.
      Melhor ainda, que alguns líderes já estão colocando a “Gestão por Pessoas” em prática.

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  • 06/09/2011 - 16:14
    Enviado por: Daniel

    Gosto musical é algo que está inerentemente associado à sofisticação e bagagem cultural de uma pessoa. Se você teve o privilégio e sorte de ser bem educado e apropriadamente exposto, ao longo da sua vida, à produção artística de valor, isso certamente compôs o seu julgamento pra tudo que diz respeito a arte e te presenteou com a capacidade de apreciar manifestações de beleza artística mais complexa e sutil, sejam elas filmes, livros, musica etc. Dessa maneira, torna-se impossível chegar a idade adulta gostando de Sertanojo.

    Finalmente, gostaria de agradecer meu pai por me dar de presente uma fita K7 do Van Halen quando eu tinha 9 anos. Eu nem ouço mais Van Halen hoje em dia, mas aquela foi a pedra primordial. Valeu, pai!

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  • 06/09/2011 - 16:25
    Enviado por: Daniel

    Um adendo: sofisticação cultural nada tem a ver com QI, competência profissional ou capacidade de ficar sentado 8 horas por dia, na frente de um PC, mexendo no Excel.

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  • 06/09/2011 - 16:28
    Enviado por: Fabiana

    “Cuidado para não chamar de inteligentes apenas aqueles que pensam como você”
    Ugo Ojetti

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  • 06/09/2011 - 17:27
    Enviado por: Fernando Ramos

    Como muitas matérias na web com uma “pancada” de post com as mesmas marmeladas… cheio de vaidosos vítimas do preconceito ! adoro ler isso e ver como o ser humano se rebaixa pra qualquer coisa… kkkkkkkkkk sem contar com a falta de interpretação de texto… GZUIS ! vão ler um livro.

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  • 06/09/2011 - 17:28
    Enviado por: Eliseu Jr.

    Honestamente… Gostaria de ter sido beneficiado alguma vez por gostar de blues e de certa forma, até entender um pouco de rock! Sou “fanzaço” de Eric Clapton. Li essa mesma biografia 3 anos atras e fiquei fascinado com a história do cara. Enfim… Ja li várias outras biografias de artistas interessantes, leio quadrinhos regularmente e adoro uma ficção científica, mas nunca fui entrevistado por alguém que levasse essas coisas em conta, ou melhor, a favor! Quando falo numa entrevista que eu adoro cinema a pessoa deve pensar que eu gosto de ver filmes na tela quente ou sessão da tarde!
    Na maioria dos casos, a entrevistadora era alguma pagodeira ou ouvinte de Luan Santana totalmente avessa a arte, ou era um entrevistador “curtidor” de música eletrônica de balada cujo filme da vida é Jogos Mortais! Péssimo!

    Muito interessante o que o tal de Marcelo Moreira escreveu, mas seria mais interessante ainda ser entrevistado por um cara como esse da multinacional do ABC!

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    • 08/09/2011 - 15:14
      Enviado por: Fatima Sanchez

      Concordo Eliseu , infelizmente as vezes somos subjugados por pessoas com intelecto de ameba … eu , que ja li mais de 300 livros , amo rock , blues , musica classica desde que nasci ja fui entrevistada para emprego por uma pagodeira burra ( a garota estava ouvindo Belo na salinha dela ) que escreveu Brasil com Z no quadro negro em uma dinamica de grupo … o que dizer mais …

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  • 07/09/2011 - 10:01
    Enviado por: Dimas Junior

    Concordo plenamente sou professor de Arte do ensino fundamental(6° ao 9° ano) e do ensino médio (1º ao 3º anos) e em minha experiência de 16 anos de sala de aula sempre notei que os alunos que gostam de rock e geralmente de várias tendências do rock desde dos Blues ao Hard Rock, esses tem mais informações sobre variados assuntos, visão mais critica da sociedade,bom senso ao se expressar, são menos violentos, etc, enquanto que aqueles que seguem os modismos são mais “tapados”, violentos, fazem brincadeiras mais ridiculas e não respeitam muito a autoridade do professor. AH! eu também gosto de Rock in Roll

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  • 07/09/2011 - 13:24
    Enviado por: Marcelo R B

    Não acho nenhum mal que o rock seja de difícil entendimento ou aceitação, pelo contrário; com isso o gênero ganha um “filtro” que uma mente alienada ou modista não assimilará! (exemplo de pessoas como o tal Luis que comentou e que o próprio autor do blog, meu xará Marcelo Moreira teve de intervir).

    Lamento apenas pela discriminação que sofremos ao defendê-lo, pois muitas vezes, ao contrário do rapaz que conseguiu um emprego por ser diferenciado, em muitas ocasiões o próprio contratador elimina a pessoa pelo justo oposto: às vezes nem se trata de um cabelo comprido que desqualifica o entrevistado devido à função que exercerá, nem àquela tatuagem localizada visivelmente no corpo que o “prejudica” para uma imagem sóbria; brinco ou piercing… muitas vezes são esses “contingentes”, que não fazem a menor diferença no dia-a-dia do trabalhador e nem interferem nas suas competências que fazem a diferença – para pior.

    Mas existe um, em especial, que imcomada muito mais às pessoas que adotam um estilo de vida regular/comum: é o comportamento e a determinação. Pois nele é visto um adversário em potencial, um competidor, pois ele, ao contrário, não têm nenhuma vantagem competitiva, pois a sociedade quer formar pessoas REGULARES e niveladas intelectualmente. Obviamente vocês sabem como se dá esse nivelamento…

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  • 08/09/2011 - 15:04
    Enviado por: Fatima Sanchez

    É justamente por possuir caracteristicas em suas letras que levam à varias interpretações de uma determinada musica , ou tambem por ser um estilo adorado e cultuado por todos os continentes , acabando por ser algo que exija do ouvinte um certo nivel de inteligencia para seu entendimento é que há realmente um filtro , trazendo para este genero pessoas diferenciadas com intelecto avançado e principalmente pessoas sem preguiça de “pensar” , que automaticamente serão as mesmas pessoas que gostam de leitura , de estar por dentro das coisas que acontecem no mundo , que estão preocupadas com o que fazer para ter um mundo melhor para todos , pessoas com uma mentalidade voltada para o coletivo e para a evolução , pessoas que despresam toda forma de comodismo ,pessoas proativas e por ai vai;
    Há uma pesquisa feita com varios tipos de pessoas e com variados gostos musicais que foi divulgada pela radio Kiss FM no ano passado onde se comprova que o nivel intelectual dos ouvintes de Rock era elevadissimo comparando com outras pessoas que gostavam de pagode , axé etc …
    E realmente se observarmos , faça você mesmo o teste , tente entrevistar escritores , professores , bibliotecarios e livreiros , você vera que o gosto em comum da maioria é do bom e velho Rock … Alias se alguem duvida disso vejam a letra e o arranjo da obra prima de uma banda genial chamada Led Zeppelin , a letra da Stairway to Heaven é a prova incontestavel de duas coisas : ou eles eram genios ou anjos que foram colocados na terra para fazer canções para os homens

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  • 08/09/2011 - 18:06
    Enviado por: Renan Carvalho

    Muita infelicidade, escolher ou eliminar um profissional pela musica que escuta, está provado cientificamente que cada ser humano reage a musica de maneiras diferente. Então gosto musical é uma variável, e sempre será.

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  • 08/09/2011 - 20:26
    Enviado por: Leandro

    (o fim dos tempos)
    O rock não é o mesmo…
    Credo, vou deixar de ser roqueiro… não quero isso não.

    Onde encontrar um pouco de irreverência agora? Quero quebrar as regras!
    Funk carioca!
    Ah não…
    Zeca pagodinho!
    Esse ainda me dá dor no estômago… Aliás, é conformado demais…

    Meu Deus, estou perdido…

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  • 09/09/2011 - 09:40
    Enviado por: Gilberto Strapazon

    Acho interessante o artigo, mas acho que a questão regional pesa um pouco também. Só para lembrar, rock é um estilo amplamente ouvido nos Estados Unidos, boa parte da Europa, tigres asiáticos e outros. Mas por lá também tem ritmos regionais. Só para pensar um pouco, não era o Steve Jobs que tocava numa banda de rock durante suas saídas da Apple? (só para citar um).

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  • 09/09/2011 - 14:44
    Enviado por: Gabrielle

    Quanta asneira nesses comentários.
    Se não perceberam, isso é uma generalização. E nem toda generalização é burra ou preconceituosa, vejam bem.
    “Conheço pessoas que ouvem rock e são burras” – LÓGICO. “Meu amigo fulano só ouve sertanejo e é muito inteligente, passou em medicina em 1º lugar” – LÓGICO. “Conheço fulano da periferia tal que ouve rock” – LÓGICO. Mas o mundo não é só isso que você encerga ao redor do seu umbiguinho.
    Que preguiça, se eu fosse o autor estaria bocejando e nem ia ler mais esses comentários.

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  • 12/09/2011 - 18:48
    Enviado por: Edu

    È como a vovó do Rock (Rita Lee),disse:-”Roqueiro Brasileiro,sempre teve cara de bandido”; E como dizia Raul Seixa:-”Sò vim curtir meu Rockzinho antigo que não tem perigo de assustar ninguem”

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  • 13/09/2011 - 02:41
    Enviado por: Eduardo

    Bom, na minha opinião esse artigo tem um pouco de sentido, pois, é muito mais fácil uma pessoal gostar das músicas que na sua região são muito mais populares (como funk, pago, sertanejo, forró e etc). As pessoas que buscam coisas diferentes daquilo de que todos gostam, no mínimo são pessoas diferenciadas.

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  • 13/09/2011 - 09:34
    Enviado por: reinaldo

    sempre acreditei nisso!!!

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  • 13/09/2011 - 18:25
    Enviado por: Ricardo

    Rock nunca foi musica de classe media, pelo contrario, rock tem suas raizes nas comunidades pobres. E so ler o livro da moça da reportagem. O que aconteceu aqui no Brasil foi que durante a ditadura a pobreza era muito maior, era dificil comprar um toca-discos e os discos eram caros para um adolescente classe C adquirir. Sem contar que era muito dificil importar qq coisa, so quem conhecia alguem que trabalhasse viajando conseguia novidades de fora. Geralmente quem tinha acesso ao que descrevi acima pertencia a classe media, dai o mito. Quando um amigo nosso conhecia alguem que conhecia alguem que tinha o tal disco, davamos um jeito de arrumar as famosas cassetes que eram copiadas milhares de vezes. Foi assim que o rock se disseminou no pais. Hj em dia com youtube, radios virtuis, etc, e uma festa!!!!

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  • 14/09/2011 - 11:57
    Enviado por: José Renato

    Todo domingo, no Fantástico (TV Globo) quando um jogador de futebol faz 3 gols ou mais tem o direito de pedir uma música. No último programa, o jogador do Inter, Leandro Damião que tinha feito 3 gols na rodada pediu rock! (AC/DC). De imediato ele me passou a impressão de ser um cara com personalidade, diferenciado, acima da média dos jogadores que normalmente pedem o sucesso da banda de pagode/axé/sertanejo da última semana, ou a música evangélica do pastor da igreja dele.

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  • 15/09/2011 - 11:35
    Enviado por: Victoria

    Pessoas consomem produtos com os quais se identificam, e com música não é diferente. Acontece que quem ouve rock geralmente não curte estilos tais como sertanejo, pagode, funk, forró-malícia… Rock é um estilo musical bem mais elaborado do que os arranjos simples e as letras óbvias desses estilos. Minha tendência – repleta de preconceito, admito – é ver os fãs de sertanejo-pagode-forró-funk como pessoas com baixo nível de exigência. E quem não gosta, pra mim, é alguém mais crítico e mais difícil de agradar, que não consome qualquer coisa. Não vejo rock como som de elite econômica, mas de elite cultural.
    Dois exemplos:
    “Faço nosso o meu segredo mais sincero/ E desafio o instinto dissonante/ A insegurança não me ataca quando erro/ E o teu momento passa a ser o meu instante.”
    “Feito cobra mal matada, ela rebola eu passo mal/ Com o nariz empinado, ela é a tal/ Se eu mando um xaveco, ela finge não ouvir/ Mas se eu grito: “Olha bruxa!”, vem discutir/ (…) Você diz que não me ama, você diz que não me quer/ Mas fica pagando pau, qualé que é?/ Todo dia seu teatro é exatamente igual/ Você finge que me odeia, mas no fundo paga pau.”
    Diferenças gritantes na complexidade do texto, no linguajar. Você quer um funcionário que se identifique com qual delas…?

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  • 15/09/2011 - 20:26
    Enviado por: Rodrigo

    É verdade isso ai!!

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  • 17/09/2011 - 22:01
    Enviado por: Marco

    Parece que ficou meio brasa-pra-minha-sardinha, o negócio.
    Se um candidato a estágio de qualquer coisa aparece com qualquer livro, isto já me chamaria a atenção.
    A biografia poderia ser da Agatha Christie, e nada ter a ver com o conteúdo da RAM.
    Eu estaria interessado em saber se o sujeito estava mesmo lendo o livro, ou se só o estava usando como parte da roupa.
    E, principalmente, esteria interessado no que estaria achando do que estivesse lendo.
    Até mesmo a revista Caras.
    Então, parece que ligamos um fato corriqueiro (verificar, numa entrevista de emprego, se um candidato sabe ler, se se interessa por algum assunto a ponto de debate-lo, mesmo informalmente, e se expressa seus argumentos de maneira razoável) com um debate que nos interessa, por algum motivo (se ‘rock’ é ou não ‘válido’, de modo geral).
    A julgar pelo entrevistador, a ligação é boa porque o debate lhe interessa ao descrever a relação com a filha (‘ela gosta de rock, eu prefiro Mozart’).
    A julgar pelo colunista, a ligação é boa porque o debate é exatamente o que ele escreve: ‘combate rock’ é tão desnecessário quanto ‘respire já’, se o critério for gostar de tudo o que puder ser assobiado.
    Fica então a pergunta: kikotem okukaskalça?

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  • 19/09/2011 - 16:50
    Enviado por: Eduardo

    Facíl é só não trabalhar!!! kkk

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  • 19/09/2011 - 17:17
    Enviado por: cris

    Besteira…pelo que entendi o cara que estava entrevistando os garotos odeia Rock e gosta de música clássica. Sendo assim, ele estaria numa “casta” superior??? Eu conheço muita gente que gosta de rock e é totalmente alienada. Quanta bobagem…

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  • 19/09/2011 - 20:23
    Enviado por: Diogo

    Eu acho essa historia de biografia do Eric Clapton ser criterio de contratacao um verdadeiro conto de fadas. E o tom professoral, sinceramente…

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    • 20/09/2011 - 16:17
      Enviado por: Marcelo Moreira

      De onde você tirou isso de que a BIOGRAFIA é critério de contratação? Que tal ler com bastante atenção o texto – e ler pressupõe entender o que está escrito.

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  • 21/09/2011 - 00:04
    Enviado por: Ysraewl

    Este artigo, pra variar tem a flagrante tendenciosidade de quem o escreve. O fato de gostar de rock foi um mero detalhe usado de forma capciosamente sofista pelo autor do referido artigo. É lamentável que esta profissão tenha como principal requisito a manipulação da opinião alheia; é lamentável que disso dependa o sucesso dessa profissão; é lamentável no que estão transformando está profissão. Ética transformou-se numa prosaica palavra grafada no nosso hermético dicionário brasileiro. Definitivamente Ética e mercado não rima com dignidade e ombridade.

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    • 21/09/2011 - 00:33
      Enviado por: Marcelo Moreira

      É lamentável ler um comentário recheado com tamanha indigência intelectual e cultural. É mais um incapaz de ler e enetender o que leu. E ainda é petulante ao tentar falar de ética, coisa que provavelmente não a menor ideia do que seja. Você não a menor condição de participar de qualquer fórum na internet, menos ainda aqui no Combate Rock.. Estava começando a ficar com dó de você, mas percebi que é inútil.

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  • 21/09/2011 - 18:50
    Enviado por: Artur

    Isso e relamente certo, eu so tenho 14 anos e adoro rock principalmente heavy metal, e isso nunca me atrapalhou em nada, sempre tirei notas altas e sempre disciplinado, ajuda sim ter um conhecimento mais apurado, cultura um pouco mais alem do que um simples funkeiro pode imaginar, isso e sempre bom.Sabemos ouvir e sabemos ragir. Obrigado

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  • 07/10/2011 - 18:13
    Enviado por: Robson

    o fato é que,não são todos estilos musicais que associamos ao modo da pessoa pensar, agir, e ser, isso esta ligado a poucos, nunca vi ninguém dizer algo relacionado a isso sobre pagode,sertanejo universitario e diversas modas atuais, até porque são ” modas” e essas pessoas daqui um mes, um ano, ou seja la quanto tempo, vai estar ouvindo outro tipo de musica, algo relacionado ao que a midia estiver mostrando/investindo. Isso porque na verdade, o rock consiste de mais musicalidade harmonia e melodia mais trabalhadas e letras que abrangem um amplo cenário, desde a sociedade, ao amor, muitas vezes, criticando-os.Pessoas que ouvem rock, apreciam isso,e talvez por isso, são tao fiéis ao estilo.
    O Rock, sem duvida, influencia na cultura e na personalidade dos que o ouvem, sempre buscam por inovação, e talvez até por um ideal mais definido, o que é muito difícil acontecer em outros estilos de musicais

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  • 25/10/2011 - 05:41
    Enviado por: Piovezan

    Variação do tema pra discutir (vulgo botar mais lenha na fogueira hahahah, não ligo pra resposta porque os outros fatores envolvidos para avaliação de candidato foram amplamente discutidos anteriormente): Buscar emprego em Sampa capital tudo bem, o que manda é o rock. No Rio Grande do Sul o que manda é vanerão e outras músicas gaúchas, no Rio é samba e afins, no interior paulista é sertanejo ou caipira, enfim, acho que a cultura regional também puxa uma sardinha na hora do contratante avaliar, hein? Como fica o rock nessa história? Se eu passei a vida pesquisando de um estilo gringo e não entendo lhufas do som que minha família gosta (posso gostar ou não, mas também tem o fator cultural, imagina por exemplo que eu fosse descendente de italiano e todo mundo cantasse la bella polenta e outras coisas e eu ficasse a ver navios? Ia me sentir meio pelado culturalmente sabe, do tipo “conheço Paris mas não sei ir até a padaria do bairro”) :P Enfim, o interesse por rock sugere uma busca maior por conhecimento (nem vou entrar no mérito do gosto, isso é sempre discutível, especialmente se o seu contratante for das antigas) mas esse interesse cultural tem que ser consistente e não de uma especificidade cirúrgica.

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  • 25/10/2011 - 11:55
    Enviado por: Paulo

    Concordo em parte…

    Há rocks ridículos, que se a pessoa gostar é tão ruim quanto gostar de ‘funk’ carioca.

    Mas concordo que o gosto pela BOA música faz diferença, não importa o gênero.

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  • 02/11/2011 - 17:42
    Enviado por: Jean Lopes

    Bela bosta isso daí. Só pra encher a bolinha dos rockeiros. Vamos partir do princípio que música e profissionalismo devem ser coisas distintas, um não deve influenciar o outro.. aff

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  • 20/11/2011 - 14:47
    Enviado por: carlos

    nao se trata aqui de preconceito, ou delimitar o nivel de inteligencia das pessoas atraves do julgamento do gosto de a ou b. Mas o mercado exige um diferencial pois de iguais todo mundo esta cheio. e ai cai no gosto musical. Hoje gostar de rock ou outra parada que nao serja o sertanejo, axe ou funk parece ser coisa de gente esquisita. Mas não é. São pessoas com visao crtica do mundo e que se nao tem com o que lutar como outras epocas pois nao opressao as opinioes, pelo menos nao querem ser domadas comos cordeiros e gostar de tudo que seja massificado. Massificado ja sao os produtos de prateleiras, de bancos e midia. Agora gostar de musicas nao massificadas poder sim demonstrar uma capacidade superior de criticidade. parabens pela materia …

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  • 30/12/2011 - 16:00
    Enviado por: Milena Mourão

    Desde criança sou influenciada pelo rock, quando não tinha um grau de discernimento decente musical, já gostava daquelas musicas que meu pai colocava no CD player ou toca-discos. Com o tempo fui tendo noção de quem e grandiosos eram aqueles músicos e bandas, como: Mutantes, Skank, Engenheiros. Na adolescência fiquei viciada em Nirvana, depois fui pesquisar as influências destes e descobri a maior das bandas pra mim – Beatles!. Pela influencia do rock quis aprender tocar violão. E um dos maiores prazeres pra mim é ouvir o bom rock e tocar meu violao.

    O que eu quero dizer com isso tudo, é que o rock nao so me influenciou a ir a procura de tocar um instrumento como ter uma visao mais aguçada sobre a vida, cultura, sociedade e comportamento. Logicamente que somente o rock nao vai trazer toda a bagagem cultural que voce precisa, mais alinhado a isto , o rock e sua história, influenciou-me na leitura e consequentemente o aumento do meu conhecimento.

    Tenho certeza que esse é um grande diferencial no mercado de trabalho, cabe aos bons gestores saberem agregar valor a isso e reconhecer tal pessoa no meio. Como aluna de Administração, fã de rock convicta, achei muito boa a idéia do texto, e já tinha pensando em algo parecido antes, mas que serve até para complemento do texto. Tenho amigos que escutam rock, outros que adoram sertanejo e forró. Posso dizer sem dúvidas que quem LÊ MAIS são aqueles – os que ouvem rock, assim como sao eles os que têm uma visão mais crítica das coisas.
    Esse texto é no mínimo convincente. E como uma futura gestora eu com certeza irei levar à sério tal aspecto.

    São Luis – Maranhão

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  • 03/01/2012 - 14:05
    Enviado por: Jeferson

    Gosto de samba. E sou um cara que lê e se interessa pela situação sócio-econômica do mundo que vivemos, tenho crítica sobre as coisas que me falam, que leio e etc.. Não preciso gostar de Rock pra ser culto, ser aprovado em entrevistas de emprego e ser bem sucedido profissionalmente. Muito pelo contrário!
    Engraçado que os que dizem que o rock é a “musica da mudança” são os primeiros a aceitarem tudo que vem de fora como verdade absoluta e serem submissos a exploração estrangeira!

    A musica brasileira é muito rica, pouco explorada e muito discriminada por esses que dizem que só o que vem de fora é bom…

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  • 03/01/2012 - 14:12
    Enviado por: Jeferson

    Se hoje temos funk, o pagode, o sertanejo nesse formato “universitário” POP/fútil que vemos, é por culpa das mesmas influências estrangeiras que trouxeram o rock.

    E é muito preconceito sim, dizer quem gosta de coisas diferentes de Rock não pode ser um bom profissional! Por favor!!! O que pessoa gosta na sua hora de lazer não tem nada a ver com a competência e formação dela.

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  • 06/01/2012 - 19:15
    Enviado por: Alberto

    A princípio, o título parece preconceituoso, mas ao ler a matéria, percebemos que é o contrário, que bom. Gosto de rock desde pequeno, acompanhei sua evolução, gosto dos mais antigos e dos mais modernos, sempre tive boas notas na escola, pratiquei e pratico esportes, fiz uma Graduação, Três Pós-graduações, escrevi três livros, tenho bons empregos e nem por isso deixei de gostar de rock. Interessante é ler também os comentários, muito coerentes. Rock também é cultura, e é legal pra caramba!!!!!!! Vida longa!!!!

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  • 06/01/2012 - 19:49
    Enviado por: Miriam

    é realmente hoje em dia é raro encontrar jovens que gostam de rock, vivem ouvindo essas modinhas de funk que nao é musica convenhamos …
    sertanejo que as letras e os ritmos sao todos os mesmos…

    moro em país errado , amo rock tanto secular como cristão ..

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  • 08/01/2012 - 04:45
    Enviado por: Robinho do Cavaco

    Muito interessante a matéria! Concordo com muitos rockeiros que comentaram no post. Existe sim essa diferença cultural. Muita gente que curte Funk, Pagode e Sertanejo, estão limitados. Não exploram a cultura. Pura verdade! Mas me indigna os vários rockeiros que postaram comentários criticando pagodeiros e sertanejos (nem tanto funkeiro, pois funk até eu tenho um certo preconceito), generalizando como se quem escuta algum desses generos, necessariamente é burro! Fico muito P… com isso! Gosto de várias bandas de rock, tipo, uma ou duas músicas de algumas bandas como Guns, Red hot, Nirvana (mas não passo disso)! Sou muito PAGODEIRO. MUITO MESMO! Já dancei swingueira, adoro swingueira (Oz Bambaz, Psirico, e por aí vai…) Toco cavaco, sou apaixonado pelo som do cavaco! Isso é gosto! E adivinha!? Tenho cultura. Sou formado em Sistemas de Informação, Pós-graduado em Redes. Sou programador (C# .net) na empresa Medware Sistemas Médicos. Tenho apenas 24 anos e não vou para de estudar, e nem de escutar pagode e muito menos de tocar o meu cavaco. Não abaixo a bola pra ninguém que está a favor dessa teoria de que pagodeiro é burro! Essa mensagem é exclusivamente para quem generalizou! Os demais, escutando rock, funk, axé, sertanejo ou qualquer outro tipo de gênero, são dos meus… #TamoJunto! Abraço pra todo mundo!

    “Não gosto dos donos da verdade, quaisquer que sejam eles. Assustam-me e me entediam. Sou fanaticamente antifanático!!! Luis Buñuel.”

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    • 08/01/2012 - 05:01
      Enviado por: Robinho do Cavaco

      Completando meu primeiro comentário…
      Não generalizando, mas muitos rockeiros se escondem no gosto musical pra querer se achar os intelectuais e vivem esnobando os outros. Tenho tanto exemplo disso… Porque o rock realmente tem cultura! Mas não necessariamente quem escuta rock tem cultura!
      Não é verdade?
      Tem um mané comentando no post assim:

      “Acho que a melhor maneira de comparar isso, é, fazendo uma entrevista de emprego com um pagodeiro, ou um funkeiro…. ia ser muito legal ler a respeito…. hauahauah”

      Porque seria legal ler a respeito? Esse sim é um cara sem cultura! Queria disputar uma vaga em uma entrevista com esse cara! No mínimo ele iria com a camisa de uma banda de rock, pra tentar sair bem na entrevista! rsrsrs

      Gente pra quê critica gosto? Pelo amor de DEUS…
      Com certeza todo mundo aqui já ouviu aquele ditado: “Gosto é quem nem… …cada um tem o seu!!!” e ponto…

      AH! Esqueci até de fazer uma pergunta para os generalistas…

      “Não existe Rockeiro Burro???”

      hahaha! Eu conheço vários…

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  • 04/08/2012 - 14:05
    Enviado por: Benefícios da bateria «

    [...] finalizar, deixo AQUI um link interessantíssimo de uma coluna chamada Combate Rock do site do Estadão a respeito [...]

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  • 15/08/2012 - 13:09
    Enviado por: URL

    … [Trackback]…

    [...] There you will find 69042 more Infos: blogs.estadao.com.br/combate_rock/gostar-de-rock-comeca-a-pesar-na-avaliacao-profissional/ [...]…

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