Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional
- 22 de agosto de 2011|
- 6h40|
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Categoria: classic rock, comportamento
Marcelo Moreira
Por mais preconceituoso que seja, não dá para fugir: a forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige e muitas coisas mais dizem muito sobre o indivíduo. Dá para julgar cada um por esse tipo de coisa? Cada um avalie da forma como achar melhor.
Da mesma forma, os hábitos culturais – os livros que lê, a música que ouve, os eventos frequenta – também dizem bastante sobre as pessoas. Existe a chance de se errar por completo, mas faz parte do jogo.
Dois fatos importantes, apesar de corriqueiros, mostram que os apreciadores de rock podem ter esperança de dias melhores, apesar dos casos recorrentes de preconceito explícito e perseguição por conta do gosto pessoal em pleno século XXI – algumas dessas excrescências têm sido narradas aqui em textos no Combate Rock.
No começo de agosto um gerente de uma grande multinacional instalada no ABC (Grande São Paulo) penava para contratar um estagiário para a área de contabilidade e administração. Analisou diversos currículos e entrevistou 24 jovens ainda na faculdade ou egressos de cursos técnicos.
Conversou com todo o tipo de gente, do mais certinho ao mais despojado, do mais conservador à mais desinibida e modernosa. Preconceitos à parte, procurou focar apenas a questão técnica e os conhecimentos exigidos.
Alguns candidatos até possuíam a maioria dos requisitos exigidos, mas acabaram desclassificados em um quesito fundamental para o gerente: informação geral, que inclui hábitos culturais.
O escolhido foi um rapaz de 20 anos, o penúltimo a ser escolhido. Bem vestido, mas de forma casual, usando rabo de cavalo, mostrou segurança e certa descontração, além de bom vocabulário e de se expressar de forma razoável, bem acima da média.
Durante as perguntas, o gestor observou que o garoto segurava um livro e carregava um iPod. O livro era a biografia de Eric Clapton. Após a quinta pergunta, direcionou a conversa para conhecimentos gerais e percebeu que o rapaz lia jornais e se interessava pelo noticiário.
“Você gosta de rock?”, perguntou o gerente. “Sim, e de jazz também”, respondeu o garoto. O entrevistador não se conteve e indagou se o rapaz se importava de mostrar o que o iPod continha. E viu um gosto eclético dentro do próprio rock: havia muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, mas também de Miles Davis e big bands.
“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente.
O resultado é que o garoto foi contratado após 15 minutos de conversa, enquanto cada entrevista com os outros candidatos durava 40 minutos. “Não tive dúvida alguma ao contratá-lo. E o mais interessante disso: percebo que essa é uma tendência em parte do mercado há pelo menos três anos, pois converso muito com amigos de outras empresas e esse tipo de critério está bastante disseminado. Quem gosta de rock é ao menos diferenciado”, finalizou o gestor.
Já em uma escola particular da zona oeste de São Paulo, do tipo mais alternativo e liberal, o trabalho de conclusão do ensino médio era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. A diferença é que, para não ter essa carga de responsabilidade, foi criado uma espécie de concurso para premiar algumas categorias de trabalhos – profundidade do tema, ousadia, importância social e mais alguns critérios.
O vencedor geral foi o de uma menina esperta de 17 anos, filha de um jornalista pouco chegado ao rock, mas com bom gosto para ouvir jazz e blues. O trabalho tentava traduzir para a garotada a importância dos Beatles para a música popular do século XX.
Para isso realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Seu trabalho contou ainda com a defesa de uma tese em frente a uma banca de professores.
O resultado é que, além do prêmio principal – placa de prata e uma quantia em dinheiro em forma de vale para ser gasto em uma livraria –, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock – poucos deles eram íntimos do gênero, pelo que o pai da menina me contou.

Os Beatles foram o ponto de partida para uma aluna de um colégio paulistano para traçar um panorama extenso e completo sobre a história do rock; o trabalho ganhou prêmio e vai se transformar em livro
Seria um flagrante exagero afirmar que gostar de rock facilita a obtenção de emprego ou estágio – ou que quem gosta de rock é muito melhor aluno do que os outros nas escolas. Mas o simples fato de haver reconhecimento de que apreciar rock frequentemente leva a uma situação diferenciada já é um alento diante dos seguidos casos de intolerância e preconceito.
Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.
Bom gosto não se discute: adquire-se.
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Isto é fato..
Veja por exemplo as composicoes do Funk Bundinha…to ficando atoladinha…to ficando atoladinha…creuuuu. ..creuuuu..Muito criativo!!! sim..cria um monte meninas gravidas aos 13 anos…dai vai lavar roupa pros outros..porque deixou de estudar pra “cuidar” de outra criança…imagine um “Piriguete” trabalhando na sua empresa..não da..aliás dá..!!! sim..dor de cabeça.
Agora veja o Rock Brasileiro..
Perfeicão : da legiao urbana por exemplo..um das musicas mais criticas que ja ouvi..retrata nossa naçao, dos anos 80…e até nos dias hoje a musica faz sentido.
Sem falar de Engenheiros do hawaii..Paralamas..Titans..
Ouvir rock eleva sim!!! O senso critico das pessoas..educa as pessoas, Musica teria que fazer parte da grade escolar.
E uma coisa é certa a maioria dos musicos neste país e principalmente no meu estado, o Mato Grosso.
São forcados a produzir e tocar pros Sertanejos..
Conheco varios profissionais do Blues, do jazz, do Soul.. Que foram embora do estado Infelizmente.
E viva oa Rock..Ao Blues…Ao Funky..Jazz…Soul..Reggae.
Fiquei surpreso com a noticia. Eu gosto muito de rock, e eu vivo escutando esporro de meus amigos de que sou um maluco por escutar tal gênero (detalhe: moro na Bahia). Mas, o que acho que deve-se levar em conta é que música boa, é aquela que leva o sujeito a pensar. Sim, rock tem varias músicas que causam isso no ouvinte, mas também, não nego que tantos outros estilos podem fazer o mesmo. Pode parecer heresia, mas peguemos o pagode (baiano): A maioria das músicas são feitas por repetições sem sentido (UAI!UAI!UAI!UAI!), e palavras de igual valor (Tchuribarirom!), sem falar que, a maioria das músicas trata as mulheres como, desculpe o que direi agora, pedaços de carne que adoram levar surra de mão, e de pênis na cara. O estilo da música (pagode baiano) não me agrada, mas, se ao menos tivesse musicas no meio que buscassem trazer algo de bom, uma mensagem positiva, talvez eu não ficasse tão ranzinza a quem gosta dessas músicas, e, obviamente nao me incomodaria com a música, podendo até me permitir a ouvir algumas músicas. No mais, uma otima materia, que me fez não perder 7 minutos de leitura, e sim, ganhar 7 minutos. vou recomendar para todos os meus amigos que me julgam “maluco”. =)
Ótimo comentário Felipe, só não curti o “uai,uai” pois vivo falando isso e aqui nas belas Minas Gerais é uma expressão repleta de sentido rsrs
Tenho um filho de 6 anos que escuta rock desde os 2 e diz abertamente que a banda preferida dele é Led Zeppelin, apesar de também gostar muito de Beatles, Queen e AC/DC. Como temos certa predileção por blues, jazz, soul music e rock o comportamento musical de nosso filho nos acompanha. Algum tempo atrás, contando pra uma amiga – que atua na área de psicologia cognitiva (além de ser musicista) – sobre esse gosto musical de nosso pequeno, ela me explicou que existem diversos estudos em neurociência que relacionam o desenvolvimento cognitivo e emocional de nosso cérebro com o estímulo de certas melodias. Tanto os clássicos, quanto os ritmos de blues, jazz e rock, são elaborados e estão relacionados ao desenvolvimento das conexões neurais mais complexas.
Sempre ouvi rock (aprendi com minha mãe, ouvindo Pink Floyd e Led Zeppelin) e nunca tive problemas de preconceito em toda minha vida estudantil. Sou professora universitária e o rock ajuda muito a contextualizar diversos assuntos relacionados ao comportamento e sociedade nas minhas aulas. Fico feliz em perceber que o rock continua ampliando suas fronteiras!
Eu estava aqui pensando… Eu até aguentaria um funcionário que gostasse de pagode em minha empresa, eu o proibiria de escutar música, é claro. Mas um cara se dizendo ‘roqueiro’ achar que eu vou contratá-lo apenas pelo bom gosto por música que ele tem. Esse ainda tem chances… Agora, um cara se dizendo ‘roqueiro’, que gosta de jazz, que escuta MBP também. Que é eclético (para mostrar que ele tem muita ‘cultura’). Esse eu chutaria da minha mesa. Esse não tem é personalidade e não tem a mínima ideia do que é rock.
Eu estava aqui pensando… Eu até aguentaria um funcionário que gosta de pagode em minha empresa. Eu o proibiria de escutar música, é claro. Mas um cara se dizendo ‘roqueiro’ achar que eu vou contratá-lo apenas pelo bom gosto por música que ele tem, esse ainda tem chances. Agora, um cara se dizendo ‘roqueiro’, que gosta de jazz, que escuta MBP, que é eclético (para mostrar que ele tem muita ‘cultura’). Esse eu chutaria da minha mesa. Esse não tem personalidade e não tem a mínima ideia do que é rock. (perdão pelo português utilizado na mensagem anterior. O espírito pagodeiro tinha me pegado – só pra ficar claro: odeio pagode! E esse site não deixa a gente editar as besteiras q a gente faz…)
Leandro, achei extremamente infeliz o teu comentário! Ouço Rock desde os 9 anos, sou doente pelos Beatles! Amo Jazz/Blues, amo MPB, adoro Samba (Pixinguinha, cartola, Noel etc…) ouço Reggae clássico. Apenas abomino o Funk carioca. Agora, te garanto que conheço rock tanto ou mais que vc e sei perfeitamente o que representa esse estilo. Amigo, não deixe a ignorância se transformar em preconceito, pense nisso! Saudações…
O que parece estatística, tendência, não passa de opiniões. Argumentos fracos para não dizer inválidos de uma vez.
Esse texto não faz sentido algum.
Fico aqui pensando, se esse cara fosse me contratar, eu gosto de Sebastian Bach. Não aquele da música clássica, mas o ex-vocalista do Skid Row. Imagina se ele pega o trecho da “Youth gone wild”: “Boss screamin’ my ear ’bout who I’m s’posed to be, get a three-piece Wall Street smile, and son you’ll look justlike me. I said ‘Hey, man, there’s somethin’ you oughta know, well I tellya Park Avenue leads to…Skid Row’!!
Esse comentário é muito fraco. Não faz sentido algum.
Adorei a matéria e amo Rock’acima de qualquer outro genero musical porque elel é um energEtico p/ meu espírito que ainda sente vontade de contestar, de cair na estrada. Viva o Rock! é Rock na veia!
Concordo plenamente! Hoje com esta moda de funk, quando se para para conversar com alguém da nova geração…infelizmente não sai diálogos algum…Só se preocupam com a balada de hoje… Mas não pensam que o amanha esta bem próximo, e o que vai resta… E o que você aprendeu como ser humano, seus valores como pessoa, os gostos tem tudo a ver com o ser humano que você vai ser amanhã… Um bando de burro!
”Logico que tem suas exceções, mas infelizmente… São poucas, muito poucas”
Eu Amo rock desde meus 12 anos,hj estou com 33 e tenho orgulho de ser rockeira
, faço minhas palavras a do 1° comentário.
Chequemate pra nós hein
O preconceito é muito forte nas cidades de interior. E na minha família.
Rsrs.
Parabéns para a matéria, isso é fato.
Já viu algúm forrozeiro “aviãozeiro” (exemplo, muito bem dado por sinal) saber conversar com vc alguma coisa séria, ter algum conteúdo ou ter um lado crítico bem desenvolvido?
Conhece Elomar?
Nem tive o trabalho de terminar de ler o primeiro parágrafo pra repudiar esse texto e dizer q isso é sim um preconceito. QUALQUER tipo de preconceito é inválido. Ouço rock desde meus 5 anos de idade e isso NUNCA me atrapalhou em NADA. O que atrapalha é a falta de bom senso das pessoas, a falta de educação e a falta de respeito. Conheço muitos pagodeiros, funkeiros, até mesmo fãs de música clássica e MPB que não tem um pingo de educação e respeito pelo próximo. Então, antes de publicar uma matéria RIDÍCULA como esta, pense primeiro sobre respeito e educação em geral. E não em gêneros musicais que não agradam um ou outro. Somos movidos pelas diferenças e o respeito entre elas, e não pela exclusão e preconceitos.
Ridículo é o seu comentário de gente tosca e limitada. É o clássico “não li e não gostei”. Sabe por que não leu? Porque não sabe ler. E, se soubesse, não entenderia o texto, pois seu cérebro é ínfimo.
licensa, você quer fechar os olhos pra uma coisa que tá óbvia é?
Roqueiros são vítimas de preconceito, não é pelo fato de escutarem rock, e mais pelo modo como se veste e a maneira que muitos falam. Negar isso é patético demais.
Deixe de arrogância porque o fato de uma pessoa se vestir diferente das “certinhas” faz com que as mesmas não queiram chegar perto dela e tirar conclusões precipitadas, esse tipo de problema não afeta diretamente quem se veste “normalmente” e ouve seu som. Se você faz parte dessas pessoas, que bom pra você mas não fale pelos outros, e antes de falar em respeito, aprenda a respeitar pelomenos uma matéria.
Amigo, sinto, mas pessoas como voce é que envergonham o Rock, sua frase ” Nem tive o trabalho de terminar de ler o primeiro parágrafo pra repudiar esse texto”, envergonha tudo aquilo que o Rock defende, você esta agredindo ao que nao conhece, pois nao leu. Esta agindo como aqueles que te julgam e lhe ofendem sem conhecer melhor quem voce é.
Leia o texto inteiro, e comente novamente depois, pode voltar a falar mal dele, o que duvido, pois apenas pelo começo confesso que achei se tratar de mais um texto de repúdio por um reporter parcial, mas passando o primeiro paragrafo me surpreendi com a abordagem extremamente imparcial, ele nao fala bem do rock como um todo, sendo a salvação do mundo, mas tambem nao fala mal, mostra que o estilo tem seus pontos positivos e negativos, e deve ser respeitado como qualquer outro.
Conhecimento é poder, conheça seu inimigo antes de entrar em uma batalha.
(ou seja, leia o texto…. rsrsrs)
Orra, o cara nem leu o texto e quer falar alguma coisa… cada um que aparece!!!
Agora quanto à questão de preconceito, dizer que sofre preconceito pelo jeito que se veste é igual a tirar a roupa e reclamar que estão olhando… Quem se veste de moda rock, punk, gótica e derivados não faz isso pra “causar”? A intenção não é essa, consciente ou não? Ou você coloca uma tatuagem ou um piercing pra pagar uma de comportado? É muita ingenuidade…
Esse cara se puxou agora. Voce parou para pensar no que escreveu? Quanta ignorancia, criticar sem nem ao menos ter lido toda a materia…isso sim eh estupidez!
E ao escritor, Marcelo Moreira, parabens, materia excelente. E como uma boa roqueira, acredito sim que pessoas que gostam de rock tem a mente mais aberta, sem preconceitos e sede por conhecimento!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
era só o que faltava, né?
quem gosta de rock é o melhor melhor do mundo agora?
anda por aí e vc vai ver um monte de trouxa com camisa do ac/dc e afins, que tem pouco ou nada a acrescentar
faz favor, né?
Cê não sabe interpretar o texto, velho?! Aqui na minha empresa se o cara vem procurar emprego com camisa do AC/DC eu converso com ele. Se vem com gel no cabelo, sapatinho, camiseta pra dentro da calça no melhor estilo pagode eu nem recebo…
Gostei desse critério. Bem objetivo e transparente…
Glauco..dei muita risad agora!!!!kkkkkkk “Se vem com gel no cabelo, sapatinho, camiseta pra dentro da calça no melhor estilo pagode eu nem recebo”
Dá até para imaginar o cidadão aguardando na recepção da empresa p uma entrevista com: Gel no cabelo(que dá pra ver que acordou 2 hr antes só p ficar penteando o cabelo de lado, para fixar bem o gel e não deixar nenhum fiozinho p fora, sapatinho bicudinho social bem lustrado na cor barata-velha, camisa social socada dentro da calça( detalhe:cinto apertadinho na cintura envernizado) ..e enquanto aguarda ser chamado, simula um pandero nas laterais do sofá!!kkkk .. com certeza a recepção terá camêras e por sua vez, eu como diretora-proprietária…UM ABRAÇO!!!!…( sorry peoples) isso é só um cenário que imaginei…nada contra e nem… a …
J.Joplin
Parabéns para a matéria, isso é fato.
Já viu algúm forrozeiro “aviãozeiro” (exemplo, muito bem dado por sinal) saber conversar com vc alguma coisa séria, ter algum conteúdo ou ter um lado crítico bem desenvolvido?
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!
Caro Marcelo Moreira, tenho 24 anos e estou treinando cuíca há seis anos, pois meu sonho é tocar no carnaval pela minha Vai-Vai.
O senhor acha que haverá espaço no mercado de trabalho para nós, cuiqueiros?
Minha mãe ficou preocupada ao ler a sua matéria! E eu não queria ter que gostar de rock para trabalhar, eu não entendo muito de rock.
Onde você acha que eu poderia arrumar o meu primeiro emprego?
Obrigado
Tocar cuíca exige o mesmo nível intelectual de um tocador de caixa de fósforo. Creio que seu futuro é nenhum, meu amigo. Emprego é uma coisa que está bem longe de sua realidade trágica.
Sério? Então acho que o Carlos Stasi, um dos melhores percussionistas brasileiros, que tem Doutorado em Música pela Universidade da Califórnia, pode jogar o título no lixo já que é especialista em reco-reco.
Seus comentários são tão ou mais preconceituosos do que alguém que acha que quem gosta de rock é bagunceiro, baderneiro e come morcego.
estou tentando me superar… estou até lendo esse tipo de notícia… pois é, você me pegou.
Marcelo … falou e disse … cada coisa que a gente tem que escutar né … esse tipo de gente se sente ” ofendida ” por que no fundo sabem que são uma vergonha para eles mesmos… euzinha nos meus 33 anos de idade nunca nunca nunca vi nenhum pagodeiro , funkeiro ou do axe com intelecto superior ao de um garoto de 10 anos de idade … alias ja vi garotinhos com 6 anos tocarem bateria como genios e piano como se levados por algum espirito dos maiores pianistas que ja existiram … e com certeza eles não escutaram JAMAIS tati quebra barraco , chiclete com banana ou belo ,em suas vidas …
Marçalzinho, Airto Moreira e Robertinho Silva. Três tocadores de cuíca e caixinha de fósforo que falam diversas línguas, correm o mundo, são famosos lá fora. E ganham melhor que a maioria dos comentadores daqui.
Alguém perguntou alguma coisa a respeito de salário ou renda pessoal? E daí? Não muda nada. Que falem 35 idiomas, continuam sendo apenas e tão somente tocadores de caixas de fósforo e cuiqueiros. Meros batuqueiros de botecos de periferia e de quinta categoria.
Que papelão. Tem muito rockeiro arrogante mesmo. Me formei musicalmente ouvindo rock, sou dj e conheço muito de rock. Mas o mais importante pra mim é a música boa. Pagodes etc são ruins mesmo, mas que genaralização tosca. A complexidade ritmica, poetica e melodiosa do samba, de diversos e maravilhosos ritmos latinos não devem em nada para o jazz ou rock. Basta estudar um pouco e ter um pouco de sensibilidade para perceber isso. Eu particularmente gosto muito de tudo isso. Menos tá? Seja ao menos educado.
Rafael, Dj Gau.
Sou educado com quem merece, e tem o meu respeito. Você não tem o meu respeito. DJ é um mero tocador de discos e CDs. Não dá para levar esse tipo de gente a sério.
Eu tenho 17 anos, e nunca estudei em nenhuma escola particular na vida, e gosto de rock. Ta certo que as pessoas que conviviam comigo gostavam de rap, funk, sertanejo, pagode. Mas não acho que só porque eu vejo as pessoas ao meu lado escutando esse tipo de musica que eu vou querer escutar também. Eu acho que se você é uma pessoa muito influenciável, você tem que começar a se preocupar. Se você não tem capacidade de mostrar a todos o que é que você realmente gosta, as bandas que você realmente gosta de ouvir, você pode estar com sérios problemas. E acredite, se você tem vergonha de falar que gosta de uma certa banda, você não gosta dela.
Só acho que esse negócio de que quem tem cultura é quem é rico, isso é uma coisa ridícula, e lamentável de se ler nos dias de hoje. Afinal, alugar um livro não é mais do que 5 reais, e se você não tem esse poder aquisitivo pra adquirir essa cultura, a internet está ai. Em vez de ficar na internet procurando saber da vida de pessoas que nem se importam com você, procure algo produtivo pra ler na internet.
Só acho que bom gosto não se discute, adquire-se!
Mandou bem, Bárabara. Chega de “coitadismos”; se a pessoa busca cultura, vai encontrar muitas fontes por aí, basta realmente querer.
com o perdão da palavra, esse gerente é um bocó! Bach é ótimo, mas ficar restrito a ele é sinal de alguém preconceituoso, colonizado e completamente desinteressado pelo planeta!
O próprio gerente não seria aprovado no critério criado por ele mesmo…
Parabéns pelo texto.
Acho que o último paragrafo resumiria e bem MINHA OPINIÃO sobre esse assunto se tivesse sido escrito dessa forma:
Gostar de rock torna o individuo melhor ou pior, mais competente no bem ou no mal que for decidir fazer, mais inteligente, mais culto e diferenciado da massa, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o reconhecimento disso por um parte do mercado está atrasado, porém antes tarde do que nunca.
Bom ou mal gosto musical adquire-se e deveria ser discutido nas escolas e na mídia de uma maneira ética e realista, com a introdução já nas primeiras séries letivas da história da arte e da música.
“Claro que estou generalizando, sei que também tem muitas pessoas(inteligentes), que gostam de rock e são da periferia e até conheço algumas.”
Sem comentários.
Muito interessante o texto! Dá pano pra manga. Escrevi uma “resposta” para esquentar o debate. Quem quiser, pode conferir: http://socialrockclub.blogspot.com/
Grande abraço!
Marcelo Oliveira
Coloque aqui a sua resposta, só vai melhorar o debate.
Obrigado pela citação e meção ao meu artigo. Não creio que o que você mencionado como “equívocos” sejam realmente “equívocos”. Em nenhum momento eu generalizei, até porque seria incorreto. O texto partiu apenas de uma constatação de que, em algumas empresas, o fato de gostar de rock pode contar pontos (não só isso, é óbvio, como também dependerás muito do selecionador).
Também evitei o termo “tendência”, até porque não huve uma pesquisa realizada para atestar tal fato. O que houve sim, como repórter que sou, a constatação de que, em algumas empresas, o rock tem algum peso na avaliação – seja isso bom, ruim, certo ou errado. E as pessoas com quem conversei, um grupo de oito executivos graduados na área de consultoria de Recursos Humanos e que trabalham com empresas de grande parte, foram unânimes em informar que tal “procedimento” (chamemos assim) não estava restrito a dez ou vinte empresas.
Sendo assim, até para rebater o que você chamou de segundo equívoco, não creio que o título seja contraditório, por mais que haja limitação de espaço na hora de sua elaboração. As fontes são de qualidade e as informações dão conta de que o universo pode não ser enorme, mas é extenso – e tomei as precauções para justamente não transformar em uma matéria específica de recursos humanos que detecta “tendências” de mercado. Assim sendo, achei interessante compartilhar essa “constatação”, sem ter a pretensão de dizer que é uma tendência, já que não tenho meios para tal. E também jamais tive a pretensão de lançar tendência.
Sim! Dentro da perspectiva jornalística é inegável o que você (felizmente) constatou. É fato que há uma mudança na percepção de perfil dos rockeiros. Graças a Deus! =) E torço para que tuas palavras sejam “proféticas”!!!
O mais importante para mim no teu (excelente) texto é ajudar a criar uma “auto-imagem” bastante positiva nos próprios fãs de Rock. Mostra de forma brilhante que gostar de rock está diretamente ligada a uma postura muito distante da alienação.
Parabéns por abrir este debate tão interessante e importante.
Grande abraço,
Marcelo Oliveira
Perdão! Postei uma resposta mas acho que não foi (se tiver ido, apague esta por favor).
Caro Marcelo,
Dentro da perspectiva jornalística você tem toda razão. É a constatação de um fato (graças a Deus!). Apenas para frisar, quero deixar claro que tenho a forte esperança de que tuas palavras tenham sido “proféticas” e que isto se torne, sim, uma tendência. =)
O que considerei mais importante no teu artigo foi a ajuda que ele dá na construção de uma “auto imagem” bastante positiva para os fãs de Rock. É bem legal, principalmente pra galerinha mais nova, perceber que gostar de rock está diretamente ligado a uma postura que não tem nada de alienada ou alienante.
Parabéns por propor este tema para reflexão e pela abertura ao diálogo.
Grande abraço
Marcelo Oliveira
Ae…….esse tal de felipe ai em cima. O que é bom então:Tião mineiro e Xororo, Sorocaba e Sururu, ou então vc é adepto ao bom Pagode que tem 15 pessoas no palco, um cantando,um tocando pandeiro e oito fazendo nada.ve se te enxerga.
Este método avalia o nível cultural da pessoa, e não o nível profissional específico.
É óbvio que alguém com mais cultura vai produzir mais e aprender mais…
E viva o Rock!
Aqui na minha minuscula cidade (13 mil hab) quem gosta de rock recebe vários xingamentos, tipo, falar que gostar de led zeppelin eh no mínimo maconheiro, no mínimo “atrapalhado” e “anormal”,
Não é só na música, qualquer tipo de arte que vc degustar já é tido como estranho.
Vc só não é taxado de nada se somente escutar músicas repetitivas com letras infantis, e claro, e deixar de escutalas quando saem da moda..
Considerando que alguns dizem que “Restart” é Rock….
Comentário bons, médios e lixo… incluindo o meu…
Amigo Anderson, você (e os demais aqui inscritos), provavelmente já ouviu falar em “grupos sociais”, ou estudou sobre em suas aulas de Sociologia. O indivíduo tem esta como primeira forma de relação social, e ocorre esta associação, definitivamente, pela afinidade. Os opostos “não se atraem” nesta seara, mas os afins! Você dificilmente veria um churrasquinho n’um barraco carioca, em algum morro qualquer, regrado a vodca ou a uísque, discutindo-se política ou energia nuclear, e também não ouviria de fundo um disco de Frank Zappa ou Led Zeppelin. Pode parecer preconceito meu, e talvez até seja (dentro da concepção de um de vocês), mas devem concordar que a música que alguém ouve, as coisas que fala, ou como se comporta, além do ambiente em que vive, motiva-o na sua própria formação enquanto indivíduo. “O homem é fruto do meio em que vive”, já disse um sujeito há tempos atrás. Uma coisa puxa a outra. Podemos sim, traçar um perfil de um indivíduo através de uma de suas preferências, que levará a outra, e conseqüentemente a outra. Não penso que erra por completo aquele empregador que sugere esta como uma forma de seleção de funcionários, porque, de outro modo, de que valeria uma entrevista? Poderia ser apenas um questionário, não? Eu venho aqui apenas publicar minha opinião, e nem disse a vocês qual é o meu gosto musical!
Parabéns ao responsável por toda esta discussão.
Renato Cazuza
Viçosa-MG
Eu já sabia!
Concordo que pessoas que tendem ao lado do rock,jazz, blues, MPB das antigas também, enfim, tendem a ser pessoas mais cultas… Não da pra generalizar e dizer que TODAS são, por isso se chama tendência. Um exemplo é que eu aprendi inglês traduzindo letras da Janis Joplin, Hendrix e outros da época (e depois evolui ele lendo textos sobre programação de sistemas), pois queria entender do que eles estavam falando.
Hoje eu já faço minha filha ouvir Led Zepellin ainda na barriga da mãe
(preciso levar ela pro bom caminho né)
Na entrevista de emprego:
Entrevistador: Vc pode me citar algum astro?
Rockeiro: Claro, mas vc prefere da via láctea ou posso escolher outra galáxia?
IdiotaUniversitário: Meteoro da paixão… pode ser?
Maria Pagodeira: Herculano Quintanilha.
Fala para este gerente perguntar para este rapaz se ele conhece Noel Rosa, Cartola, Pixinguinha, Chico Buarque, zé Ketti, Elis Regina, etc…, ou mesmo ele nem deve conhecer né. são poucos que conhecem a cultura do seu país, ficam pagando para engolir as coisas do tio san.
Nao precisa apelar.
Pergunte sobre Plebe Rude, Camisa de Venus, Ethiopia, Capital Inicial (80), Finis Africae, 5 Generais, Engenheiros do Hawaii, Ira!, 365, Legiao, Rita Lee, Raul, etc.
Ou pra ser mais atual Salario Minimo, Exxotica, Plastique Noir, Escarlatina Obsessiva, Segundo Inverno, Henry Paul Trio, Diabatz, Gaspa e os Alquimistas, Asteroides Trio, The Porres, Ovos Presley, Kaes Vadius, etc etc etc
Quem conhece Rock de verdade nao paga de ‘tio san’. Porque no Brasil tem centenas de bandas dentro de cada vertente desse mundo fantastico. Eh soh procurar, a cena daqui tbm eh surpreendente!
Enfim… Conheço MUITOS roqueiros que são verdadeiras enciclopédias musicais, que apreciam sim as boas bandas de rock brasileiras, além de conhecer muitos outros artistas, como os citados acima.
E o rock, não vem só dos Estados Unidos não, eu ouço muitas bandas da França, Alemanha, Finlândia, Noruega, Polônia, África do Sul, Rússia…
Agora fala pra maioria dos fãs de música brasileira ouvir algum estilo que não cante em português, é aquela clássica resposta: “Eu não entendo nada que esse cara tá cantando, vai saber se não está me xingando?” E nunca se preocupam nem em tentar descobrir.
Esse pessoal que curte MPB sempre cita os mesmos!! Minha paixão é o hardão setentista, entretanto também amo MPB (setentista também), nunca vejo ninguém citar: BELCHIOR, EDNARDO, SERGIO SAMPAIO, SÁ & GUARABIRA, HYLDON, ZÉ GERALDO, WALTER FRANCO, AZYMUTH, RECORDANDO O VALE DAS MAÇAS e por aí vai,sem falar nos clássicos CASA DAS MÁQUINAS, PESO, A BOLHA, TERRENO BALDIO, O TERÇO, SOM NOSSO, MADE IN BRAZIL! inclusive essa semana terá um show no sesc do KLEITON E KLEDIR, convido à todos a irem prestigiar nossa música!!!
Matéria excelente!
Se todos lessem mais (o que presta, claro), estudassem mais e respeitassem mais, isto seria um país. E não um monte de gente se estapeando tentando passar por cima dos outros. Mas ainda não perdi a fé.
Eu gosto de rock, jazz, blues, world music, big bands, micro bands e tudo que acho bom. Tem música para tudo e cada uma tem seu espaço, desde que honesta. Viva a boa música!
O discurso foi lindo mas na pratica todo mundo sabe que isso é uma tremenda de uma mentira e posso dizer isso porque ja perdi varias oportunidades de emprego justamente por dizer que aprecio o bom e velho rock ´n´ roll e toco guitarra.
Na empresa que trabalho atualmente (a qual não vem ao caso o nome aqui [preciso preservar meu emprego...]) existe um universo de pessoas que tem tattoo e gostam de rock, mas tem que esconder as tatuagens e aturar a modinha que esta em voga no momento.
E triste ver o desgosto estampado no rosto de quem se ve obrigado a dizer que uma coisa que não gosta é bom.
Chato ter de ler isso, mas não me surpreende que ainda exista preconceito por conta do visual e do gosto musical. O texto não diz que as atitudes descritas estão amplamente disseminadas ou que dominem o mercado, apenas que em algumas empresas importantes essa tendência começa a ser constatada. Lamento que a sua empresa tenha gente tosca a esse ponto.
Quanto a ser um estilo de classe média eu discordo porque na verdade é de classe alta…..vejam os preços dos CDs….sempre os de rock são mais caros!!!! vejam os instrumentos musicais: os de qualidade são sempre os importados e mais caros e sabemos que para fazer rock com uma certa qualidade tem que ter bons instrumentos concordam!?!?!?! então pode-se dizer sim que é estilo musical de classe média e média alta…além disso tem que ter internet com boa velocidade e isso só pagando mais…enfim, é caro ser roqueiro aqui no nosso Brasil … É exatamente por isso que o tal funk reina nas favelas, porque de modo geral a criança de lá não tem acesso a aulas de músicas e bons instrumentos, não tem perspectiva para vislumbrar coisa melhor, então se entrega ao funk como se fosse coisa boa…repete aquelas letras como se fossem cheias de conteúdo … não tem parâmetros para efetuar uma boa comparação … comparar com o quê ???? Se a criança das favelas tivesse essas possibilidades de escolha e comparação e ainda assim escolhessem o funk, aí sim seria falha no intelecto… Tem também os “músicos” da favela que não tem grana para comprar equipamentos bons …. fica fácil julgar sem analisar com razão a questão envolvida na ótima matéria acima. É preciso entender lá no fundo a questão social que provoca essa disparidade cultural. É preciso mudar a direção em que vamos. É preciso mudar todo o sistema para eliminar essas injustiças e distorções e fazer com que as pessoas realmente sejam avaliadas em condições de igualdade. Tem que mudar é a sociedade toda. Ou seja, voltamos ao rock e à sua força motora, seu tema primordial: “A REVOLUÇÂO SOCIAL” !!!!!!!
Eu acho que esse conceito se aplica não só a quem gosta de Rock, e sim a quem gosta de música em geral, independente do estilo! E quando digo gosta de música, quero dizer gosta de verdade, daquele que não vive sem, e parece uma enciclopédia de tantas bandas e artistas que conhece, e não apenas ouve o que está na moda! Essas normalmente são as pessoas mais inteligentes e atualizadas que conheço!
Realmente quem gosta de rock tem uma visão mais amplificada do mundo, são mais antenados e freqauentemente pesquisam a fundo a ideologia repassada através das músicas, mas não somente de rock. Conheço muitas pessoas que além do rock tem um gosto apurado para jazz, blues e até música clássica. Sou uma apreciadora de rock como Pink Floyd, Jethro tull, porém também gosto de hits que viraram mania não somente no mundo “undergraund”, mas que sairam deste para o “mainstream” se tornando populares inclusive na massa como “Californication” de Hed Hot(uma banda que inclusive era bem interessante e depois mudou um pouco creio eu, por causa das gravadoras para vender mais) e ainda se tornou música de novela!!! São várias vertentes para se defender e generalizar, mas assim como muitos tive que estar atenta as notícias para ter argumentos e redigir aqui.
Só acho estranho algumas pessoas defenderem a cultura dos roqueiros dizendo que eles são sim mais estudados, afirmando-se roqueiros de alma sendo que encontrei vários erros de português!! E não eram erros por vícios de internet ou “internetês”, mas sim erros grotescos!!
Vamos defender direito galera!!!
- Vida longa ao Rock!!!!
Fala sério, é bem o contrario dessa “tendencia” apontada equivocadamente pelo autor. Rockeiros declarados sao olhados com desconfiança pelos entrevistadores. Se tiver cabelo comprido, tatuagem e piercing entao ja estao descartados de cara. A imagem que se tem é que rockeiro nao sabe ler, escrever, nao trabalha direito, nao tem responsabilidade, arruma confusao, falta a emprego e geralmente esta metido com drogas e vai sofrer um acidente por estar sob o efeito de alcool ou drogas. Sem falar que demonstra um nivel de alienacao exacerbado, restrito ao lixo do tio Sam ou ingleses. A grande maioria nem sabe o que esta ouvindo, ja que nao entende porra nenhuma de ingles. Definitivamente ser rockeiro nao é bom pra nenhuma carreira profissional. Podem xingar, macacos do tio Sam.
Você vive em Marte. E, pelo seu nível rasteiro de inteligência e preconceito, parece que levou junto o pagode para as crateras marcianas.
KKKKKKKKKK!!!!!
Marcelo vc é um grande defensor do eterno rock n roll!!
Cara vc ganhou uma nova amizade! To curtindo suas significantes participações em defesa do nosso mundo Rock n roll forever!!
J.Joplin
é lamentável a opinião que você tem dos rockeiros. só um conselho, procure ter uma conversa de no minimo uma hora com uma pessoa que escute rock, e você vai mudar sua opinião. Bom, tu colocou minha opinião, vou colocar a minha. Acho muito errado isso de julgar as pessoas pela aparência e não pelo conteúdo. Respeito seu modo de pensar, eu só não concordo. Até porque eu tenho 17 anos, escuto rock, e não me relaciono com nada do que você citou ai
Uma coisa é você procurar vaga em escritório de design, editora ou algum lugar “descolado”. Outra é procurar uma vaga mais convencional, em que os avaliadores tipicamente têm uma postura mais conservadora para identificar o comportamento do candidato, e ficam de olho em comportamentos “sem noção” do tipo ir para a entrevista com roupas inadequadas, mascar chiclete, interromper pra atender celular, etc.
O contexto do pessoal do RH é sim de avaliar o “tato” da pessoa com esse tipo de coisa, e o perfil de “roqueiro declarado” que o Felipe descreveu entra sim em desvantagem. Não estou dizendo que seja garantia de caráter, mas é só “googlar” qualquer material de dicas para entrevistas de emprego e você percebe que o avaliador em geral vai ser conservador e buscar um candidato mais conservador e atento a essas “normas de conduta social”.
Deve ter alguma letra de rock criticando isso.
Bom, não posso falar por todo mundo, mas posso falar por mim. Tenho 21 anos, toco guitarra desde 12, estudo Letras na Universidade Federal de Minas Gerais, sou bolsista de Iniciação Científica no CNPq, tenho dois piercings (nariz e lábio inferior) e duas tatuagens nas costas (que nem sempre consigo esconder…). Comecei a escutar rock através dos discos LP dos meus pais, fãs de Pink Floyd, Beatles, Led Zeppelin, Cream, Rainbow, Eric Clapton… Depois comecei a buscar outros estilos, e também escuto MPB e Bossa Nova. Jazz eu não curto muito, mas adoro blues. Bebo socialmente, não fumo e nunca experimentei nenhuma droga ilícita. Nada disso interefere na minha vida. O que me ajudou a conseguir minha aprovação no vestibular e minha bolsa de IC foram minha dedicação aos estudos e leitura constante. Apenas isso.
Ótima a matéria, mas me passa o endereço dessa empresa que vou lá levar meu currículo… Porque aqui no meu mundo, Rock ainda é preconceito! rs
Eu concordo que as pessoas que ouvem Rock são mais antenadas. Eu particularmente, leio mais jornal e vejo mais notícias que qualquer um em casa.
Também acho que somos mais criteriosos e mais perfectionistas.
Podem reparar que na área da Tecnologia/Informática, a maioria, são Metaleiros! E são áreas que exigem muito da capacidade, da inteligência…
A questão do visual é bem simples: Nós sabemos que no local de trabalho tatuagem e piercing a mostra, calça de couro e corpete não combinam. Ninguém vai ouvir Sepultura no último volume, atrapalhando os colegadas do setor. O bom senso também faz parte da nossa “tribo”, acredito eu.
Ultimamente tenho me decepcionado muito com os selecionadores das empresas. Uma simples aliança de noivado pode ser prejudicial, ainda mais sendo mulher, porque a chance de engravidar e pegar licença é “teoricamente” maior.
Também já fui barrada por escrever na ficha “nenhuma das opções cima” quanto a religião. O selecionador era Evangélico e achou um absurdo. Vai entender, né?
Sou Gerente do Museu de Santo André, funcionario publico de carreira, posso dizer que ser amante de Rock n Roll me fez abrir a cabeça e conhecer lugares, é uma pena que esse tipo de comentario, seja feito numa epoca tão obscura para o Rock. No Brasil o esculacho que os jabas estão fazendo na cabeça das pessoas ja era por se esperar em razão da mediocre cultura deste pais,pior é que a tendencia é mundial, coisas como ColdPlay, RadioHead e outras cacas me faz pensar, mas tbem sei que tudo no mundo é ciclico é se Deus quiser o Rock voltará. VIVA OS BEATLES, STONES,CREAM, WHO,PINK FLOYD,BLONDIE,MOUNTAIN,YES,B.T.O.,MUTANTES,TERÇO,SOM NOSSO,RAUL,MADE,ETC,ETC.S473
Nossa! Amei essa matéria!!!
Eu também faço parte da boa e clássica massa roqueira. Desculpa, mas quem é eclético gosta de todos tipos de músicas e quem gosta de Rock gosta de todas as músicas derivadas do bom e velho Rock in roll, um mundo a parte!!
Fiel ao meu gosto musical, não consigo me imaginar ouvindo um “CalypsoOOo”.. e por aí vai, quando muito se estende ao MPB e ponto!
Somos inteligentes, temos personalidade,temos cultura e quando o assunto se trata de musica, sabemos o que queremos!!!
Adorei a postura do recrutador, antes conhecer p depois criar uma idéia.
Recado aos preconceituosos; ” Deem-se essa chance também”..
Um ótimo dia a toda nação roqueira com a mesma vibração da guitarra do Jimmy Page em Cia da Batera do John Bonham!!!!
Começo pelo final do texto: “BOM GOSTO NÃO SE DISCUTE: ADQUIRE-SE”. Isso colocado no final de um texto que só discute o rock significa apenas uma coisa: PRECONCEITO GROSSO!!! Quer dizer que quem não gosta de rock não tem bom gosto???? Nunca vi tamanha imbecilidade em um só texto. Qual a relação entre “gostar de rock” e “cultura geral acima da média”??? Aliás, o que é “cultura geral” ??? Essa reportagem pegou o depoimento de 1 pessoa e generalizou a opinião dessa pessoa como regra! É o mesmo que eu dizer “pessoas que dormem de bruços possuem maior flexibilidade profissional do que pessoas que dormem de lado”. Não vejo porque escutar “I wanna hold your hand” e “love me do” dos beatles ou “Tutti Frutti” do Elvis, ou a versão de “Sábado de Sol” dos Mamonas Assassinas, ou “Esporrei na Manivela” dos Raimundos, ou tantas outras músicas de rock tornam a pessoal mais flexivel profissionalmente ou a deixam com uma “cultura geral” acima da média, mas escutar um pagode como “Maneiras” do Zeca Pagodinho, “Positivismo” do Noel Rosa, “O Mundo é um Moinho” do Cartola, o funk “Eu só quero é ser feliz”, ou “Se gritar pega ladrão” do Fundo de Quintal, ou “Se não fosse o samba” do Bezerra da Silva…CHICO BUARQUE, expressão da “cultura geral” do Brasil canta e compõe o quê ??? E o VINÍCIUS DE MORAIS ??? E o CARTOLA ??? E NOEL ROSA ??? E TOM JOBIM ???
Ah, e só pra deixar claro, sou formado em Relações Internacionais (PUC-MG)e Direito (UFMG), possuo Mestrado, falo inglês e espanhol fluentemente, sou professor universitário e tenho também uma empresa de consultoria ambiental. E FUI NOS ÚLTIMOS 3 SHOWS DO MOLEJÃO EM BELO HORIZONTE!!!!!!!! ESCUTO RAÇA NEGRA NO CARRO!!! TENHO O DVD DO ÁSA DE ÁGUIA!! SOU FÃ DO EXALTASSAMBA!!! E nem por isso sou uma pessoa com “cultura geral” abaixo da média e nem me falta flexibilidade profissional!
Azar o seu. Não me lembro de ninguém ter perguntado a sua formação profissional e quais as porcarias de shows que você foi. São informações inúteis e irrelevantes, não damos a mínima, ainda mais diante da nenhuma qualidade das atrações citadas.
Discursinho politicamente correto que não cola aqui no Combate Rock. Quer pluralista e louvar a diversidade? Boa sorte. Divirta-se as coisas inacreditáveis que você citou ao final da mensagem. Gosto não se discute e o seu é totalmente respeitável, como o de qualquer um. E lamento que você tenha feito uma leitura torta e enviesada do texto, tentando adaptá-lo às suas convicções. Paciência, isso é uma decisão sua. Quanto ao que você chama de “cultura geral”, fazemos questão de mantê-la longe daqui. Não temos tempo para esse tipo de pensamento vazio e essas músicas citadas no final da mensagem. E, se tivéssemos, nos recusaríamos a ouvir, pois há milhões de coisas bem melhores e mais agradáveis para serem descobertas e pesquisadas.
…Sem palavras!!!
Realmente rock é um mundo à parte!
…J.Joplin
Prezado Marcelo, você é jornalista, não leve a coisa pro lado pessoal… o cara foi agressivo no comentário mas vamos manter o debate.
Aproveitando, estou vendo muita gente indo pelo caminho do “eu curto rock independente, rock alternativo, bandas que pouca gente conhece, por isso tenho mais conteúdo”. Aquele indie xiita que diz “os shows do Ludov tão lotando, não curto mais, virou mainstream” deixou de ser legal faz muito tempo, hein?
Por isso vou respeitar a diversidade do sujeito, até porque meu gosto musical apesar de diferente dele também tem muitos pontos questionáveis. Mas de um jeito ou de outro, não dá pra ser extremista. Por mais saudável que a gente considere um determinado estilo ou banda, se a gente só dá valor ao que gosta e critica o resto não está fazendo mais que enxergar um palmo diante do nariz.
Mas que o cara podia ter sido mais moderado, podia.
Obrigado pela mensagem. Somos democráticos aqui, ninguém tem medo de crítica mas, dependendo da situação, cada um vai receber a repsosta de acordo com a mensagem que postar. Aqui respeitamos até mesmo os extremistas, embora discordemos e eventualmente soterramos o cara de críticas.
Legião Urbana, Angra, Almah, etc, etc.
Concordo!
Fico imaginando o Brunão em Porto Seguro: “vai descendo na boquinha da garrafaaaa, é na boca da garrafaaaaa, sobe e desce na boquinha da garrafaaaaa”, segurando suas pilhas de quadros com os diplomas de todas as universidades que ele passou, e debaixo do braço as provas que ele precisa corrigir…
rsrsrsrs
Não é que eu fiquei imaginando isso que você falou e rachando o bico!!!!KKKKKKKKK
Vou respeitar o ecletismo do cara. Pelo menos ele não está sendo extremista. Tou vendo gente dizer que se você não conhece nenhuma banda de garagem obscura não tem conteúdo, como se esse tipo de indie xiita “mimimi não curto mais pq virou mainstream” tivesse algum conteúdo. Senta lá, vai! Qualquer extremismo demonstra ignorância, mesmo com rock. Desde que a pessoa esteja ciente das deficiências do estilo, deixe ela gostar do que quiser.
Tem muito lixo que eu curto, mesmo sabendo que é lixo e por quê (sou músico formado, vai encarar?). Se hoje tou a fim de assistir pica-pau em vez de animação francesa independente, me deixa sossegado.
Claro, o cara poderia ter sido menos grosso. Mas se aqui é um espaço para debate, vamos relevar (ao invés de “aqui só presta quem ouve rock e ponto final”). E não, não sou jornalista.
Pura Bobagem! O ser humano sempre procura argumentos para excluir quando todos deveriam estar inclusos.
O “mundinho” desse tipo de gente precisa de “minorias”, etnicas, culturais, etc, para ter sentido.
As pessoas sempre querem sentir-se superiores nunca iguais ou inferiores.
hahahahha, vai me dizer que uma pessoa inteligente, que tem cultura (conhece muitas coisas) vai aceitar um qualquer, que faz uma musica qualquer, sem complexidade nenhuma? como o pagode?
Se voce é uma pessoa esforçada, batalhadora e por conta disto enriqueceu voce vai andar de fiat 147 ou mercedes?…. Se voce tem educação, inteligencia e discernimento um pouco acima da média, voce vai querer ouvir pagode ou rock?
eu jamais aceitaria um pagodeiro que nao chega nem aos pés da minha lucidez, fazer a minha musica.. é questão de classe amiguinho.
Uma dondoca fresquinha com seu portugues correto, sai para uma balada de Funk pancadão, e la chegando vai logo pra pista se sentir a “cachorrona boazuda”.
Começando ela a rebolar chama atenção de um “mano” que vai logo pra cima dela mostrando sua “dança”, começa a suar feito chuvisco forte, respingando varias gotas de suor na “princesa”, que cada vez mais procura um jeito de sair daquela situação, mas sem saber como falar sem ofender o “mano”.
Pensou consigo mesma, vou avisar ele de que esta suando muito, e falou:
– “Nossa, voce sua heim?
E o “mano” respondeu:
– “Vô ce seu tamem mina, nóis na fita!”
Moral da historia:
Cuidado com o portugues que fala dependendo para quem fala.
E melhor ouvir Rock do que MC Serginho e Tati quebra barraco. rsrsrs.
Norio…
To rindo até agora cara!!!!
The classic rock!!!
na verdade não se discute com ninguém qual melhor estilo…só q se não fosse o rock nem as bandas de forró/sertanejo tava usando distorção e essas viradas basedas em heavy metal…back tradicional de rock..tipo guns,o palco é totalmente RUSH…na moral se não fosse o rock…o mundo seria o campeonato brasileiro sem o mengão….rsrssr
E sem a escala tradicional do blues, o rock sequer teria nascido.
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Gostar da Boa Música, está no sangue no gene!
Ainda bem que o Rock n Roll não é o estilo musical preferido da massa (povão).
Há muita gente (mas muita gente mesmo!) por aí que nem se importa com a qualidade do que está ouvindo… hoje em dia as “músicas da moda” são cópias baratas umas das outras, e o que me dói é que o povão não se importa com isso. Estão consumindo as mesmas coisas com rimas diferentes.
Coisa ruim não se cria por muito tempo. Mesmo isso valendo para qualquer estilo, mas alguém aí pode me dizer uma banda de “Sertanejo Universitário” com mais de 30 anos???
Eu sei que isso renderia mais um tópico, mas como um cidadão de nível universitário se sujeita a ouvir uma coisa de tão baixa qualidade?
Cara, não é por nada, mas como você quer uma banda com mais de 30 anos de um movimento que não tem nem 20 anos?
PS: Também existe por aí muito rock chiclete que é puramente comercial e cópia barata de si mesmo… mediocridade existe em qualquer estilo.
Impressionante. Eu passei décadas até aprender que gosto musical não forma caráter e quando leio algo assim fico impressionado que, positivo ou negativo, preconceito sempre vai existir.
Ninguém é melhor que ninguém por gostar ou ter acesso a músicas decentes e/ou fora do mainstream. Seja rock ou eletrônico, seja quadrinhos ou literatura, não faz diferença; a diferença é que alguns se contentam com a mediocridade e outros tem uma necessidade maior de qualidade. E nem sempre o interesse por música / jogos / livros vai ter a ver com o conhecimento profissional.
brasileiro é no geral chinelão, não lê, escuta música brabas, se é que podem chamar aquilo de música, essa mídia da tv aberta por favor, só coloca forró, funk, como eu mesmo digo, putaria em geral, lembro-me quando assisti ao Nirvana se apresentando no Hollywood Rock(os mais velhos irão lembrar-se), bons tempos aquele onde o rock ‘n’ roll influênciava uma geração inteira, época do Grunge, nos anos 60 movimentos em geral, hoje em dia esta um desastre, mas sabem que é até bom pois o rock ‘n’ roll nunca vai virar uma modinha, ficara com seus seguidores ou adptos que gostam mesmo do estilo e cultura do rock, que os chinelões fiquem com suas poluições sonoras.
ps: rock ‘n’ roll esta a mais de 50 anos por ai, comovendo e levando milhões de pessoas a sua cultura, rock não é uma modinha que vai e vem, és eterno!!
Adoro rock mas peraí. Curtir só Rock? Olha o colonialismo cultural moçada…
Ficar somente nas “mais ouvidas” das rádios pop/rock não mostra “mente mais aberta”, mostra uma superficialidade muito parecida com quem ouve só funk ou sertanejo.
Mostrar mente aberta não é esculachar os estilos que você não curte, e sim ter uma postura crítica, inclusive em relação a você mesmo e ao grupo em que se acha inserido.
1) Começa com “Vou respeitar o gosto dos outros apesar de não gostar”;
2) Passa por “Concordo que minhas bandas preferidas podem ter pontos fracos (nas letras e/ou nas músicas) apesar de eu gostar delas mesmo assim”;
3) e termina em “Posso não curtir certos estilos, por exemplo MPB, mas sei que tiveram ou têm importância para o nosso cenário cultural”.
Enfim, é saber olhar à sua volta e não somente para o próprio umbigo criado a Jovem Pan FM, trilha sonora de filminho de vampiro, etc.
“tem que ter cultura para cuspir na escultura”
Claro ué, quem gosta desses rocks citados na reportagem não é povão, é gente com dinheiro na maioria das vezes, que estuda em escolas e faculdades boas e tem bom nível cultural.Povão gosta de sertanejo, funk e pagode e não lê nem tirinha de jornal. Não tem nada a ver com gostar de rock na verdade, é a formação geral da pessoa que acaba levando para esse lado. É uma conjunção de fatores.O empregador acaba preferindo contratar alguém com quem ele possa conviver bem e conversar sobre trabalho e qualquer outro assunto.
Não tem nenhum sentido o que você diz. Nasci na periferia da periferia, no povão mesmo e sempre gostei de rock. O que você diz foge completamente do foco da matéria.
Acho que o que a Carolina falou faz sentido sim. Estamos falando aqui apenas de generalizações. O fato de que quem houve rock costuma ser mais antenado e vicde-versa nada mais é do que generalização. O indivíduo que contratou o estagiário usou de uma generalização para contratá-lo, e tudo bem, nunca em uma entrevista dá tempo para descobrir tudo da pessoa entrevistada, então é normal que se contrate a partir do que a pessoa parece ser.
Sendo assim, quando uma pessoa não tem muito acesso a conhecimento, a escolas boas, etc, esta pessoa provavelmente vai ouvir o que a massa ouve. Tudo bem que voce, Evelin, ouve rock apesar de morar em periferia, mas temos que concordar que em geral quem mora em periferia não houve rock, e isto definitivamente influencia as crianças desta mesma periferia em seu gosto musical.
Existe sim o preconceito ainda… infelizmente… mas eu nunca tive esse problema, você também não pode ir com uma calça jeans rasgada e cinto de rebith, camiseta de banda e cabelo sujo (caso seja cabeludo) para a entrevista… você deve saber se portar da maneira correta…
em relação ao conhecimento que o rockeiro tem, vou ter que concordar que a maioria das pessoas que ouvem rock, é uma tendencia do estilo ter um certo lado culto, de querer aprender algo mais, como automaticamente acabam aprendendo outros idiomas, tocar instrumentos…
vamos lá galera… bora estudar pra ser alguém na vida… o/*
abraços
Amigo do “KI” “KI” gosta de funk, pagode e ignorância. Nada contra os amigos que gostem de qualquer estilo musical, mas certos estilos são do povão, e com isso a maioria das pessoas sem cultura gosta, quando digo cultura, é o fato de já ter lido algum livro na vida, de um dia ter ouvido uma musica clássica que não a do carro do gás. de ter ido a um teatro, e, pergunto, quem vai rebolar com o “Créu” será que vai ao teatro, ou lê um livro nas horas vagas?
Não sou melhor que ninguém, o fato de eu escutar rock é só um detalhe, mas que certos estilos são dos menos favorecidos de acesso a cultura e educação isso é fato.
Mais um coisa, como um amigo aqui falou: “O ROCK QUESTIONA”
“(…) Não sou melhor que ninguém, o fato de eu escutar rock é só um detalhe, mas que certos estilos são dos menos favorecidos de acesso a cultura e educação isso é fato.”
Cara, quem gosta e quem quer, corre atrás.
Gosto de rock. Do mais simples e básico à la Elvis até o extremo black metal norueguês. Coisas como Darkthrone, Mayhem e afins. Curto jazz, eletrônico, blues, folk, clássico, entre outras coisas.
Achei o texto de uma superficialidade absurda. Sem lógica alguma.
O embasamento teórico é pífio. Serve apenas pra afagar egos de rockeiros incautos. Pura e tola demagogia.
Rock NÃO é situação. Rock sempre foi CONTRA instituições e padrões vigentes. Algo que sempre rompeu hábitos e costumes. Contra a hipocrisia do “status quo”.
Quando o rock se torna isso que você citou é sinal de que há algo errado com ele. Virou algo chapa branca. E isso, na boa, NÃO é rock and roll.
Demagógico é sua mensagem raquítica de ideias e recheada de bobagens ideológicas estúpidas, coisas idiotas do tipo “rock é do contra”, “rock é oposição”, “rock é revolução” e outros lixos semelhantes. Você é mais um que não leu o texto – e, se leu, não conseguiu entender, o que é o mais provável.
O primeiro passo para a imbecilidade humana é se achar superior a alguém.
Se você se acha, parabéns.
Agora, quem não entendeu o comentário foi você. Tá precisando se informar melhor, meu caro. Pra você ver que…bem, deixa pra lá. Você é muito mais inteligente que eu…
Grande!!! É isso mesmo, ou ele não leu ou não entendeu.
Curti Marcelo!!!
Ele não leu e não entendeu, logo…
E viva o bom e velho Rock!!
J.Joplin
o que é virar chapa branca?? Eu acho que esse cara nunca ouviu algo como YES, RENAISSANCE, CAMEL, etc.
eh vergonhoso esses comentários ki vejo, dizer ki kem eh roqueiro eh mais inteligente do q kem gosta de pagode, samba, entre outros. meua amigos, oq vale eh o estudo da pessoa, tem tanto roqueiro burro ki conheço, na mesma medida ki existem mtos pagodeiros inteligentes, portanto, isso n existe, eh um mito, e na kestao do samba ser soh conhecido no brasil, e o rock em todo o mundo, eh mto pelo fato de q o rock nasceu no eua e no reino unido, duas potencias mundiais, portanto, oq for moda la, vai ser moda aki tbm, como tbm na europa, asia, africa, no mundo inteiro
ps: n estou criticando a pessoa ki fez a materia, e sim aos “inteligentes” ki axam ki tem propriedade para falar ki rockeiro eh inteligente e o resto eh porcaria
Pelo que pode ser entendido você não é rockeiro, e pela sua escrita não parece ser tão inteligente, ou seja, contra fatos não há argumentos.
HUAHUA
Brincadeira mulecão.
Adorei Carol!!
Além de boa apreciadora do rock vc tb lê pensamentos?!!! rsrrs
E viva a nação roqueira!!
I wanna Rock!! Rock!!!! Show do Whitesnakes e Judas Priest dia 10 de set no Arena Anhembi..Já comprei meu ingresso!
caro breno, ele não está falando de que rockeiros sao mais inteligentes, ele disse um exemplo real de que quem escuta rock fala mais abertamente, tem mais cultura, pois tenta conhecer a historia de suas bandas prediletas, tendo isso em mente ira pesquisar e adquirir mais conhecimento, me diga agora se uma pessoa que escuta pagode, funk, axé vai procurar saber sobre a historia da banda, não mesmo, pois já presenciei isso e por favor o intelecto cultura, deixa a desejar, e comparando a quem curte mpb, jazz, samba de raiz, entre outros generos tem mais cultura que essas porcarias ai.
Inteligência é relativo. Mas realmente, quem curte Jazz, Rock, Metal e afins, sao sem sombra de dúvida os que tem uma bagagem cultural própria bem mais pesada do que aqueles que ouvem pagode, axé, sertanojo, etc, etc..
É basta ver a maneira como você escreve pra ter certeza que tu se enquadra no rol seleto dos semi alfabetizados. Se existe pagodeiro inteligente obviamente que não é você. Aprenda escrever pra poder criticar com alguma propriedade, senão você passa vergoha mesmo!
“É, basta ver…” (faltou a vírgula)!
“…pra ter certeza DE que…” (esta é a regência correta)!
“tu TE enquadraS…” ou “VOCÊ se enquadra…” (erro quase aceito hoje)!
“Se existe pagodeiro inteligente, obviamente…” (vírgula obrigatória)!
Pequena colaboração de um amante do samba.
O ROCK É CONHECIDO MUNDIALMENTE,NÃO SÓ PORQUE É AMERICANO E BRITÂNICO,MAS POR SER O PRIMEIRO ESTILO DE MÚSICA A PROTESTAR CONTRA OS PROBLEMAS POLÍTICOS,SOCIAIS E HUMANOS.POR ISSO DURANTE ANOS FORAM DISCRIMINADOS POR NÃO ACEITAR O QUE A DITADURA IMPÔS A SOCIEDADE.DEVIDO A ESSAS ATITUDES A ONU(ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS)CONSIDEROU O ROCK O MAIOR MOVIMENTO CULTURAL REVOLUCIONÁRIO,HOMENAGEANDO-O COM O “DIA INTERNACIONAL DO ROCK” QUE É 13 DE JULHO.OBS;O ROCK É O ÚNICO ESTILO DE MUSICA DO MUNDO QUE TEM UM DIA SÓ PARA ELE!!!!!!!!!!!!!!
Andressa, existe o Dia Nacional do Samba, em 2 de dezembro.
E o texto só confirmou o que eu sempre pensei: o rock nos instiga a pesquisa, pois muitas bandas, para compor suas letras, se inspiram em fatos históricos, em literatura. Logo a pessoa que se interessa pela história da banda, também vai se interessar nas fontes de inspiração delas, expandindo ainda mais sua mente.
Sempre lutamos por aquilo que acreditamos e, desde que decidimos ter a música como carro chefe em nosso espaço, o rock tem e sempre terá privilégios por tudo isso que vimos acima. Ao permitir que a “música de consumo” tomasse conta de nossos ouvidos, ao deparar com toda a mídia “endeusando” e mega empresários investindo em projetos sem conteúdo, de qualidade duvidosa e talentos “fabricados”, estaremos decretando a falência da tradição, do bom gosto, da genialidade e, consternados, admitir que somos um fracasso. Em nossa casa, a música é eclética mas o rock é a essência. Viva o rock’n roll!
http://www.nofundodobau.com.br
Belo Horizonte/MG
O rock é vasto e não fala só de amores fracassados ou não. O rock questiona e o questionamento é a base do conhecimento que conhecemos hoje.
Falou e disse, Leandro.
Concordo plenamente com o texto. O rock está presente em vários acontecimentos históricos e culturais no mundo todo. Ele não faz as pessoas apenas balançarem as cabeças, o rock é uma forma de expressão e de questionar os costumes da sociedade em que vivemos. As pessoas que aderem ao rock são muito mais cultas e interessantes. Rock pra vida!
Adorei essa matéria! Tenho 17 anos e sempre gostei de rock, apesar de meus pais não. Adquiri o gosto pelo gênero lendo e buscando informações sobre certas bandas e me encantei com o rock. O que vocês publicaram tem toda verdade, gosto de rock e sempre fui uma das melhores da sala e aprecio muito a leitura. Busco sempre estar antenada em tudo o que está acontecendo e principalmente conhecimentos que me enriquecem culturalmente.
Pra mim a questão não é o estilo de música que o sujeito gosta. E sim a atitude de procurar coisas novas e que não tocam nas rádios, seja bossa, mpb, rock, samba ou experimental.
Essa vontade de ir atrás de novas descobertas é que vai ajudar o cidadão a ser alguém diferenciado. Ou seja, é o cara que não se contenta com o que é imposto e nem admite seguir o fluxo do rio.
Vida longa ao ROCK!
O texto só veio ratificar o que eu sempre achei. E digo mais, dificilmente você vê um roqueiro ouvindo música no celular pelo meio da rua ou em um ônibus sem fones de ouvido, ou dirigindo carros com som absurdamente alto incomodando os outros. Além da cultura, o bom senso de quem ouve rock também é uma das qualidades que parecem faltar a muitos apreciadores de outros gêneros
Eu concordo!
Eu sempre falei isso!!!!!!!!
Muito bem observado, Aline.
Não que os roqueiros sejam mais inteligentes, mais as pessoas mais inteligentes normalmente gostam de rock. Então…
Interessante a sua colocação…
Adorei o post! Óbvio que é difícil generalizar, mas desculpe-me a sinceridade: não confio por completo nem levo a sério quem não gosta nem um pouquinho de rock.
Lembrando as pessoas que discriminação, de qualquer tipo em seleção para vagas de emprego é ilegal, ser homem ou mulher, hétero ou homossexual, negro ou branco, gostar de rock ou de samba não pode ser usado como fator de seleção em vagas de emprego, há lei pra isso, informem-se.
Você só não leva em consideração um fato importante: a possibilidade de provar a ocorrência de suposta discriminação, quando alguém acha que ela ocorreu. Quem consehuiu provar só o fez com provas inequívocas e com muitas testemunhas. Muito pouca gente conseguiu. Além do mais, você confunde totalmente os conceitos, enxerga suposta discrminação onde ela não existe. Discriminar por sexo, cor ou deficiência física é crime (e burrice, além de tudo), mas o estabelecimento de critérios específicos ou subjetivos de avaliação e contratação não é.
Acho que não se trata de discriminação, não, Mailon. É apenas o perfil adequado para determinado cargo.
o ponto chave, ao meu ver, é que o rock perdeu espaço na grande mídia, pelo menos no Brasil. Isso faz com que as pessoas que escutam sertanejo, forró, axé, pagode, brega, podem (ênfase no “podem”) ser apenas modistas, pessoas que seguem a tendência e não param para refletir sobre o que estão ouvindo. Isso tem reflexo no modo como se preocupam com as coisas ao seu redor, ou seja: o MUNDO! Seria como se elas esperassem pelo que virá até elas (exemplificado pela espera da música atingir seus ouvidos) e não buscam por novidades (a novidade é sempre a nova moda do momento). Rockeiros são diferentes. Nós vamos atrás de novas bandas que nunca ouvimos mas que poderemos passar a curtir muito. Isso pode até ser uma ‘descoberta’ de bandas da década de 70 (como no meu caso: descobri há algumas semanas o Cosmic Egg…). Nessa busca, encontrei 4 bandas atuais que podemos tirar o chapéu como tiramos para Hendrix, Zeppelin e Floyd: são elas: Radio Moscow, Rival Sons, The Paperhead e a banda brasileira, de OLINDA-PE: Foxy Trio . corram atrás e escutem no fone de ouvido!!!!!!
muito bom quem godta de rock e um ser privilegiado
“não é que o rock nos torna mais inteligentes. Mas é tendencial”
Isso é verdade. Dependendo do estilo, tem que se garimpar e muito pra achar algo que agrade. Claro que tem muita jóia ainda a ser descoberta na música brasileira, mas que o rock é grande no mundo inteiro isso é um fato.
Eu já conheci gente muito talentosa, inteligente e criativa que odeia rock, assim como conheço muito roqueiro que pra burro falta só o casco.
Não basta ser fã de rock, tem q ter vontade de descobrir coisas novas. E É COM ESSA VONTADE QUE O EMPREGADOR CONTA NA HORA DE ADMITIR ALGUÉM COM ESSE CRITÉRIO.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_consequentiam
é o argumento pelo qual uma premissa é verdadeira ou falsa em função das consequências desejadas ou indesejadas a que ela conduz. Este raciocínio é uma variedade do apelo à emoção é uma forma de falácia lógica, uma vez que o valor de uma premissa não depende do nosso desejo. Além disso, este raciocínio possui sempre um conteúdo subjetivo.
Falou bonito e difícil, mas nao falou nada! hahhaha
Eu não falei nada. Só colei o trecho do wikipédia. Estou apontando que todo o argumento sobre este post é baseado nesta falácia que colei.
Concordo que não da pra generalizar a coisa toda, de que quem gosta de Rock é mais inteligente e mais culto. Mas acho que os rockeiros tem mais conhecimento dessa cultura, pelo fato de que o rock não é uma coisa que nasceu ontem. o Rock ta ai a décadas, e consequentemente o rockeiro vai saber coisas de anos atrás, que outras pessoas nunca teriam interesse de procurar saber! O hábito da leitura no nosso país, é baixíssimo. E isso é deprimente. Mas no sentido da leitura, acho que o rock ajuda muito nas biografias, influencias e tal. Até porque, sem ofensas ao pagode, mas não existe uma biografia do Exaltassamba, como existe uma dos Beatles e entre outras lendas do rock.
Mas independente do gênero musical, acho que as pessoas deveriam adquirir cultura, e começar a ler mais livros; e as pessoas tem que parar de usar do seu estilo de musica como desculpa por não pegar um livro pra ler, ou por não assistir jornal.
Me orgulho de gostar de rock. e Vida longa ao Rock’n'Roll
Se me permite a brincadeira (com fundo de verdade rs) ao comentario da Barbara Ferreria acima! mas Graças a o bom deus que nao existe biografias de exaltasamba e simliares , seria deprimente realmente! kkkkkkk =)
Bem. Já ouviu falar na Tia Ciata (ex-escrava que se radicou no Rio no fim do séc 19 e em cujo terreiro o samba carioca nasceu, no início do século 20)? E dos Oito Batutas? E do Ney Lopes, sambista, pesquisador e ativista político estigmatizado pela mídia até hoje? Já ouviu Pagode Jazz Sardinha Club e percebeu o diálogo entre o samba e o bebop? Sabia que as escolas de samba do início do século passado foram as primeiras organizações realmente populares da República?
Não estou desempregado. Sou contratante. Gosto de rock (de Yardbirds a System of a Down, muita coisa). Amo o samba. E não confundo Grupo Molejo com o Samba, como não confundo Restart com o Rock.
Vou passar a adotar estes fatores como criterios de seleção, rs.
Ultimamente tem tido muitos sertanejinhos trabalhando por aqui. Deve ser isso.
Uma menina de 17 anos ganhou o prêmio de conclusão de ensino fundamental?
Rock pra mim sempre foi sinônimo de coisa boa, fiquei feliz em ler essa matéria!E mais uma prova da atitude rock que traz consigo o interesse a leitura, protestos e refinamentos é o tanto de gente que comentou por aqui. Que o rock volte a ser moda pra juventude. amém!
Parabéns ao autor do texto! A mesma coisa ocorreu com meu filho: 20 minutos de entrevista e foi contratado sem precisar cortar o cabelo! Para quem discorda do texto, aconselho que vá a um evento de rock e perceba o nível das conversas que rolam, o vocabulário usado, o nível de cultura das pessoas. Nada contra outros estilos, mas os roqueiros são de longe mais interessantes!
Os que não curtiram o texto: ou curtem um pagode, ou estão desempregados.
Os que não curtiram a matéria no mínimo curtem um pagode, ou estão desempregados.
Observei uma coisa engraçada! Todos nós, leitores felizes que estamos aqui e lemos a matéria e comentamos nela também, gostamos de rock! Aparentemente ninguem falou que não gosta certo?
Ouuu seja. Será que isso atesta que tese do Gerente de que gostar Rock significa ter “mais capacidade intelectual”?
Pois nenhum representante de gosto de diferentes ritmos músicais comentou!
Será que é porque eles se enteressam menos por notícias, jornais e atualidades?
HSAHSASUAHSUASHUASHA. Que horror. Isso me fez pensar.
PENSAR!!!!!!! É exatamente isso que diferencia alguns de nós….sou bancario e professor de historia e geografia e conheço muita gente que gosta de outros estilos e que tem grande capacidade intelectual, porém, realmente aqueles que gostam dessa “atitude rebelde e contestadora” (pois rock é acima de tudo atitude) de tantas vertentes e estilos, em sua maior parte disponível em idiomas estrangeiros, se esforçam mais para ENTENDER o que estão admirando e ouvindo, avaliam melhor e criticam mais. O roqueiro tem aumentada a sua capacidade crítica justamente porque tem que buscar o que julga melhor dentro de um universo tão vasto. E ainda tem o fator pesquisa. Geralmente informações suficientes só são encontradas na internet (que não é boa no interiorzão desse nosso país cheio de contrastes) e, após muita pesquisa, é preciso fazer uma colcha de retalhos com as informações obtidas e cabe a cada um montar o quebra cabeças com os dados disponíveis, então podemos dizer que aqueles que gostam e pesquisam sobre rock tem um intelecto, não maior, apenas mais exercitado. É como malhar, quem malha mais fica mais forte por consequencia óbvia do esforço aplicado no exercício.
Sempre escutei vários estilos de música, mas gosto mais de rock e metal, preferencialmente o progressivo! hehehe
Eu não acho que rock é coisa de classe média não. Aliás classe média é média de “medíocre” . Acompanha a massa e não tem o mínimo de cultura e educação. Rock geralmente é apreciado por pessoas que vão contra essa massificação, por isso do interesse em aprender.
Falou bem Mariana! A busca incessante de “boa parte” dos roqueiros (não são todos e nem apenas roqueiros) por informações sobre bandas, sua origem, suas formações, seus integrantes, as músicas, as letras (muitas com temas politicos e históricos), fazem a bagagem cultural crescer consideravelmente e é sobre isso que a matéria versa… o aumento dos conhecimentos, das informações, dos dados é consequência positiva dessa busca e ao meu ver realmente existem muitos roqueiros que tem essa bagagem aumentada pela intensa pesquisa. Mas não são apenas roqueiros que praticam essa busca, não devemos acreditar que apenas quem curte rock parte nessa procura de informações, isso seria ignorância preconceituosa.
É assim mesmo. Todo mundo começa pelo rock e leva anos até abrir a cabeça! EH!UEH!UHEUH!E. Mas pra um estagiário é um estilo musical plausível.
Isso eu já sabia sempre vi mais cultura em quem gosta de música
de qualidade. Pra quem frequenta grandes shows pode afirmar
que quem vai são pessoas de padrões culturais acima da média.
O que é bom nunca morre.
O que é ruim (modinhas), já nasce morto.
Eu já sabia !!
Impressionante a capacidade de pensar dos Srs. Contratantes…Acho que quem curte o Rock tem muito mais intelectualidade do que qq outro Gênero….Excelente matéria…. \o/
Sou rock até a alma, mas acho essa visão romântica de que rockeiros são mais cultos e inteligentes meio perigosa. Se por um lado é boa para afastar o estigma negativo que o rock carrega, por outro a visão não é completamente verdadeira. Conheço vários rockeiros que são intolerantes e maus profissionais. E conheço muitos fãs de outros estilos que são cultos e antenados. Isso é algo que o profissional de RH deveria sacar pelo papo da pessoa, e não por uma característica.
Você está correta em seu raciocínio, mas em nehum momento o texto afirma que roqueiros são mais cultos ou inteligentes.
Comungo com Marcelo Moreira e gostaria muito de conhecer este gerente do ABC e esta garota da Zona Oeste de SP.
Hoje sou uma velha roqueira, mas sou fan do bom e velho rock, blues, jazz e música clássica há muito tempo e devo isso ao meu pai.
Depois de ter assistido, em 75, ao show de Rick Wakeman na Portuguesa – Projeto Aquárius, nunca mais deixei de ir a Shows de Rock em Terras Brasilis, quanda a grana dá, né!
E, plageando meus colegas acima “Long live Rock’n’roll! \(^_^)/”
é que beatles é rock de primeira…………………..nao vou nem perder meu tempo
E não é?
beatles é a primeira banda feita pra vender, este é o tipo de banda que todos nós criticamos cegamente. um pouco hipocrita não?
Acho que você erra redondamente, e provavelmente por desconhecimento. Beatles foi feito para vender? Será que eles sabiam disso quando tocavam em bordéis 13 horas por dia em Hamburgo, em 1960?
Até que enfim os roqueiros estão sendo reconhecidos por quem são!
Rock n’ Roll never die! \m/
Sou rockeiro e professor de formação. Minhas preferências são Sepultura, Iron Maiden, Black Sabbath, AC/DC, Angra, Raimundos, Ozzy, Korn, Motorhead e por ai vai. Respeito todos os comentários. Gostaria de deixar o meu. Fui Gerente de uma grande multinacional. É notório o interesse do roqueiro pela informação, cultura, política, meio ambiente, pois o estilo de música tem relação direta com isto. Vou ser muito honesto, não vejo como diferencial o estilo de música que o candidato tem. Tive excelentes profissionais na minha equipe que gostam de rock, samba, jazz, pop, sertanejo. O que faz mesmo a diferença é a educação de qualidade. Somente a educação vai melhorar a capacidade dos profissionais, diminuir o preconceito, prepar o cidadão para votar melhor, fazer o Brasil alcançar o nível de desenvolvimento necessário para acabar com a probreza. Somos um país multicultural e multiracial. Devemos defender o direito de expressão musical, literária, política, sexual, religiosa. etc. Também devemos lutar contra o preconceito, corrupção, pedofilia, criminalidade, destruição do meio ambiente, exploração infantil, trabalho escravo e etc. Long life and prosper to Rock’n'Roll.
Sou muito mais alguém que toque qualquer instrumento e estudou algum tipo de música do que pessoas que simplesmente escutam rock por si só. Acho que em uma entrevista dá para saber muito do candidato através da oratória, postura e principalmente suas experiências. Conheço muitas pessoas que gostam de rock e são extremamente introvertidas e que mal sabem conversar. Para cargos que precisam de trabalho em equipe, comunicação e liderança, estão fora do padrão.
Long live Rock’n'roll! \(^_^)/
Muita informação desencontrada nos comentarios, tem gente que nem parece que leu a matéria inteira.
O que foi destacado ali é que ao se interessar por Rock, Jazz e etc, ganha-se obviamente em cultura, uma vez que precisamos pesquisar e acabamos lendo bastante para conhecer novas bandas, novas musicas ou então pra saber um pouco mais sobre uma banda.
Uso também uma experiência pessoal que ilustra muito bem esse tipo de situação. Desde muito novo eu ouço rock, sempre gostei de saber a letra da musica que estou ouvindo, então olhava sempre a tradução. Com o tempo isso foi se desenvolvendo e hoje eu falo inglês fluentemente sem nunca ter feito ao menos um curso básico.
Rock não cria super gênios e nem isso foi dito pelo site em momento algum, mas é notável que os fãs do gênero se interessam muito mais por leitura e conhecimentos gerais do que fãs de alguns outros estilos musicais.
Acho que a questão aqui é o gosto pelos clássicos. Certa vez eu assisti uma entrevista com o maestro John Naschling onde ele comentava que se clássico fosse popular, não seria clássico.
A história das artes se fez com movimentos de rebeldia: Quando Beethoven apresentou sua Sinfonia No. 3 “Eroica” pela primeira vez, aquilo escandalizou a sociedade Vienense pois se tratava de uma obra gigantesca e esquisita demais para os padrões estéticos da época. Entretanto, com o tempo, as pessoas que olharam para a obra de Beethoven com uma visão de anos depois compreenderam que aquele trabalho marcou época e revolucionou a música e a cultura.
Este exercício de olhar para trás e entender que lá longe aconteceu alguma coisa que vale a pena ser lembrada é que caracteriza a erudição. É isto que está acontecendo com o bom e velho Rock hoje em dia e é o que distingue os seus apreciadores.
eu, humildemente, entendo que o rapaz citado na entrevista de emprego foi bem sucedido apenas pelo simples fato de ter sido ele mesmo! não chegou com aquele discurso pré programado que todo mundo vai numa entrevista de emprego. e digo mais, além de ter sido ele mesmo, mostrou capacidade técnica pra desemprenhar o que era exigido, ou seja: ele estudou! então não tem mistério, estudar é o caminho…o resto, como ouvir música de boa qualidade, saber falar, não se ater apenas ao que acontece nas novelas, “viver no mundo real” vem naturalmente…
Acho que essa pesquisa está correta, entretanto deixa de lado outros fatores. Por exemplo, quem tem o gosto mais voltado ao Funk, Soul, groove, Samba entre outros, não poderiam se encaixar nesse perfil?
Acho que o rock externaliza toda uma característica interna da pessoa. Mas acho que como numa sociedade, as pessoas diferentes são Complementares às necessidades das empresas.
fizeram essa pesquisa com os outros gêneros?
Nâo é uma pesquisa, é uma constatação de alguns profissionais da área de recursos humanos da região do ABC. E como eles são bastante conhecidos na área e atuam tambpem na Grande São Paulo, pode-se dizer que o universo observados por eles não é pequeno. Mas o que chamou a atenção deles foi a atitude e o bom nível dos roqueiros.
Disse tudo nelldias!!!
A história do rock nada mais é que uma história social importantíssima, que surgiu nos anos mais importantes pra sociedade moderna. Logo SUPÕE-SE que quem gosta de rock hoje em dia tem um minimo de conhecimento histórico, não só dos EUA e UK, pq as mudanças aconteceram no mundo todo. Mas muita gente só ouve o rock dos anos 80 pra cá, “Nirvana, Guns e Iron” e não sabe nada disso.
No fim das contas, acho que esse critério só é possível pela idade do rock, ou seja, o critério seria “quem gosta de rock clássico”, pq é complicado até definir rock hoje em dia, pois o rock clássico morreu. O que vejo nos verdadeiros fãs de rock é uma busca incessante por mais música boa – feitos por músicos de verdade – mais informações, enfim! Quem pesquisa é inteligente.
Ninguém disse que quem não gosta de rock é burro. Mas seu estilo musical diz sobre sua personalidade, com certeza. Não confundam personalidade com caráter.
Marcelo, posso enviar seu texto para um site de rock chamado Whiplash citando a fonte?
Obrigado.
Pode sim, fique à vontade.
Poxa agora fiquei interessado em ler o livro da menina, não rola passar o nome, onde tem pra vender? Serviço de utilidade pública!! hauaha
Ela estuda no colégio Oswald de Andrade, na zona oeste de São Paulo, mas até agora não há nada de concreto em relação à edição do livro, parece que ficará para o ano que vem. O nome do livro é o da tese, é quilométrico, nos moldes acadêmicos, nem seu sei direito, mas, quando for publicado, térá um nome mais palatável e certamente será alvo de resenha aqui no Combate Rock. Valeu pelo interese.
Olha, me interessei pelo trabalho da garota… Vamos ver se esse livro sai logo!
Vamos informar assim que houver alguma novidade e alguma editora interessada em lançar.
ostra, se for Gorguts ou Hesper Payne, ganha meu respeito fácil. Contrato na hora.
inversão total da causa e efeito! Gostar de coisas que não são comuns e que envolvem algum tipo de estudo é que fazem a pessoa encontrar coisas que prestem, entre elas o rock.
Chegam a ser ridículos os comentários. Pelo raciocínio da maioria aqui se o cara ouvir o mais obscuro e medonho metal dos confins do mundo ele deve ser um gênio…
Tirou as palavras da minha boca. Não é ouvir rock que torna a pessoa diferenciadas. Pessoas diferenciadas gostam de rock por possuirem bom gosto e inteligência suficientes para apreciá-lo. As vezes fico espantada com pessoas que dizem só ouvir barulho diante de um Blind Guardian…
A diferença é clara:
rock/jazz/blues é feito por MUSICOS.
E musicos precisam de INTELIGENCIA E TALENTO.
Pronto nao precisa dizer mais nada.
Disso não tenho nenhuma dúvida, tanto que os estilos é fonte de inspiração de um e outro e vice-versa.
Os bateristas de Jazz possuem uma técnica refinada e com um vigor fora do comum.Quem viu Buddy Rich e Gene Krupa tocar sabe do que estou falando.
Camarada, nao menospreze a qualidade de alguns musicos de outros genêros musicais, isso sim é preconceito.
Que bobagem. Conheço gente que com um pandeiro faz miséria.
O Rock é pura liberdade, é puro desprendimento. É muitas vezes um estilo de vida, porém, é menos refinado musicalmente que a Bossa Nova, por exemplo. Eu poderia até mesmo apostar que um bom samba toca muito mais as pessoas de maior nível cultural e intelectual que o Rock.
O rapaz da história em questão apenas teve sorte.
Em tempo, daqui a pouco todo mundo vai jurar que é fã de rock só para marcar pontos nas entrevistas de emprego mesmo que nunca tenha ouvido falar sequer no Coldplay, nem vamos falar dessas coisas longínquas tipo Stones, Nirvana…
Falar que gosta de coldplay é muito fácil, quero ver alguém dizer que é fã de metal, aí a situação fica mais complexa e a máscara pode cair bem rápido.
exatamente!e eu amo metal \m/
Que mascaras seriam essas? Desde quando gostar de Metal eh parametro para definir bom gosto musical? Os maiores genios do Rock, como Pink Floyd, Led Zeppelin, Nirvana, Radiohead e tantos outros nao fazem parte da cultura metal. E sim, Coldplay eh classificado como Rock, apesar de ter se vendido a cultura pop, assim como a maioria das bandas de hoje em dia.
Coldplay é rock? senta lá…
Coldplay não é metal mas é rock. É mais uma banda britânica imitando o Radiohead, que é rock alternativo. Senta lá, Aimee…
Aimee, Coldplay é rock sim. Senta lá e vai pesquisar. Imitar banda de rock alternativo (Radiohead) ainda consta como rock.
Coldplay é rock, senta lá e vai pesquisar. Imitar banda de rock alternativo (Radiohead) ainda consta como rock.
Concordo com o que muitos vem dizendo.
Mas o comentário acima mostra que ainda tem gente que segmenta demais, coloca o cabresto e limita um genero tão rico em variações como o rock a estereótipos simplórios. E se acham superiores por isso. (Tão acéfalo quanto um pagodeiro alienado…)
O que é Rock pra você, Aimee? É só velocidade, cabeleiras e riffs pesados? Senta lá.
(Você tem menos de 16 né?)
Concordo com o que muitos vem dizendo.
Mas o comentário acima mostra que ainda tem gente que segmenta demais, coloca o cabresto e limita um genero tão rico em variações como o rock a estereótipos simplórios. E se acham superiores por isso. (Tão acéfalo quanto um pagodeiro alienado…)
O que é Rock pra você, Aimee? É só velocidade, cabeleiras e riffs pesados? Senta lá.
Coldplay é rock sim filha, vai pesquisar…
huahua.. boa..
Coldplay é rock, sim! Rock alternativo. E foi influenciado por bandas épicas como Beatles, U2 e a-ha (ok, a-ha ñ é exatamente rock, mas uma mistura de estilos…enfim).
Mas concordo que quanto mais se sabe sobre o rock e suas raízes, a pessoa vai ser mais intelectual, pois terá lido muita coisa para se informar sobre isso. Assim sendo será mais qualificada para um emprego de cargo elevado.
Entrevistas para emprego são loteria pura. O rapaz poderia ter sido fulminado exatamente por gostar de rock. A área de recursos humanos também vive de uma paranoia atroz, tal como num circulo do poder no império romano. Ai de quem não dissesse ao imperador exatamente aquilo que ele quisesse ouvir mesmo que traísse suas próprias convicções.
Espero, entretanto, que o exemplo narrado tenha um efeito que se esparrame para o ambiente educacional, descendo inclusive para os níveis iniciais onde aqui mesmo no combate eu li, a pouco tempo, sobre uma professora que puniu um aluno primário por gostar de rock.
Xará, na atual situação do país, dúvido que algum RH questione o gosto musical do candidato, é mais fácil questionar o time de futebol do cidadão.Mas se isso acontecer, tem que levar o caso adiante, como a mãe do garoto citado por voce.
Não há como negar, quem curte rock, jazz, blues, mpb, southern rock e outros gêneros musicais do mesmo nível, tende a ser uma pessoa mais culta e informada, que sabe se expressar melhor. E isso não se estende só entre os ouvintes, mais entre os músicos mesmo, não generalizando, mais no rock é comum ver músicos inteligentes e que são bem informados culturalmente, o mesmo acontece no jazz.
E claro quem escuta esse tipo de musica, acaba sendo influenciado de maneira positiva. Ao contrário do que acontece com o pagodeiro e funkeiro por exemplo.
Não vou generalizar dizendo que o rockeiro tem mais intelecto do que um fã de MPB ou pagode. Mas uma coisa temos que admitir: enquanto o pagode é um gênero tipicamente brasileiro e de alcance nacional, o rock está aí pelo mundo. E para aprender sobre uma banda, fã tem que ler. Lendo, obtém informações, desenvolve argumentos tanto para defender a sua banda quanto para destacar e definir o seu estilo (pois convenhamos, de Chuck Berry ao Nirvana, há muita coisa pra se “catalogar”) ou para ter base para criticar. Fora que desenvolvemos mais o hábito de leitura. Tão mal praticado em nosso país.
Conclusão: não é que o rock nos torna mais inteligentes. Mas é tendencial.
Eu fecharia com uma conclusao:
Conclusão: não é que o rock nos torna mais inteligentes. Mas a busca pelo rock e’ que nos deixa assim.
Massa. Agora vou usar esse argumento pra defender o gansta rap gringo, enquanto economizo pra pendurar bastante ouro no pescoço.
Manhê, passei na prova de inglês porque pesquisei sobre o 50 cent, sou bonito?
Massa, argumento fortíssimo. Vou passar a usar pra defender o gangsta rap gringo, enquanto economizo pra encher o pescoço de ouro (ou melhor, roubar, que é mais “contra o sistema”).
Manhê, passei na prova de inglês pq pesquisei sobre o 50 cent, traficante é cultura, sou bonito?
Cara, eu concordo com o que vc falou e tenho mais uma coisa a acrescentar, as pessoas que mais falam ingles que eu conheço são pessoas que gostam de Rock, nao de um genero especifico, mas de rock em geral. Isso se deve ao fato de querer entender a letra (pessoas informadas, que buscam informacao sao mais inteligentes que as demais) e para isso acabam aprendendo o ingles, e do ingles para outras linguas (grande parte dessas pessoas sabem uma terceira lingua).
E as pessoas que conheço que gostam de samba, mpb, pagode, funk, pop rock (essas sabem um pouco sim) etc ja nao falam…
É um fato que soh reforça a matéria!
Concordo plenamente!
Comecei a aprender inglês sozinha quando criança por conta de uma música do Van Halen.
Achava a música tão linda que queria entender o que ela significava.
A música em questão? Can’t Stop Loving You. (sim, sou fã da fase brega do Van Halen)
Hoje estudo outras duas línguas por conta própria (francês e russo), e meu inglês não é pouca coisa não. rsrs
Melhora o inglês, mas e daí? Isso torna o rock um estilo mais respeitável? É fraquinho esse argumento. Vou usar pra defender o gangsta rap gringo. “Manhê, fui bem na prova de inglês pesquisando sobre meu ídolo 50 cent, sou bonito? Traficante também é cultura!”
E vice-versa, o funk carioca deixa os gringos mais inteligentes, porque precisam aprender português para pesquisar a respeito… Fala sério.
Deixar o gringo mais inteligente ?
Gringo só vem ao Brasil para obter sexo barato com mulheres fáceis, e isso só os ajuda a ficarem mais pervetidos !
Funk deixar Gringo mais inteligente ???? Sei não !!!
é O FIM DA PICADA, QUER DIZER, TOTAL IGNORÂNCIA MUSICAL ALGUÉM VIR A PÚBLICO E EXALTAR ESSA MERDA GIGANTESCA DO FUNK CARIOCA. Aliás deveriam colocar o nome dessa merda de merda mesmo, pois o funk verdadeiro é maravilhoso e talvez vc nem saiba de onde vem prá exaltar essa MERDA.NÃO gostar de rock é um direito seu, agora gostar de merda já é um problema nosso, pois precisamos de pessoas inteligentes e acima de tudo educadas para um mundo melhor e acho que vc não faz parte desse contexto.
Funk, rap, etc, apenas te ensina a falar errado e ocupar o seu tempo com coisas inúteis como “sou foda na cama te esculacho” ou ainda faz apologia a ser um bandido, traficante e coisas piores! Não é porque a maioria, veja que digo a maioria, mora na favela que não pode buscar ter cultura e intelectualidade, mas sinto muito, com esse tipo de música – funk, etc – só vai ajudar é afundar a moralidade em nosso país!
tsc. gente inteligente e interessada é inteligente e interessada independente do estilo musical que aprecia ou o time que torce. se o contratante realmente acreditar que gostar de rock (ou axé, ou folk tunisiano) passa a ser relevante na hora de contratar seus contratantes, a coisa vai mal lá pros lados dele.
Você leu o texto inteiro? Parece que não.
Claro que não.
http://bengoldacre.posterous.com/if-youve-read-this-far-mention-bananas-in-you
Pela irritação dele, é obvio que não leu tudo, e isso se explica pelo fato também obvio que não gosta de rock, entrou só para anarquizar.
Ô MAU GAIA, desculpe, mas leia a reportagem de novo, acho que vc não entendeu, e outra, não há o que contestar o que está na pesquisa….acorda cara.
O uso desse critério iria acontecer mais dia menos dia por próprio mérito do rock. Afinal é o estilo musical que mais influenciou gerações e até mesmo outros estilos musicais. O fato de deixar seus simpatizantes mais antenados se deve ao fato de não ser apenas e tão somente um estilo musical, mas uma fonte rica de vertentes e movimentos que informa, denuncia fatos e encoraja seu seguidor a protestar, chama pra reflexão ao mesmo tempo que diverte. E dele, o Rock, o mérito da desalienação de gerações. E viva o Rock!
rapaz, até arrepiei os cabelos da nuca com esse comentário! Falou muito bem, nelldias!
Concordo absolutamente com você, o rock proporcionou e continua é claro, ainda que a “mídia” hoje esteja focada em outros estilos, QUESTIONAR, não ficar simplesmente dizendo que a culpa é do GOVERNO! O Rock me proporciona um sentimento que quero morrer com ele: LIBERDADE!
LONG LIVE ROCK´N ROLL!!!!!!
Sensacional seu comentário, nelldias. Mais nada a acescentar. Perfeito.
Concordo muito com o que tu falasses. Há muito tempo já esperava que o Rock tivesse seu valor reconhecido. Rock é muito mais do que só um gênero musical.
Vc se confundiu amigo. Quem mais influenciou a música moderna foi o jazz, isso acontece até hj. Como esse pessoal do “rock” é xiita. Adoro rock, mas me diz uma coisa, quantas anos têm? Tá na hora de vc conhecer outras coisas filhote.
Rafael, Dj Gau.
Eu acho que o problema é preconceito, pq na visão da maioria das pessoas o rock é coisa de ”arruaceiro”, ”briguento”…
E também, não sei e não entendo o porque, mas muita gente se deixa levar pela ”modinha” de hoje em dia, que é sertanejo universitário, e essas bandinhas que tem por aí…
Sertanojo deficitário é coisa de playboy,arruaceiro,metido e vagabundo.Estou errado?
Nâo, está corretíssimo.
Não gosto de Sertanejo, também chamo de Sertanojo, mas nçao acho que isso se aplique assim não. Tem gente bastante boa que gosta dessas coisas deploráveis. Fazer o que.
Prezado Fernando,
acho que está sim.
O Sertanejo em sua raiz é um estilo muito popular e importante no mundo caipira pois retrata uma realidade nacional, cantada ao som de uma bela viola e um acordeon.
O Sertanejo Universitário surgiu como uma moda atual, atraindo milhões de jovens, pois trata de assuntos mais cotidianos e usa linguagem mais simplista mas não se limita ao tipo de público que você citou.
Não tenho nada contra modas e outros estilos, acredito da importância da diversidade. Não me incomoda ouvir um samba ou um mpb (que aprecio muito).
É claro que meu estilo preferido é o rock, mas não me fecho à outros estilos. Acredito sim que quem gosta de rock é mais proativo e busca novos conhecimentos, exatamente pelo fato de que o rock não está mais na mídia, fazendo com que as pessoas tenham de buscar sua origem, sua história.
Porém, se fechar a isso é uma atitude, AO MEU VER, ignorante e preconceituosa.
O rock, ao contrário de sertanejo, samba, etc, não atinge exclusivamente pessoas limítrofres, ele exige algum valor intelectual de quem realmente o conhece.
o Rock é e sempre foi modinha, não se tem como dizer que não. Se baseia em um estilo de vida que todos perseguem. Tudo aquilo que se procura em uma vida sem compromissos e limites.
Criticar ou contestar o rock é considerado coisa absurda.
Sou ouvinte assíduo de rock há mais de trinta anos, adoro. Mas senti-me profundamente ofendido com os preconceitos contra o samba. Seja pra falar de profundidade musical (Cartola, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola), seja pela qualidade literária (Guilherme de Brito, Aldir Blanc, etc), seja pela resistência ao sistema e pela rebeldia (Wilson Batista, Geraldo Pereira, Ney Lopes, etc), seja pela qualidade instrumental (Pagode Jazz Sardinha Club, etc), seja pela história política, o samba merecia uma pesquisa como a da menina acima. Estigmatizar o samba por causa do Netinho é o mesmo que estigmatizar o rock por causa do Restart.
Isso é porque ainda não viram o que os “mano” fazem nas ruas. Esses sim é escória da sociedade!
Não adianta fechar os olhos, o rock é ainda, em grande parte, música da classe média.Claro que estou generalizando, sei que também tem muitas pessoas(inteligentes), que gostam de rock e são da periferia e até conheço algumas.
O preconceito sempre irá existir, enquanto nosso país não der educação para seu povo e não abrir suas mentes, levantando sua auto-estima.
Nunca sofri preconceito diretamente, principalmente na adolescência, foi no colégio que conheci o rock e na época quase todos usavam camiseta de banda e eram cabeludos.Já na vida adulta, tinha que “garimpar” para descubrir alguém que gostasse desse gênero, praticamente, não havia conversa sobre rock, fiquei um bom período sem trocar sequer uma palavra sobre rock.Curtia sozinho.
Hoje, qualquer happy hour depois do trabalho é sempre regado a samba, mpb ou pop rock, infelizmente acabo indo para fazer aquela velha política finjo não escutar a música.
A grande maioria das pessoas, usam a música como um produto descartável, são modistas(chicleteiros, pagodeiros, cowboys…) que ficam pulando de galho em galho.
Não há como negar que o rock é sim, música de pessoas mais informadas, inteligentes, cultas e que aproveitam boas oportunidades.
Mas dúvido que o rock entre tão facilmente as casas da maioria das pessoas, isso levaria séculos em nosso país.Não é tão fácil assim adquirir esse gosto.
Quem gosta de rock, não omite, fala sem nenhum medo que gosta, são pessoas fortes e de personalidade.
Falou camarada !
Mauricio
Concordo. Como tantas informações sobre uma das dezenas de bandas estrangeiras podem vir a nós quando não temos acesso à informação, ao idioma e a cultura local..?
Varia de lugar para lugar na verdade – anos atrás teve até uma matéria na TV abordando uma considerável comunidade metaleira justamente no Complexo do Alemão, só para dar uma idéia.
E em Pernambuco pelo menos Reggae é muito popular não importa a classe social, como descobri numas viagens por lá.
“Quem gosta de rock, não omite, fala sem nenhum medo que gosta, são pessoas fortes e de personalidade.”
nossa senhora, me arrepiei aí com tanta coragem pra assumir que gosta de rock. e de toddy, você gosta também?
Nossa , vc deve comer ate a caixa de toddy q depois da digestao é defecada e descartada q nem sua educaçao né? Seu gosto q deve ser dos melhores.Rock é muito pra vc .Bj
Heheheehe.
Mas uta observação irônica revela que as coisas estão menos piores, pelo menos na região em que vivo o rock já foi visto com mais preconceito.
que bobagem a sua, perdendo tempo vindo aqui trollar roqueiro?
não se trata de coragem, mas de sinceridade.
vai lá, no meio de 20 pagodeiros, falar que gosta de rock: vão dizer que é barulho, que não é brasileiro, todos aqueles argumentos furadíssimos de quem não manja nada de música
hahaha… BOA!
amo todyy
Adooooro Toddy! rsrsrs
adorei…
Excelente!
Pois é cara, eu já falo isso há um tempão, esse é um país de modinhas. Desde que curto rock, já vi passar a moda do pagode, do tchan/axe, do funk, agora sertanojp… até alguns mpbs e pop rocks, nada dura. Só os fãs de rock são fiéis.
Perfeito!
Sem contar q não ter tatuagem sempre foi um pré-requisito, e não vejo ninguém da sociedade comum dizer q é preconceito, enfim… não dá pra esperar nada melhor.
Primeiro gostaria de parabenizar o autor pela reportagem, segundo gostaria de me dirigir especificamente ao Mauricio, que no primeiro post colocou que o rock era música de classe média, bem, não sei se você já viu este video http://www.youtube.com/watch?v=pHUUWHHuDXU. O que você vê escutando rock é a classe média, mas todas as classes escutam.
Concordo com vc…. Não é só a classe média que ouve rock não.
Curto rock a mais de 20 anos e sempre fui da periferia de SP assim como a maioria dos meus amigos que curte som. Comecei ouvindo Hard Rock e hoje sou mais a linha do Heavy Metal.
Além de sermos mais antenados eu arrisco acrescentar que não seguimos tendência e temos opiniões formadas. Adeptos da cultura-trash como pagode, funk e afins, sequer sabem falar e acham lindo a estupidez das letras de baixão calão. Isso sem falar que bandas de rock tem história e não sobrevivem de uma música que vira hit num verão e meses depois ninguém se lembra…
Se eu tiver que mudar meu gosto musical pra entrar na empresa A ou B, puta que Pariu, prefiro passar minha vida inteira Vendendo Sacolé!! Ler livros, ter conhecimento é sinomino de gostar do estilo musical X ou Y pra ser contratado por determinada empresa. Isso é a coisa mais absurda que eu ja li na mInha vida e se o mercado esta se pautando por esse caminho então a situação é mais grave do que eu pensava. Você disse que o rock é bom, bom pra quem cara pálida. Gosto musical define competencia, gosto musical define aptidão profssional? Que absurdo é esse? Mais absurdo ainda é um dito Jornalista publicar isso como uma tendência…lamentável…funk é um estilo musical onde algumas letras realmente são detestáveis, assim como algumas letras de rock são ridiculas…agora colocar um post desses é simplesmente um ato de preconceito absurdamente condanável…
Onde é que está escrito que é tendência? Leia com atenção, se é que tem capacidade para isso.
Rock musica de classe media???? ta maluco…que besteira meu caro…isso não tem classe social…rock é estado de espirito…
TO CONTIGO…………
Gosto musical não pressupõe dada situação econômica. Sinceramente, este ponto se refere a uma das maiores ASNEIRAS que já pude ler.
Outro ponto que você exacerbous (desnecessariamente) foi ao mencionar “pagodeiros, chicleteiros”. De cara, já deu para notar o viés preconceituoso de sua parte. Você poderia ter abordado tais adoradores de forma um tanto quanto mais amena, mas não o fez. Mas o que importa é que cada um constrói sua carreira e tenta ganhar sua vida da maneira como melhor lhe convém. E criticá-los pela opção musical escolhida é como criticar alguem por sua escolha sexual. Faz sentido? Acho que não.
Mas, de qualquer forma, o texto tem sua carga de verdades. Ao sair, somos amassagados pela enorme carga de músicas repetitivas (samba, mpb, pock rock…ao menos funk eu parei de escutar nas saídas a noite). O que é curioso é que existem músicas de rock (não curto muito esses rótulos, mas enfim “let’s go with the flow”) simplesmente maravilhosas e que merecem seu devido lugar em locais com música-ambiente.
O que escuto com certa frequencia é “Nossa, essa música não tem ritmo. Não tem harmonia. É só barulho.” Ótimo, pedí para o último autor de tal questionamento para definir e diferenciar ritmo, harmonia e barulho. Qual foi minha surpresa quando me deparei com o perfeito exemplo de ignorância.
Antes de criticar, saiba do que se trata.
Gosta de berinjela? Não? Mas já comeu? Não?
Engraçado..
OLÁ FELIPE, SÓ NÃO POSSO CONCORDAR COM VC NO ASPECTO DE SER PRECONCEITUOSO O MAURÍCIO QDO FALA DOS PAGODEIROS ETC…NÃO HÁ COMO NÃO REJEITAR ESSA GENTE FAZENDO MÚSICAS DE PÉSSIMA QUALIDADE INDUZIDOS PELA MÍDIA E GRAVADORAS COM INTERÊSSE DUPLO, GANHAR DINHEIRO E MANTER O POVO NA TOTAL IGNORÂNCIA CULTURAL. A MÚSICA AJUDA E MUITO NA EDUCAÇÃO DE UM POVO, DE UMA SOCIEDADE E NÃO CONCORDO COM VC NA COMPARAÇÃO COMO OPÇÃO SEXUAL E A BERINGELA, TUDO BEM, A BERINGLA VC EXPERIMENTA E DECIDE SE GOSTA OU NÃO, COM CERTEZA NÃO FARÁ NENHUMA DIFERENÇA NA SUA DIETA ALIMENTAR, SE VC DECIDIR SER GAY O PROBLEMA SE RESTRINGE A VC, AGORA NÓS TERMOS QUE AGUENTAR POR 4 DÉCADAS A MÍDIA DE MASSA PASSAR PARA O POVO BRASILEIRO O QUE TEMOS QUE OUVIR, COMER SE VESTIR, ISSO É DITADURA PURA E NÃO PRECONCEITO.
MEUS OUVIDOS NÃO SÃO PINICOS.
GRANDE ABRAÇO.
Concordo em parte com esse comentário… Não se pode tentar criticar um preconceito assumindo aberrantemente outro: “ock é música de classe média”. Desde quando? A classe média brasileira segue modismos! Não necessariamente Funk ou Samba, mas estão na moda. Rock é música de gente inteligente e de perfil social diferente, mais inovador, isso sim! Mas afirmar que só agrada a classe média é no mínimo enganoso… Aceitar essa ideia se configura como uma negação da própria origem do Rock, enraizado no Blues e no Jazz – sonoridades negra norte-americana – e do Country (o sertanejo de lá). Rock é cultura e cultura circula por todos os cantos, se transforma e transforma.
Nossa, concordo totalmente com o Maurício. Comigo acontece o mesmo, vivo rodeada de gêneros musicais que não gosto e só encontro gente pra conversar sobre rock quando vou a shows de rock. Parece que vivo em outro universo.
ja ouviu falar de Garotos Podres? Plebe Rude? Ratos de Porão? mania de rotular estilos à classes socias.. faz que nem a menina de 17 anos e vai pesquisar um pouco antes de sair falando groselha… ou vai me falar que Punk de periferia é classe média? santa ignorância…
Vou fazer uma “obs” no seu comentário: gosto muito de rock/metal, pra mim, indiscutivelmente transcende o gênero musical e se torna também um estilo de vida da pessoa. Mas no tocante do gênero ser privilégio aos de “classe média” é um equívoco; tampouco para os de “classe alta/baixa”. O que ocorre é que há uma dificuldade de se encontrar material em proporção aos demais gêneros musicais da cultura “do povo” (pop, poprock, funk, pagode, sertanejo universitário não são músicas genuinamente brasileiras) e a acessibilidade da “classe alta” é maior que as demais, por vários fatores. Mas isso não chega a ser um obstáculo intransponível para a “classe baixa”, por exemplo, pois vim da época da internet discada, discman/walkman, das fitas k7 e de uma família que ganha um salário mínimo por mês; a única fonte de recurso que eu tinha eram as rádios especializadas que existiam na época e a experiência de compartilhamento com os amigos.
Mas o que realmente facilita a aceitação e, porque não, a disseminação, não vejo outro fator senão a paixão pelo gosto musical, que infelizmente nossa mídia faz questão de sufocar.
Adoro esse jeito do brasileiro de se auto-menosprezar dizendo “no Brasil e assim…” Como se em qualquer outro lugar do mundo fosse diferente. “modinhas” ocorrem no mundo inteiro povo. E o Rock no Brasil ja foi coisa de povao tambem. Isso foi numa epoca que a juventude tinha motivos para lutar contra algo. Essa e a essencia do Rock.
Hoje ta tudo relax se compararmos com outras epocas. Um monte de escola(nao to discutindo qualidade), bolsa -isso, bolsa-aquilo, celular barato, crediario tranquilo… Resumindo: ninguem enxerga contra o que se rebelar (apesar de haver muitos motivos) dai, musicas “amenas”, docinhas, que nao dizem nada de nada, fazem tanto sucesso. O Rock e a trilha sonora da mudanca.
Falou tudo camarada. Viva o Rock’n Roll!! IMORTAL