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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
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The Clash prepara box com discos remasterizados e canções com novos arranjos

Categoria: Anos 80, Punk, punk rock

LUCIANO BORBOREMA - Território Eldorado

Os cinco primeiros álbuns da banda The Clash serão lançados remasterizados em um box luxuoso. A caixa chamada Sound System contará com os trabalhos The Clash (1977), Give Em Enough Rope (1978), London Calling (1979), Sandinista! (1980) e Combat Rock (1982).
Integrantes do Clash

Integrantes do Clash  - Divulgação

O box ainda contará com CDs de singles, raridades, demos, e um DVD com imagens inéditas da banda. “O conceito da coisa toda é: o melhor box de música de todos os tempos”, disse o guitarrista Mick Jones ao jornal britânico The Guardian.

O baixista Simonon destaca uma linha de guitarra em Safe European Home, do segundo álbum da banda, De acordo com ele, ‘nunca ouvida antes’. O box está previsto para ser lançado em 09 de setembro.

E tem mais. Paralelamente a esse box, a banda vai lançar a compilação dupla The Clash Hits Back. Os fãs do grupo punk poderão ouvir 33 faixas na mesma sequência em que foram tocadas pela banda no Brixton Fair Deal, em 9 de julho de 1982.

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Deep Purple: mestres ainda ensinando em novo álbum

Categoria: classic rock, hard rock, Heavy Metal

Imagem

Ricardo Pagliaro Thomaz – publicado originalmente no site Whiplash

Você deve estar se perguntando qual a razão de eu estar trazendo isso à tona. Bem, quero apenas lhe certificar, caro leitor do site, de que jamais tentei, em qualquer resenha que eu escrevesse, justificar algo como clássico ou digno de imitação, por mais belo e atraente que me possa ter soado, procurei sempre fugir de tal termo, pois sei o quanto é difícil achar algo belo, impecável e digno de imitação nos dias atuais.

 

No entanto, a cada audição do 19º álbum do Deep Purple, Now What?!, disco que sucede o álbum Rapture of the Deep de 2005, este termo não me saía da cabeça. Tentei, como sempre, resistir bravamente à tentação. Mas acabou sendo maior do que eu. No final da… 10ª audição do disco resolvi me render e dizer “sim, este álbum é um clássico!”

E digo isso sem absolutamente complexo algum, aliás esse é um peso que sai dos meus ombros. O novo álbum do Deep Purple MK 8 é o melhor disco dessa última formação e com certeza o melhor disco da banda com Steve Morse desde o já clássico Purpendicular, contando ainda com nosso saudoso Jon Lord nos teclados. Aliás, Now What?! é dedicado a Lord, um artista na qual, todas as palavras do mundo seriam insuficientes para qualificar. E essa dedicatória pode ser claramente notada pela ênfase que é dada aos teclados de Don Airey no disco.

Sim, é um potencial clássico que acaba de nascer na minha opinião. Não, Steve Morse não virou Blackmore de uma hora pra outra, continua sendo ele mesmo e tendo seu estilo particular de tocar, só que absurdamente mais focado no som do Purple do que nunca. É uma maturidade claramente notada pela perfeita integração de sua guitarra às músicas do álbum. E sim, a banda está entrosada como nunca, soando coesa, afiada, até a voz de Gillan parece estar melhor nesse disco do que nos anteriores.

“A Simple Song” abre o disco de forma intimista e discreta para explodir em um Rock vigoroso e empolgante. “Weirdistan” nos apresenta uma melodia dissonante, interessante e muito bacana, com Morse e Airey como destaques. Em “Out of Hand” percebe-se reminiscências do Purple MK 1, algo que fará o coração dos fãs palpitar mais forte.

“Hell to Pay” lembra um Rock clássico dos anos 70 e possui passagens fantásticas e bem mais soberbas do que as apresentadas na versão da rádio, sendo um autêntico Rock nos moldes clássicos do Purple. Em “Body Line” percebemos relampejos do Purple clássico enquanto ao mesmo tempo a banda se envereda pela sua sonoridade mais atual e cheia de groove.

A identidade de Morse volta a aflorar no som da banda com “Above and Beyond”, aquele som mais característico da identidade do guitarrista em projetos como o Dixie Dreggs e sua banda solo, mas não desfoca a banda dos holofotes, uma vez que Morse se atém a acompanhar o teclado de Airey sem se exibir. Para retornar com força, nada mais adequado do que um blues com “Blood from a Stone”, aliás uma das melhores faixas de blues da banda nesses últimos lançamentos.

E então chegamos ao momento de homenagem a nosso Jon Lord, o inigualável. Iniciada com pompa e marcada pelo clima de tributo, contendo inclusive trechos da Fanfare for the Common Man que Lord sempre adorou, “Uncommon Man” é um nome mais do que apropriado a essa homenagem, uma vez que Lord era um dos artistas mais incomuns de sua geração e por esta razão, um dos mais singulares e inimitáveis. Uma homenagem belíssima e mais do que merecida a um artista incrível e inesquecível.

“Après Vous” (francês para After You, Depois de Você), talvez com temática baseada na comédia romântica francesa de 2003 de Pierre Salvadori é uma faixa no melhor estilo da MK 2, você simplesmente não consegue evitar de voltar a faixa várias e várias vezes. “All the Time in the World” é uma bela balada bem ao estilo da MK 8 que vai nos trazendo ao final da bolacha, tendo sido a primeira música do disco a ser divulgada.

E finalmente chegando na faixa de fechamento do álbum, o disco se encerra de forma épica e inesperada. Vou precisar me alongar aqui, pois falo não só como fã de Rock mas também como cinéfilo, e aqui é missão impossível para mim ficar indiferente. Em “Vincent Price”, vemos o que posso seguramente afirmar ser uma das melhores homenagens ao ator ícone dos filmes clássicos de terror já feita por alguma banda ou artista. Sem brincadeiras! A reação imediata nessa faixa de encerramento é voltar e ouvi-lá novamente para logo após pegar uma cerveja no freezer e se deliciar com um filme clássico da lenda como “O Castelo Assombrado”, “A Casa dos Maus Espíritos”, “O Solar Madito” e outras obras do terror com o ator ícone. Ou simplesmente reassistir o clipe “Thriller” e conferir novamente sua risada inconfundível. Aliás seu monólogo e risada em Thriller dariam um toque muito mais épico a essa bela homenagem do Purple a Vincent Price. Experimente fazer o teste! Por todas estas razões, uma das faixas mais divertidas e bacanas do álbum, com o clima soturno e macabro que Airey imprime em seu teclado e que cai tão bem para uma homenagem a um gigante do cinema de terror.

E para quem ainda conseguir a Limited Edition do álbum, ela traz a faixa bônus “It’ll Be Me”, que é uma daquelas grandes canções clássicas de Southern Rock a estilo Creedence para se ouvir na casa noturna com a galera bebendo cerveja no bico da garrafa e dançando sem vergonha de ser feliz.

Em resumo, um disco que tem todos os méritos possíveis, um grande trabalho de uma banda com um grande histórico, ícone de seu estilo e principalmente, uma obra inspirada, impecável e digna de imitação. E mesmo se daqui a alguns anos o Deep Purple responder a indagação do título do álbum (“e agora?!) de forma negativa, já pode sair de cena com a certeza que estará saindo por cima. Eu já prefiro pensar que a resposta será: “vamos fazer um novo álbum!”. E volto a enfatizar que este Now What?! tem tudo para virar um grande clássico. É um álbum do Purple que vale a pena conferir e que não deve ser de forma nenhuma subestimado simplesmente por não ser do marco 2 ou 3 ou qualquer outro marco da banda. É um disco que tem uma banda coesa, entrosada, com músicos versáteis e honestos, fazendo um trabalho excelente, um Rock bacana e que por essas qualidades todas merece ser valorizado e conferido. E eu sei que, aonde quer que esteja, olhando de onde estiver olhando, Jon Lord está em paz e sorrindo para seus amigos, sabendo que seu legado vive para sempre.

Now What?! (2013)
(Deep Purple)

Tracklist:

01. A Simple Song
02. Weirdistan
03. Out of Hand
04. Hell to Pay
05. Bodyline
06. Above and Beyond
07. Blood from a Stone
08. Uncommon Man
09. Après Vous
10. All the Time in the World
11. Vincent Price
12. It’ll Be Me (bonus track)

 

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Notas roqueiras: Angra, Sepultura, Hibria, Red Front…

Categoria: Heavy Metal

da equipe Combate Rock

-  A banda Angra confirmou mais dois shows do grupo no Brasil, que contará com a participação do vocalista italiano Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Vision Divine). As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo receberão o quinteto nos dias 28 de julho e 25 de agosto, respectivamente, em comemoração aos 20 anos de lançamento do seu primeiro álbum, intitulado “Angels Cry”. O show no Rio de Janeiro acontecerá no Circo Voador, já em São Paulo o local escolhido foi o renomado HSBC Brasil, que já acolheu alguns dos principais artistas do mundo no país. A banda hoje está sendo agenciada pela produtora Top Link.

- Ainda sobre Angra, o guitarra Kiko Loureiro continua a sua turnê em suporte do seu quarto álbum solo“Sounds of Innocence”, que foi registrado em cinco estúdios diferentes ao redor do mundo, contando ainda com a mixagem conduzida por Dennis Ward e masterização assinada por Jürgen Lusky. Desta feita, após de retornar da primeira parte de sua bem sucedida turnê pelo Brasil, onde realizou nove shows em treze dias, o artista confirmou duas importantes datas nas cidades de Florianópolis (Santa Catarina) e São Paulo, esta última a contar com uma mega produção no Auditório do Ibirapuera. Em ambas ocasiões, Kiko terá a ilustre presença do baterista Virgil Donati, mundialmente conhecido pelos seus trabalhos ao lado de Steve Vai e Planet X, que integrará ao trio junto a Felipe Andreoli (Angra) para a realização de uma sequência de shows especiais e únicos pelo Brasil.

Kiko Loureiro Trio em Florianópolis
Data: 07/Junho
Horário: 20h
Local: Teatro do CEMJ
Endereço: Rua Bocaiuva 1574, Centro
Ingressos e Informações: (48) 3024-0800

Kiko Loureiro Trio em São Paulo
Data: 14/Junho
Horário: 21h
Local: Auditório do Ibirapuera
Endereço: Av. Pedro Alvares Cabral, s/n – Portão 2 do Parque do Ibirapuera
Ingressos: R$20,00 / R$10,00 (meia entrada)
Informações: (11) 3629-1075

-  O Sepultura confirmou recentemente que está trabalhando em um novo álbum, sucessor do muito bem recebido “Kairos”, que marcou o retorno do grupo às suas raízes do Metal. Em recente entrevista para o site grego Rock Overdose, o vocalista Derrick Green foi enfático ao descrever as novas canções. “Já escrevemos a maioria das músicas e agora estamos trabalhando nas letras do álbum. Nós devemos ter terminado tudo antes de entrar em estúdio dia 1 de junho”, afirma ele. “O álbum soa muito sinistro, sombrio e Metal pra cacete! Tem sido ótimo trabalhar com Eloy no processo de composição porque dá uma energia completamente nova à música”, continua. “As muitas mudanças que tem ocorrido em nossas vidas e no mundo também influem no feitio do novo álbum. Esperamos lançá-lo no fim de outubro ou novembro pela Nuclear Blast”, finaliza. O novo material, ainda sem título definido será lançado pela Nuclear Blast, nos principais mercados da música espalhados pelo mundo.

 

- O RED FRONT anuncia o desligamento de dois de seus membros. O vocalista Léo e o guitarrista Marcelo, deixam a banda para se dedicarem a projetos pessoais. A banda já está em teste com novos membros e irá anunciá-los em breve. O grupo recentemente anunciou a entrada de um novo baterista, Paulo Zumby, que juntamente com a nova formação prepara um novo trabalho, sucessor de “Memories Of War”. Como último registro da formação que resgatou o jeito rebelde e contestador de se fazer Música Pesada, fica o videoclipe pornô para ‘We Like The Bad Girls’, feito em parceria com a Xplastic (www.xplastic.com.br).

- A banda gaúcha Hibria lançou seu novo videoclipe. ‘Silence Will Make You Suffer’ contou com a direção de Luís Mário Fontoura, direção fotográfica de Lívia Santos, direção de arte de Ana Musa e montagem e finalização por Denise Marchi. O novo álbum, que terá seu título divulgado em poucos dias, será lançado no Brasil pela Voice Music, no dia 13 de julho. No Japão, o trabalho sairá pela King Records no dia 26 de junho. O material foi gravado nos estúdios Hibria Studios e Cidade Baixa sob a produção de Renato Osorio, também guitarrista.

 

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Matanza e Velhas Virgens: peso, bom humor e inteligência ao vivo em SP

Categoria: rock brasileiro

Marcelo Moreira

Seis meses depois de inaugurar seu próprio festival itinerante no Brasil, a banda carioca Matanza estará de volta a São Paulo em parceria inusitada, mas coerente, com os paulistas do grupo Velhas Virgens. com seu rock honesto, despojado e desencanado, o quarteto do Rio de Janeiro se firma como uma das mais vigorosas atrações do underground nacional fazendo rock pesado e cantado parte em português.

“Conosco não tem frescura, a gente sobe e toca. Temos um público fiel que sabe que a gente entrega o que promete: música boa, honesta e simples para tornar o show o mais agradável que pudermos”, afirma de forma direta e bem-humorada o vocalista Jimmy London.

Ele não entrega, mas deixa no ar a possibilidade de alguma surpresa envolvendo os amigos do Velhas Virgens. “Não programamos nada, mas às vezes tudo pode acontecer, mesmo o Matanza sendo uma banda certinha, que precisa ensaiar bastante e fazer com que tudo saia como tem de sair.  Na hora vai que aparece um lance legal e fazemos de primeira, sem programar nada… de qualquer forma, é bom eu ligar para o Paulão (de Carvalho, vocalista do Velhas Virgens) e deixar um alerta… (risos)”.

 

O grupo está promovendo seu mais novo lançamento, “Thunder Dope”, com um pouco mais do seu “country hardcore”, com ritmo forte e letras curiosas e às vezes insanas. O álbum contém regravações de músicas que não entraram nos álbuns anteriores.

“Não se trata de “sobra de estúdio” mas de músicas que ficaram incompletas, acabaram esquecidas mas que, de alguma forma, foram importantes pra que viéssemos a entender o nosso próprio som”, explica o guitarrista Marco Donida.

Além das faixas que originalmente pertenceram às demos de 1998 e 1999 (“Terror em Dashville” e “De Volta à Tombstone”), o álbum traz versões de músicas que nunca haviam tido um registro e de outras que sequer haviam ganhado arranjo. “Thunder Dope é um projeto que documenta anos de ‘ensaio e erro’ dentro de um processo de criação que até hoje nos deixa as roupas fedendo a whisky…” , diz Donida.

London afirma que algumas músicas do álbum novo deverão ser tocadas no show paulista, não haverá mudanças significativas na lista de canções tocadas normalmente nos shows atuais. “São 17 anos de banda e oito álbuns, então nosso público sabe bem o que vai encontrar no nosso show. Não é o caso de inventar, e sim de fazer um grande show.”

Um dos principais projetos do grupo é a retomada do Matanza Fest, uma espécie de festival itinerante pelo Brasil sempre capitaneado pelo quarteto carioca, que recebe no palco bandas amigas ou que chamem a atenção dos integrantes pela qualidade do som e das músicas.

É a primeira banda brasileira a fazer algo neste sentido, tendo como inspiração, ainda que remota, o Ozzfest, o antigo festival realizado nos Estados Unidos por Ozzy Osbourne – motivado pela recusa do Lollapalooza em aceitá-lo como atração em uma das edições do começo dos anos 2000.

No ano passado foram seis datas pelo Brasil, e London adianta que serão 13 shows do minifestival em 2013. As datas ainda não foram definidas, mas já existe a confirmação de que Porto Alegre e Curitiba receberão a edição deste ano, e possivelmente São Paulo.

SERVIÇO:

Matanza e Velhas Virgens em São Paulo

Data: 07/06 (sexta) Horário: abertura dos portões as 21h Local: Espaço Victory Endereço: Av. Major Ângelo Zanchi, 825 – Penha – Ao lado do Metro Penha

Produção: Pisca Produtora e Interlude. Informações:  pisca at pisca.com.br – www.pisca.com.br
Página oficial do evento no facebook:
Matanza & Velhas Virgens em São Paulo/SPLink: www.facebook.com

Ingressos:
1° lote – R$ 30
2° lote – R$ 40
3° lote – R$ 50
Na hora – a definir
Ingressos On Line: www.interludevirtual.com.br/ingressos
Pontos de venda:
*São Paulo: Galeria do Rock – Loja Hole – Av. São João, 439 – loja 275 – 1° andar – centro.
Loja Popipe – Rua Pamplona, 1057 – loja 13 – Jardim Paulista – Próximo ao Metro Trianon Masp.
*Lapa: Jardins Urbanos – Rua Clélia, 1481. *Pinheiros: Iritsu Tattoo – Rua Cardeal Arcoverde, 520 – Próximo ao Metrô Clínicas. – Tel: (11) 2305.6792. *Penha: Ska Skate Rock – Rua: Capitão Avelino Carneiron, 359. – Tel: (11) 2646.4988. *ABC: Santo André: Metal Discos – Rua Dona Elisa Flaquer, 184 – Centro – Tel: (11) 4994.7565. *Osasco: Slip Wave – R. Primitiva Vianco, 100 – Loja 104 – Shopping Galeria – Centro.

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Final de semana lotado de shows nacionais: Dr. Sin, Kiara Rocks, Shadowside, SupreMa, MX…

Categoria: Heavy Metal, rock brasileiro

Marcelo Moreira

Músicos brasileiros de rock pesado continuam reclamando, com certa razão, de falta de apoio no Brasil e de promotores que topem agendar shows. O próximo final de semana pode ser um indício de que o panorama pode mudar. Quatro ótimos eventos vão rolar em São Paulo, em casa de porte médio, destacando algumas das melhores bandas em atividade.

No sábado, 25 der maio, o trio paulistano Dr. Sin faz uma apresentação especial no Manifesto Bar, em São Paulo, resgatando músicas do tempo da banda Platina, o começo de carreira dos irmãos Andria (baixo) e Iva Busic (bateria). haverá dois convidados especiais, o cantor Sheman e o guitarrista Daril Parisi, que estiveram com irmãos naquele começo de vida musical 29 anos atrás. No dia seguinte, o trio parte para Campinas, onde vai se apresentar na Virada Cultural Paulista.

No Hangar 110, a atração é a banda de hard rock Kiara Rocks, com abertura do Mattilha. O grupo é uma das sensações atuais do rock mais voltado para o pop, tanto que chamou a atenção da organização do Rock in Rio 2013, que os escalou no palco principal para o festival de outubro.

No dia seguinte, 26 de maio, a banda santista Shadowside finalmente faz o seu primeiro shows completo em São Paulo depois de dez anos de carreira, com abertura do SupreMa. Será uma espécie de comemoração pelos bons resultados obtidos na turnê europeia recém-encerrada, ao lado de Helloween e Gamma Ray.

Outro retorno comemorado no Hangar 110, desta vez de forma definitiva, é a da banda thrash MX, do ABC, um dos mais importantes grupos do subgênero dos anos 80 no Brasil. A abertura terá as bandas Hellsakura e The Black Coffins.

SERVIÇO

DR. SIN  - Convidados: SHEMAN (EX PLATINA), DARIL PARISI, MARCO BAVINI, MARCELO SOUSS
Data: 25/05/2013
Local: Manifesto Bar
Endereço: Rua Iguatemi, 36 – Itaim Bibi
Cidade: São Paulo/SP
Horario: A partir das 22h

Ingressos:
Pista Promocional: R$ 30,00

 

KIARA ROCK E MATTILHA

HANGAR 110 – 25 DE MAIO

R$ 20,00 antecipado | R$ 30,00 na porta | R$ 25,00 pela internet*

Postos de venda: Loja 255 – Galeria do Rock: R. 24 de Maio, 62 – loja 255 – fone: (11) 3361-6951
* valor antecipado + taxa de serviço

 

SHADOWSIDE E SUPREMA

Data: 26/Maio/2013
Horário: 18h30
Local: Via Marquês
Av. Marquês de São Vicente 1589, São Paulo (SP)
Ingressos:
Pista: R$40,00
Estudante: R$20,00
Caravanas: R$30,00
Camarote: R$70,00

Pontos de venda:

Via Marquês (Barra Funda)
Hole (Galeria do Rock)
Shopping Oriente 500 (Brás)
Chilli Beans (Vl Leopoldina)
Metal CDs (Sto André)
Age of Dreams (S. Bernardo do Campo)

Ingressos Online: www.ticketbrasil.com.br

 

MX, HELLSAKURA E  THE BLACK COFFINS

HANGAR 110 – dia 26 de maio

R$ 15,00 antecipado | R$ 25,00 na porta | R$ 20,00 pelo site do Hangar 110*
Postos de venda: Loja 255 – Galeria do Rock: R. 24 de Maio, 62 – loja 255 – fone: (11) 3361-6951
*valor antecipado + taxa de serviço incluída | venda online no cartão: www.ticketbrasil.com.br

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Peter Murphy vem a SP para show único de homenagem aos 35 anos do Bauhaus

Categoria: Anos 80

do blog Roque Reverso

Essa é para o público que viveu os Anos 80  e toda a onda pós-punk que fez sucesso no mundo inteiro. Nada menos que Peter Murphy, ex-vocalista do já extinto Bauhaus vem a São Paulo para apresentação única no dia 14 de agosto. Ele celebrará, no Carioca Club, os 35 anos do grupo britânico com a “Mr. Moonlight Tour”, na qual só canta clássicos do repertório dos reis do rock gótico.

De acordo com a produtora 8×8 Live, a volta de Murphy terá o vocalista com um set list exclusivo de clássicos do Bauhaus, que o tornou famoso mundialmente antes de iniciar carreira solo.

Normalmente, o cantor e compositor britânico costuma dedicar muito pouco do repertório de seus espetáculos solo ao repertório do Bauhaus. Desta vez, no entanto, ele irá mergulhar de cabeça no legado de sua antiga banda, para delírio de seus inúmeros fãs.

A divulgação do serviço completo, incluindo preços de ingressos e inicio das vendas acontece na quarta-feira,  dia 22. A página da 8×8 Live no Facebook é o melhor lugar para se atualizar sobre as novidades.

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Credicard Hall recebe os ingleses do Pet Shop Boys

Categoria: Anos 80

ROBERTO NASCIMENTO – O Estado de S. Paulo

Há duas décadas em uma posição inquestionável no hall da fama do dance pop, os ingleses do Pet Shop Boys navegam por uma renascença criativa, com uma nova turnê e o lançamento de dois discos em menos de um ano. Em 2012, fizeram o show de encerramento da Olimpíada, circulando em grande estilo pelo estádio olímpico, em um riquixá de origami, ao som de West End Girls. Em seguida, romperam os laços com a gravadora Parlophone, que os lançava desde os anos 80, e criaram o Kobalt Services, selo próprio, pelo qual lançaram Elysium, o primeiro disco em três anos. O álbum foi criticado por ser morno, mas elogiado por recriar o pop taciturno que Neil Tennant e Chris Lowe produziam no auge da dupla, no início da década de 90, época em que fizeram a obra-prima Behaviour. Em seguida, anunciaram mais um disco, Electric, que chega às lojas em julho com a promessa de ser um álbum mais dançante.

 

 

O ímpeto criativo, como é de costume, saiu de uma situação dolorosa. “Muita coisa aconteceu nestes últimos anos”, conta Neil, a voz da dupla, em entrevista por e-mail. “Meu pais morreram recentemente. Acho que o impacto disso é nítido nas letras e na realização dos discos”, completa.

 

A dupla se apresenta na noite desta quarta-feira (22), no Credicard Hall, em mais um espetáculo visualmente cativante. O dinheiro que o duo economiza com os músicos (sobre o palco, há apenas Tennant, com o microfone, e Lowe, ao teclado), é investido na produção. Os visuais foram criados por Ed Devlin, responsável pelo encerramento da Olimpíada, além de shows de Kanye West e Jay-Z em 2010, e trabalhos para a Royal Opera House de Londres. As coreografias ficam por conta de Lynne Page, também veterana dos palcos ingleses. O resultado tem figurinos dignos de uma coleção de moda conceitual, projeções a laser e dançarinos saltitantes que não estariam fora de lugar em uma apresentação do Cirque du Soleil. No ápice do show, Tennant e Lowe aparecem entre os cobertores de uma cama na vertical, imobilizados.

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Lojas de música na rua, verdadeiros patrimônios de SP

Categoria: comportamento

Marcelo Moreira

Um labirinto de corredores, com prateleiras lotadas de vinis, e alguns móveis com tampa de vidro com os CDs importados mais cobiçados pelos moderninhos do fim dos anos 80 e primeira metade dos anos 90. Entrar na loja Eric Discos sempre foi uma viagem no tempo, mas também um mergulho maravilhoso na cultura ocidental. Os mais chegados podiam folhear livors de rock e de arte que ficavam no fundo da loja.

A Eric Discos sempre foi um personagem da zona oeste de São Paulo – e da própria metrópole em si, tanto que foi uma das lojas que serviu de inspiração para o filme “Durval Discos”, filme de 2002 dirigido por Ana Muylaert e protagonizado pelo ótimo ator Ary França. A inspiração principal para a fita, no entanto, foi a Edgard Discos, há muito tempo extinta e que ficava na rua Deputado Lacerda Franco.

 

Eric e sua loja, em Pinheiros (FOTO E MONTAGEM: LEE SWAIN)

A loja continua lá, na rua Arthur de Azevedo, lá embaixo, no bairro de Pinheiros. Eric Crauford, um inglês nascido na China radicado há 40 anos em São Paulo, ainda comanda o navio e mais forte do que nunca. Sem nenhuma modéstia, se auto-intitula o rei do vinil na capital paulista – e não é que é verdade?  Sem dúvida é um dos templos sagrados da música e da arte na cidade.

Desde sempre a loja foi especializada em vinis de todas as espessuras, em LPs de todos os gêneros. Dificuldade para achar alguma coisa no labirinto? Esse é umd os charmes do lugar, frequentado por grandes nomes da música nacional e internacional, além de parada obrigatória de turistas brasileiros e estrangeiros em busca de raridades.

As aparições da loja na mídia especializada e na imprensa em geral têm rareado de forma inexplicável, o que induz muita gente – e o Combate Rock – ao erro desagradável: será que a loja ainda existe, mesmo tem tempos de CD morrendo, gravadoras falindo e downloads desenfreados e ilegais?

Um dos maravilhosos labirintos da Eric Discos (FOTO: LEE SWAIN)

“Muita gente pensa que a loja fechou por conta de muita coisa que rolou nos últimos anos, mas principalmente porque fui obrigado a retirar a plca com o nome da loja por causa da Lei Cidade Limpa, da Prefeitura de São Paulo”, diz Walcir Chalas, a alma e o coração da Woodstock Discos, meca do rock e do heavy metal em São Paulo por três décadas.

A loja ainda está lá na rua Dr. Falcão, mas passou por modificações de foco de negócio e de decoração. Agorá é dedicada somente aos vinis. de todos os tipos e todos os matizes. Sem muita atenção da imprensa e meio escondida, como no caso da Woodstock, não é de se estranhar a dificuldade em lembrar da Eric Discos.

A falta de informações e a devastação promovida pela música digital ilegal acabou por ocultar no tempo outra casa de mísica importante na cidade, a Pops Discos, localizada em uma galeria da rua Teodoro Sampaio, também em Pinheiros, em meio a dezenas de lojas de instrumentos musicais.

O acervo já não é tão vasto, mas é possível encontrar ótimas coisas lá, especialmente em DVD. Outra coisa que sempre marcou a loja foi o bom atendimento e o conhecimento que os vendedores tinham sobre o catálogo e todos os gêneros.

 

Fachada da Pops Discos

E aí vai a dica do jornalista Fábio Fleury, o responsável pela rádio Unesp FM, de Bauru (SP), e prifundo conhecedor de MPB e jazz: a Compact Blue, que fica na rua Augusta.

Foi uma das primeiras lojas paulistanas especializadas em trilhas sonoras de fimes nacionais e estrangeiros, de além de manter desde os anos 90 um acervo incomparável de DVDs musicais e de filmes de arte. Outra omissão imperdoável, mas plenamente consertada por um dos leitores do Combate Rock.

Se algupem mais lembrar de lojas importantes que ainda existem, por favor, informem no espaço comentários abaixo do texto. A seguir, os endereços das lojas citadas neste texto e no de ontem:

Compact Blue - Rua Augusta, 1.371 – Jardins – São Paulo - http://www.compactblue.com.br/

Eric Discos - Rua Arthur de Azevedo, 1.813, Pinheiros, São Paulo - http://www.ericdiscos.com.br /

Musical Box - Rua Armando Penteado, 1 , Higienópolis – São Paulo – (11) 3825-6844 /

Woodstock Discos - Rua Dr. Falcão Filho, 155, Centro – São Paulo //

Rick and Roll - Rua Conde Francisco Matarazzo, nº 67 – sala 8 – centro, São Caetano - 11 3565 5900

Merci Discos - Av. Dr. Rudge Ramos, 17 – Rudge Ramos – São Bernardo – 11 4368-8569

Metal Discos - rua Dona Elisa Fláquer, 184 – centro, Santo André – 11 4436-5500.

Pops Discos - Rua Teodoro Sampaio, 763 - Loja: 4 -  11  3083 – 2564 - http://www.popsdiscos.com.br

Galeria do Rock - Av. São João, 439 – Centro – São Paulo - http://www.galeriadorock.com.br/blog/ - Lojas: Die Hard, Aqualung, Baratos Afins, Zeitgeist, Animal Records, Cactus, Hellion Records, entre outras.

Espaço Nova Barão – Galeria Nova Barão - R. Sete de Abril, 154, centro, São Paulo – Lojas: Big Papa Records, The Records, Art Rock, entre outras.

Music Shop - Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3.970 , Pinheiros, São Paulo – 11 38192246 e 11 38174835

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Morre o ex-baterista do White Zombie

Categoria: Heavy Metal

do site Blabbermouth.net – traduzido por Nathália Piá e publicado pelo site Whiplash

O ex-baterista do WHITE ZOMBIE e LAST CRACK, Phil Buerstatte, foi encontrado morto no final de semana em Madison, Wisconsin. Ele tinha 44 anos.

Buerstatte foi baterista do WHITE ZOMBIE entre os anos de 1992 e 1994 e tocou com a banda na turnê La Sexorcisto”. Ele também esteve na banda de metal originária de Wisconsin, LAST CRACK de 1986 a 1997.

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O ex-colega de banda de no WHITE ZOMBIE, Rob Zombie então divulgou o seguinte comunicado: “Bem, ouvi rumores sobre isso há alguns dias mas eu não sabia ao certo se eram verdadeiros ou não. Mas parece que um de nossos ex-bateristas do WHITE ZOMBIE morreu. Phil Buerstatte, que esteve na banda por uns dois anos (entre 1992-94) foi encontrado morto nesse final de semana”. ”O Phil era um cara muito problemático durante o tempo que passou conosco e eu nunca soube o que aconteceu com ele depois que ele saiu da banda. As poucas histórias que ouvi não foram boas. Ele tocou em três gravações conosco naquele breve período de tempo, ‘Feed The Gods’ na trilha do ‘Airheads’ soundtrack, ‘Children Of The Grave’ e ‘I Am Hell’ da trilha do ‘Beavis And Butthead’”.

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Morre Trevor Bolder, grande baixista do Uriah Heep e David Bowie

Categoria: Anos 70, classic rock, hard rock, Heavy Metal

Marcelo Moreira

Muita gente estranhou quando a banda inglesa Uriah Heep contratou o baixista Trevor Bolder para ser substituir as lendas Gary Thain e John Wetton (ex-UK, Asia, King Crimson). Exímio em seu instrumento, tinha passado pelos Spiders From Mars, a banda de apoio de Ziggy Stardust, o alter ego de David Bowie entre 1972 e 1973. Bolder não era performático nem espalhafatoso, como se supunha, mas sua maneira de tocar, com muito groove e fraseados mais encorpados, causava algum temor nos fãs da banda: será que ele conseguiria dar conta do rock pesado e mais rítmico do Heep?

Se havia alguma dúvida, a própria história se encarregou de encerrar a questão: foram 36 anos tocando com o Uriah Heep, até o final de 2011, quando precisou se afastar, até então de forma temporária, por problemas de saúde. Lamentavelmente, Bolder não voltou ao Heep: ele morreu hoje, na Inglaterra, aos 62 anos de idade.

2013! O ano em que o rock está morrendo aos poucos! Descanse em paz Trevor Bolder! Informação acaba de chegar pelo site oficial do grupo! Infelizmente! http://www.uriah-heep.com/newa/index.php
O site oficial da banda apenas informa que ele morreu de câncer, sem maiores detalhes sobre o assunto. “Trevor era um baixista do mais alto nível, um dos melhores do mundo. E também foi um dos melhores amigos que eu poderia ter. Estamos devastados com sua morte”, disse em nota o guitarrista Mick Box, o líder da banda.
Foi a segunda grande baixa na formação mais longa do Uriah Heep. em 2009 o grande baterista Lee Kerslake, que também tocou com Ozzy Osbourne, decidiu sair da banda por questões de saúde, já que tinha muitas dores na coluna para continuar tocando.
Além de baixista, Bolder também compunha em profusão e cantava esporadicamente, embora fosse o responsável pelos backing vocals do Uriah Heep sem nada a dever ao grande tecladista/guitarrista/vocalista Ken Hensley, que atuou na banda na primeira metade da década de 70. Um de seus últimos trabalhos foi participar do álbum “Unfinished Business”, do amigo tecladista Andy Bown, atualmente no Status Quo.
Apesar do estilo seguro e virtuoso, Bolder foi bastante criticado pela imprensa inglesa por volta de 1980, quando do lançamento de “Conquest”, então o seu quinto álbum com a banda. A sonoridade mais hard/pop do Heep naquela fase de surgimento da New Wave of British Heavy Metal quase pôs fim à banda, coim a rejeição das músicas sem pegada e de um toque mais “funky” no desempenho do baixista.
A fase ruim do Urtiah Heep continuava após o disco fraco: o tecladista/guitarrista/vocalista Ken Hensley abandonou o barco, enquanto crescia a rejeição ao vocalista John Sloman, o substituto do ótimo John Lawton. Sloman nem esquentou o lugar e Mick Box decidiu chamar o principal cantor que já tinha passado pela banda, o excelente David Byron. Com a recusa deste, Bolder desanimou e decidiu sair no começo de 1981.
Era para ser uma saída temporária, enquanto Box arrumava a casa. Bolder era ainda membro do Heep quando aceitou tocar no Wishbone Ash, outro gigante do hard rock inglês – por ironia, também substituindo John Wetton, como ocorrera cinco anos no Heep.
O estilo mais diversificado do baixista casou perfeitamente com o som mais versátil e jazzístico do Wishbone Ash, e parecia até mais apropriado do que o trabalho que fazia no Heep. Até mesmo por isso, o que deveria ser temporário começou a ficar mais sério, com Bolder compondo e assumindo parte dos vocais, dividindo a função com o guitarrista Andy Powell.
Quando Box achou que era a hora de voltar à ativa, nem pensou duas vezes: contratou Bob Daisley (ex-Ozzy Osbourne) como baixista. “Trevor tinha ficado bem chateado com os problemas em 1980 e o Uriah Heep estava realmente numa encruzilhada. As coisas tinham que entrar nos eixos e ele decidiu que precisava partir. Não houve problemas, mas sei que Trevor ficou chateado quando o Heep voltou. Mas o que eu poderia fazer? Ele estava muito bem no Ash, as coisas estavam dando certo e não daria para ele acumular as duas bandas”, disse Mick Box em uma entrevista à revista Guitar Player nos anos 2000.
Bem, mas bem mesmo, Bolder não estava. As coisas deram certo com o Wishbone Ash, que voltava a ter relevância, mas o baixista queria mesmo era o Uriah Heep, que considerava a sua casa e cujos integrantes ele considerava amigos mesmo, casos de Box e Kerslake.
E não demorou muito para o seu retorno em 1983, já que Daisley não se entendeu bem com Box e o então novo vocalista, Peter Goalby. Ao mesmo tempo, o clima no Ash nunca o tinha agradado, com um esquema muito diferente da camaradagem que sempre tivera com o guitarrista Mick Ronson nos Spiders From Mars e no Uriah Heep. Seu retorno foi mais do que natural. Nunca mais se afastaria do Heep, a não ser no final de 2012, quando teve de ir mais fundo no tratamento contra o câncer.
Seus melhores trabalhos com o Uriah Heep foram “Raging Silence”, “Sea of Light” e “Wake the Sleeper”.


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