Se você é daqueles que acham que os chineses são todos iguais, aviso que não apenas não são, como têm dentro de seu território 55 grupos que o governo chama de “minorias étnicas”, cada um com seus próprios costumes, língua e religião. Do 1,3 bilhão de chineses, 91,6% pertencem à etnia majoritária, chamada de “han”. Os outros 8,4% integram outras etnias, que representam um universo de 110 milhões de pessoas, mais que a população de muitos países.
Parte dessa diversidade étnica é uma herança do passado imperial da China, que levou à anexação de territórios pelas sucessivas dinastias, principalmente na região oeste. A província muçulmana de Xinjiang, no extremo oeste, é a maior da China e passou a fazer parte do território do país na última das dinastias imperiais, a Qing, que durou de 1644 a 1911. Os integrantes da etnia uighur, que representam 45% da população local, não se parecem em nada com os chineses han e têm mais identidade cultural com os habitantes da Ásia Central. Xinjiang é sede de um movimento separatista que defende a criação do Estado do Turcomenistão do Leste, acusado pelo governo chinês de promover uma série de atentados terroristas.
No Tibete, que fica ao sul de Xinjiang, cerca de 90% da população é formada por tibetanos, a maioria dos quais não fala o mandarim dos chineses han. A diferença entre as duas etnias é gritante em tudo _língua, religião, arquitetura, atividade econômica e organização familiar.
Na província de Yunnan, ainda mais ao sul, há 25 diferentes grupos étnicos, o maior número em toda a China. Entre eles, um dos mais interessantes são os Naxi, que possuem uma organização social matriarcal. As mulheres são responsáveis pelos negócios e o trabalho, enquanto os homens se dedicam à música e à poesia. Quando os Naxi recebem visitas em casa, cabe ao homem entretê-los com suas habilidades artísticas.
Nada menos que 60% do território chinês é dominado pelas minorias étnicas, que estão em regiões de fronteira, no norte, sul e oeste, e em áreas montanhosas de difícil acesso. As províncias habitadas majoritariamente por povos que não pertencem à etnia han são chamada de “regiões autônomas” pelo governo de Pequim.
Há cinco regiões que se enquadram nessa categoria: Xinjiang, Tibete, Mongólia Interior, Guangxi e Ningxia. As três primeiras são as maiores províncias do país. Muitas dessas regiões são ricas em recursos naturais, o que explica em parte a obsessão das autoridades de Pequim em manter a unidade nacional a qualquer custo.
Mulheres da etnia Yao, de Guangxi, que não cortam o cabelo
Campos de arroz cultivados pela etnia Yao em Guangxi
Casal Naxi em Yunnan
Grupo de músicos em Yunnan
Mulheres Naxi em Yunnan
Tibetanas saem de templo em Xigazhe

Se o Brasil não tivesse sido colonizado pelos europeus, certamente teríamos uma situação semelhante por aqui, com o grupo Tupi coordenando todo o território, por ser maioria, e as outras comunidades indígenas fazendo parte da estrutura de Estado, mesmo se considerando as divergências culturais entre eles.
No Brasil, índio só é importante para fazer flechinhas, ou cestinhos de palha. Quando não são mortos para que se roubem suas terras para a passagem de estradas.
vc falou a coisa mas bonita que eu li sobre indio,possitiva,,parabenz.vou cologar no facebook ok?
responder este comentário denunciar abusoTeria sido melhor termos uma origem étinica pura, do que vivermos entre heranças escusas das quais temos hoje.
Nossas origens, ainda são européis ou asiáticas, que damos graçs a Deus, pois a baixa europa ainda nos enverganha.
Devemos tirar a tirania de nossos senelhantes para que tenhamos um melhor futuro.
Será ainda daqui alguns séculos que poderemos viver em paz e ter uma cidadania justa…
Caro Alexandre, índio não quer só terra, índio quer Ipod…
Muito bacana!! Tenho um colega recem-chegado da China e ele mencionou q somente qdo se viaja pelo interior da China, deixando de lado as turisticas Pequim e Xangai, eh q realmente se entende o pq do Tibete lutar pela sua libertacao. O progresso de Pequim e Xangai nao chega a esses povos.
Qdo da passagem da tocha Olimpica pela Europa e dos protestos, as imagens mostradas pela TV chinesa eram editadas para fazer parecer q td tinha sido um sucesso!! E sobre o Tibete entao… a populacao chinesa, nem esta sabendo do q esta acontecendo!!
Iguais não, mas que são parecidos são!
Amigos Brasileiros… Me sinto um autêntico João Ninguém da Silva, ao descobrir a pluralidade de povos e raças que compõe nosso povo. Os Brasileiros não tem uma identidade verdadeiramente nacional, uma vez que a identidade indígena, que é a identidade dos verdadeiros Brasileiros, fora substituída pela identidade da Coco Chanel, Cristian Dior, Gucci e Microsoft, ao contrário destes povos maravilhosos que formam a China como a conhecemos, após o advento da televisão e da internet.
Chinês de verdade é só os ‘han’. O resto são povos que os ‘han’ foram incorporando ao longa de sua história. fato!
É muito interessante observarmos as diferenças em outro país maravilhoso e interesante como a China, e também ficarmos conscientes que com todas nossas diferenças e dificuldades que também enfrentamos somos uma das maiores democracias do mundo, não devemos perder de vista o nosso horizonte, nem deixarmos de trilhar os caminhos dos direitos e garantias individuais que estamos vivendo e de elegermos sempre nossos governantes através do voto e das eleições livres.
Cara Cláudia,
Sou jornalista e estou escrevendo uma matéria sobre o relacionamento Brasil-China para a revista Gestão Empresarial (do grupo GBrasil). Ficaria muito feliz se pudesse me enviar um breve comentário, exclusivo, para ser incluído na reportagem. Poderia ser, por exemplo, sobre o que você observa em termos da participação brasileira nas Olimpíadas (prestação de serviços e fornecimento de produtos) e/ou sobre a ajuda direta brasieira após o terremoto.
Fechamos na segunda, 16/6.
Muito obrigado de qualquer maneira. Parabéns pelo interessantíssimo trabalho que você tem feito sobre China.
Abraços,
Faoze
É muito interessante a cultura chinesa, são varias regiões diferentes, cada uma com sua cultura, religiões, modos de vida diferente como o Brasil que é também muito diversificado. Mas diferença entre China e Brasil é em, modo vidas, mas as crises e problemas sociais muita vezes são os memos. Porque divesidade de culturas, religiões, e classe social trazem muito conflito para sociedade. Abraços parabéns pela matéria Raquel.
Viva o nosso Ocidente, viva a diversidade cultural, viva democracia!!!
Pessoal fiz uma postagem no meu blog, contando minha historia de amor virtual!
espero todos lá!
gostaria de conta minha historia numa revista!
beijoss!
nadiariopower.blogspot.com
A diversidade da populaçao brasileira, é igual ou maior que a chinesa com um diferencial enorme: hoje, somos livres. Viva a democracia.
Não somos livres; liberdade e democracia estão mais distantes do que imaginamos. Veja-se os EUA: extremamente democratas, mas são livres? As leis anti-terrorismo de lá são extremamente invasivas e restritivas. Nós, também: somos uma democracia, mas não temos liberdade nem mesmo para ir às ruas à noite!
E aqueles que chamam de “japonês” todos os que têm olhinhos puxados?
rs
Cara Claudia,
Muito interessante sua matéria sobre as etnias chinesas. Gostaria de aprender mais.
Estive recentemente em Pequin e fiquei muito impressionado com a cidade e com seus habitantes. Apesar de ser um país comunista existe liberdade de vida. Percebi claramente que a desigualdade social é muito grande, mas vi um povo feliz com sua condição. Hoje apesar da política de baixa remuneração, todos conseguem sobreviver com dignidade. Baixissimo índide de violência urbana e bom nível de educação. Assumem claramente que produzem cópias e são autênticos ao afirmar isso, ambíguo mas verdadeiro. Ao se procurar um produto que vende no ocidente que está a venda na China, somos informados que é chinês, portanto, compra cópia quem quer. Não podemos esquecer que todas as grandes marcas do mundo estão instaladas na China e utilizam desses recursos para produzir a custo baixo.
Muito interessante a reportagem e o comentário do Alexandre C. Aguiar foi muito direto. Valeu Alexandre.
Infelizmente nossa diversidade etnica e cultural não é tocada, fala-se muito de “índio”, como se fosso um povo só. Equivocos históricos, desde Colombo, que nos perseguem até hoje. Por outro lado, que muito usa o termo é para desqualificar mesmo e para estes diversidade só se for de cédulas ou de contas bancárias (hehehe).
Mas continuamos aí, apesar de tudo. Nossas raízes são profundas!
A unidade territorial da maioria dos grandes países orientais só conseguiu ser mantida através do emprego da força, da coerção e dos assassinatos em massa. Isso aconteceu no Brasil durante a colonização e acontece ainda nos países orientais e africanos. É histórico.É criminoso. É triste.
60 % do território nas mãos de 8,4 % da população. Quer dizer que haveria espaço para espalhá-la. Esses 8,4 % são povos autônomos e seus territórios guardam muitos recursos naturais. Quer dizer que podem ser quase colônias. Lições para quem também tem extensas regiões de exuberantes recursos naturais e baixa densidade populacional. Além de projetos de reconhecimento de autonomias com base em razões étnicas. Então não adianta compadecer-se com as reações de um Tibete e aceitar o paralelismo de nações indígenas que isolam com cancelas e ameaças rodovias da malha federal e territórios da faixa de fronteira.
Erros grosseiros do editorialista de esportes do Estadao:
1.O artigo datado de Domingo cita Ana Park como Brasileira. Pois sim, se ela nasceu no Brasil. E o que indica o site http://www.lpga.com. Entretanto ela nao cresceu no Brasil, como indica a alma mater dela, ou seja, ela cresceu nos USA e eh decendente de coreanos.
2.O artigo indica que ela esta provisioriamente em primeiro lugar. Errado. Em primeiro lugar estao Stacy Lewis seguda por Paula Creamer, comecando a rodada de domingo.
3.As unicas brasileiras em competicao estao desclassificadas para o fim de semana, respectivamente Candy Hanemann e Miriam Nagl.
Pelo visto ninguem verifica fatos ou acompanha o esporte de Golf na redacao do Estado
“Brasileira assume liderança provisória do US Open de golfe
Angela Park lidera competição de forma provisória após segunda rodada ter sido suspensa por falta de luz
EFE
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EDINA, EUA – A brasileira Angela Park lidera provisoriamente o US Open, um dos quatro grandes torneios do circuito feminino de golfe, depois de a segunda rodada ter sido suspensa nesta sexta pela falta de luz.
Após uma interrupção de quase duas horas e meia por motivos climáticos, a falta de luz no Interlachen Country Club de Edina (Minnesota, Estados Unidos) forçou o adiamento até o sábado da segunda rodada, quando faltavam 36 jogadoras para completar seus percursos.
Angela Park, que tem apenas 19 anos, está com uma tacada de vantagem sobre Minea Blomqvist, Inbee Park e Helen Alfredsson.
O US Open de golfe distribui US$ 3,1 milhões em prêmios, segundo a organização do circuito LPGA.
UtopiaxSociedade-A historia demonstra que quando os povos eram nômades guerreavam entre si; quando tinham territórios também guerreavam para sobrevivência do grupo , aumentar seus territórios, escravizarem e se fortalecerem.As diferenças(étnicas e sociais); a ganância por riquezas e poder levaram a humanidades a vários conflitos, como atualmente. Enquanto existir na humanidade ganância por riquezas e poder não haverá paz, independente de etnias ou bandos isolados. Provavelmente com educação de qualidade para todos, a observância dos valores morais e patrióticos da maioria do povo, sem discriminações de distribuição de privilégios e impunidades; mídia e políticos responsáveis, poderemos fortalecer a Nação Brasileira e viveremos com mais paz.
aqui nao diz nada sobre o que eu quero eu qu4ero saber se os chineses sao iguas a nos e se nao sao como e que sao??
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