Se em Bali dá para ficar longe da praia, em Gili Trawangan o mar é onipresente e espetacular. Trawangan é a maior de um conjunto de três ilhotas paradisíacas que pertencem a Lombok, outra ilha da Indonésia que é vizinha de Bali. Conhecidas como “Ilhas Gili”, elas têm areia branca, água transparente, muitos corais, exuberante vida marinha e vegetação tropical. Não há carros nem motos e as pessoas se locomovem a pé, de bicicleta ou de charrete.
Também são raros alguns confortos urbanos, como água doce no chuveiro, presente apenas nos hotéis mais caros. Nos demais, incluindo o meu, é utilizada água do mar retirada de poços artesianos. Como toda a Indonésia, com exceção de Bali, Lombok e as Ilhas Gili têm uma população majoritariamente muçulmana e várias vezes por dia é possível escutar as orações realizadas na mesquita da ilha.
Depois de alguns dias em Bali, eu, minha amiga Janaína Silveira e sua irmã Maíra pegamos um barco rápido em direção a Gili Trawangan, onde chegamos em uma hora e meia. O lugar é desses pelos quais se apaixona de maneira instantânea e onde é possível se sentir em casa sem fazer esforço. Os rostos e lugares logo se tornam familiares e há uma rotina malemolente de praia, mergulho, passeios de barco, pôr do sol, jantar à beira mar e cerveja no fim da noite.
A ilha tem 3 km de extensão e 2 km de largura e uma caminhada a seu redor demora cerca de quatro horas. Dá para ir a pé a todos os bares e restaurantes e a praia é super aconchegante. Os restaurantes à beira mar fornecem espreguiçadeiras de graça, em troca de venda de bebidas e, eventualmente, comida. A areia é branca e as árvores dão sombra aos que desistem de se bronzear. Na água, é possível chegar com poucas braçadas a enormes formações de corais e ficar horas com um snorkel contemplando os peixes e, se tiver sorte, tartarugas (eu tive e vi uma, enorme, nadando até a superfície para respirar).
Aí vão algumas fotos de Gili Trawangan:
A praia
Boa vida à beira mar
A água
O táxi local
Pôr do sol com o vulcão de Bali à esquerda e lua crescente no alto
Onde está o nosso suco de papaia ao tomar café? Foi uma viagem incrível.
Fantástico, Cláudia! Como sempre, sua lente tira fotos perfeitas! bj
Que maravilha, Claudia!!! Parabéns pelas fotos e texto. Bjos…
De boca aberta, só babando…
Mar translúcido, dá para ver os corais e os peixes, areias brancas, praias desertas, suco de papaya no café da manhã, por de sol com vulcão ao fundo e lua crescente nos céus, jantar a beira mar, passeios noturnos, assim vc “mata a cobra e mostra o pau”. Que coisa, Cláudia. Menos, menos, por favor! rsrsrsrsrssssss…..
Cláudia, admiro seu trabalho e já a vi em entrevista no Jô. Gostaria de saber se vc nasceu em Curitiba. Sou de lá e conheci uma Cláudia Trevisan qdo eu era beeemmmmmm mais nova. Seria um prazer reencontrá-la, e sua maravilhosa mãe, tia Zeneide. De qquer forma, se não for vc, continuo como sua admiradora, abraços, Jô.
Oi Jô! Não nasci em Curitiba, mas sou paranaense, de Cornélio Procópio. Mesmo não sendo eu a Cláudia Trevisan que você conheceu, seria um prazer encontrá-la. Abraço e obrigada pela mensagem. Cláudia
Oi Claudia, você é de Cornélio Prócopio, essa eu não sabia. Sou de Londrina, radicado em Curitiba, mas com uma saudade imensa da minha cidade e Região.
Olha, estou babando, deve ser realmente fantástico esses lugares que vocês estão.
Só o fato da água ser cristalina já é um sonho.
Ai, vem aquela pergunta, porque as nossas praias tem água quase vermelha?
Será que somos nós os encardidos?
Aliás, você sabia que aqui em Curitiba, eu você e a nossa amiga ai de cima somos chamdos de pé-vermelho!
Mas parebens, continue mostrando as maravilhas do mundo, nós aqui apreciamos muito.
Sim, sou pé vermelho com muito orgulho! Abração. Cláudia
Que delícia……!!!!!!
Oi Claudia, acho que muitas pessoas viram vc no Jô e por alguma semelhança com as amigas de infância, também fiquei curiosa, pois gostaria de saber se vc morou em Marilia e estudou no Bicudo??? Independente de ser vc ou não, gostaria de parebenizá-la pelo grande sucesso profissional e jornalista competente.
Lucilene, obrigada pela mensagem. Sou de Cornélio Procópio, no Paraná, e não morei em Marília. Abraço.
Cláudia Trevisan
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