Nem Julia Roberts aguenta essa história de viver entre um namoro e outro. Baseado no best-seller da americana Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar e Amar já tem o seu trailer oficial. A história da mulher que, depois de duas grandes desilusões amorosas, resolve tirar um ano sabático entre Itália, Índia e Indonésia vai gerar ainda mais identificação quando protagonizada pela pretty woman mais querida de Hollywood. E, claro, com as participações especiais de Javier Bardem como mocinho e Brad Pitt na produção.
Confira uma amostra do que vem por aí. A estreia brasileira está prevista para o dia 24 de setembro.
Algumas crianças têm cachorro. Outras, preferem gatos. Soluço, um garoto viking, tem um dragão. Mas o ‘bichinho’ não foi um presente do pai. Este, a propósito, nem desconfia da amizade do filho com seu maior inimigo. Estreia hoje (26) Como Treinar o seu Dragão, a nova animação da DreamWorks, inspirada no livro homônimo de Cressida Cowell. Inspirada mesmo, pois, da obra, o filme herdou apenas os personagens e a ideia central. O roteiro escrito por Chris Sanders é autoral, consistente e detalhista. E tudo isso você vai ver realçado pelos efeitos tridimensionais.
A aventura acontece na aldeia Berk, onde valentes habitantes aprendem desde cedo a arte de matar dragões. Soluço, filho do líder viking, bem que tenta seguir a tradição de seu povo, apesar de ser diferente de todos. Fraquinho e medroso, ele inventa armas malucas para combater os répteis medievais, até que um dia, consegue acertar um deles. Não é pela força, porém, que Soluço domina Banguela (apelido do bicho abatido), mas pela relação de amizade e respeito que estabelece com ele.
Tudo isso é previsível. A surpresa mesmo fica para o final: como poderia o garoto enfrentar a mais temida das feras e sair ileso? A resposta você não encontra nem nas páginas do livro. Só mesmo na telona. Como Treinar o seu Dragão valoriza a inteligência das crianças e alfineta a prepotência dos adultos, que insistem em impor aos pequenos seu ponto de vista soberano.
E não se assuste se seu filho identificar semelhanças entre Banguela e um certo alienígena. É que os diretores Dean DeBlois e Chris Sanders são os mesmos de Lilo e Stitch (2002).
Ele não puxou o pai | Stoico, o Imenso (com voz de Gerard Butler na versão original) é o líder da aldeia e um típico viking: valentão, forte e um excelente matador de dragões. Ele espera que seu filho seja tudo isso. Mas Soluço, contrariando os desejos do pai, encontra uma nova maneira de domar os voadores medievais: usando a cabeça. (Fernanda Araujo e Luiza Pereira)
Já ouviu falar nessa categoria (do título)? Tim Burton, com certeza, é um de seus precursores. São filmes de atmosfera sombria, cenários soturnos e capazes de gerar grande tensão psicológica até mesmo em adultos – nas crianças, então, nem se fala. Desde O Estranho Mundo de Jack (1993), o primeiro longa de animação com roteiro do cineasta, até a chegada de Alice no País das Maravilhas, com pré-estreia no dia 21, Tim Burton atinge espectadores de uma maneira lúdica muito expressiva: um horror bonito, fofo e infantilizado.

Alice no País das Maravilhas
Alice é assim. Depois de assistir ao filme, a dúvida que fica é: trata-se de uma obra para crianças ou para adultos? Coraline e o Mundo Secreto (2009), de Neil Gaiman, desperta a mesma pergunta. A história da menina que entra por uma portinha e se depara com um mundo escuro, onde é sempre noite e todas as pessoas têm olhos de botões, deixa qualquer adulto (bem, nem todos) com calafrios. Vá por outro lado, fora das animações. Pense na cena no cavalo se afundando em areia movediça em A História Sem Fim (1984). Em uma rápida visita aos vídeos da cena no Youtube, você vai ver que não é o único que se debulha em lágrimas até hoje ao lembrar do terrível choro de Bastian ao perder seu melhor amigo. E olha que o filme é para crianças.
Quando um diretor faz terror infantil, gênero que agrada aos adultos, é comum ouvir as pessoas dizerem que “esse não é um filme infantil”. Grande parte dessas obras, porém, são baseadas em livros de fantasia direcionados especificamente para crianças – caso de todos os citados acima. O que preocupa é se a exposição a esse tipo de ansiedade pode gerar algum tipo de trauma à criança.

Coraline e o Mundo Secreto
“Sim, existe essa possibilidade. Se a criança não digere o estresse gerado por filmes agressivos, tristes ou assustadores, ela pode ter reações comportamentais a isso, como dormir mal, ter queda de rendimento escolar ou irritabilidade”, explica Denise Pará Diniz, psicóloga coordenadora do Centro de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp. O garoto pode até assistir ao filme sozinho ou com amigos, mas, depois, é importante que a família pergunte o que ele entendeu da trama e o que está sentindo. “A criança precisa perceber o que ali é parecido com o real e o que é uma simples fantasia. Permitir que ela expresse o que sente por conversas ou desenho é uma boa dica”, diz Denise.
É claro que esse tipo de filme não é exatamente desaconselhável aos pequenos – talvez as produtoras já teriam parado de investir neles e a Classificação Indicativa os boicotaria. O lado bom é que colocam em pauta assuntos que teriam uma abordagem direta mais difícil entre pais e filhos, como violência ou temas mais abstratos – representações reais e irreais deles mesmos e dos outros, por exemplo.
Por fim, gaste 5 minutos para assistir a este curta de animação da Pixar, Alma, criado pelo espanhol Rodrigo Blaas em 2009 e vencedor de vários prêmios internacionais. Ele usa o terror infantil para falar de um tema extremamente complexo: a autoimagem e autoidentificação da criança. Uma forma bastante enigmática de captar a concentração de qualquer pessoa, seja ela pequena ou grande.
Comparar o nome original de filmes estrangeiros com as brilhantes (not!) adaptações feitas para o português pode ser um pouco frustante. Só para citar alguns recentes: A Single Man virou O Direito de Amar. The Hurt Locker ganhou ares de propaganda política como Guerra ao Terror. Para completar a célebre lista, estreia na próxima sexta (26) o novo longa escrito e dirigido por Guillermo Arriaga: The Burning Plain. No Brasil: Vidas que se Cruzam.
O motivo de tanto cruzamento é uma explosão em um trailer no meio do nada, à beira de uma estradinha que liga duas cidades americanas, próximas da fronteira com o México. O incidente coloca duas famílias em confronto e os desdobramentos levarão anos e anos.
Ok, o título até vai fazer sentido. Mas o espectador mais atendo há de lembrar de algumas referências de filmes escritos por Arriaga, nos quais este nome genérico também se aplicaria, como o acidente de carro que muda o curso dos personagens de Amores Brutos, ou o tiro mal disparado (mas muito bem apontado) em Babel. Mas o que me deixou encucado mesmo foi o seguinte: por acaso existe algum filme em que não haja… ‘vidas que se cruzam’?

Sandra Bullock vive Leigh Anne em filme que estreia hoje
Um Sonho Possível, de John Lee Hancock, é um filme de superação baseado em fatos reais. E isto é quase tudo o que você precisaria saber sobre o drama, porque é basicamente tudo o que vai encontrar. O filme talvez passasse despercebido pelos cinemas – e pela sua vida – se não tivesse Sandra Bullock no elenco. Ou se, com ele, ela não tivesse ganhado o Oscar.
A história é baseada na vida do jogador de futebol americano Michael Oher, um jovem que cresceu sozinho, depois de ter a família destruída. Negro e pobre, ele não teria grandes perspectivas se não tivesse cruzado o caminho de Leigh Anne, aparentemente uma típica perua sulista. Em uma noite fria, ela se sensibiliza com o desamparo do rapaz. Leigh Anne o leva para casa, para a família, para a sociedade. E descobre no ‘filho’ algo que nem ele adivinhava: um grande talento para o esporte.
Se você decidir ver ‘Um Sonho Possível’, vai ver Sandra Bullock com nunca antes. Ela aprendeu um novo sotaque, tingiu os cabelos de loiro, vestiu um figurino cafona – e conseguiu fazer tudo isso sem afetação. Mas não espere por uma grande cena sua, porque o roteiro não a oferece.
Especula-se que Sandra tenha levado o Oscar pelo conjunto de sua obra. Com 17 anos de carreira, ela é uma das atrizes mais queridas de Hollywood e têm no currículo sucessos de bilheteria como ‘Velocidade Máxima’ e ‘Miss Simpatia’. E ela ainda é uma graça.
Às vésperas do Oscar, Sandra ganhou um prêmio menos prestigioso, o Framboesa de Ouro, dedicado aos piores do ano, por sua atuação em ‘Maluca Paixão’. Bem-humorada, ela compareceu à premiação e distribuiu cópias do filme aos presentes, por acreditar que eles não o tinham visto. Sandra diz que vai colocar o Framboesa e o Oscar na mesma estante, para não perder o foco.
Fofa, não? Pois é. Para gostar de ‘Um Sonho Possível’, sua admiração por Sandra Bullock tem de superar seu interesse por uma história bem-contada. É, de fato, um filme de superação.
A Fox divulgou a notícia que todo fã de Avatar esperava: o DVD e BluRay do filme serão lançados em 22 de abril, data comemorativa do Dia da Terra. A escolha tem muito a ver com a mensagem de conscientização ambiental que o filme pretende trazer e tem como objetivo ser mais um dos acontecimentos que marquem a data no calendário internacional. Mas se os fãs queriam extras, detalhes, se saíam das salas de cinema sussurrando que “seria tão legal ver um DVD com cenas que foram cortadas na edição final”, vão ter que esperar mais um pouco.
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Pois é. Mesmo que o momento de assistir à maior bilheteria da história no conforto do próprio sofá esteja próximo, o que o espectador vai ver é exatamente o mesmo que viu no cinema – só que na versão 2D, é claro, já que a previsão da chegada do DVD 3D às lojas fica para 2011. Em novembro, a distribuidora promete uma “Ultimate Edition”, esta sim, com todos os detalhes que o público realmente quer.
O que isso tudo quer dizer? Que os fãs mesmo, aqueles de carteirinha, que se vestiram de azul no Oscar e morreram de desespero ao ver seu filme perder o prêmio, vão precisar comprar o mesmo produto TRÊS vezes se quiserem ver tudo o que James Cameron produziu nesses dez anos. Esse é um dos primeiros e mais inesperados casos de grandes obras cinematográficas a chegar à versão de DVD sem nenhum dos bônus normalmente oferecidos. Vantagem mesmo, só para a distribuidora. (Reuters e Los Angeles Times)

O cinema é uma arte enrolada?
O processo de produção de um filme é muito demorado. Da procura do argumento ideal (que dará origem ao roteiro futuro) até a fase de pós-produção, existem muitas etapas a serem cumpridas. A principal diferença entre o pontapé inicial do trâmite no Brasil e nos Estados Unidos é que, por lá, na maior parte dos casos, são as produtoras que procuram um diretor interessado em assumir o projeto. Isso leva tempo, é claro. Mas, por aqui, a pior burocracia está na fase de arrecadar recursos para tocar a ideia que está na cabeça do diretor. Apoio e patrocínio de empresas públicas e privadas são a nossa principal fonte de dinheiro.
No entanto, em um mundo ideal onde a grana não seja um empecilho, um diretor deveria ser capaz de finalizar um filme em um período que varia entre dois e três anos. Para a fase inicial de elaboração de um roteiro adequado, leva-se em média um ano. Mas o cineasta Heitor Dhalia (À Deriva, 2009, e O Cheiro do Ralo, 2006) explica que o cinema é uma arte lenta, que precisa de uma conjunção de muitos fatores dando certo ao mesmo tempo para funcionar – e que, consequentemente, torna-se um verdadeiro milagre lançar filmes muito próximos um do outro, como faz Martin Scorsese, por exemplo (Ilha do Medo, em cartaz, Os Infiltrados, 2006, O Aviador, 2004, Gangues de Nova York, 2002, só para citar os principais últimos).
“Tudo que o diretor quer é filmar, mas os projetos têm dinâmicas próprias e não dependem só de sua vontade, muito pelo contrário. Elaborar um roteiro, captar imagens, fazer as fimagens, enfim, tudo demora muito”, afirma Dhalia. E conclui com uma frase que o amigo, ator e produtor Selton Mello costuma dizer o tempo todo: “O processo é lento, o barato é louco e o bagulho é sério.” Coisa de cineasta, mesmo.
O que leva um diretor a ficar tanto tempo por conta de um único filme? Tem gente que acha que a produção deve ser mais rápida e que o papel desses profissionais é lançar um grande número de obras de boa qualidade sim, mas no menor intervalo de tempo possível. Alguns têm outra opinião: há quem considere que, às vezes, dez anos são necessários para elaborar um roteiro sensacional, com filmagem espetacular e pós-produção que beire o perfeito – como é o caso de James Cameron, em Avatar, que levou anos criando o alfabeto Na’vi e a cultura do planeta Pandora, além de ter de esperar uma década para que a tecnologia 3D alcançasse seus planos megalomaíacos para o ano de 1994.

David Fincher vai filmar a história do jogador de xadrez Bobby Fisher
David Fincher, diretor de Seven – Os Sete Crimes Capitais (1995), Clube da Luta (1999) e O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) bem que poderia ser um pouco mais veloz entre uma produção e outra. Ele fez filmes menores entre esses grandes sucessos, mas, para as obras primas, ele demora muito tempo. Longe da Paramount, distribuidora dos seus dois últimos filmes, ele anunciou ontem que vai dirigir um novo longa feito pela Columbia Pictures. Pawn Sacrifice vai contar a história do legendário jogador de xadrez Bobby Fisher, que venceu os primeiros campeonatos aos 13 anos, participou de um mundial aos 22 e quebrou com a hegemonia russa no esporte, tornando-se um grande herói americano.
A pergunta é: de quanto tempo um filme de sucesso precisa para ficar impecável? Desde o lançamento de O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei (2003), os fãs aguardam ansiosamente a chegada de O Hobbit, que é na verdade o primeiro dos livros de J. R. R. Tolkien. Peter Jackson, no entanto, teve vários entraves legais e, até hoje, as filmagens ainda não começaram – ele previu um mínimo de 14 meses para que elas sejam concluídas. O que pode ser feito para acelerar esse processo e não comprometer a qualidade dos filmes? Dê a sua opinião e aguarde os próximos posts.

Viggo Mortensen será Freud no longa The Talking Cure
Quem assistiu a Bastardos Inglórios com certeza vibrou ao ver Christoph Waltz abocanhar o Oscar de ator coadjuvante pela performance como o caçador de judeus Hans Landa. Era de se esperar, no entanto, que Waltz fosse buscar novos desafios mais adiante, interpretando personagens inéditos e diferentes do último que criou, como todo bom ator costuma fazer. Ele poderia até ir na contrapartida da linha inspirada pelo Holocausto e viver um dos mais famosos judeus de todos os tempos, Sigmund Freud. Era uma ideia interessante.
A proposta veio - e foi feita pelo mesmo diretor de A Mosca (1986) e Crash (1996), David Cronenberg, o ‘Barão do Sangue’. Todos esperavam que os olhos de Waltz fossem brilhar ao ler o roteiro de The Talking Cure (ainda sem tradução), a adaptação ao cinema de uma peça criada por Christopher Hampton que trata de conflitos entre o pai da psicanálise e seu discípulo, Carl Jung. Mas não. O vencedor do Oscar preferiu outro projeto. Qual? Outro psicopata. Ele viverá August no filme Water for Elephants (também sem tradução), baseado no livro homônimo de Sara Gruen e dirigido por Francis Lawrence.
Não que se trate de uma escolha errada. O papel foi cobiçado até mesmo pelo seletivo Sean Penn e o elenco do filme já conta com astros hollywoodianos como Robert Pattinson e Reese Witherspoon. Com estreia prevista para 2011, o início das filmagens já será no dia 17 de maio e há grandes espectativas para a produção. É que o público – e a crítica – esperavam ver o ator se aventurar por linhas diferentes (e correr o risco de ser estereotipado como um intérprete de sádicos parece iminente).
Ah, sim. Quem fica como protagonista de The Talking Cure é Viggo Mortensen, da trilogia O Senhor dos Anéis e do longa Senhores do Crime (2007), último filme de Cronenberg. Boa sorte aos dois. (Efe)
(Este é um dos posts da série de resenhas publicadas no Guia do Estadão sobre filmes que concorreram ao Oscar e estão em cartaz)
Guerra ao terror | The Hurt Locker, EUA, 2008
Indicações | Melhor Filme; Melhor Diretor, para Kathryn Bigelow; Melhor Ator, para Jeremy Renner; Melhor Montagem; Melhor Trilha Sonora; Melhor Fotografia; Melhor Mixagem de Som; Melhor Edição de Som; Melhor Roteiro Original; Venceu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Direção (sendo a primeira diretora mulher a ganhar o prêmio), Melhor Edição, Melhor Roteiro Original
Soldados bem humanos, num ponto bem preciso da Terra, conduzem a trama do filme que ameaça desbancar o multimilionário e interplanetário Avatar no próximo Oscar. A diretora, Kathryn Bigelow, é igualmente humana e sensível – muito mais, certamente, do que aqueles que deram o título brasileiro de Guerra ao Terror a The Hurt Locker, quando o lançaram primeiro em DVD. Não vale batizar esse belo filme, que mostra a ocupação no Iraque, com o exato argumento dado pelos americanos para sua presença no país. Porque, na tela, não há pretexto geopolítico que valha: “a guerra é uma droga”, avisa um letreiro do início, e o termo ‘droga’ toma rumos impensados – o vício pela adrenalina.
Começamos acompanhando o papo de alguns militares em campo de batalha. Parecem personagens típicos de Hollywood: há o negro espirituoso, o loirinho assustado, o novato metido a sabichão. A diferença é que eles formam um esquadrão responsável pelo desarmamento de bombas. E são eles que vemos, em geral com medo, cansados, contando os dias para o fim (ainda que o alistamento não fosse obrigatório).
Kathryn, experiente no gênero de ação, cria cenas estonteantes. Mas é nos pequenos intervalos entre a tensão que sua feminilidade se mostra – e justifica por que ela, que foi casada com o James Cameron de Avatar, merece ser a primeira mulher a ganhar o Oscar de direção.
A câmera filma as ondas de calor, as casas e os olhares do Oriente Médio. Em uma cena das mais bonitas, os soldados simplesmente têm sede. O que torna impossível detestá-los. Talvez esse desconcerto seja seu trunfo: é um filme de ação, mas não há sentido em torcer para alguém. (Ilana Lichtenstein)
2011
2010