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	<title>Ciência Diária</title>
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	<description>Para explicar (explicando) o mundo ao seu redor</description>
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		<title>Exame de sangue poderá indicar gestante propensa a desenvolver depressão pós-parto</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia e Psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão pós-parto -]]></category>
		<category><![CDATA[Eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal]]></category>
		<category><![CDATA[Escala de Depressão Pós-Natal de Edimburgo]]></category>
		<category><![CDATA[Estresse -]]></category>
		<category><![CDATA[Genes -]]></category>
		<category><![CDATA[Genética -]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Grávidas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pré-natal -]]></category>
		<category><![CDATA[Variantes genéticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, descobriram duas variantes genéticas que podem indicar se uma gestante é mais propensa a desenvolver a depressão pós-parto, transtorno psiquiátrico que afeta uma em cada cinco mulheres no Brasil. De difícil diagnóstico, o problema é negligenciado em muitos países e a criação de um exame de sangue capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16908" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/05/quadro_cezanne2.jpg"><img class="size-full wp-image-16908" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/05/quadro_cezanne2.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">&#039;Hortense Breast Feeding&#039;, de Paul Cezanne</p></div>
<p align="JUSTIFY">Pesquisadores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, descobriram duas variantes genéticas que podem indicar se uma <strong>gestante</strong> é mais propensa a desenvolver a <strong>depressão pós-parto</strong>, transtorno psiquiátrico que afeta uma em cada cinco mulheres no Brasil. De difícil diagnóstico, o problema é negligenciado em muitos países e a criação de um exame de sangue capaz de evidenciar a suscetibilidade para o problema pode ter impactos muito positivos sobre a mãe e o bebê.</p>
<p align="JUSTIFY">Os pesquisadores avaliaram a resposta de 200 mulheres <strong>grávidas</strong> a um teste conhecido como Escala de Depressão Pós-Natal de Edimburgo (Edinburgh Postnatal Depression Scale – EPDS)*, largamente utilizada como instrumento de triagem para identificação de quadros de <strong>depressão pós-parto</strong>. Elas foram submetidas ao teste na primeira consulta do pré-natal e entre duas e oito semanas depois do parto. Ao comparar os resultados com o exame de sangue, a equipe observou que as <strong>gestantes</strong> com <strong>depressão pós-parto</strong> eram mais propensas a ter duas variantes genéticas que alteram a forma como receptores agem na regulação do eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal &#8211; parte do sistema endócrino que é ativado na resposta ao estresse.</p>
<p align="JUSTIFY">Estudos anteriores já haviam indicado uma associação entre a <strong>depressão pós-parto</strong> e o eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal, mas a novidade fica a cargo da identificação de variantes específicas. &#8216;Demos um passo importante na caracterização dos riscos potenciais e, portanto, estamos pavimentando o caminho para o tratamento médico adequado às mulheres que estão propensas a desenvolver a <strong>depressão pós-parto</strong>&#8216;, afirma Dimitris Grammatopoulos, professor de medicina molecular envolvido no trabalho.</p>
<p align="JUSTIFY">Os pesquisadores planejam agora realizar um estudo multicêntrico maior para buscar novas variantes genéticas, detalhando como atuam as alterações hormonais e a predisposição ao transtorno.</p>
<p align="JUSTIFY"><em><strong>*<a href="http://www.proteste.org.br/20110224/questionario-depressao-pos-parto-attach_s536461.pdf" target="_blank">Escala de Depressão Pós-Natal de Edimburgo</a>.</strong> Composto por dez itens divididos em quatro graduações (0 a 3), o teste mede a intensidade de sintomas depressivos. Embora rápido, autoaplicável e simples, o método é incapaz de identificar mulheres no grupo de risco.</em></p>
<p><strong>Veja também:<br />
</strong><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/estudo-norte-americano-avalia-causas-e-sintomas-da-chamada-depressao-pos-adocao/">Estudo avalia causas e sintomas da chamada &#8216;depressão pós-adoção&#8217;<br />
</a>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/uso-de-antidepressivos-na-gravidez-podem-aumentar-risco-de-aborto-espontaneo/">Uso de antidepressivos na gravidez pode aumentar risco de aborto em até 64%<br />
</a>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/cientistas-testam-precisao-do-calendario-lunas-chines-para-predizer-sexo-do-bebe/">Cientistas testam precisão do calendário chinês para predizer sexo do bebê</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeos produzidos por alunos do MIT ensinam conceitos básicos de ciência</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/videos-produzidos-por-alunos-do-mit-ensinam-conceitos-basicos-sobre-ciencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 22:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode ser o empurrão que faltava para você aprimorar o inglês. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a ONG Khan Academy estreitaram a amizade com o objetivo de oferecer explicações didáticas e divertidas sobre ciência aos internautas. A ideia, chamada de MIT+K12, é que os alunos do MIT produzam vídeos de cinco a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/videosmit2.png"><img class="size-full wp-image-16893 aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/videosmit2.png" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p>Pode ser o empurrão que faltava para você aprimorar o inglês. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a ONG Khan Academy estreitaram a amizade com o objetivo de oferecer explicações didáticas e divertidas sobre ciência aos internautas. A ideia, chamada de MIT+K12, é que os alunos do MIT produzam vídeos de cinco a dez minutos de duração sobre temas variados.</p>
<p>Quer dar uma olhada no que já foi produzido até agora? Comece entendendo como um avião consegue voar:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/aLJzEl5st8s" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Para acessar outros vídeos, <a href="http://k12videos.mit.edu/" target="_blank">visite o site do projeto</a> ou acompanhe as atualizações no canal do <a href="http://www.youtube.com/mitk12videos" target="_blank">YouTube</a>. Até agora, a ‘parceria’ já resultou em 75 vídeos.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/programa-de-computador-sabe-quando-aluno-esta-com-tedio/">Programa de computador sabe quando aluno está com tédio</a><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/simulador-de-terremoto-mostra-como-olhos-e-ouvidos-conseguem-manter-sensacao-de-equilibrio/">Simulador de terremoto mostra como olhos e ouvidos mantêm equilíbrio</a><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/ciencia-decifrando-a-arte-pesquisador-mostra-a-magica-dos-quadros-de-rembrandt/">Ciência decifrando a arte: pesquisa mostra a &#8216;mágica&#8217; de Rembrandt</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sombrero tem personalidade dupla: exibe o comportamento de dois tipos de galáxias</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 00:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação de Virgem]]></category>
		<category><![CDATA[Formas das galáxias]]></category>
		<category><![CDATA[Galáxia -]]></category>
		<category><![CDATA[Sombrero]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que foi descoberta em 1767, a galáxia Sombrero, localizada a 28 milhões de anos-luz na constelação de Virgem, chama a atenção de astrônomos por sua forma nada convencional: um disco achatado rodeia seu núcleo protuberante, de forma que sua estrutura se assemelha a um chapéu de largas abas. Agora, novas observações do telescópio espacial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/sombrero.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16879" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/sombrero.jpg" alt="NASA/JPL-Caltech" width="600" height="250" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Desde que foi descoberta em 1767, a <strong>galáxia</strong> Sombrero, localizada a 28 milhões de anos-luz na constelação de Virgem, chama a atenção de astrônomos por sua forma nada convencional: um disco achatado rodeia seu núcleo protuberante, de forma que sua estrutura se assemelha a um chapéu de largas abas. Agora, novas observações do telescópio espacial Spitzer, da Nasa, revelam que a <strong>galáxia</strong> tem, na verdade, &#8216;dupla personalidade&#8217;.</p>
<p align="JUSTIFY">Embora cientistas ainda precisem responder muitas questões sobre a forma das <strong>galáxias</strong>, atualmente dispomos de um bom entendimento acerca dessas incríveis organizações cósmicas. Há basicamente três tipos de <strong>galáxias</strong> – as espirais (Via Láctea), as elípticas (Virgo A) e as irregulares (Grande Nuvem de Magalhães) -, formadas originalmente como um disco em espiral. Quando interagem com outras, acabam assumindo a forma elíptica (do que se conclui que <strong>galáxias</strong> elípticas são as mais antigas no universo). Isso se deve a interação de gases, influência da gravidade, presença da invisível matéria escura, entre outros fatores, que estão sendo testados em diferentes modelos e simulações.</p>
<p align="JUSTIFY">Já que a forma de uma <strong>galáxia</strong> tende a seguir um processo mais ou menos regular ao longo de milhares de anos, por que então algumas, como a Sombrero, exibem características tão peculiares? A primeira resposta seria uma gigantesca <strong>galáxia</strong> elíptica ter engolido um pequeno disco espiral. Mas isso é improvável. Num processo como esse, a estrutura do disco seria destruída. É mais realista pensar que a imensa <strong>galáxia </strong>elíptica foi inundada com gás há 9 bilhões de anos. Em órbita pela força gravitacional, o material injetado no centro do anel galáctico teria, por fim, se transformado no disco achatado que observamos hoje (na imagem acima é possível ver claramente a galáxia elíptica em azul com o disco vermelho ao redor. Crédito: NASA/JPL-Caltech).</p>
<p align="JUSTIFY">A hipótese, no entanto, não encerra o debate. Como um disco tão grande foi formado – e sobreviveu! &#8211; dentro de uma <strong>galáxia</strong> elíptica tão maciça? Esse processo é tão incomum quanto se supõe? Para os cientistas, responder essas perguntas pode dar boas pistas de como <strong>galáxias</strong> evoluem, como o universo foi formado e como outras <strong>galáxias</strong> podem ter se comportado há alguns bilhões de anos.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/cinco-nebulosas-que-valem-uma-espiadinha/">Cinco nebulosas que valem (estas sim!) uma espiadinha<br />
</a>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/galaxia-%e2%80%9cpouco-evoluida%e2%80%9d-mostra-realidade-das-primeiras-galaxias-do-universo/">Galáxia &#8216;pouco evoluída&#8217; mostra realidade das galáxias primordiais</a><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/imagem-de-galaxia-em-espiral-mostra-como-via-lactea-seria-observada-ao-longe/">Imagem de galáxia mostra como Via Láctea seria observada a distância<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Acupuntura age em áreas do cérebro envolvidas com a dor, sentimentos e cognição</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/acupuntura-age-em-areas-do-cerebro-envolvidas-com-a-dor-sentimentos-e-cognicao/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia e Psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
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		<category><![CDATA[Ressonância]]></category>
		<category><![CDATA[Ressonância magnética]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema sensorial somático]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores do Instituto Médico da Universidade Charité, na Alemanha, debruçaram-se sobre mais de 100 estudos sobre acupuntura para produzir mapas do cérebro de pacientes que receberam aplicações de agulhas em 18 diferentes pontos do corpo. As imagens em vermelho correspondem às regiões cerebrais estimuladas durante a prática. Os pontos em azul mostram partes do órgão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="JUSTIFY"><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/journal.pone_.0032960.g003.png"><img class="size-full wp-image-16859 aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/journal.pone_.0032960.g003.png" alt="" width="600" height="424" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Pesquisadores do Instituto Médico da Universidade Charité, na Alemanha, debruçaram-se sobre mais de 100 estudos sobre <strong>acupuntura</strong> para produzir mapas do cérebro de pacientes que receberam aplicações de agulhas em 18 diferentes pontos do corpo. As imagens em vermelho correspondem às regiões cerebrais estimuladas durante a prática. Os pontos em azul mostram partes do órgão que foram desativadas pela prática. Os resultados mostram que o estímulo provocado pela <strong>acupuntura</strong> age sobre uma ampla rede, responsável não apenas pelo sistema sensorial somático (aquele que dá a percepção do mundo pelo tato e  temperatura), mas também afetivo e cognitivo. <a href="http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0032960" target="_blank">Um artigo descrevendo o trabalho foi publicado no periódico científico especializado <em>PloSOne</em></a>.</p>
<p align="JUSTIFY">Muitas pesquisas já foram realizadas para avaliar o impacto da <strong>acupuntura</strong> no corpo humano, mas ainda não se sabe exatamente os mecanismos que fazem com que o paciente se sinta bem. O efeito placebo é considerado por muitos especialistas, embora animais também respondam aos estímulos da terapia, o que abre a porta para outras questões: roedores ou cães poderiam estar sendo alvos do &#8216;placebo ativo&#8217; – com ação própria, mas não específica para a doença em questão – ou estariam, como humanos, reagindo exclusivamente ao toque ou aos cuidados? Seja como for, há efeito, admitem estudiosos. E seria interessante saber detalhadamente como isso funciona no corpo.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Neutralizando a dor.</strong> Em 2010, uma equipe de Rochester, nos EUA, demonstrou que os <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/medicacao-triplica-efeitos-analgesicos-da-acupuntura-em-experiencias-com-roedores/">efeitos da <strong>acupuntura</strong> poderiam ser triplicados em ratos com o uso de medicamentos analgésicos</a>. As agulhas chegariam aos tecidos mais profundos da pele atuando sobre o sistema nervoso periférico, fazendo uma molécula – adenosina – enviar os sinais necessários ao cérebro para a liberação da endorfina, uma substância química responsável pelo &#8216;prazer&#8217;. Outro estudo conduzido na Universidade de York, na Inglaterra, mostrou que a <strong>acupuntura</strong> é capaz de atuar sobre estruturas neurais específicas que desativam as regiões associadas à dor, sustentando a mesma ideia de que os seus efeitos são potencialmente (e <span style="text-decoration: underline">sobretudo</span>) analgésicos.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/pela-paz-meditacao-induz-cerebro-a-gastar-menos-tempo-antecipando-experiencia-dolorosa/">Meditação induz cérebro a não perder tempo antecipando a dor</a><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/cientistas-descobrem-alvo-para-apagar-memorias-da-dor-no-cerebro/">Cientistas descobrem alvo para &#8216;apagar&#8217; memórias da dor</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ansiedade matemática dispara &#8216;gatilho do medo&#8217; no cérebro e dificulta resolução de problemas</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/ansiedade-matematica-dispara-gatilho-do-medo-no-cerebro-e-dificulta-resolucao-de-problemas/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 00:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia e Psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade -]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Aritmética]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Discalculia]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática -]]></category>
		<category><![CDATA[Senso de número]]></category>
		<category><![CDATA[Senso numérico]]></category>

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		<description><![CDATA[Atire a primeira pedra quem nunca vacilou fazendo um cálculo simples ao dividir a conta com os amigos. Embora compartilhemos com outros animais o chamado ‘senso para o número’ &#8211; uma noção primária e inata de quantidade que dá a hienas o poder de avaliar os riscos durante um ataque e aos sapos a medida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/lapis1.jpg"><img class="size-full wp-image-16837 aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/04/lapis1.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: left">Atire a primeira pedra quem nunca vacilou fazendo um cálculo simples ao dividir a conta com os amigos. Embora compartilhemos com outros animais o chamado ‘senso para o número’ &#8211; uma noção primária e inata de quantidade que dá a hienas o poder de avaliar os riscos durante um ataque e aos sapos a medida mais ou menos exata de quantas moscas  se deve comer -, nem todos têm uma boa relação com a (mal) dita matemática formal. E somar ou subtrair, ainda que os valores sejam tão baixos a ponto de poderem ser transformados em imagens mentais de picolés, é, para muitos, uma das tarefas mais árduas do mundo. Mas não é falta de inteligência, não senhor. Na verdade, medo demasiado. A tal da ansiedade matemática, sensação de tensão e apreensão que simplesmente torna a realização de operações numéricas um sacrifício.</p>
<p>Popularizado em meados da década de 1960, o termo ganha força agora que um mapeamento do cérebro realizado por uma equipe da Universidade de Stanford, nos EUA, conseguiu provar (por A + B) que a ansiedade matemática: 1 – existe; 2 – deixa rastros bem definidos na mente. A análise de ressonâncias magnéticas de crianças entre sete e nove anos mostra que o cérebro de indivíduos que reagem com apreensão a desafios matemáticos funciona da mesma maneira que em pessoas com outros tipos de ansiedades. A atividade é mais acentuada nas amígdalas, um pedacinho do cérebro considerado a matriz do medo, e também em uma região do hipocampo, envolvido com a formação de memórias. O mais importante, porém, é que áreas relacionadas a memória de trabalho e processamento numérico atuam com uma intensidade menor. Em outras palavras: uma vez disparado o gatilho do medo em relação aos números, fica bem difícil saber que 2 + 2 = 4.</p>
<p>‘É esperado mesmo que o avanço da neurociência esclareça e evidencie com maior precisão vários aspectos do funcionamento do cérebro’, avalia a psicóloga Márcia Regina Ferreira de Brito, autora do livro ‘Psicologia da educação matemática: teoria e pesquisa’ (Ed. Insular, 2005). ‘Mas isso já aparece na literatura (científica) faz muito tempo. Integrante do grupo de pesquisa da Unicamp ‘<a href="http://www.fe.unicamp.br/psiem/" target="_blank">Psicologia e Educação Matemática</a>&#8216;, cujo objetivo é investigar os processos relacionados à formação de conceitos matemáticos, ela ressalta a influência do psicólogo soviético Vadim Kruteskii, autor de ‘<em>The Psychology of mathematical abilities in schoolchildren</em>’, sobre a questão: nas páginas finais de seu livro, ele afirmou que certas pessoas carregam características inatas na estrutura e no funcionamento cerebral que seriam extremamente favoráveis (ou muito desfavoráveis) ao desenvolvimento de habilidades matemáticas. ‘Esses aspectos que antes eram evidenciados e inferidos a partir de outros métodos de investigação hoje são reforçados pelos avanços da neurociência’, completa Márcia.</p>
<p>Contudo, como a questão do ovo e da galinha, ainda é impossível determinar se dada estrutura do cérebro define o comportamento, ou vice-versa. ‘Não se sabe se as alterações cerebrais ocorrem antes ou após um evento traumático. A ansiedade matemática pode ser resultado de uma série de eventos: fatores socioculturais e medo de fracassar, por exemplo’, explica <a href="http://med.stanford.edu/profiles/Vinod_Menon/" target="_blank">Vinod Menon</a>, professor de psiquiatria e ciências do comportamento na Stanford e autor do artigo sobre o assunto publicado no periódico científico especializado <em>Psychological Science</em>. O que se pode constatar é que essa ansiedade pode prejudicar inclusive mentes brilhantes. ‘Todas as crianças avaliadas tinham uma inteligência acima da média e mostraram habilidades matemáticas normais em um teste padronizado’, explica Menon. Só que quem sofria de ansiedade levava mais tempo para resolver o problema, chegando a resultados menos precisos.</p>
<p>Márcia observa que crianças começam a apresentar ansiedade matemática a partir do momento que percebem que fracassam em tarefas envolvendo aritmética: ‘Não é uma simples reação de causa e efeito, e envolve uma ampla gama de fatores que desencadeiam o processo’. No entanto, ela é enfática em um ponto: a dificuldade para trabalhar com números pode gerar ansiedade matemática, mas não se pode confundir uma coisa com a outra. Menon explica: ‘Crianças com discalculia (desordem neurológica que afeta a capacidade de compreensão e manipulação dos números) têm pobre senso numérico e fracas habilidades aritméticas. Elas podem ter ou não ansiedade matemática. Por outro lado, muitas crianças com ansiedade matemática não têm discalculia.’</p>
<p><strong>Guerra e paz –</strong> Para Menon, a ansiedade matemática pode, sim, ser tratada como uma espécie de fobia, pois em alguns casos as pessoas passam a evitar os números. Márcia prefere evitar essa abordagem: ‘Eu não veria isso como uma fobia. Alguns autores usam o termo mathphobia para se referir à ansiedade e, no Brasil, isso foi traduzido como matofobia – o que é totalmente inadequado, já que fobia é um grau extremo de aversão e são poucos os casos de aversão extrema à matemática, diz ela. ‘É mais adequado referir-se às atitudes negativas em relação ao desempenho em matemática, e não à matemática em si’. E estas atitudes negativas seriam em grande parte motivadas pela cultura, como a crença infundada de que homens são mais hábeis para fazer contas.</p>
<p>Seja como for, saber que a postura se expressa no cérebro da mesma forma que outras ansiedades pode levar a soluções mais efetivas para o problema. ‘Esta pesquisa é importante porque mostra que a ansiedade matemática  é real e não pode ser deixada de lado. Ela precisa de atenção e tratamento’, explica Menon. O primeiro passo, garante Márcia,  é elevar a autoestima, tornando crianças e adultos confiantes para encarar números como amigos, e não inimigos. A tarefa, que depende não apenas dos professores, mas do próprio ambiente familiar, pode ter um impacto significativo na vida de uma pessoa. Afinal, no dia a dia ou no exercício de qualquer profissão, é muitas vezes a (bem) dita matemática que nos salva quando contamos as horas para ir para casa, planejamos o dinheirinho para as férias ou simplesmente conferimos o troco depois de comprarmos um café lá na esquina.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/tagarelice-torna-as-mulheres-melhores-para-a-aritmetica/">Estudo mostra que falar demais pode melhorar resultados em aritmética<br />
</a>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/processamento-da-estrutura-da-linguagem-vale-para-palavras-e-numeros/">Processamento linguístico vale para palavras e números</a><br />
- <a href="http://cienciadiaria.com.br/2010/06/30/dormir-apos-o-processamento-e-armazenamento-de-informacoes-aumenta-capacidade-de-execucao-e-memoria/">Dormir após processar informação aumenta capacidade de execução</a></p>
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		<item>
		<title>Sonda faz retrato em ‘close-up’ dos jatos de água de Encélado, lua de Saturno</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/sonda-faz-um-close-up-de-encelado-para-investigar-fonte-de-agua-na-lua-de-saturno/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 15:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço e energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagem capturada pela sonda Cassini no dia 27 de março de 2012. A câmera estava voltada para o sul de Encélado, lua de Saturno, a uma distância de 232 quilômetros. É possível ver com maior precisão os jatos de vapor d’água saindo da lua, que sugerem a existência de um grande reservatório subterrâneo de água. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/634538main_cassini20120328-946.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16812" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/634538main_cassini20120328-946.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Imagem capturada pela sonda Cassini no dia 27 de março de 2012. A câmera estava voltada para o sul de Encélado, lua de Saturno, a uma distância de 232 quilômetros. É possível ver com maior precisão os jatos de vapor d’água saindo da lua, que sugerem a existência de um grande reservatório subterrâneo de água. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute.</p>
<p>Para entender melhor, vale dar uma olhada no post anterior: <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/sonda-cassini-vai-revelar-intimidade-da-lua-de-saturno/.">Sonda Cassini vai revelar a intimidade de Saturno</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sonda Cassini vai revelar intimidade da lua de Saturno</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 23:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Encélado]]></category>
		<category><![CDATA[Saturno]]></category>

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		<description><![CDATA[A sonda Cassini deve fazer amanhã a maior aproximação com o pólo sul de Encélado, uma das mais intrigantes luas de Saturno. A região desperta o interesse de muitos cientistas porque lança jatos d’água responsáveis por formar um ‘anel de vapor’ ao redor do planeta, dando pistas sobre a água presente na atmosfera do gigante. Espera-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/saturno.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16800" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/saturno.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p>A sonda Cassini deve fazer amanhã a maior aproximação com o pólo sul de <strong>Encélado</strong>, uma das mais intrigantes luas de <strong>Saturno</strong>. A região desperta o interesse de muitos cientistas porque lança jatos d’água responsáveis por formar um ‘anel de vapor’ ao redor do planeta, dando pistas sobre a água presente na atmosfera do gigante. Espera-se que a nave chegue a apenas 74 quilômetros do satélite natural e consiga obter informações mais detalhadas a respeito das partículas que compõem os jatos, composição e densidade deste imenso ‘chuveiro’.</p>
<p>Este será apenas o primeiro passo de uma abordagem ainda mais &#8216;íntima&#8217; na região. A agência espacial americana Nasa planeja uma incursão a apenas 25 quilômetros do extremo sul de <strong>Encélado</strong> em 2015. Todo esforço é válido: a existência de pontos quentes &#8211; conhecidos como &#8216;listras de tigres &#8211; de onde &#8216;brotam&#8217; esses jatos sugere que há dentro de <strong>Encélado</strong> um grande reservatório subterrâneo de água salgada. Somada com as evidências de compostos orgânicos, também indicados pela sonda Cassini, a informação sustenta a ideia de muitos astrofísicos de que essa lua seria o segundo local do <strong>Sistema Solar</strong> onde a vida cairia muito bem. Além disso, aparentemente é a único satélite natural capaz de influenciar a composição de <strong>Saturno</strong>.</p>
<p><strong>Veja também:<br />
</strong><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/astronomos-da-nasa-acreditam-que-lua-enceladus-%e2%80%9cbamboleia%e2%80%9d-ao-redor-de-saturno/">Astrônomos acreditam que Encélado &#8216;bamboleia&#8217; ao redor de Saturno</a><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/desvendada-origem-do-anel-gigante-de-vapor-d%e2%80%99agua-de-saturno/">Desvendada a origem do anel gigante de vapor d&#8217;água de Saturno</a><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/cassini-envia-imagem-recente-da-lua-helene-de-saturno/">Cassini envia imagem recente da lua Helene de Saturno</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>&#8216;Super-Terra&#8217; não poderia transferir matéria para outros corpos de seu sistema solar</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 00:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Anã vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[Gliese 581]]></category>
		<category><![CDATA[Órbita]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Solar -]]></category>
		<category><![CDATA[Super-Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Universo -]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2007, pesquisadores ficaram estupefatos com a descoberta de um planeta fora do Sistema Solar muito parecido com o nosso: o Gliese 581 c (a imagem acima é uma concepção artística de como seria o planeta. Crédito: ESO). Três vezes maior do que a Terra, ele orbita uma estrela anã vermelha a uma distância que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/gliese581c.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16788" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/gliese581c.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a><br />
</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><span style="font-size: small">Em 2007, pesquisadores ficaram estupefatos com a descoberta de um planeta fora do Sistema Solar muito parecido com o nosso: o Gliese 581 c (a imagem acima é uma concepção artística de como seria o planeta. Crédito: ESO). Três vezes maior do que a Terra, ele orbita uma estrela anã vermelha a uma distância que permite a existência de água líquida em sua superfície, temperaturas amenas e atmosfera. Em outras palavras: o local é potencialmente habitável. O que tornaria o seu entorno, a 20 anos-luz de nós, também propício à vida. Ao menos na teoria. Mas as coisas não são bem assim.</span></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><span style="font-size: small"> </span></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><span style="font-size: small">O maior enigma de todos os tempos é saber de onde e como a vida surgiu. Acredita-se que os blocos primordiais capazes de dar origem a organismos estiveram espalhados pelo universo e, dadas as condições ideais – como a explosão de uma estrela, por exemplo -, se uniram para formar estruturas mais complexas. Assim, os primeiros microorganismos podem ter se formado em um ambiente extraterrestre, pegando carona em um cometa para chegar aqui.</span></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><span style="font-size: small"> </span></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><span style="font-size: small">Ocorre que a mesma lógica não pode ser aplicada ao Gliese 581 c. Pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA, mostraram que o intercâmbio de material entre a &#8216;Super-Terra&#8217; e sua vizinhança é muito improvável. A explicação estaria justamente na órbita dos quatro planetas que compõem o sistema solar: como estão próximos da estrela, suas velocidades orbitais seriam maiores, de forma que qualquer massa ejetada do planeta seria incapaz de cair em outro corpo do mesmo sistema. Ou seja: mesmo tendo condições, as chances de existir vida na Super-Terra da forma como a conhecemos diminuem, pois o seu sistema solar não é tão similar ao nosso quanto se supunha. </span></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><span style="font-size: small"> </span></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;font-size: x-small"><span style="font-size: small">Abaixo, parte de um documentário exibido pela National Geographic mostra (em inglês) a expectativa criada em torno da descoberta do sistema solar de Gliese, e de como seria improvável conseguirmos chegar nele:</span></span></div>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/wJXSSYyIVqw" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/astronomos-detectam-o-primeiro-exoplaneta-em-outra-galaxia/">Detectado primeiro planeta orbitando estrela em outra galáxia<br />
</a>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/mineral-muito-antigo-e-inexistente-na-terra-e-encontrado-em-meteorito/">Mineral muito antigo e inexistente na Terra é detectado em meteorito<br />
</a>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/amostras-coletadas-pela-genesis-dao-novas-pistas-sobre-formacao-do-sistema-solar/">Amostras coletadas pela Genesis dão pistas sobre a formação do Sistema Solar</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Modelo de biplano supersônico torna sonho de substituto para o Concorde mais próximo da realidade</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 00:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Aerodinâmica]]></category>
		<category><![CDATA[Asa]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Avião supersônico]]></category>
		<category><![CDATA[Barreira do som]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de responsabilidade socioambiental, vender uma ideia significa em primeiro lugar atender a certos requisitos como segurança, utilização de tecnologia limpa e compromisso ambiental. Fatores que influenciaram consideravelmente a aposentadoria, em 2003, do legendário Concorde – um dos dois supersônicos que varreram os céus comercialmente (o outro foi o Tupolev Tu-144). Cruzando mares a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/biplano_supersonico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16737" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/biplano_supersonico.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a><br />
Em tempos de responsabilidade socioambiental, vender uma ideia significa em primeiro lugar atender a certos requisitos como segurança, utilização de tecnologia limpa e compromisso ambiental. Fatores que influenciaram consideravelmente a aposentadoria, em 2003, do legendário <strong>Concorde</strong> – um dos dois <strong>supersônicos</strong> que varreram os céus comercialmente (o outro foi o Tupolev Tu-144). Cruzando mares a 18 quilômetros de altitude e com uma velocidade de 2.173 quilômetros por hora, prometeu uma era sem precedentes na <strong>aviação</strong>. Mas a poluição, o barulho e os altos custos frustraram os planos. Desde então, nenhum outro modelo conseguiu romper a barreira do som para fins comerciais.</p>
<p>Agora, no entanto, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, estão mostrando como a utilização de ‘asas em dobro’ pode ser um caminho viável e adequado aos novos tempos. Uma equipe liderada pelo engenheiro aeroespacial Qiqi Wang mostrou em um modelo de computador que um biplano modificado conseguiria reduzir a menos da metade o barulho que um avião de ‘asas simples’ faria. Um passo adiante, já que muitos países não permitem que naves <strong>supersônicas</strong> não militares sobrevoem seus territórios em função do barulho. Mais: menos ruído significaria menos atrito e, consequentemente, menos combustível.</p>
<p>Entretanto, o conceito (proposto na década de 1950 pelo aerodinamicista Adolf Busemann) ‘esbarra’ em outro problema: uma asa sobre a outra também aumenta a resistência ao diminuir o vão para a passagem de ar. Para driblar o problema do arrasto, os pesquisadores simularam o desempenho do <strong>biplano supersônico</strong> em várias velocidades e com 700 configurações diferentes. Chegaram a um modelo (a imagem acima é uma concepção artística de como seria a engenhoca. Crédito: Christine Daniloff/MIT) com asas extremamente lisas na parte interna, sendo que cada uma delas seria vista de lado como um triângulo achatado, unidas apenas nas pontas. As bordas seriam viradas para melhorar ainda mais a aerodinâmica.</p>
<p><strong>Aprimorando tendências -</strong> “Sabemos que esse tipo de conceito, de bordas por exemplo, melhora o choque. Pontas, bordas de ataque, redução de grandes ondas de choque em ondas menores, tudo isso é conhecido – não é nada ‘fora da caixa’”, diz James Rojas Waterhouse, professor de aeronáutica da Universidade de São Paulo em São Carlos. A grande questão, segundo ele, é conseguir construir um avião que funcione bem em velocidades muito altas e muito baixas. Afinal de contas, mesmo um <strong>biplano supersônico</strong> precisa decolar. “Então você deve fazer dois aviões em um só”. Na teoria, a nave do MIT poderia funcionar em ambos os casos, embora os pesquisadores estejam planejando a construção de um modelo 3D para avaliar outros fatores que influenciam no voo.</p>
<p>De acordo com Waterhouse, há hoje várias abordagens para tentar solucionar o problema, mas nenhuma até agora se mostrou realmente efetiva. Mesmo que a redução de barulho seja considerável, a de combustível não deve ser tão expressiva, avalia, tornando o uso para o dia a dia ainda muito limitado. “Este avião conceitual é uma rota que diminui, ameniza um pouco os problemas. Mas engenharia não é milagre, é um compromisso: uma tecnologia que está quase viável se torna viável, porque o apelo se torna mais real para investidores, por exemplo”. Por essa razão, admite ele, o <strong>biplano conceitual</strong> de Wang poderia levar a uma melhoria dramática da engenharia de aviação nos próximos anos, embora esteja longe de ser a resposta final.</p>
<p>Abaixo, um vídeo mostrando a decolagem do insuperável Concorde:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/B7wK0cSsJRU" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/eua-aprova-carro-voador-de-dois-assentos/">Administração Federal de Aviação dos EUA aprova carro voador<br />
</a>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/avioes-%E2%80%9Cverdes%E2%80%9D-sobrevoarao-o-espaco-aereo-em-2035/">Aviões verdes sobrevoarão o espaço aéreo em 2035</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinco nebulosas que valem (estas sim!) uma espiadinha</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/cinco-nebulosas-que-valem-uma-espiadinha/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/cinco-nebulosas-que-valem-uma-espiadinha/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Gerasimenko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia -]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço -]]></category>
		<category><![CDATA[Nebulosa]]></category>
		<category><![CDATA[Nebulosa Carina]]></category>
		<category><![CDATA[Nebulosa da Borboleta]]></category>
		<category><![CDATA[Nebulosa de Águia]]></category>
		<category><![CDATA[Nebulosa de Hélix]]></category>
		<category><![CDATA[Nebulosa de Órion -]]></category>

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		<description><![CDATA[Os leitores devem perdoar o trocadilho bobo, mas são as nebulosas as verdadeiras estrelas do céu. Formadas por gás e poeira que ficam no espaço interestelar, atuam frequentemente como berçários estelares. Não são tão grandes para serem consideradas galáxias, nem tão pequenas para serem consideradas meros sistemas estelares. E, mesmo ocupando uma posição intermediária no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os leitores devem perdoar o trocadilho bobo, mas são as nebulosas as verdadeiras estrelas do céu. Formadas por gás e poeira que ficam no espaço interestelar, atuam frequentemente como berçários estelares. Não são tão grandes para serem consideradas galáxias, nem tão pequenas para serem consideradas meros sistemas estelares. E, mesmo ocupando uma posição intermediária no ranking de classificação dos objetos astronômicos, conquistam especialistas e leigos.</p>
<p>Abaixo, uma seleção de algumas das mais bonitas nebulosas já fotografadas:</p>
<p><strong>1 – Nebulosa de Órion – NGC 1976</strong><br />
(Imagem maior: Nasa, Esa, M. Robertto – STScI/ESA e The Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team. Imagem menor:  Jean-Charles Cuillandre –CFHT-, Hawaiian Starlight-CFHT)</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/orion2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16709" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/orion2.jpg" alt="" width="600" height="350" /></a><br />
Não é apenas a sua beleza que chama a atenção. É a beleza e a proximidade. Esta imensa nuvem interestelar está localizada ao sul do Cinto de Órion, casa das famosas ‘Três Marias’, na constelação do equador celeste, a apenas (considerando distâncias astronômicas) 1.500 anos-luz da Terra. Além disso, possui muitas estrelas energéticas capazes de criar ondas de choque luminosas, abrindo a visão do que seria bloqueado pela presença de gás e poeira. Pesquisadores gostam de observá-la porque ela dá bons insights sobre diferentes etapas envolvidas na formação e evolução de estrelas.</p>
<p>A imagem, obtida com a ajuda do telescópio espacial Hubble e do Observatório Europeu do Sul La Silla, é uma das mais nítidas obtidas até hoje e revela mais de 300 estrelas. A nebulosa se estende por 13 anos-luz e exibe, orgulhosa, uma formação conhecida como Cabeça de Cavalo.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/B0Ivy_yfMT4" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><strong>2 – Nebulosa da Águia</strong><br />
(Imagem maior: Nasa, Esa, STScI/Aura. Imagem menor: (Crédito: X-ray: NASA/CXC/U.Colorado/Linsky et al.; Optical: NASA/ESA/STScI/ASU/J.Hester &amp; P.Scowen)</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/nebulosa_aguia3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16713" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/nebulosa_aguia3.jpg" alt="" width="600" height="350" /></a>É a queridinha dos leigos, por se assemelhar a uma fada gigante com 10 anos-luz de extensão – expelindo radiação muito mais quente do que o fogo. Como se não bastasse, ainda exibe em uma de suas extremidades uma verdadeira obra-prima cósmica: a formação conhecida como ‘Pilares da Criação’, torres esculturais de gás e poeira que atuam como um berçário de estrelas.</p>
<p>A imagem acima foi lançadas pelas agências espaciais no aniversário de 15 anos do telescópio espacial Hubble. A segunda foi obtida recentemente pelo cruzamento de dados obtidos pelo observatório Chandra e o Hubble, sendo que o vermelho, verde e azul representam respectivamente emissões baixa, média e alta de energia raio-x.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/dnDU7JJtVts" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><strong>3 – Nebulosa de Hélix – NGC 7293</strong><br />
(Crédito: Nasa, Naoa, Esa, M. Meixner (STScI) e T. A. Rector (NRAO)</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/nebulosa_helix.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16691" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/nebulosa_helix.jpg" alt="" width="600" height="350" /></a>Que forma teria o espaço ocupado pelo Sistema Solar com o colapso do Sol? Impossível prever. Mas a imaginação aumenta quando nos deparamos com a imagem de Hélix, uma nebulosa planetária – formada quando uma estrela entre 0,8 e até oito vezes a massa solar passa a esvanecer – que se assemelha a um grande olho no espaço. O ‘Olho de Deus’, como é popularmente chamada, fica na constelação de Aquarius, a apenas 700 anos-luz da Terra. É a nebulosa que está mais próxima de nós, estendendo-se por 2,5 anos-luz.</p>
<p>Esta é uma das mais detalhadas imagens obtidas da nebulosa pela combinação de dados do Hubble e o telescópio de Tucson, no Arizona. Ela mostra uma fina rede de filamentos dentro do anel, formada por resquícios de gases que escaparam da estrela moribunda. O centro está fadado a se transformar em uma estrela anã-branca.</p>
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<p><strong>4 &#8211; Nebulosa Carina – NGC 3372</strong><br />
(Imagem maior: Nasa, Esa, N.Smith-U.California, Berkeley-, The Hubble Heritage Team-STScI/Aura. Imagem menor: Nasa, Esa, M. Livio e equipe de aniversário do Hubble – STScl)<br />
<a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/nebulosa_carinafim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16715" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/nebulosa_carinafim.jpg" alt="" width="598" height="350" /></a>No aniversário de 20 anos do telescópio Hubble, um presente: a imagem de uma espetacular torre de poeira e gás – conhecida como ‘Montanha Mística’ &#8211; subindo da nebulosa Carina. Apenas o pilar se estende por três anos-luz, com seu hidrogênio frio sendo gradualmente disperso pela radiação das estrelas ao redor. Dentro da torre, estrelas liberam jatos de gás das extremidades.</p>
<p>A nebulosa Carina se espalha por mais de 300 anos-luz e está situada a cerca de 7.000 anos-luz da Terra, em constelação homônima. É o lar de inúmeras estrelas massivas e nebulosas menores dinâmicas. O destaque fica por conta de Eta Carinae, a estrela com mais energia na região e uma das mais brilhantes do céu até 1830, visível apenas do Hemisfério Sul.</p>
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<p><strong>5 &#8211; Nebulosa de Borboleta – NGC 6302</strong><br />
(Crédito: Nasa, Esa e A. Zijistra – UMIST, Manchester, UK)</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/bug_nebula.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-16695" src="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/files/2012/03/bug_nebula.jpg" alt="" width="600" height="350" /></a>As aparências enganam: apesar da forma delicada, semelhante a uma borboleta, esta nebulosa planetária localizada a 4.000 anos-luz da Terra, na constelação de Escorpião, não é nem um pouco serena. A temperatura das suas extremidades, as ‘asas’ formadas por gases e radiação ultravioleta, é 35 vezes maior que a da superfície do Sol, superando os 200.000 graus Celsius. No centro, o calor é ainda maior. O complexo se move a mais de 960 mil quilômetros por hora no espaço – velocidade capaz de levar um homem à Lua em apenas 24 minutos.</p>
<p>O que faz dela um dos objetos astronômicos mais fascinantes de nossa galáxia é a sua composição química. De acordo com pesquisadores, seus ‘leques’ podem conter carbonatos (como o calcite), o que é tido como uma evidência de água líquida no passado.</p>
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<p>Gostou? Veja uma seleção maior de nebulosas no vídeo abaixo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/yXOEhcsQioM" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><strong>Veja também: </strong></p>
<p>- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/imagem-do-wise-revela-arco-iris-circular-no-universo/">Imagem do Wise revela &#8216;arco-íris circular&#8217; no universo</a><br />
- <a href="http://blogs.estadao.com.br/ciencia-diaria/imagem-que-venceu-concurso-de-astrofotografia-tesouros-escondidos-do-eso-e-divulgada/">Imagem que venceu &#8216;Tesouros escondidos do ESO&#8217; é divulgada<br />
</a></p>
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