Um dia depois de sair a notícia de que Perelman havia recusado o prêmio Clay de US$ 1 milhão pela solução da Conjectura de Poincaré, chega a informação de que John Tate, um especialista em teoria dos números, é o ganhador deste ano do Prêmio Abel, outra honraria matemática que paga, exatamente, US$ 1 milhão.
Criado em 2002 para celebrar a memória do matemático norueguês Niels Abel, que no século 19 provou que não existem fórmulas para a solução geral de equações de quinto grau, o Abel compete com a mais tradicional Medalha Fields pelo título de “Nobel da Matemática”.
A matemática é a mais abstrata das ciências e, por isso mesmo, a que parece mais distante do dia-a-dia das pessoas. Mas esse é o típico caso de uma aparência que engana. Para ficar num exemplo próximo: sem um dos preceitos básicos da teoria dos números — de que a cada número composto corresponde um, e apenas um, produto de números primos — não haveria segurança na internet. As chaves de criptografia usadas na comunicação eletrônica dependem crucialmente desse fato.
Num nível mais profundo, há quem argumente, como Seth Lloyd, do MIT, que tudo que acontece no universo pode ser descrito como uma computação — uma operação entre números — e o famoso ensaio do físico Eugene Wigner,
The Unreasonable Effectiveness of Mathematics in the Natural Sciences (algo como “A Espantosa Eficiência da Matemática nas Ciências Naturais”), que chama atenção para o fato de que conceitos criados ou descobertos pelos matemáticos em contextos bem delimitados e, muitas vezes, altamente abstratos, têm a enervante propensão de acabar reaparecendo em situações inesperadas no estudo, bastante concreto, dos fenômenos do mundo físico. Um exemplo citado é o surgimento de pi, um número encontrado originalmente na geometria do círculo, em problemas de estatística.
(Existe uma discussão aparentemente interminável sobre o platonismo na matemática — se os matemáticos “descobrem” ou “inventam” seus objetos de estudo — da qual não tenho a menor intenção de participar)
Não tenho a referência exata aqui comigo, mas me lembro de ter lido em algum lugar que, no início do século 20 (ou fim do 19?), um matemático britânico teria dito, com orgulho, que seu trabalho era tão abstrato e incompreensível que jamais seria usado para matar ou escravizar outros seres humanos. A “espantosa eficiência” de que fala Wigner provavelmente garante que esse senhor estava redondamente enganado. Mas é provável, também, que suas criações, fossem quais fossem, além do inesperado potencial negativo, ajudem muito mais a enriquecer e libertar.
Sempre ouví dizer que todo matemático, físico ou psicólogo tem um pouco de louco. Este Mr.Perelman, como quase todos os Judeus, muito bom com os números, pisou no tomate, descalço. Qual é a diferença entre ir receber o prêmio e doa-lo aos famintos e não rebe-lo… TODA! Se a distancia que fica o norte real da terra em relação ao tamanho da corda do poço de Alexandría é igual a Pi ao quadrado elevado a duas vêzes a velocidade da massa vezes o volume e inversamente proporcional ao tranco da manivela do Ford 29 quando ao nível do mar… que se lixe! Importante, é sem dúvida, é a força motriz do progresso?.. É, porém com U$1.000.000,00 podería alimentar, como nunca antes, por uma semana que fôsse, 2 milhões de crianças famintas no Senegal, por exemplo. A Matemática é infinita mas, o MUNDINHO DESTE CARA É ASSIM Ó!
Eu respeito o Perelman. Sabe-se lá qual é a razão desse ato. Um matemático capaz de descrever a conjectura de Poincaré tem alguma coisa na cabeça. Se, numa hipótese, contatassemos uma civilização extraterrestre que quisesse saber mesmo se na Terra tem vida inteligente, eu apresentaria essa conjectura. Talvez seja um protesto de perelman, não sabemos. Só sabemos o que nos chega em termos de notícias. Perelman é um recluso, como Allan Touring. Outros matemáticos tiveram também o seu ostracismo: Kenneth Wilson salvou a Apollo 13 ao aplicar a renormalização dos grupos ao cálculo de reentrada da nave na atmosfera. Na Nasa ele é um heroi. Fora de lá, ele é um ilustre desconhecido. Desse ponto de vista, a matemática é uma ciência ingrata, nem Nobel tem. Só agora existem prêmios para suplantar essa lacuna.
responder este comentário denunciar abusoQualquer pessoa tem direito de recusar qualquer quantia em dinheiro, assim como tem o direito de tentar resolver a Conjectura de Poincaré, quanto a esta última, apenas uma conseguiu.
responder este comentário denunciar abusoPor que o próprio instituto Clay não faz a doação, dado que o matemático recusou recebê-lo?
responder este comentário denunciar abusoIndivíduo magnífico, brilhante e extraordinário, até pela aparência na foto, que mostra que ele, como judeu, deve ter alguma conexão genética com a família de Jesus Cristo, inclusive porque claramente está se lixando para as falsas glórias deste mundo, busca tão somente o conhecimento puro e verdadeiro. Fico me perguntando por que não temos mais desses indivíduos no mundo… Ao contrário, neste mundo proliferam os picaretas e idiotas por opção, porque poderiam fazer algo para contribuir para a ciência e a sociedade.
Só tenho um reparo sobre a não-aceitação do prêmio por Grigory Perelman: em minha opinião, ele deveria entregar o dinheiro às crianças do orfanato, como propôs acertadamente o Partido Comunista de Leningrado.
Sr. Bueno de Taubaté,
Eu respondo a vossa brilhante pergunta: não temos mais indivíduos como Perelman no mundo porque seu estilo de vida e personalidade peculiares, com marcantes traços de sociofobia e esquizofrenia, são incompatíveis com a perpetuação da espécie humana. Se existissem alguns milhões de Perelmans no mundo, o homo sapiens estaria extinto em poucos séculos, por inviabilidade reprodutiva. Fora o fato que você mesmo não teria computador e nem internet para escrever, pois os indíviduos capacitados para desenvolver estas tecnologias estariam enfurnados em cavernas cheias de baratas, como o matemático russo. A evolução, meu caro Bueno de Taubaté, é sabia em não permitir a existência de mais tipos como Perelman entre nós.
responder este comentário denunciar abusoSr. Flávio,
Minha preferência continua a ser por termos mais Perelmans e menos políticos corruptos, assassinos, ladrões e tipos do gênero. A menos que Vossa Senhoria acredite que quantidade é melhor que qualidade, o que é um direito seu, acho que este planeta seria melhor preservado se milhões de degenerados morais não houvessem sequer nascido.
O cara é um gênio e um excêntrico, mas não um sociopata, como tenta classificá-lo, provavelmente porque é intransponível a distância mental entre ele e Vossa Senhoria, que parece ser um paladino daqueles que enaltece como “reprodutivos”, digamos assim, e tenta vinculá-los à invenção do computador e da Internet. Não vejo qualquer relação entre os dois assuntos e, a menos que esteja defendendo sua própria espécie, acho que as cuecas não têm muito a ver com sociabilidade. Ou talvez no seu caso tenham, não sei.
responder este comentário denunciar abusoO nome do matemático que o bloguista não se lembra é Godfrey Harold Hardy (conhecido por suas iniciais GH Hardy), mentor de Ramanujan o famoso matemático indu, autodidata.
Hardy em seu livro A Mathematician’s Apology se referiu ao fato de que talvez sua especialidade em Matemática (Teoria dos Números) não servissse para nada, o que se mostrou não ser verdadeiro, pois é a base da moderna Criptografia.
Obrigado, Miguel!
responder este comentário denunciar abusoIgnacio Opinéo Franco da Rocha, realmente muito impróprio o seu comentário. Ao mesmo tempo que posso dizer que o problema da fome no Senegal não é dele nem meu nem seu, o problema é de todos.
Assim, sendo o problema de todos, é também do dono dessa grana nos EUA (ou onde quer que seja). Dessa forma, que diferença faz ele receber o dinheiro? Por que a culpa é dele d eo dinheiro não chegar ao Senegal? Pior é o dono atual do dinheiro que nunca pensou em doar o dinheiro aos famintos ou mesmo você que não sabe quem criticar e quando faz, faz a quem não merece.
De fato, esse seu mundinho, caro Ignacio Opinéo Franco da Rocha , é assim ó!
Perelman recusou o prêmio simplesmente porque ele considerou que um milhão de dólares não iria tornar sua vida melhor. Dito de outra forma, ele deve ter considerado que sua vida iria piorar se aceitasse o prêmio. Por isso recusou o prêmio.
Pensar como Perelman faz sentido neste mundo “moderno”, onde as pessoas são medidas pelo dinheiro? Na cabeça de um pobretão típico, Perelman seria um idiota, pois a “felicidade” estaria no consumo. Mas talvez Perelman seja mais feliz que o probretão consumista. Certamente, mais inteligente ele é.
Caro Frank,
Que lindo, não? Um quarentão, que vive com a mãe, num apartamentinho em São Petersburgo, infestado de baratas. Isso é que é vida, hein? Ah, maldito mundo “moderno” consumista que inventou o Radox, a internet, a tomografia computadorizada, o celular… Não, não e não ao mundo “moderno”! Vamos todos morar com a mamãe em apartamentinhos infestados de baratas e sem tomar banho por meses! Seremos sujos, pegaremos piolhos, seremos sociopatas anticonsumistas, mas felizes… Ah, e inteligentes também.
Segundo deduzi das notícias a respeito, Perelman não aceitou o prêmio porque ele acredita que outros matemáticos contribuiram para a solução do problema sem ter qualquer reconhecimento e também por ser recluso e excêntrico. Como matemático ele sabe que o problema da fome das crianças ou dos adultos de qualquer parte do mundo não se resolve com doações de dinheiro, ainda mais uma micharia como um milhão de dólares.
Mr.Perelman tem que ser respeitado em suas filosofias e principios, precisamos aprender a respeitar por mais complexa que seja sua meneira de pensamento.
Parabens Mr.Perelman e de toda a Humanidade obrigado.
Luiz
a matemática é a mais concreta das ciências.
o povo pensa que a matemática é abstrata e a parede é concreta, mas é exatamente o contrário, o que vemos e tocamos e abstrato. concreto mesmo são os números e suas operações.
daí a confusão…
Se mal me lembro, alguem disse que os gênios íluminam os séculos em que nasceram. Iluminar inclusive as baratas que os criticam. Graças à êles temos todo esse mundo moderno, com tudo que isso significa. Que todos usufruimos, momento a momento, inclusive até as baratas.
É engraçado ver como alguns de maneira simplista creem que doações em dinehiro vão resolver os problemas da humanidade. Difícil também compreender a cabeça de um gênio matemático excêntrico e julga-lo por um ato sem ao menos conhecer suas razões. Tampouco as conheço, mas respeito mesmo assim.
Não se pode obrigar pessoas a fazer atos de caridade. Em um país sem tradição de doações para caridade como no nosso, é estranho que pessoas achem que um matemático do outro lado do mundo deveria receber um prêmio e doa-lo para crianças carentes, como se esta fosse a norma em nossa nação tupiniquim.
Matemática aprende-se é uma invenção humana, ou seja um simbolismo intelectual sobre fenomenos físicos…é uma virtualidade como deus, outra criação humana. Mas para fins práticos funciona em nosso mundo físico mensurável.
Todo progresso humano em todas as áreas está ligado a matemática que explica de forma elegante a natureza do ponto de vista humano, nosso cerebro nesses 2 milhoes de anos foi evoluindo sempre em direção a abstração e a matemática está por detrás de tudo isso.
Nosferatu, muito interesante seu comentário, poucas pessoas que tem opinão própria discordaria disso…
Só achei que voce parou no meio do caminho, tão bem estava no início…
Ousarei complementa-lo; estou achando que voce usou medidas diferentes para pesos iguais..
vejamos: a matemática é abstrata, mas em termos “práticos” funciona muito bem, e é um prazer intelectual iniqualável para poucas pesoas; já Deus, entidade virtual, também tem sua parte prática, ele ajuda uma enorme fatia da humanidade, de maneira concreta, tanto quanto a matemática, a concretude estaria no psicológico,emocional, segurança, força, etc.
Quanto ao Perelman, sua atitude diverjente de quase todas as pessoas, creio certa – do ponto de vista dele – no sentido dele ter liberdade de pesquisa. Faz o q ue quer qdo quer, ou voce é assim ou é escravo de alguém que lhe diz o q pensar, pesquisar.
Mas não dispensaria R$ 1,8 milhão.
[...] This post was mentioned on Twitter by Hélia and Diego Seixas, Magnólia Serrão. Magnólia Serrão said: http://blogs.estadao.com.br/carlos-orsi/2010/03/25/milhoes-para-a-matematica/ Ele recusou o prêmio. [...]
Conheci um filósofo lógico-mtemático brasileiro na relação dos melhores livros de 2009, listados pelo Daniel Piza, no Estadão.
O prof. Newton da Costa, autor da Teoria Paraconsistente, mora na filosofia, em Florianópolis, completou 80 anos, festejados em 2010, na UNICAMP e aclamado pore seus pares internacionais.
Eis, um paradoxo: Um matemático mundialmente reconhecido como top de linha em um país em que poucos se interessam pelo estudo da matemática.
O Nosso Newton merece uma matéria no Estadão.
O próprio Piza realizou uma longa entrevista com o prfofessor Newton, já publicada no Estadão.
responder este comentário denunciar abusoAs pessoas estão impressionadas com o fato de ele recusar US$1.000.000,00. Eu ainda estou impressionado com o fato de alguém ter conseguido resolver a conjectura de Poincaré. Isso sim é interessante…
Quando soube da notícia, fiquei feliz, como matemático que sou.Tomei uma vodka por ele, não importa o prêmio.
Agora, lendo os comentários, tomo outra.
Viva a Matemática. Viva os professores de matemática e os matemáticos!
zdorovʹe!
здоровье!
Blog ótimo este aqui, faltava na imprensa brasileira. Brilhante idéia d’O Estadão e os melhores cumprimentos ao bloguista pelas matérias selecionadas. Os comentaristas, também, na quase totalidade, demonstram uma inteligência que anda rarefeita neste Brasil de big brothers e boçalidade vulgar. Tomara que haja outras iniciativas como a deste espaço, para divulgar e permitir a discussão livre de assuntos do mundo das idéias, ciência, tecnologia etc.
RODRIGO
O problema do Senegal, das favelas e etc, nao eh problema nosso nao, eh problemas de cada um, de conscientizacao geral. Nao devo pagar para ninguem nem tenho obrigacao de ajudar, acredito em caridade, nao em taxacao, impostos, e o Estado mandando em sua vida, o Estado esta ai para adiministrar, nao criar trabalhos e leis estupidas. O Matematico poderia, como gesto de boa vontade, pegar a bolada e dar usd200 mil aqui e ali para instituicoes ou pessoas que realmente necessitam. Se vc quer ajudar alguem, tire do seu bolso, da sua forca fisica e mental, nao exija que os outros facam o mesmo, vc pode pedir ajuda, mas nao espere obrigacao de ninguem…ame o seu pai simplesmente por amor, nao porque papai lhe deu algo.
Nem Deus meu caro, gostaria de ver vc o amando por medo do inferno ou porque ele soh lhe da gracas. Ame por amar, ame por amar o bem, mas nunca com obrigacao e sim por boa vontade.
O senhor Perelman tem o direito de recusar a premiação, assim como nós temos o direito de acreditar na notícia da resolução da Conjectura de Poincaré. Fatos como estes dão mais visibilidade aos seus autores do que se estivessem feito ao contrário.
PS: Como ex-aluno do Professor Newton Costa acho uma boa ideia entrevistá-lo, embora não saiba o que ele acha.
A TODOS OS SENHORES.
Nikola Tesla!
Já ouviram falar deste cavalheiro?
Um louco de pedra, que pulava riscas de calçada e tinha asco de dar a mão a qualquer pessoa? Que tinha nojo de mulheres? Que obteve mais de 127 patentes na área de energia elétrica? que inventou a corrente alternada a partir de um sonho de aluno de científico ( mero posicionamento)? que inventou o telefone, o controle remoto e uma porrada de coisas inclusive a danada da explosão de tugunsca?
Que foi roubado até a alma por ninguém menos do thomas edison ( em minúsculo mesmo0?
Tenham a santa paciência, senhores, o cara era louco de pedra e se não fosse ele os senhores não estariam ( eu tb) postando este comentário. Estariamos na conrrente contínua e eu não teria que estar elendo tanta besteira.
Viva o gênio que recusa um premio pelo simples prazer de achar que ele não vale nada. A propósito quem quiser ajudar aos outros, que façam uma “vaquinha”
Cesar Augusto Martins.
P.S. Imaginam a mão de obra que o cara teve pelo simples desafio do troço do Poincarè?
Sinceramente, ás vezes, sinto vergonha de pertencer á esta classificação mamifera de “homo sapiens”… sábio? Sobre o que? A nossa sabedoría se resume a isto!? Bertrand Russel tinha razão quando disse que se Isaac Newton fosse um pouco mais humanista tería resolvido 60% dos problemas de sua época com um simples “puxão” pelos cabelos num teste de estática o qual sómente ele sabia mas não divulgou. Que tipo de ser humano faría isto? Talvez o mesmo egomaniáco como, infelizmente poudemos constatar que perambula por blogs inteligentes habitados por, supostos inteligentes e formadores de opinião mas, cujo indice altruístico equivale ao de um crocodilo do Okavango. Quer dizer que cada um deve se virar por sí? A cada descoberta matemática, de física, de química, farmacológica, de resonância, transplante, devemos simplesmente escrever num papel, lacrar numa “arca da aliança” e enterrarmos batendo os pés “num conto, sei mas não conto!” Será que estamos prestes a sermos atingidos por um grande meteoro, o qual nos exterminará? Somos humanos agindo como dinossauros ou somos apenas dinossauros pensando que são humanos. Resumo: UMA JORNADA DE 10.000 quilômetros começa com UM PASSO. (think about)
Talvez possa ser muito mais simples, no momento esse U$1milhão pode mais atrapalhar que ajudar.
Esse dinheiro não vale o pacote de preocupações que viria com ele, conheço um professor notável no ITA por exemplo, que ao trocar de quadro negro/giz para quadro acrílico/caneta hidrogr. se sente tão perturbado com o som da caneta ao tocar o quadro que não consegue desenvolver determinados cálculos…vai entender a cabeça de um gênio… Afinal acho que a grande maioria deles ou nenhum, estaria discutindo isso aqui.
Sobre a fome no mundo, na verdade não é falta de dinheiro e tbém não é falta de comida, pois para este problema tudo gira em torno de política. Infelizmente esse dinheiro pode se tornar comida para milícia ou armas.. e quem precisa nem o cheiro.
Um abraço!
O matemático tá certo de não querer a grana, pois existe um limite para as necessidades de uma pessoa. Com o dinheiro ele não teria tempo para desenvolver suas habilidades. Sua vida seria inundada de futilidades. O grande prêmio ele já recebeu ao nascer, seu cérebro privilegiado. Parabens Perelman, estamos necessitando de pessoas com esse comportamento no Congresso Nacional.
Meus caros,
Muitos erros de digitação e gramática! Proponho uma revisão antes das publicações. Quanto aos relatos feitos, só tenho a acrescentar, apenas, que esta é a humanidade, repleta de opiniões que convergem (só não descobri o limite).
2010
2009
Deixe um comentário: