Fique de olho nas promoções. Começou a temporada de liquidação. Grifes internacionais dão descontos de até 70%. Marcas nacionais com estilo fashion podem ser adquiridas pela metade do preço. Abaixo, dicas com endereços e prazo da temporada em cada loja.
DVF
Oferece descontos de até 40% até 31 de março. No Shopping Iguatemi, tel: (11) 3034-4720.
JOHN JOHN
Os descontos chegam a 70% na coleção feminina e também namasculina. Até dia 30.
No Shopping Higienópolis; tel.: (11) 3823-3790. ATÉ DIA 30.
VERSACE
Os descontos chegam a 40%. Até 10 de fevereiro.
Na Rua Bela Cintra, 2.209.
GIORGIO ARMANI
Descontos de 40% roupas e acessórios da coleção outono-inverno 2012. Até 31 de março. Na loja do Shopping Cidade Jardim. tel.: (11) 3755-0607.
LITA MORTARI
Promove liquidação das peças da coleção de verão, com descontos de até 60% , mas só até dia 10 de fevereiro. Pantalona marrom de seda de R$720 por R$288 (60%), casaco preto de algodão de R$980 por R$ 392 (60%), e saia preta em paetê de R$ 690 por R$ 345 (50%) são alguns dos destaques. Na Rua Oscar Freire, 679, Jardins, tel. 011 3063-1585. Ou na Farfetch
MOB
Os descontos são de até 60%. Shorts jeans de R$ 239 por R$139, blusa estampada de R$ 195 por R$109 e calça jeans colorida de 259 por R$155. Na Alameda dos Arapanés, 1269, Moema, e nos principais shoppings da cidade. Vejalojas no site MOB
ALCAÇUZ
Reduziu os preços pela metade, até mesmo dos acessórios. Até 28 de fevereiro.
Na Alameda Lorena, 1.721, Jardins, tel.: (11) 3062-6761
Como nem toda loja embrulha para presente o produto que vendeu, muitas vezes a saída é comprar laços, fitas e caixas para dar um jeito no visual. Neste ano, as embalagens estão ainda mais práticas – e as que já eram práticas, mais atraentes.
As sacolas de papel, por exemplo, antes só usadas pelos lojistas, ganharam um design diferenciado e viraram opção tão concorrida quanto as caixas decoradas. Os práticos sacos de TNT chegaram estampados. “No Natal passado, só tinha saco liso”, diz Jefferson Gonçalves, de 30 anos, gerente da loja Papel Magia do Shopping Eldorado.
Nessa rede, a grande atração é a sacola com dobradura do Papai Noel, colada na parte da frente. Nas papelarias já existe até um setor de sacolas, com todos os tamanhos, formatos e padronagens. Entre elas, opções menos temáticas com papel laminado resistente, que vem com cartão amarrado à alça.
A garçonete Josie da Silva, de 24 anos, quase levou uma sacola grande para colocar o jogo de tapete para banheiro, que comprou para o amigo secreto da empresa. Custava R$ 19,90. O preço a fez ponderar a compra. Como tinha gasto R$ 60 com o presente, achou melhor levar uma embalagem mais barata.
Pegou um saco de tecido liso, que saiu por volta dos R$ 7.
Neste Natal, a maioria das grandes papelarias embrulha o presente e cobra apenas o material usado. Nos shoppings, na hora do almoço, a facilidade vem provocando filas.
Direto de Miami. “Muita gente comprou os presentes de Natal nos Estados Unidos. Eu fiz isso. Como vieram na mala, tive de trazer para embrulhar”, explica a empresária Cristina Lima, de 37 anos, que estava na fila de uma papelaria para embrulhar as 12 lembrancinhas escolhidas para as secretárias.
Os publicitários Ailton Lima, de 42 anos, e Denise Novazzi, de 40, compraram em Miami uma carteira para o amigo secreto e escolheram uma caixa de coruja de R$ 25. “A caixa tem um preço salgado”, disse Denise. “Mas o presente é para o chefe”, justificou Lima.
Nem todo mundo quer tanta praticidade. “Tem quem goste de fazer a embalagem”, diz Susana Bang, gerente da Gana Presentes, no Paraíso. “Daí oferecemos o kit de cartonagem. Tem para caixas e sacola.”
O kit da sacola (R$ 29) de uma cartolina dura, bem resistente, vem na cor natural. É preciso ainda comprar tecido para forração e cola. A embalagem já é um presente. A sacola depois pode ser usada como bolsa ou revisteiro.
Todo pacote de presente precisa de um arremate que, em geral, é feito com uma fita. Pode ser um laço ou um arranjo, mas mata o pacote se não for bem feito. Para quem não tem jeito com trabalhos artesanais, foi lançado um tipo de arranjo express, o Laço Cromus, que vem em rolo (R$ 10,90, com 10 metros).
“É bem fácil de usar”, explica Elisa Proença, gerente da Papelaria Universitária.
Outra saída é comprar laço pronto. A mesma Papelaria Universitária vende laços de fita de cetim (R$ 1,50) prontos.
Na Casa das Festas, eles custam a partir de R$ 2,99. Já na Elo 7, é preciso encomendar com 5 dias de antecedência. Um laço de 15 cm x 15 cm sai por R$ 15.
Chegou dezembro e – com ele – promoções de todos os tipos. Neste ano, além dos shoppings, as lojas embarcaram na onda dos sorteios de prêmios cobiçados. Quem gasta a partir de R$ 100 em compras pode ganhar de panetones a carros importados e viagens internacionais em redes de calçados infantis, de acessórios e até de restaurante.
A partir de hoje, muitos shoppings começam a funcionar com horário estendido, até as 23 horas (veja no fim da matéria), aumentando as possibilidades de compras. E tem consumidor que já está traçando estratégias para se dar bem nas promoções. É o caso do analista de sistema Wanderley de Sousa, de 45 anos. “Sempre faço as contas para ver onde tenho mais chances de ganhar. Já cheguei a comprar um relógio de R$ 4 mil para aumentar as probabilidades de concorrer a um Mercedes Sedan. Não deu certo. Mas, ao contrário de uma loteria, você nunca perde dinheiro”, diz ele. São os prêmios que fazem o roteiro de compras do analista.
Quem vai, por exemplo, ao Bourbon Shopping, na zona oeste, passa pelo carro que será sorteado no dia 26, um BMW 116 i, e logo depois pelo anúncio de um Nissan Grand Livina colado na vitrine da Magicfeet, loja de tênis, que chama atenção por oferecer aos clientes a chance de levá-lo para casa. O consumidor pode participar das duas promoções: para a da loja, tem de gastar R$ 200 em compras; para a do shopping, R$ 500.
É preciso desembolsar menos, R$ 100, para concorrer a três Ceratos da Kia na loja de acessórios Morana, presente nos Shoppings Butantã, Anália Franco, Metrô Santa Cruz, Eldorado e Tatuapé.
Viagem. No Shopping Iguatemi, R$ 700 em compras dão direito a um cupom para concorrer a três pacotes de viagem para os Estados Unidos. O primeiro é para a estação de esqui Bachelor Gulch; o segundo, para Half Moon Bay e São Francisco; o terceiro, para Grand Cayman e Palm Beach. Quem gasta R$ 600 no Shopping Eldorado pode concorrer a oito cruzeiros para a Patagônia. E, ao comer no restaurante asiático do complexo Jin Jin Wok, participar do sorteio de uma viagem no valor de R$ 15 mil. Mas neste caso quem traça o roteiro na agência de viagem é o cliente.
A maioria dos estabelecimentos realiza os sorteios no fim do mês. Mas o Shopping Center Norte já começou na semana passada. Até o fim de dezembro, vai dar seis Citroën C3.
O primeiro carro saiu na terça-feira para a funcionária pública Simone Nodawa de Oliveira, de 39 anos, que nem sabia da promoção. “Só na hora em que fui pagar as roupas é que me informaram que poderia trocar por quatro cupons do sorteio.” Simone havia gastado R$ 1,8 mil. “Mas nem botei muita fé. E não é que eu ganhei o C3 bem no dia do meu aniversário?”, comemora.
Programação dos Shoppings
Horário estendido, até às 23h, começa a valer a partir de hoje. Veja como fica.
SHOPPING ARICANDUVA: DE HOJE AO DIA 13, DAS 10H ÀS 23H; DE 14 A 23, 10H ÀS 24H; DIAS 24 E 31, ATÉ 18H.
VILA OLÍMPIA: DE 7 A 22, DAS 10H ÀS 23H;
DOMINGOS (9,16 E 23), 12H ÀS 22H; 24, 10H ÀS 18H; 31, 10H ÀS 16H.
ANÁLIA FRANCO: DE 7 A 22, 10H ÀS 23H; DE 15 A 22, DAS 22H ÀS 24H; EXCEÇÃO: DOMINGOS (9,6 E 23 ), 12H ÀS 22H; 24, 10H ÀS 18H; 31, 10H ÀS 16H.
FREI CANECA: DIA 10 A 23, 10H ÀS 23H; DIA 24, 9H ÀS 18H; 25, 12H ÀS 20H, 26 E 29, 10H ÀS 22H; 31, 10H ÀS 16H.
IGUATEMI: DE 10 A 22, 10H ÀS 23H; DOMINGOS (16 E 23), 10H ÀS 22H;
DIA 24, 10H ÀS 18H; 26 A 29, 10H ÀS 22H; 30, 14H ÀS 20H;
31, 11H ÀS 16H; 25 E 1º, FECHA.
MORUMBI: DE 3 A 8, 10H ÀS 23H; DOMINGO (9), 10H ÀS 22H; DE 10 A 13, 10H ÀS 23H; DIAS 14 E 15, 10H ÀS 24H; 16, 10H ÀS 22H; DE 17 A 23, 10H ÀS 24H; 24, ATÉ AS 18H; 25 E 1º, 14 ÀS 20H (FACULTATIVO);DIAS 26 A 29, 10H ÀS 22H; 30, 14H ÀS 20H; 31, 10H ÀS 16H.
BOURBON SHOPPING: DIA 9, 12H ÀS 22H; DE 10 A 15, 10H ÀS 23H; 16, 10H ÀS 22H; DE 17 A 22, DE 10H ÀS 24H; 23, 10H ÀS 23H; 24, 9H ÀS 18H;
25 E 1º, 14H ÀS 20H (FACULTATIVO); 31, 10H ÀS 16H.
PÁTIO HIGIENÓPOLIS: 7 A 22, 10H ÀS 23H;
EXCEÇÃO: DOMINGO (9 E 16), 10H ÀS 22H, 23, 14H ÀS 20H; 24, 10H ÀS 18H.; 25 E 1º, 10H ÀS 22H (FACULTATIVO); 31, ATÉ 16H.
PÁTIO PAULISTA: ATÉ DIA 31, 10H ÀS 23H,
EXCEÇÃO: 24, 10H ÀS 18H; 26, 27,28 E 29, 10H ÀS 22H; 31, 10H ÀS 15H; DOMINGOS (2, 9, 16, 23, 30), 10H ÀS 22H; 25 E 1º, 14H ÀS 22H (FACULTATIVO).
JK IGUATEMI: DE 10 A 21, 10H30 ÀS 23H.
EXCEÇÃO: SÁBADO (15), 10H ÀS 23H, SÁB. (22), 10H ÀS 24H; DOM. (23,16 E 30), 10H ÀS 22H; 25 E 1º, 14H ÀS 20H (FACULTATIVO); 24, 10H30 ÀS 18H, E 31, 10H30 ÀS 16H.
Mais do que um acessório protetor da roupa, o avental virou item fashion do armário de qualquer gourmand. Não importa a idade nem o sexo de quem pretende pilotar a cozinha: há modelos masculinos com frases e desenhos bem humorados, modelos mais femininos, com estampas e laçarotes, que seguem a tendência da moda, e modelos para os pequenos chefs.
Muito diferente dos trajes sérios usados em hotéis e restaurantes mais tradicionais, eles podem ser encontrados em lojas especializadas em objetos para casa como Coisas da Doris e até mesmo em restaurantes. Muitos chefs lançaram linhas assinadas.
É o caso de Renata Vanzetto, de 24 anos, do Marakuthai, nos Jardins, conhecida por amarrações de lenços na cabeça, colares e outros enfeites, mesmo quando está à frente das panelas.
“Acabei bolando uma linha para as amigas, que reclamavam a falta de um avental bonito e prático, que servisse tanto para receber os convidados como para cozinhar.”
A chef fez oito modelos, com tecidos estampados e cheios de bossa. Como são customizados, um nunca é igual ao outro. Custam de R$ 50 a R$ 120. Para quem leva a gastronomia mais a sério, fez duas domas (modelo que vai até o meio da perna) moderninhas dupla face.
Gourmet. “Desde que fizemos uma cozinha gourmet em casa, esse virou o espaço preferido para receber os amigos. Quando se cozinha não dá para abrir mão do avental, mas tem de ser um que combine com o meu visual”, diz a apresentadora de TV Tatjana Ceratti, que comprou um com estampa de oncinha. “Quando minha filha viu, quis um igual.”
A chef Carla Pernambuco também desenvolveu uma coleção de aventais, à venda no restaurante Las Chicas. O mais barato, o modelo mirim, sai por R$ 70; o mais caro, para adultos, custa R$ 140.
“Para quem vai usar o avental profissionalmente, sempre indico que seja feito de puro algodão”, diz Lili Barros, proprietária da Fashion Chef, loja que fornece uniformes para restaurantes como Dalva e Dito, de Alex Atala, e Attimo, do chef Jefferson Rueda e do restaurateur Marcelo Fernandes.
Material. “O algodão é uma matéria-prima mais segura. Ele não propaga o fogo como poliéster, por exemplo. Mas, se for um modelo mais para fazer um charme, tudo bem.”
LAS CHICAS: R. OSCAR FREIRE, 1.607; TEL.: (11) 3063-0533 OU
MARAKUTHAI: AL. ITU, 1618, J. PAULISTA;
TEL. 11 3081- 6762<MC1>;
ARI BERALDIN: AL. GABRIEL MONTEIRO DA SILVA, 1326. TEL.: (11) 3459-6868
COISAS DA DORIS: AL. MIN. ROCHA AZEVEDO, 834, C. CÉSAR
CASA LOUCA: WWW.CASALOUCA.COM.BR
ISOPRENE: WWW.ISOPRENE.COM.BR
Esta foi uma semana quente para a indústria de perfumes. São Paulo sediou o Oscar latino-americano do setor, o concurso Atualidades, Cosméticas. Paralelamente, Lady Gaga aproveitou sua turnê brasileira para lançar a fragrância Lady Gaga Fame (R$ 129,90, 30 ml), a primeira com fluído preto, que fica transparente em contato com a pele.
Já a ex-tenista Gabriela Sabatini, de 42 anos, veio a São Paulo festejar sua fragrância. Gabriela Sabatini (R$ 69,90, 30 ml) está entre os 10 primeiros em vendas da Sack’s no País. “Lancei o perfume aos 19 anos, no auge da minha carreira. Tenho planos de aumentar a linha, mas a nova geração de adolescentes não me conhece. Estou aqui para reforçar minha imagem”, disse, em sua passagem pela cidade.
Na terça-feira, um dos grandes vencedores do Atualidade Cosmética, com 400 inscritos, foi o Boticário. A empresa levou três prêmios com os perfumes Stiletto, Egeo Provoke, Nativa Spa Verbena Senses.

ENTREVISTA -
Gabriela Sabatini, 42 anos, empresária
Nos anos 1980, a argentina Gabriela Sabatini era um dos grandes destaque entre as tenistas. A morena de 1,75 metros de altura chamava atenção pela forma física dentro e fora das quadras. Entre os títulos conquistados na carreira, o torneio de duplas em Wimbledon, em 1988. Quando se aposentou, no começo dos anos 1990, virou empresária. Ontem ela estava em São Paulo– cidade onde não colocava os pés há mais de dois anos –, à negócios: veio investir no rejuvenescimento da imagem do perfume Gabriela Sabatini, há dez anos entre os mais vendidos no Brasil, segundo a Sack’s.
Você ainda dá autógrafos na rua?
G.S.: Só entre uma geração mais madura. Daí, quando entro num restaurante sempre aparece alguém. Mas os jovens, os adolescentes não sabem que eu sou.
Eles não sabem quem você é, mas continuam comprando seu perfume?
G.S.: É verdade. Mas acho que isso acontece porque as mães deles usavam. E daí, os filhos passaram a comprar também. É uma marca que passou de geração para geração.
Há quanto tempo o perfume está no mercado?
G.S.:Há 23 anos, ele chegou às prateleiras das lojas. Eu estava no auge, com apenas 19 anos. Foi uma fragrância que surgiu para representar uma mulher vencedora e jovem.
A ideia é repaginá-lo para que ele acompanhe as fases da sua vida?
G.S.: Absolutamente. Ele vai continuar como sempre foi. Estou apenas preparando terreno a comemoração dos 25 anos da marca. A ideia é lançar uma nova linha. Mas isso ainda é segredo.
Você vai ter tempo de aproveitar a cidade?
G.S.: Muito pouco. Tenho amigos aqui em São Paulo, que ainda não consegui ver. No máximo vou jantar em algum lugar, mas não sei onde. Não conheço bem São Paulo. Prefiro o Rio. Adoro praia. Quando jogava costumava treinar no Rio e em Angra dos Reis.
Você ainda joga?
G.S.: Não.
Nem com os amigos para matar a saudade das quadras?
G.S.: Não. Acredita? !
Uma novidade que vem fazendo muito sucesso nos Estados Unidos acaba de desembarcar por aqui. Trata-se de uma garrafa de água, tipo squeeze, maleável. Quando vazia, ela vira um rolinho, que cabe no bolso – ou na bolsa.
É um acessório prático, fácil de ser transportado e difícil de ser esquecido por aí. A nova garrafa vem com um gancho que permite prendê-la no passante do cinto, na bolsa ou na bike.
E tem modelo para todo tipo de consumidor. As fabricadas na China, caso da marca Vapur, custam a partir de R$ 7. O Museu da Imagem e do Som (MIS) lançou uma série com o formato de animais. Tem jacarezinho, girafinha, corujinha… Tudo assim, no diminutivo.
Os padrões encontrados no mercado são os mais variáveis. Tem de estampa de tigre a listras e flores, além de um grande universo de personagens dos desenhos animados e dos games, caso do Angry Birds. A garrafa é feita de material reciclado.
Felipe Yamane, de 9 anos, ganhou uma no formato de tigre (R$ 15) há pouco mais de uma semana. Desde então, ele não solta da garrafa. “Foi um jeito de fazer com que ele tomasse mais água durante o dia”, diz a mãe, a enfermeira Priscila Yamane, de 25 anos.
Para Felipe, a garrafa é quase um brinquedo. Quando o tigre está cheio de água, ele fica de pé sobre qualquer superfície plana, como se fosse uma garrafa rígida convencional.
Outros tipos. Apesar de não ser dobrável, a Bobble (R$ 28,50) é outra dica para quem gosta de ter sempre uma garrafa por perto. Feita também de material 100% reciclado, vem com um filtro. Ou seja, pode ser abastecida com água da torneira. Uma rotina que pode ser repetida 300 vezes. Depois disso, o filtro tem de ser trocado.
Outra opção prática é a Rudel Ice, feita de plástico resistente. Custa em média R$ 40. Ela conserva a água fresca por até quatro horas graças a uma tubo interno, que deve ser armazenado no congelador. Se comparada com os modelos térmicos, é mais leve e custa a metade do preço. Sai por volta de R$ 70.
Para quem gosta de levar suco, o ideal é uma Eco Tupper, da Tupperware. No lugar do bico de squeeze, ela traz um bocal no diâmetro de uma xícara de café (R$ 27,99).
ONDE:
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM (LOJA):AVENIDA EUROPA, 158, PINHEIROS; TEL.: (11) 2117-4777;
BOM E BARATO
ENTREMEIO: RUA DOS PINHEIROS, 446, PINHEIROS; TEL.: (11) 2197-6312 OU
DÁ UMA OLHADA
Abriu ontem a exposição do MuBe de comemoração ao cinquentenário da cadeira EGG (ovo), projetada de Arne Jacobsen. Para celebrar, 50 modelos da cadeira foram produzidas pelo dinamarquês Tal R, que recolheu tecidos de várias peças do mundo para elaborar a mostra.
“O objetivo era fazer uma poltrona que contasse múltiplas histórias. Os pedaços de tecido tinham que ser cheios de vida. Deveria parecer um pouco como feito em casa” explica Tal R.
As cadeiras foram colocadas na marquise do museu, que para dar um ar mais moderno a instalação, foi fechada com vidros, dando a ideia de uma grande vitrine. Até 23 de setembro.
MUBE :AV. EUROPA, 218, JARDIM EUROPA. TEL.: (11) 2594-2601. GRÁTIS.
Quando Pedro Herz, proprietário da Livraria Cultura, escolheu a cadeira de seu escritório, ele seguiu a intuição e a lógica. Foi a uma loja, experimentou vários modelos, e comprou o mais confortável. “Para mim, cadeira é como sapato. Como gosto de longas caminhadas pela cidade, o calçado tem de ter o tamanho ideal e nunca causar desconforto”, diz Herz.
Apesar do empresário estar certo na comparação, há outros quesitos importantes que devem ser levados em conta. “O ser humano não foi feito para ficar tantas horas sentado. É uma posição que exige muito da coluna. O organismo gasta 40% mais energia do que quando está em pé ”, diz Alexandra Siqueira, coordenadora do Serviço de Fisioterapia do Hospital Universitário da USP, com especialização em ergonomia.
Dor no pescoço e na lombar, peso nos braços e uma canseira incompreensível são algumas queixas que a fisioterapeuta Viviane Ramos costuma escutar nas empresas. Especializada em Reprogramação Postural Global (RPG) e coordenadora de programas de saúde, ela dá algumas dicas que ajudam na hora da compra.
“Ao sentar, o quadril deve se acomodar no fundo da cadeira. E nessa posição, o encosto tem de oferecer um bom apoio à lombar. A cadeira mais adequada é aquela que respeita o formato de ‘s’ da coluna”, diz Viviane. “Se para acomodar as costas, no entanto, for necessário escorregar o quadril para frente do acento, a cadeira não serve.”
A Atec, distribuidor oficial das cadeiras Herman Miller – uma das principais empresas americanas de mobiliário para escritório– , vende apenas modelos ergonômicos. Entre os produtos, a cadeira Sayl. No lugar de um encosto convencional, há uma rede de silicone que se amolda a coluna do usuário. O tecido do acento não esquenta. E tem vários ajustes finos, como regulagem da altura dos braços e do acento – este ainda aumenta e diminuiu de comprimento. Custa R$ 2.996. Modelo da Giroflex que compete no mesmo nível da Herman Miller, a CP sai R$ 3.621.
Há opções mais convencionais e mesmo assim eficientes. </IP><IP9,0,0>Uma boa dica são as cadeiras da FM Escritório, que custam a partir de R$ 238. “Antes de fechar a compra, analise também a mesa”, diz Viviane. “Os braços da cadeira devem passar em baixo da mesa. Se não passar, serve para uma sala de reunião, e não para usar o computador.”
ONDE:
ATEC: tel.: (11) 3034-1800 OU (21) 2267-9795
FM ESCRITÓRIO: TEL.: (11) 3326-2965
GIROFLEX: TEL.: (11) 4193-8183
Fique atento as dicas da fisioterapeuta Viviane Ramos na hora de analisar a cadeira.
Base: com 5 pés de apoio para maior estabilidade
Assento: borda anterior com curvatura (arredondado) para baixo, deixando uma distância de aproximadamente 3 cm da curvatura posterior do joelho (fossa poplítea) para não comprometer a circulação e o retorno venoso.também deve ter ajustes de altura p/ permitir que a coxa fique em paralelo ao chão, e desta forma o peso corporal será distribuído adequadamente.
Apoio Lombar: precisa apresentar ajustes de altura e inclinação (independente dos ajustes do assento).A grande importância do apoio lombar é aliviar a tensão realizada pela musculatura, pois sem o apoio adequado há uma sobrecarga da musculatura e do peso sobre as vértebras lombares, podendo com o tempo gerar desconforto, dor e desgastes.
Apoio de braços: deve possuir ajustes de altura (e para obesos, pode necessitar de ajustes no sentido lateral).Atenção: os apoios de braços não devem ser usados como suporte constante.
MESAS
Altura: a maioria das mesas não possui regulagem de altura, isto gera um custo bastante elevado. Por isso, o que deve ser ajustado é a altura do assento da cadeira. E caso os pés não alcance o chão será necessário um apoio para os pés, para que as pernas não fiquem penduradas, o que causa compressão e comprometimento da circulação sanguínea nas pernas.
Lembrando: todos esses ajustes devem ser regulados individualmente, respeitando as condições posturais, físicas e as necessidades do posto de trabalho.
Na onda retrô decoração e do design, a geladeira da vovó virou peça descolada e moderna. Depois de receber uma nova pintura – a tendência é amarelo, laranja, verde e vermelho – , ela pode virar um armário para livros e até mesmo numa sapateira. Há modelos que ganham adesivos. Outras passam também por reformas mecânicas, e continuam na cozinha, preservando a comida fresca.
Há dois anos, o publicitário Tiago de Carli, de 26 anos, ganhou um refrigerador da General Electric Company, mais conhecida como GE, da década de 1950. “Eu sempre gostei de modelos antigos. Meus pais acharam uma dessas numa loja de usados, e resolveram me presentear”, conta Carli, que mesmo sem conhecimento de mecânica, começou a reformá-la.
Quando acabou a obra, orgulhoso do resultado, postou a foto da geladeira no blog. “Foi um sucesso. Muitos amigos e internautas começaram a pedir para que eu fizesse o mesmo com a geladeira deles.”
Como aumento da demanda, ele resolveu abrir uma empresa artesanal de réplicas de modelo antigos, a Adélia Works. “Fiz isso porque nem todo mundo fica satisfeito com a reforma. Algumas peças do interior do modelo original não dá para ser recuperada. E tem gente que não entende.”
A Brastemp tem uma linha retrô. As geladeiras levam acabamentos arredondados e acessórios cromados. Mas tem todos os recursos de funcionamento dos modelos atuais como a tecnologia frost free. “Já a Adélia Works faz geladeira nos moldes antigos. Ela tem até congelador”, conta Carli.
Da família. Tem consumidor que sai à procura de objetos velhos para restaurar. Mas em algumas casas, a geladeira conta uma história: foi deixada de herança por um ente querido, por exemplo. “Tive uma cliente que me ligava todos os dias para saber da geladeira que estava aqui, que ela chamava de meu ‘bebê’”, diz Carlos de Lima, de 46 anos, proprietário da Pintura de Geladeiras, especializada em reformas, na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo. “A geladeira nem era tão velha. Tinha 15 anos. Mas era um presente da mãe dela.”
Lima que aprendeu o ofício com seu pai, ex-funcionário da Frigidaire em 19, dá dicas. “A tinta usada na reforma tem de ser automotiva. E ela deve ser feita numa cabine livre de pó e depois secar numa estufa à 36°.” O custo do trabalho: R$ 1.400.
Para quem procura modelo antigos já recuperados acesse o site Geladeira & Retrô. Com sede no Rio, a empresa tem em estoque 68 modelos, e entrega em todo o Brasil. Há muitos achados, como uma refrigerador da década de 1930, que parece um cofre.
Longe do fogão e do micro-ondas, fazer pipoca virou brincadeira de criança. É, por exemplo, uma das atividades prediletas de Luigi Perrone, paulistano de 4 anos. “Quando meus pais ou os amiguinhos dele aparecem em casa para visitar, Luigi oferece pipoca”, diz a mãe do menino, a publicitária Cristina Perrone, de 29 anos. “Ele vai à cozinha, coloca o milho na máquina e liga o botão. Minutos depois, meu filho entra na sala com uma vasilha cheia nas mãos. Todos ficam impressionados.”
Como na máquina elétrica, o milho estoura dentro de um recipiente de vidro ou plástico resistente transparente, de acordo com o modelo. Luigi vê todo o processo e se encanta. Ele não é o único. “Sempre que chega o período de férias, as vendas da pipoqueira mais do que dobram”, diz Celso Mendes, gerente de produtos das 35 unidades nacionais da Spicy, loja de utensílios para cozinha. Entre elas, uma da Cuisinart (R$ 398), que faz até10 xícaras de pipoca.
Com design divertido – o formato do Mickey – a pipoqueira da Disney (R$ 350) faz ainda mais sucesso com a criançada. Já os pais preferem o modelo retrô da Mini Nostalgia (R$188)com capacidade para até 100 gramas de milho.
“Fazer na pipoqueira elétrica dá menos trabalho do que preparar na panela. Também é mais saudável do que pipoca de micro-ondas”, diz Daniela Chamecki, chef do Restaurante Santa Gula, e mãe de Guilherme, de 8 anos, e de Gustavo, de 5. Na pipoqueira elétrica não vai óleo. O milho estoura com o ar quente.
Daniele tem a Pop Fun (R$ 104,90), da Mondial Line– modelo bem similar ao Easy Pop (R$ 79,90), da Cadence. Eles vem com um medidor de milho. Depois de colocar a quantidade indicada do ingrediente na pipoqueira é só fechar a tampa e ligar.
Temperos extras. O medidor, que fica em cima da tampa, também pode ser usado para colocar a manteiga, que derrete durante o processo. Depois é só derramá-la sobre a pipoca pronta. “Meus filhos também adoram quando coloco queijo ralado.” Daniele ainda tem uma receita de azeite com ervas (leia receita abaixo). “Só não deixo as crianças mexerem no aparelho sem que um adulto esteja presente. Elas podem abir a tampa durante o processo, e se queimarem.” Os fabricantes também avisam que as tampas não travam. Ficam apenas encaixadas.
Molho de azeite e ervas para pipoca
por Daniele Chamecki
Ingredientes: 50 ml de azeite, um punhado de sal grosso ou flor de sal, 6 folhas de manjericão, 6 folhas de alecrim, 6 folhas de tomilho e 6 folhas de orégano.
Modo de Fazer: o azeite deve ser tirado do vidro para a vasilha, onde serão misturadas as ervas. Misture todos os ingredientes e amace um pouco as ervas. Depois derrame sobre a pipoca pronta. Os ingredientes foram calculados para 70 gr. de milho.
ONDE ENCONTRAR:
CADENCE : SAC (54)3290-2200
MONDIAL: 0800 55 03 93 ou sac at mondialline.com.br
OREN: Rua Augusta, 2.409; tel.: (11) 3062-8669
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