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Cadeado certo, mala mais segura

Valéria França

20 julho 2012 | 22:30

 

 

 

 

Até o ano passado, o estilista Rodrigo Rosner, de 38 anos, achava que o cadeado era o item menos importante na hora de organizar a bagagem. Deixava para comprar o modelo mais barato que encontrava no aeroporto. Até que teve a mala arrombada quando fazia uma escala em Zurique, na Suíça. Hoje, Rosner não viaja sem um cadeado robusto e de segredo.

Há vários modelos no mercado. É possível até escolher de acordo com o estilo e a idade do viajante. A Pado lançou modelos que seguem a tendência da moda. Há cadeados com estampa de onça e de zebra (R$ 20, em média). Também lançaram modelos com os times brasileiros de futebol (foto acima).

 

Para as crianças, a parceria com a Disney rendeu modelos com cabo de aço com a cara do Mickey e da Minnie, entre outras (cerca de R$ 30).

A Papaiz também desenvolveu uma série com os distintivos dos times brasileiros e da seleção nacional de futebol, mas diferentemente dos modelos da Pado, seus cadeados tem  o formato parecido com a de uma bola. A Papaiz ainda fechou uma parceria com a estilista Adriana Barra, que desenhou estampas florais exclusivas para a linha fashion (R$ 25).

 

Além de procurar por um cadeado resistente e robusto, uma dica é escolher um com a certificação Transportation Security Administration (TSA), facilmente identificada por um logo vermelho em forma de losango. A TSA é uma agência do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, criada depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Mala vistoriada. Muitas pessoas não sabem, mas todas as malas e mochilas são vistoriadas eletronicamente nos aeroportos. Quando o sistema tem dificuldade de identificar o conteúdo, a mala pode ser aberta pelos funcionários da alfândega. Em todos os aeroportos do mundo, há chaves-mestras que abrem os cadeados com a certificação TSA. Caso seja de outro tipo, será arrombado. Muitas vezes, até o zíper da mala é danificado. Para que o viajante não pense que foi vítima de algum golpe ou furto, as alfândegas costumam deixar uma carta em papel timbrado explicando a situação. Nos EUA, um cadeado com TSA sai por volta de US$ 9. No Brasil, custa cerca de R$ 30 – sites de compras online têm preços melhores.

Há cadeados com a certificação TSA, que também são decorados. É o caso do modelo abaixo, da Papaiz, com estampa da Burberry.


Uma outra opção é comprar uma mala que já venha com esse tipo de cadeado. A Samsonite tem vários modelos com essa facilidade. A Winfield Spinner 25, por exemplo, que é pequena, sai por R$ 659 na baggagio.com.br. A maior custa cerca de R$ 1 mil.

Aplicativos. Algumas companhias aéreas desenvolveram aplicativos para que os passageiros monitorem suas bagagens. A Delta Airlines, por exemplo, lançou um aplicativo compatível com os sistemas da Apple e do Google. Ele procura as malas a partir do bilhete de embarque.

Basta apontar a câmara do smartphone ou tablet para o tíquete. Na tela aparece em que lugar do aeroporto ela está. É possível até descobrir o número da esteira, caso já tenha desembarcado. A facilidade economiza tempo do viajante, porém, não dispensa o cadeado.

E se a opção for por um modelo de cadeado de código, vale seguir a dica de Rosner: “Use um número fácil de memorizar, para não ter de arrombar a própria mala.”

O estilista Rosner

 

 

ONDE: PAPAIZ : 0800-701-4443.

PADOARMARINHOS FERNANDO:SAC (11) 2799-8000

WALMART: ; SAMSONITE OU WWW.BAGAGGIO.COM.BR