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Blog da Garoa

Vem aí um feriadão, tempo bom para ficar na cidade e aproveitar São Paulo. Para quem ainda não tem programa: que tal uma passadinha no Memorial da América Latina para ver Portinari? A temporada da obra Guerra e Paz, da ONU, foi estendida até 20 de maio. Depois me digam o que acharam da dança de roda das mulheres!

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26.março.2012 11:54:56

Guerra ou Paz?

É comovente ver a alegria no rosto das pessoas quando estão diante dos painéis gigantes de Portinari, expostos no memorial, em São Paulo, gratuitamente. Na tarde de domingo, dia de clássico no Pacaembu, havia na Barra Funda caravanas, cadeirantes, crianças. E fiquei com a sensação de que “Guerra” atrai mais atenção do que “Paz”. Será?
Domingo, 24 de março, Portinari no Memorial/Foto: Pablo Pereira

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Saiu oficialmente local e data da exposição dos paineis Guerra e Paz, de Portinari, em São Paulo. A partir de 6 de fevereiro – até 21 de abril – paulistanos poderão visitar as obras no Memorial da América Latina. Depois elas seguem para Hiroshima, Oslo e Cidade do México.

 

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Na próxima terça-feira, dia 18, às 10h, no Memorial da América Latina, João Candido Portinari, filho de Candido Portinari, vai anunciar oficialmente o local e a data da exposição na cidade dos painéis “Guerra” e “Paz”, que foram restaurados e começam uma turnê por várias cidades. As obras passaram mais de meio século na ONU, em Nova York, e voltaram ao Brasil em dezembro. O Rio já viu os painéis que foram pintados entre 1952 e 1956 pelo artista de Brodowski (SP).

Preparando o evento da transferência da obra, João Candido conta que os painéis foram pintados em Botafogo, no Rio, em um estúdio da antiga TV Tupi. “Meu pai não tinha um ateliê. Ele pintava em casa”, explica João Candido. Mas para aquela obra, naquelas dimensões (14m x 10m), ele precisava de mais espaço. E pintou em um galpão.

Durante os estudos para Guerra e Paz, Portinari começou a sofrer com a intoxicação pelas tintas. E, em 1954, foi vítima de uma hemorragia. Os médicos, então, o proibiram de usar tintas. Ele reclamou publicamente. Em uma entrevista ao Jornal O Globo, da época, disse: “Estou proibido de viver”, lembra João Candido. Mas logo achou o caminho dos lápis de cor e seguiu criando. Em 1955, voltou às tintas e, num espaço de 9 meses, deu à luz sua obra prima.

Segundo João Candido, o Memorial foi escolhido para o anúncio por ser um espaço criado por Oscar Niemeyer especialmente para uma outra obra de Portinari, o Tiradentes.

Portinari morreu no dia 6 de fevereiro de 1962.

Enquanto aguarda a chegada das obras, você pode curtir um pouco dos painéis clicando aqui.

João Candido Portinari, filho do pintor/Foto: Divulgação

 

(texto atualizado às 16h32)

 

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Três imagens maravilhosas, dois Portinaris e um Clovis Graciano, que conheci nas longas e prazerosas horas de leitura sobre São Paulo, entram aqui, nesta Sexta-feira Santa, como presente de Páscoa aos amigos do Garoa.

São uma rápida prova do que existe em obra essencial para quem gosta das histórias da cidade: o livro História e Tradições da Cidade de São Paulo, de Ernani Silva Bruno. O autor, aliás, é craque da mesma estirpe dos artistas que traduziram a cidade nas artes plásticas.

Esse livro é um primor. É de 1953, da José Olympio Editora, do Rio. Tem 285 ilustrações maravilhosas, entre elas belíssimos bicos de pena de Clovis Graciano e os desenhos de Cândido Portinari, especialmente criados para o livro. Além de fotos, reproduções de outras telas e plantas antigas da cidade.

 

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Clovis Graciano Serenatas de estudantes de Direito em SP

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