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Blog da Garoa

20.fevereiro.2011 00:30:18

Viagem pelas mãos da artista

Apreciar fotos antigas é quase uma necessidade para muita gente. Mais cedo ou mais tarde você folheia álbuns, viaja no tempo, sorri consigo mesmo – ou até chora de saudade. 

No caso da cidade de São Paulo antiga, mestres como Militão de Azevedo e  Guilherme Gaensly deixaram acervos preciosos para a alegria dos pesquisadores e dos curiosos.

 São registros de ouro.

Mas a arte de retratar a cidade conta também com mãos ricas na reprodução, pelo traço, das sombras, da luz, das perspectivas. Conheci outro dia uma bela coleção de desenhos em preto e branco, alguns em cores, que acaba de ser editada pela Companhia Editora Nacional (2010). É obra de Diana Dorothèa Danon, artista que tem seu foco na pintura documental.

O livro São Paulo: Belle Époque contém interiores, mobiliário, objetos decorativos, monumentos, maçanetas, afrescos. E conta com o requinte dos textos do professor Benedito Lima de Toledo.

 É mais uma viagem tocante ao mundo paulistano que não existe mais, como o das fachadas demolidas ou alteradas da Paulista ou de Campos Elíseos.

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Pia Inglesa, de 1884, desenho de Diana Dorothèa Danon

 

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Atualizei o post  das fotos do Militão Augusto de Azevedo. Há lá mais 10 imagens do grande fotógrafo do Século 19.

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01.março.2010 13:19:30

Para curtir fotos de Militão

 Lendo aqui post sobre a importância de Militão Augusto de Azevedo para a iconografia paulistana, outro dia, um comentador perguntou: “Cadê as fotos do Militão?”

Duas dicas de livros, entre muitos, que oferecem as relíquias de Militão:

 

Foto da capa do livro com fotos de Militão de Azevedo

Foto da capa do livro que contém fotos de Militão de Azevedo

 

Foto de capa de livro que contém imagens de Militão de Azevedo

Foto de capa de livro que contém imagens de Militão de Azevedo

 

E mais 10 imagens, das 60 que comprei no Arquivo Público:

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Post atualizado em 11/03/2010.

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A cidade de São Paulo completa nesta segunda-feira, dia 25, seus 456 anos. Tinha ela ainda cerca de 30 mil habitantes, em 1862, quando por aqui chegou para tentar a vida um dos principais personagens da história dos seus registros: Militão Augusto de Azevedo.

Militão veio do Rio. Viveu entre 1837 e 1905. E deixou uma coleção maravilhosa de fotografias de São Paulo. É, reconhecidamente, pelos livros que cuidam da memória paulistana, um dos grandes responsáveis pelo que se conhece do passado da cidadezinha que ainda não havia desabrochado, mas que já começava a atrair levas e levas de migrantes. Há belas obras literárias e iconográficas dedicadas a Militão, como na Iconografia Paulistana, da Capivara.

 Houve, sem dúvida, à época, outros dedicados amantes da fotografia que gravaram imagens também importantes, como Marc Ferrez, Guilherme Gaensly. Alguns lembrados, por exemplo, em estudo de Boris Kossoy, para o livro A História de São Paulo, a cidade no Império, 1823 a 1889.

Assim como os pintores que perpetuaram a cidade, alguns já lembrados aqui, que fixaram paisagens, tipos, arquitetura e comportamentos e nos permitem hoje apreciar como eram os ancestrais de São Paulo.

Mas Militão tem capítulo especial. Ele viveu de sua produção de fotos, retratou o casario, é um marco. E deixou um documento importante para a cidade. Então, para lembrar de como tudo começou, nesta véspera da efeméride maior da cidade, nada melhor do que uma olhadinha em fotos. No caso, na foto do fotógrafo:

Militão Augusto de Azevedo, retratado por Valério Vieira (Reprodução)

Militão de Azevedo, retratado por Valério Vieira (Reprodução)

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