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Quem Faz

PABLO PEREIRA. Formado pela PUC-RS em 1986, é jornalista do Estadão desde 2007. Foi Editor Executivo de O Estado de S.Paulo, do Jornal da Tarde e do estadão.com.br. Master em Jornalismo Digital pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), é repórter especial.

terça-feira 21/02/12

Mangueira muda o Carnaval – e a gente

  Curtir um gol de um filho na quadra do colégio, assistir ao time ganhar do Barcelona no Mundial, saber que um amigo se deu bem ou ver a Sapucaí inteira cantar um samba no silêncio de uma bateria nota 10. São grandes momentos da vida, às vezes prosaicos, mas inesquecíveis. Acontecimentos que viram marcas

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terça-feira 08/02/11

Olha o carnaval aí, gente!

 Olha o carnaval aí, gente!,  costuma gritar o cantor da Beija Flor, escola de samba do Rio. O bordão de Neguinho pegou pelo país. Olha o carnaval aí, gente! E aí entram aquelas baterias poderosas, com seus sambas-enredo de sacudir quarteirão. As escolas de São Paulo também têm seus grandes momentos.  Ouça aqui. Mas se o

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segunda-feira 22/02/10

Cacarecos e Pernilongos

Terminado o carnaval, feitos os desfiles das escolas de samba vencedoras depois de apurados os desempenhos quesito por quesito, resta o ano, propriamente dito, pela frente. Olhando biografia de um dos personagens mais interessantes da cultura da cidade dos últimos, digamos, 50 anos, o grande Adoniran Barbosa, ou João Rubinato, para os mais íntimos, e que

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sábado 13/02/10

Carnaval: é ruim, mas é bom

Uma boa noite de carnaval é quase sempre um convite a uma manhã insuportável, caso o sujeito tenha de sair da cama. Se ele seguir bem a receita da festa, como manda a cartilha, enfiar o pé na jaca e sapatear na dita cuja noite afora, pela manhã vai se encontrar na esquina da consciência com a

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sábado 13/02/10

Carnaval, cidade em festa!

Foto publicada no O Estado no carnaval de 1930

O carnaval de São Paulo já começou e a cidade está em festa. Festeja quem ficou para ver desfiles e brincar nos blocos de rua e clubes, festeja quem aproveita o feriado para viajar. E festeja igualmente quem ficou na cidade curtindo as facilidades da vida na metrópole com menos gente. Para quem gosta de recordar,

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