Os pesquisadores norte-americanos Gary e Rose Neeleman, que trabalham em uma trilogia sobre a imigração EUA-Brasil, acabam de escrever seu segundo livro sobre a imigração de soldados confederados dos EUA na segunda metade do Século 19. São 300 páginas contando a tentativa de colonização do Brasil por americanos, incentivada pelo imperador D. Pedro 2º, após a Guerra de Secessão (1865). A obra ainda não tem data para ser lançada no Brasil.
O livro trata da história de exilados do trágico conflito na América do Norte e de como foi o fracasso de projetos de criação de comunidades em Santarém, no Pará, dizimados pelo abandono e pelas moléstias da selva. Por outro lado, destaca o sucesso da empreitada dos confederados na região de Nova Odessa e Americana, em São Paulo.
O primeiro da série, Trilhos na Selva, saiu no Brasil em 2010. Um novo livro, ainda em fase de pesquisa, vai contar a história da presença na Amazônia dos soldados da borracha no Século 20. E dos contatos entre os presidentes Franklin Delano Roosevelt e Getúlio Vargas. É pesquisa garimpada em documentação do Congresso americano.
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Pablo, dias atrás você disse que sua capital pega R$ 40 bilhões em tributos por ano (suponho) e os serviços públicos… etc..
O estado de São Paulo faz 40% dos R$1,5 trilhões dos tributos arrecadados Brasil afora. Aceito controvérsias. Políticos como Ciro Gomes, e outros do nordeste, por exemplos, são especialistas em viver de parte desse dinheiro além de exportar nordestinos para regiões brasileiras mais ao sul.
Você pode fazer uma abrangência mais didática da coisa, em vez de jogar a bomba em Kassab, Serrra, Marta, Erundina etc..
Pablo, cadê meu comentário? Tá noutra?
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