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Antes do jogo, clima de otimismo em recepção de Dilma

Pablo Pereira

12 junho 2014 | 16:48

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Fernando Haddad (PT) chutaram um 3 a 0 como resultado do jogo de estreia da Copa contra a Croácia no Itaquerão. Na saída do hotel Marriot, ao lado do Aeroporto de Guarulhos, onde se encontraram no final da manhã com a presidente Dilma Rousseff e do presidente da Fifa, Joseph Blatter, Alckmin e Haddad eram a imagem do favoritismo da seleção de Felipão. Os dois acompanharam a presidente no ônibus que levou autoridades ao aeroporto para, de lá, seguirem de helicóptero para o estádio.

Dilma recebeu ainda chefes de estado dos vizinhos Bolívia, Evo Morales;  Equador, Rafael Correa; Chile, Michelle Bachelet; e do Paraguai, Horacio Cartes, além do “adversário” primeiro-ministro Zoran Milanovic, da Croácia – considerada a seleção-pato-, e outros líderes políticos. Bachelet foi a última a chegar. O encontro foi fechado para a imprensa, que ficou do lado de fora, no “cercadinho” habitual. Na rua, nada de manifestação, vaia ou aplauso.

Por volta de 14h, quando caminhava para o ônibus, Dilma não quis fazer prognósticos. Seguida pelo senador Renan Calheiros (PMDB), ela disse somente que estava “em concentração”. O mais pessimista nas previsões era o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo. Depois de, na chegada, desejar uma “Boa Copa”, na saída ele previu um 2 a 1.

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