1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Quem Faz

PABLO PEREIRA. Formado pela PUC-RS em 1986, é jornalista do Estadão desde 2007. Foi Editor Executivo de O Estado de S.Paulo, do Jornal da Tarde e do estadão.com.br. Master em Jornalismo Digital pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), é repórter especial.

quarta-feira 30/05/12 19:23

Fado e tango de Cristina Branco em festa portuguesa em SP

Gostas de fado? Gostas de tango? Gostas de Cristina Branco? Pois...

Vem aí, no dia 10 de junho, Data Nacional de Portugal, segundo dica do pessoal da Casa de Portugal, a cantora Cristina Branco, fadista de bela voz que também interpreta tangos, como "Anclao en Paris", de disco "Não há só tango em Paris", gravado em 2011.

Cristina Branco faz turnê que inclui também Brasília e Buenos Aires, de 10 a 14. Em São Paulo, será ...

Ler post
terça-feira 29/05/12 13:40

Acervo mostra a luta de Luiz Gama na internet

Luiz Gama Reprodução de 15 de novembro de 1895 Estado

No próximo dia 24 de agosto completam-se 130 anos da morte do abolicionista Luiz Gama, ex-escravo, libertador de negros que, na sua época, eram submetidos à indignidade da escravidão por uma sociedade que se permitia conviver com venda de seres humanos. Há trabalhos acadêmicos importantes lembrando desse personagem paulistano, alguns já citados aqui no Garoa.

Mas agora, com a abertura do Acervo do Estado à pesquisa pública, na web, pode-se conhecer com mais ...

Ler post
sábado 26/05/12 20:35

Futebol em dias de craques e emoções (e lembranças)

O Corinthians está a dois passos de um título desejado como a redenção para milhões e milhões. Ser campeão da Libertadores! E vai jogar tudo numa batalha contra o que há de mais alegre no futebol mundial, depois do Barcelona, que é o time do Neymar. Grandes momentos do futebol!

Não sou corintiano, nem santista. Mas gosto de futebol de artistas (como Neymar) e, depois, de jogo competente, como o do time do Itaquerão. Em seus jogos ...

Ler post
quinta-feira 24/05/12 09:30

Administrador e metroviários não se entendem e contribuinte paga a conta

Depois de perder 45 minutos dentro de um táxi e de ter de pagar R$ 36,80 por uma corrida de R$ 17, R$ 18, na região da Vergueiro, Zona Sul de São Paulo, no começo da tarde – vivendo uma irritação que certamente passou pela cabeça de, digamos, pelo menos 5/6 milhões de paulistanos que precisam de transporte para se deslocar na cidade -, fica a incômoda sensação de estar, mais uma vez, sendo enganado. E vem a vontade de abandonar a cidade, ir morar em qualquer outro lugar. Horas de uma greve de Metrô e trens e a manhã de sol se transforma numa enrascada!

Culpa de quem? Culpa do fracasso nas negociações do poder público estadual com os metroviários. O administrador público e o sindicato não se entendem no escritório por conta de acertos salariais e benefícios e o resto da massa (milhões), que já passa sufoco todo dia, paga a conta nos pontos de ônibus, nas estações de Metrô e CPTM, nos carros engarrafados, ou caminhando horas a pé na rua.

Quando um contribuinte infringe qualquer regra de convivência, com as quais muitas vezes nem concorda, é obrigado a pagar multas – além de arcar com os altíssimos impostos do dia a dia. É assim na democracia, argumentam. Tudo bem. Mas e na hora da contrapartida? Vale só o venha a nós? Ao vosso reino, nada?

Diga aí quem, em São Paulo, não caiu na farra da arrecadação no trânsito, dos seus radares marotos, de suas normas ultrapassadas, seu rodízio de placas que beira a extorsão? O rodízio de placas de carros desde sempre é a simples transferência do custo da incompetência dos governos da cidade (Gilberto Kassab e seus antecessores, entre eles os que estão hoje novamente em campanha – PT de Fernando Haddad e PSDB de José Serra) em planejar normas efetivas de controle de poluentes. Incapazes no serviço, mas empossados, claro, suas trupes de burocratas, com o aval dos chefes, usam a via mais fácil: mandam a conta para o modo de vida e o bolso do contribuinte.

É um absurdo que se conviva com isso há tanto tempo na cidade e não se veja que não se trata de outra coisa que não seja fazer a população pagar pela incompetência de décadas na administração pública em criar alternativas efetivas de se livrar da fumaça dos carros com obras de estrutura viária, transportes públicos eficientes e políticas de desconcentração demográfica. A fumaça, aliás, basta haver uma seca, continua sendo vista no horizonte da cidade.

Para terminar: de quem eu cobro pelo custo adicional de hoje (e nem vou falar nos demais dias preso no trânsito)? Com quem se fala lá na Secretaria da Fazenda para que devolvam o gasto que milhões de pessoas tiveram  com uma crise no transporte que o administrador não administrou?

(Texto publicado no Estadão Noite no iPad, edição de 23/05)

 

 

Ler post
domingo 20/05/12 03:37

Acervo na web, um golaço!

Há uma afirmação muito comum no Brasil que é: “Brasileiro não tem memória”. Muito disso se deve àquele sentimento de “país do futuro”, um futuro que nunca chegava - e se você estava preocupado em olhar para a frente ficava, de certa forma, difícil de ver atrás. Mas o futuro chegou.

E chegou bombado pela internet, a rede que revoluciona hábitos, cria rapidamente fortunas como a dos bilionários Mark Zuckerberg, do Facebook, do visionário Steve Jobs, da ...

Ler post