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Quem Faz

PABLO PEREIRA. Formado pela PUC-RS em 1986, é jornalista do Estadão desde 2007. Foi Editor Executivo de O Estado de S.Paulo, do Jornal da Tarde e do estadão.com.br. Master em Jornalismo Digital pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), é repórter especial.

sábado 31/12/11

Triste dia. Por Daniel

Nós tínhamos algumas paixões comuns, das quais falávamos: a vida, filhos, alguns amigos, jornalismo, bola rolando - e Machado de Assis. Dos livros, não falo em respeito a ele. Ele os criava; eu apenas os admiro (como a ele). Daniel Piza foi enganado pela vida que amava tanto, e se foi. Difícil entender. Muito difícil. .    

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terça-feira 27/12/11

Há 15 anos, um tenso dezembro em Lima

Isso aqui nem é tão chocante, disse Roland Bigler, funcionário da Cruz Vermelha, auxiliar na negociação entre o governo peruano e o Movimento Revolucionário Túpac Amaru (MRTA) em dezembro de 1996.  Naquele dia 17, no início da noite, guerrilheiros tomaram a casa do embaixador japonês Morihisa Aoki, em Lima, em uma cinematográfica ação que durou 126 dias, e terminou em tragédia em abril. Todo mês de dezembro lembro de Bigler conversando sobre o trabalho de mediação do chefe dele, Michel Minnig. ...

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segunda-feira 26/12/11

A amizade entre palavras, linhas e pontos

Outro dia, início de dezembro, vi andando pela redação de O Estado de S.Paulo um ícone do silêncio, um homem que fala pelo que escreve – e que escrita! Era Luís Fernando Veríssimo. Portador do DNA da literatura, é um abençoado pelo humor e pela síntese, divindades que guiaram também os passos do poeta Mário Quintana, outro desses gnomos sulistas dos livros. Veríssimo é um Quintana nos cartuns. O poeta adorava as palavras no fundo branco dos livros. Amava-as tanto que ...

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sexta-feira 16/12/11

Passando a sacolinha…

A cidade tem acompanhado a polêmica sobre a distribuição de sacolinhas de supermercado. O comércio  será proibido de fornecer de graça a sacola plástica que o consumidor usa para carregar mantimentos – e que eventualmente serve para descartar lixo doméstico.

Agora o consumidor terá de pagar pelas embalagens das compras – são 1,7 bilhão de sacolinhas em 600 lojas de grandes redes, segundo dados do comércio. Ou seja, o consumidor vai continuar usando a tal embalagem para tirar o lixo, só que terá de desembolsar mais uns trocados. Isso, multiplicado por aquilo, dá uma boa quantia, não?

O argumento central da medida da campanha é o da proteção do meio ambiente.  A campanha é patrocinada pelo comércio. E muita gente que carrega a bandeira do ambientalismo embarca na ladainha. Jogam na sacolinha gratuita até a culpa pelas cheias na cidade. Falsa questão.

Já há material biodegradável para fazer sacolinha de supermercado que derreta no tempo. E as enchentes são coisa de incompetência de anos sem planejamento urbano – isso, sim, responsabilidade do poder público.

Na tal polêmica da sacolinha, é só trocar a de hoje, a famigerada poluidora e entupidora de bueiros, por uma que vire pó rapidamente. E deixar o comerciante livre para oferecer de graça a embalagem à freguesia.

 

 

 

 

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segunda-feira 12/12/11

O reencontro do ano

Dezembro já tem um eito, e se aproximam as festas. Tempo dos presentes, luzinhas brilhandos nas ruas e sacadas, cidade com jeito de alegria e expectativa de feriadão de descanso. Tempo também de rever o ano, fazer balanços, checar resultados, relembrar de encontros. Olhando alguns momentos deste 2011, houve um que me pareceu muito especial. Depois de anos, reencontrei em junho o menino índio albino que havia conhecido em reportagem para o jornal. O Estado publicou em julho a história ...

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