Andava pela rua outro dia, na ligação das avenidas Paulo VI com Henrique Schaumann, quando vi (e fotografei) as figuras bem vestidas, à São Paulo antiga, protegidas pelo lusco-fusco das 20h. Pareciam à vontade. Com cores de Solana, a parede faz quadro com a realidade da árvore e da placa de trânsito.
Está marcada para esta quinta-feira, 28, 19h30, na Livraria Cultura do shopping Bourbon (Rua Turiaçu), a sessão de lançamento de dois livros, editados pela Fundação Memorial da América Latina, que tratam de temas caros a São Paulo. O primeiro conta a história do “Memorial da América Latina – 21 anos”. O outro, Liberdade de Expressão, é reunião de artigos sobre o ambiente da informação na América Latina. Um dos textos organizados por Cremilda Medina é o do jornalista José Maria Mayrink, do Estado, que faz uma reflexão sobre o caso da proibição imposta ao jornal no caso das reportagens sobre os Sarney.
Ela é enorme e está inclinada sobre a rua. Na calçada, suas raízes já desarrumaram o concreto. A árvore que dá sombra ao trânsito de carros e pedestres a duas quadras da Avenida Paulista, obviamente, não merece morrer. Mas, se ninguém ajudar, a próxima temporada de chuvas na cidade pode lhe ser fatal. Pior: a omissão de muitos anos com seu crescimento na esquina da Pamplona com a Jaú a transforma em uma ameaça às pessoas. Coitada.
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Após sete anos de gestação, sai da oficina, em São Paulo, livro que mostra o jeito paulista de ser. Não do paulista da Capital, somente. Autores mostram o ambiente geográfico que formou o paulista para além da metrópole. História do Estado de São Paulo: A Formação da Unidade Paulista será apresentado neste sábado, 23, na Estação Pinacoteca. Editado pela Unesp, Arquivo Público do Estado e Imprensa Oficial, livro tem três volumes e aborda quatro temas principais: economia, sociedade, política e cultura.
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