BLOGS TERRITÓRIO ELDORADO

11.03.11

Palestra Sucesso em Palavras

por
Elias Awad
, Seção: Biografados, Eventos, Meus Livros, palestras e afins... 21:31:56.

Convite especial para vocês, amigos!! Conto com vocês lá!!
Clique abaixo!

18.01.11

Sucesso em Palavras no Feiras e Negócios

por
Elias Awad
, Seção: Biografados, Dica de livro, Meus Livros, Negócios, Vídeos 21:05:04.

Tive a honra de receber o amigo Carlos Roberto Alves de Góes, do Feiras & Negócios lá na Livraria Cultura durante o lançamento do "Sucesso em Palavras - Biografias Eldorado volume I" e aí está a reportagem feita por ele sobre o livro.

Gostei muito! Obrigado, Cacá!

16.12.10

Fotos do lançamento de Sucesso em Palavras

por
Elias Awad
, Seção: Biografados, Dica de livro, Fotos, Meus Livros 23:54:12.

Amigos, eu ainda estou em clima de "ressaca" do lançamento. Não. Nem bebi. É uma ressaca de alegria.
Sorrisão de orelha a orelha por tudo.

Algumas fotos começam a chegar e quero compartilhar com vocês.

Nessa abaixo, alguns dos empresários biografados em Sucesso em Palavras: Affonso Brandão Hennel, Sônia Hess, Robert Wong e Ueze Elias Zahran.

É só clicar que você consegue ver mais fotos no álbum do Flickr da Novo Século.

03.12.10

Sucesso em Palavras

por
Elias Awad
, Seção: Biografados, Dica de livro, Eventos, Meus Livros, Programa 15:18:10.

Conto com todos vocês para compartilhar mais essa felicidade da realização!

29.10.10

Eu, biógrafo, biografado.

por
Elias Awad
, Seção: Biografados, Meus Livros, palestras e afins... 23:53:48.

Quando a Maiara Tortorette , repórter da Catho Online, me ligou pedindo uma entrevista, fiquei bem feliz. Já havia dado uma entrevista em vídeo para a Catho há dois anos sobre as minhas biografias, mas esse outro convite foi igualmente especial, afinal falaria mais de mim, incluindo, claro os livros. Quase que um Biografias, mas comigo do outro lado.

Eu seria, desta vez, o biógrafo um pouquinho biografado. Gostei! E gostei muito do resultado!

Parabéns e obrigada, Maiara!

Compartilho com vocês agora:

Elias Awad: um dos maiores biógrafos do Brasil
por Maiara Tortorette

Após longa trajetória corporativa na área Comercial, Elias Awad transformou sua vida profissional ao ingressar no mundo acadêmico, especializando-se como biógrafo de empresários e executivos renomados e dando início a atuação como palestrante.

Nesta entrevista ao Carreira & Sucesso, Elias fala sobre os primeiros passos na área de comunicação, conta como se tornou um dos maiores biógrafos do Brasil e explica como implantou o Talk Show Biográfico dentro das organizações.

Boa Leitura!

Sua história tem uma peculiaridade muito interessante, que é o seu contato com grandes empresários e executivos de sucesso. Como esta trajetória começou?

A minha vida me apresentou diversas transformações conforme o tempo passava. Com 18 anos, eu cursei a graduação em administração de empresas, na PUC, e no mesmo ano comecei a trabalhar na área Comercial do Banco Votorantim, onde fiquei até os 25 anos. Nesta empresa eu tinha praticamente uma promoção por ano, era algo desafiador. No entanto, chegou um momento que não tinha mais para onde crescer. Naquela época, as empresas tinham uma estrutura muito centralizadora, as carreiras demoravam mais do que hoje e aquilo me fez pensar que aquele trabalho que eu desenvolvi durante muito tempo havia se tornado apenas um emprego, e por esse motivo eu acabei saindo de lá.

Depois eu empreendi em algumas áreas, como representações, e cheguei até a fazer uma grande negociação com uma nova fábrica de aço, mas eles acabaram não entregando nada dentro do prazo e eu perdi minha credibilidade na área comercial. Neste mesmo momento em que eu estava sem ter para onde correr, um amigo que morava em Portugal veio para o Brasil e me fez uma oferta de montar um jornal esportivo, já que eu sempre gostei disso. Como eu estava precisando, aceitei.

O objetivo do jornal era trabalhar com esportes olímpicos e amadores, ou seja, era uma “loucura”, porque, naquela época, falar de um esporte que não fosse futebol era realmente muito arriscado. Começamos escrevendo para este jornal “Esporte Sensação”, que mais pra frente se tornou uma revista e depois um programa de rádio, e foi por esse perfil de falar de todos os esportes que eu cheguei à TV Bandeirantes, onde atuei por muitos anos como repórter. A partir de então, tudo aconteceu na minha vida graças a esse diferencial dos esportes olímpicos, porque quando havia competições internacionais, como, por exemplo, em 1992, em que o Brasil não se classificou para o futebol nas Olimpíadas de Barcelona, todo mundo queria alguém que falasse de algo que não fosse o futebol. E assim eu segui, passei pela SPORTV, pelo SBT, até que um dia comecei a sentir novamente a sensação da Votorantim, de não estar satisfeito.

Quando eu resolvi entrar nesta área de comunicação, a primeira coisa que eu fiz foi o curso de radialista e, depois, a faculdade de jornalismo. No começo do ano 2000, percebi que no esporte a qualidade estava perdendo espaço para a quantidade e aquilo começou a me incomodar, planejei a minha saída e foquei na parte jornalística informativa.

Como surgiu a iniciativa de escrever o primeiro livro?

Sempre tive vontade de escrever algo, e quando resolvi sair do esporte, dediquei-me ao primeiro livro policial e investigativo, contando a história de vida do sequestrador da filha do Silvio Santos. Essa ideia já estava para acontecer há alguns anos, mas esperei ter um bom conteúdo, algo realmente íntegro para apresentar, porque o objetivo não era ser algo “oportunista”, mas informativo. E foi maravilhoso, pois a partir deste lançamento em 2002 eu recebi muitos contatos, convites para palestras, e consegui iniciar uma nova trajetória.

Meu segundo trabalho foi o livro do Sr. Samuel Klein, fundador das Casas Bahia. Nesta oportunidade, eu fui convidado por um amigo em comum para conhecer o sr. Samuel e iniciar esta obra. Busquei fundamentar o livro na entrevista, tentar tirar do sr. Samuel aquilo que estava guardado, e foi um processo difícil no início porque ele estava sentado diante de uma pessoa fazendo diversas perguntas que todo mundo gostaria de fazer, sendo que aquela história nunca havia sido “vasculhada” daquela forma. Então, passamos por períodos de maturação e tudo se desenrolou a partir de um momento inicial de conhecimento, de um breve aprofundamento e depois de um relaxamento, que resultou em um excelente trabalho. Esta foi minha estreia na linha das biografias empresariais, em que a faculdade de administração foi fundamental.

A partir daí, tudo começou a acontecer naturalmente porque, na verdade, o sr. Samuel já tinha algumas histórias publicadas, mas ele entendia que aquilo não transmitia exatamente a emoção que a vida dele representava, então ele passou a distribuir esta biografia com muita alegria, já que, para ele, aquela era a verdadeira história da sua vida. Algumas empresas fornecedoras e empresários receberam, gostaram do estilo e passaram a me procurar e eu também comecei a fazer alguns contatos.

Logo em seguida veio o próximo livro “A indústria do Sucesso”, que é uma indústria fornecedora das Casas Bahia, a Movelar. Atualmente, tenho alguns projetos de que eu participei, projetos biográficos e meu próximo livro, já estou no 11°. Participei de alguns livros didáticos, outros de biografia e agora eu lanço o “Biografias Eldorado” volume 1, em que eu pego 16 das entrevistas iniciais do Programa Biografias da rádio Eldorado, que já vai pra dois anos agora, e reúno nesta obra.

Qual o tempo ideal para finalizar uma biografia? Apenas a entrevista é suficiente?

O processo completo normalmente se dá no período de um ano e meio, mas ele pode se antecipar em função do bom desenvolvimento da entrevista, ou pode se retardar em função de diversos contratempos. De modo geral, acredito que este seja o tempo adequado porque o acervo, para mim, serve mais como uma confirmação de dados, eu me fundamento totalmente no que é conversado, porque acredito que é isso que traz a emoção para o livro. Nenhum jornal ou vídeo vai trazer a mesma emoção do que a própria pessoa que conta. O sr. Samuel, por exemplo, tem uma história de 2° Guerra Mundial que é incrível no sentido de superação e, para muitos, o “empurrar a charrete” é o que tem maior destaque na história dele.

O livro é uma grande reportagem e, às vezes, o trabalho mais difícil do escritor que faz uma grande reportagem é cortar, porque você fica com material para escrever cinco livros e precisa ter uma habilidade de síntese muito aprofundada. Aprendi a ter facilidade com isso na TV, já que, em qualquer programa, você deve saber como expressar o que você tem em apenas um minuto.

Quando ocorreu o primeiro convite para ministrar palestras?

A ideia inicial surgiu de alguns biografados e pessoas que eu entrevistei. Depois, apareceram convites de faculdades que adotavam meus livros como case e até mesmo de pessoas próximas que indicavam. Uma vez, eu levei meu currículo em uma empresa de palestras e a pessoa respondeu que só acreditava em quem fazia uma palestra profissional e que se dedicava exclusivamente para isso. Eu disse que jamais seria este perfil de palestrante porque a matéria-prima que eu tenho para passar eu preciso colher no campo, então não posso focar apenas nas palestras, porque eu preciso das biografias e jamais vou deixar de fazê-las. Isso é a base de tudo, são as conversas, as entrevistas, o que me contam, é deste material que eu tiro minhas observações para poder passar às pessoas.

O que você leva para as pessoas em suas palestras que possa servir como motivação?

O que eu busco como marca é a biografia, que, para mim, é a história de sucesso de alguém, mas tudo acontece em função daquilo que você faz. Então, nestas palestras, como eu biografei mais de uma centena de empresários dos mais variados segmentos, eu tenho diversos exemplos de vida, desde o que veio da miséria e conquistou sucesso, até aquele que realmente estudou, teve boas oportunidades e soube aproveitar tudo isso ao extremo para multiplicar seu negócio. Desta forma, eu acho que a biografia é uma história de como as pessoas se comportam e transformam dificuldades em oportunidades e é isso que procuro passar com as palestras.

Acho que todo mundo consegue absorver algo positivo destas histórias e eu digo isso pela forma como entro e como saio de cada projeto. Escrevi o livro “Ensina-me a Ensinar” e você sai realmente agradecendo, ao invés de reclamando, porque começa a perceber como as pessoas já passaram por coisas muito piores e conseguiram superar, ver algo positivo em tudo aquilo. E isso tudo serve como uma motivação, como força. O sr. Samuel, por exemplo, utilizava diversas estratégias que aprendeu na 2ª Guerra em seu trabalho e foi assim que ele primeiro se posicionou em São Caetano, cresceu no ABCD e só depois de grande veio para São Paulo, tudo isso por meio da sua estratégia.

Qual o público-alvo destas palestras? Há um diferencial do que é apresentado para as diferentes classes de profissionais?

O público é bem variado, mesmo porque a gente faz uma adaptação de linguagem. Então tem o jovem que muitas vezes sonha em ser o Samuel Klein e, para ele, procuro passar que tem que ser ele mesmo, fazendo do seu caminho o melhor que puder e tomando o sr. Samuel apenas como uma referência de alguém que batalhou e conseguiu. Temos a linha empresarial, que é totalmente focada na motivação dos funcionários, e também os executivos, em que eu procuro focar na biografia como algo mais, como forma de chegar ainda mais longe.

Como são realizados os tal shows? O que diferencia esta apresentação das palestras normais?

O talk show é uma linha que eu desenvolvi para difundir o DNA da empresa. Atualmente, muitas empresas que eu biografei já estão na terceira, quarta geração, e a cada troca de geração normalmente a empresa perde um pouco da sua essência. Sendo assim, o talk show biográfico é basicamente o Programa Biografias nas empresas. Então, eu entrevisto os presidentes, os fundadores, para que os colaboradores entendam porque a empresa age de determinada maneira, porque não admite certas coisas. A entrevista é realizada junto aos colaboradores para que exista uma interação e, a partir daí, este programa acaba aproximando os funcionários dos gestores.

Você já atuou como biógrafo, apresentador, palestrante e ainda é professor e articulista em vários veículos de informação e comunicação do mundo corporativo. Como faz para conciliar todas estas atividades?

Eu acho que fica fácil conciliar tudo isso porque realmente faço o que amo. Na verdade, eu nem sinto esse dia passar e fico até aborrecido quando sinto os olhos querendo fechar, porque eu deixo muitas atividades para fazer no período da noite. Além disso, dou aula de rádio na Universidade São Judas e dessa atividade também não abro mão, porque é uma troca muito interessante com os jovens e algo realmente prazeroso.

Hoje, você constituiu uma carreira de sucesso. Acredita que este sucesso se deva as lições aprendidas com estes profissionais?

Eu tento aplicar tudo que eu tive o presente divino de receber, porque minha maior missão aqui é com o elo, entre o que estas pessoas têm para passar e o que as outras pessoas precisam conhecer. O sucesso, pelo que me contam, você não tem, você está. Então, se nós podemos realmente afirmar que o que eu faço tem algum resultado positivo, com certeza é momentâneo. Até mesmo o Dr. Affonso, da Semp Toshiba, fala que o balanço de uma empresa de cinco anos atrás não interessa, o que interessa é o balanço da empresa hoje, porque isso que irá permitir que ela chegue ao amanhã. Então, eu acho que nós temos que fazer isso mesmo, se chegamos até aqui, temos duas opções: melhorar ou estagnar. Fazendo o que eu faço até hoje eu cheguei aqui, mas se eu continuar fazendo tudo igual, eu não sei se vou continuar progredindo, então eu devo buscar melhorar, crescer. É uma busca constante.

Tem vontade de fazer uma autobiografia? Acha que já é o momento?

Primeiramente, eu não posso estragar a minha própria biografia, então ainda tenho que melhorá-la. E, na verdade, tudo que a gente escreve em algum momento acaba colocando um pouco da própria experiência, por isso eu acho que a minha biografia já está um pouco diluída. Por exemplo, eu escrevi 80 anos de vida do sr. Samuel, então são 80 anos de vida dele, e dois anos da minha, ou seja, a minha vida está inserida em cada uma destas obras. Mas um dia, com certeza, vou querer escrever algo sobre mim.

Leia também a íntegra do Jornal Carreira & Sucesso - 407ª Edição.

26.08.10

Convite – lançamento em Porto Alegre

por
Elias Awad
, Seção: Biografados, Eventos, Meus Livros 13:57:44.

Lançamento em Porto AlegreO lançamento em São Paulo aconteceu na semana passada na Bienal do Livro. Agora convidamos a todos para o evento em Porto Alegre, terrinha boníssima e hospitaleira do biografado Vicencio Paludo.

Alô gaúchos, dia 30, esperamos vocês no Bourbon.

Grande abraço!

18.08.10

Um convite especial a todos vocês!

por
Elias Awad
, Seção: Biografados, Eventos, Meus Livros 12:29:04.

É amanhã, caros ouvintes e leitores Eldorado.
Lá na Bienal do Livro. Às 16h espero vocês no estande da Novo Século (entre as ruas M16 e N16) para a sessão de autógrafos deste novo trabalho, a biografia do empresário Vicencio Paludo, fundador da Vipal.

Banner - convite de lançamento

Espero vocês!

16.07.10

Sorte. Ela existe?

por
Elias Awad
, Seção: Meus Livros 14:29:47.


“Sorte! É com esta palavra que se define, de maneira simplória, a capacidade que algumas pessoas têm de transformar determinadas situações em grandes oportunidades profissionais. Mas a melhor definição de sorte é: estar no lugar certo, na hora certa e preparado para a oportunidade.”

Trecho do meu livro Mr. Fisk - a trajetória do presidente de uma das maiores redes de escolas de idiomas do mundo.

A definição é de Richard Hugh Fisk, mas faço dele as minhas palavras. Não acredito em sorte, assim, pura e simples. O que muitos chamam de sorte eu costumo definir como conseqüência de obstinação, trabalho e perseverança.

O tema até me lembra uma frase que ficou famosa com Thomas Jefferson. “Quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho”. Nada mais sucinto. Nada mais simples!

Então, vou atrás da minha sorte. Ou seja: continuar trabalhando (e muito).

11.12.09

Encontrei uma antiga entrevista

por
Elias Awad
, Seção: Meus Livros 15:16:29.

Encontrei essa entrevista que dei ao Hélio Cordeiro. Gostei de relembrar e compartilho com vocês. Novos agradecimentos a ele:

SAMUEL KLEIN, um ser humano apaixonante

Entrevista exclusiva com Elias Awad, autor do livro "Samuel Klein e Casas Bahia: Uma Trajetória de Sucesso".

Como surgiu a idéia do livro sobre o empresário Samuel Klein?
O Sr. Samuel Klein nunca gostou de autopromoção. Sempre preferiu uma vida reservada. O que o motivou a contar sua história para que fosse transformada por mim em livro foi a "pressão" dos amigos e o fato de ter completado 80 anos em 2003. Com isso, muitas pessoas podem ter na história de Samuel Klein um grande exemplo de vida.

Você já o conhecia?
Fui apresentado a Samuel Klein por um amigo em comum. Passamos, então, a nos encontrar semanalmente para as entrevistas. Foram momentos marcantes e fascinantes e com os quais aprendi muito. Com as verdadeiras aulas que recebi de Samuel Klein cresci tanto pessoal como profissionalmente. Ele é um ser humano apaixonante!

Quanto tempo durou para fazer as entrevistas e onde foram feitas?
Em função da apertada agenda do empresário levamos aproximadamente um ano e meio para a finalização do livro. No início os encontros eram mais espaçados e sujeitos a cancelamentos, mas com o passar do tempo tudo se engrenou e o trabalho deslanchou. Além do Samuel Klein, entrevistei também mais de 40 pessoas que participaram da vida profissional e pessoal dele. Foi um trabalho maravilhoso e enriquecedor.

O que mais impressionou você na fascinante história do Samuel Klein?
A perseverança, o positivismo e a visão privilegiada e diferenciada das situações. Samuel Klein sempre acredita, seja num amanhã melhor, nas pessoas, nos negócios que faz... Enfim, é um homem que contagia pelo otimismo.

Como sentiu a repercussão dos leitores após o lançamento?
A repercussão e a crítica ao livro estão sendo muito positivas. Optei por escrevê-lo em terceira pessoa. O que mais tem me impressionado é o grande número de leitores situados entre os 17 e 22 anos. Recebo e-mails desses jovens dizendo que passaram a ter uma visão diferente do futuro, das condições profissionais que o mercado os reserva. Dizem que após terem lido a biografia do Samuel Klein passaram acreditar mais em si próprios e que se você se dedicar e esforçar, as coisas acontecem. Aliás, esta é a grande mensagem do livro.

Gostaria de comentar alguma outra questão em torno da pessoa ou do livro sobre Samuel Klein?
Quero ainda agradecer publicamente ao Sr. Samuel e à família Klein por ter reservado a mim tal responsabilidade e oportunidade. Depois de passar muitos anos atuando como repórter esportivo nos principais canais de TV do País, quero agora seguir minha carreira como escritor de biografias. É um trabalho realizador e gratificante, pricipalmente quando se tem o privilégio de escrever a vida de um homem como Samuel Klein.

Bacana, né? Para ler o material na íntegra, acessem: www.judaica.com.br/materias.

E para me encontrar por aí:
www.eliasawad.com.br
www.somosbiografia.com.br
@Elias_Awad

24.11.09

Álbum de fotos

por
Elias Awad
, Seção: Fotos, Meus Livros 01:45:34.

Oi gente.
Criei um álbum no Flickr para colocar algumas fotos do lançamento do "Ensina-me a ensinar".

Close da Capa

Para acessar o álbum, você pode clicar na foto.
Vou tentar atualizá-lo sempre, ok?