Nesta sexta tem Biografias com José Roberto Bernasconi, presidente do Sinaenco/SP, Sindicato da Arquitetura e Engenharia.
Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP, Bernasconi foi presidente nacional do Sinaenco entre 2006 e 2009 e do Instituto de Engenharia entre os anos 1985/1987 e 1987/1989. Foi professor da Poli-USP entre 1970 e 1975, no Departamento de Estruturas e Fundações, das Disciplinas Construções de Concreto e, posteriormente, Pontes e Grandes Estruturas.
Além dessas entidades, o profissional integra o Comitê da Cadeia de Produção da Indústria da Construção (Concic/Fiesp) e a União Pan-Americana de Associações de Engenheiros (Upadi).
Ele também foi eleito o Engenheiro do Ano pelo Instituto de Engenharia em 2010.
O último Biografias Eldorado (na próxima semana já estamos na Nova Rádio Estadão ESPN) começa às 14h30.
Eu costumo dizer que esses "eventos" como as mortes de grandes ídolos do passado mostram a força do tempo. E como ele passa rápido. Logo cedo fiquei sabendo que Elizabeth Taylor havia morrido. Embora fosse uma morte anunciada tantas vezes pelo estado de saúde dela, fui surpreendido.
Liz Taylor foi minha musa da adolescência. É clichê, mas não tem como não mencionar aqueles olhos - os mais lindos do cinema até hoje! Encantadores realmente. Ela marcou época e nos deixa órfãos agora dos grandes artistas de Hollywood, ou da glamourosa Hollywood. Taylor começou cedíssimo e já brilhou desde sempre. Foi a primeira a receber altíssimos salários para gravar filmes, ainda na década de 60. E nunca esteve de fora das notícias sobre celebridades. Taylor não era "apenas" atriz. Era polêmica, vanguardista, linda, namoradeira, única. Não à toa casou 8 vezes, duas vezes com o mesmo marido - o não menos famoso Richard Burton.
Me deu vontade de assistir novamente alguns dos filmes que ela fez. Quem tem medo de Virginia Woolf não traz ela tão bela, mas sim em ótima atuação. É a homenagem que eu posso fazer.
Estou na torcida para que saia um filme sobre a biografia dela em breve. Também estarei de olho!!
Vale ler e ouvir comentários de Luiz Carlos Merten e Ubiratan Brasil aqui no Territorio Eldorado.
Aproveitando a badaladíssima visita do presidente americano ao Brasil, relembro uma das frases dele de que mais gosto:
"Devemos construir mais pontes e menos muros."
E nesse assunto, mas trazendo ainda mais para as nossas singularidades, um vídeo da minha amiga Eliana Barbosa que vai na mesma linha: Edificando Pontes ou Construindo Muros.
Extremamente triste a situação após a tragédia no Japão. Pior do que o próprio tremor - pior da história - e do consequente tsunami - foi a consequência na usina nuclear de Fukushima. E o prenúncio ainda existente de novas explosões e de uma possível catástrofe nuclear.
Sem entrar nos méritos dos investimentos ou não em energia nuclear - deixo isto para os especialistas - o que me chama a atenção mesmo é a reação dos japoneses a tudo isso. Desde o princípio, eles se demonstram calmos, equilibrados. Incrível como logo após o terremoto, o combustível já era racionado nos postos. Ou seja, havia um limite para abastecimento. Não era do tipo quem chega primeiro se garante e os outros que se estrepem. Claro, há um problema sério no que diz respeito a abastecimento de alimentos e água, mas às vezes imagino se uma tragédia dessa proporção acontecesse por aqui...
Essa organização japonesa é admirável. Por lá, fica claro que existe planejamento, treinamento, disciplina, sobretudo para momentos como esse. Já ouço muita gente aqui no Brasil reclamando de um certo tom de conformismo entre os japoneses. "Será que eles não deviam estar gritando por ajuda, exigindo informações transparentes do governo? Ninguém pede nada". Sim, concordo que é necessária mobilização para pedir mais transparência e atitude. Mas penso que o estado de espírito dos japoneses não seja de conformismo. Seja sim de resiliência. Passaram e estão passando por uma tragédia. Porém, se resguardam em energia. Talvez seja essa a atitude que eles estejam tomando.
Não sei, é difícil avaliar tão de longe. Mas o que quero dizer é que devemos olhar para essas culturas tão diferentes da nossa com respeito e, mais, com olhar atento de observação. O que podemos aprender com tudo isso? É claro que estamos temerosos e estamos orando para que novas explosões não aconteçam nos reatores ainda superaquecidos. Podemos ajudar arrecadando dinheiro e outros materiais de primeira necessidade - o que, aliás, está sendo muito bem feito inclusive pelas redes sociais. Mas eu passei a admirar ainda mais esse povo que parece saber diariamente de ameaças invisíveis e que mesmo assim não perde a vontade de seguir em frente.
Hoje fiz duas entrevistas sensacionais para os próximos programas Biografias. Eline Kullock e Gustavo Cerbasi renderam excelentes gravações e estou certo de que vocês irão gostar quando forem ao ar. Avisarei, logicamente! rs
Agora em homenagem a esse 14 de março - Dia Nacional da Poesia, vamos de "poetinha". Contrariando a regra das segundas, não vamos de frases, mas de poesia. A data obriga e acho que vocês vão gostar!
Para se ter uma biografia memorável é preciso viver de verdade.
Recomendo e sigo!
"Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não."
O Biografias dessa sexta está com gosto de educação executiva. O entrevistado é Marcos Braga, CEO da HSM. O executivo me contou coisas surpreendentes como o fato de que ele quase virou tenista profissional quando jovem!
Todos os detalhes...só ouvindo o programa, claro!
14h30 espero vocês!
“A gente corre atrás de um sonho e quando a gente menos espera o sonho corre atrás da gente.”
São muitas as frases marcantes ditas pelo maestro João Carlos Martins. Mas preferi destacar essa, falada ao final do desfile da escola de samba Vai-Vai. A campeã de 2011 do carnaval de São Paulo foi extremamente feliz ao escolher como tema a biografia do músico. E mais ainda ao trazer uma letra de samba-enredo de arrepiar, assim como a história do homenageado. E a melodia? Emocionante!
E quase faltou fôlego para quem acompanhou o desfile na madrugada de sexta-feira. O homem que não se separa da palavra superação brincando de reger uma bateria de escola de samba fez chorar muito marmanjo. Foi mais do que merecida essa vitória. Parabéns à Vai-Vai. Parabéns ao maestro! João Carlos Martins já passou pelo Biografias! E ele está entre os 16 nomes biografados do meu livro “Sucesso em Palavras – Biografias Eldorado vol. 1”. Sou declaradamente fã de carteirinha dele!
Assim como sou muito admirador do Rei Roberto Carlos, outro destaque maravilhoso desse carnaval 2011. A Beija-Flor trouxe como enredo a trajetória genial de Roberto. E saiu campeã! Não podia ser diferente, não? Parabéns Rei, parabéns Nilópolis!
Fiquei muito feliz com as vitórias de grandes biografias nesse carnaval. É inspiração, superação e exemplo na avenida!
Amanhã tem Biografias Eldorado em ritmo de samba. Teremos Regina Celi Duran, presidente da Acadêmicos do Salgueiro.
O programa é especial pré-carnaval e, de quebra, homenageia as mulheres, já que dia 8 de Março - próxima terça - é o Dia Internacional da Mulher.
Teremos ainda uma pitada boa da Biografia de Solange Cruz, presidente da Mocidade Alegre.
São duas mulheres que comandam duas escolas de samba. Com perfis diferentes, elas administram não escolas de samba, mas verdadeiras empresas! Afinal de contas o carnaval, para eles, dura um ano inteiro, é trabalho, é vida.
Minha querida amiga e colunista Magui Castro também entra em clima de tamborim e falará sobre carnaval!
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
Dizem por aí que o ano começa mesmo em março. Eu discordo totalmente disso, mas aproveite então essa "virada" já que estamos às vésperas de março, para pensar sobre os riscos que valem a pena de serem corridos nesse ano de 2011. Há momentos na vida em que temos de tomar esse passo para sermos bem-sucedidos.