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Os tenistas aproveitaram o dia de folga nos Estados Unidos para visitar o Aquário de Miami. Liderados pelo francês Jo-Wilfried Tsonga, os atletas nadaram com os golfinhos e tiraram fotos com os “novos amigos”.

Além do francês, participaram da visita o espanhol Feliciano López, a alemã Angelique Kerber, a checa Andrea Hlavackova, o sueco Robert Lindstedt, entre outros.

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A bielorrussa Victoria Azarenka já está pensando nos jogos-exibição que vai fazer em Nova York, nos Estados Unidos, no dia 4 de março. A tenista irá enfrentar a atual número 1 do mundo Serena Williams no Madison Square Garden, reeditando o encontro que aconteceu no Brasil, em dezembro . O desafio do tênis ainda vai reunir o espanhol Rafael Nadal e o argentino Juan Martin Del Potro.

“Assista ao novo vídeo de minha última exibição contra Serena! Muito empolgada para jogar contra ela no Madison Square Garden, em Nova York, na próxima semana”, divulgou em sua conta no Facebook.

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Diego Maradona mostrou mais uma vez que não perdeu a genialidade. Em visita ao tenista Novak Djokovic, durante um torneio amistoso em Abu Dabi, o ex-jogador argentino resolveu brincar com a bolinha amarela, deixando claro que o tamanho da bola não é desculpa para a falta de habilidade de alguns.

“O tamanho da bola não importa para Diego”, disse o tenista número 1 do Mundo, rasgando a maior seda. “A lenda do esporte Maradona nos mostrou seu talento com a raquete. Ele joga melhor tênis do que eu faço no futebol.”

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16.setembro.2011 18:00:54

Jogo de dupla vira ponto crucial

Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – O primeiro dia de confronto entre Brasil e Rússia pela repescagem da Copa Davis terminou empatado. E se confirma previsão que Bruno Soares havia feito em conversa durante a semana aqui em Kazan: o jogo de duplas vai ser crucial. Mais ainda para os brasileiros, já que Youzhny é um adversário complicado para Bellucci e Mello pode ter de decidir o vencedor do confronto contra Andreev ou algum dos duplistas russos que também são muito bons neste tipo de superfície (a escalação pode ser alterada).

É fundamental para as chances do Brasil de retornar ao Grupo Mundial aumentarem que Bruno Soares e Marcelo Mello batam Igor Kunitsyn e Dmitry Tursunov. As duplas nunca se enfrentaram, mas a brasileira tem melhor status no circuito mundial – é candidata a disputar a Masters Cup, torneio com as oito melhores formações do planeta, todo ano. Os dois brasileiros falaram ao Estado sobre a expectativa para esta partida. A escalação da dupla russa também pode sofrer alteração, mas é improvável que o capitão Shamil Tarpischev coloque Youzhny em quadra também neste sábado se ele vai ter jogo importante no domingo.

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Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – A torcida brasileira em Kazan contou com um torcedor especial. O atacante Carlos Eduardo, que joga no Rubin Kazan, único time profissional da cidade e bicampeão russo, apareceu no local do confronto com a Rússia pela repescagem da Copa Davis. O jogador está há quase um ano na cidade e diz que nunca viu um brasileiro por lá. Não perderia esta oportunidade quase única.

Numa conversa bastante entusiasmada, Carlos Eduardo lamentou ter de cumprir mais três anos de contrato na equipe russa. Diz que o frio na cidade durante o inverno beira o insuportável e não consegue entender mais que três palavras em russo. Ainda tem outro risco: o clube viaja num avião Yak-42, o mesmo que caiu com um conhecido time de hóquei do país, acidente que matou 44 pessoas.

Gaúcho, o atacante, que já chegou a ser convocado por Mano Menezes para a seleção brasileira, tomou chimarrão durante os jogos, hábito completamente estranho para os russos. Também posou para foto com o número 1 da equipe brasileira, Thomaz Bellucci. As imagens são de Marcelo Ruschel, da Poa Press.

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16.setembro.2011 07:42:11

A estrutura russa

Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – Na chegada para o primeiro treinamento em Kazan, a expressão no rosto de todos os integrantes da equipe brasileira da Copa Davis era impressionada. O confronto com a Rússia está sendo disputado no melhor centro de treinamentos do país, a nova Academia de Tênis de Kazan. Como está na matéria de hoje da edição impressa do Estadão, são 26 quadras, dois estádios para 3 mil pessoas e estrutura completa para treinamento e formação. Aqui no blog, mais fotos da academia. A primeira é de Marcelo Ruschel, da Poa Press, as demais são minhas mesmo.

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15.setembro.2011 19:00:57

Kazan, um belo passeio

Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – Quando a Federação Russia de Tênis anunciou a cidade de Kazan, a 800 quilômetros de Moscou, como sede do confronto pelo Grupo Mundial da Copa Davis, a equipe brasileira logo pensou no transtorno que seria a logística de chegar na cidade e também duvidou que seria bem recebida. As incertezas logo foram dirimidas.

Realmente não é nada fácil chegar a Kazan. A delegação partiu de São Paulo às 18h30 de quinta-feira da semana passada e só chegou às 3h30 de sábado (21h30 de sexta-feira em Brasília). Foram 27 horas de viagem, que contou com uma espera de 10 horas no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, local da conexão. Mas o esforço até que compensou.

A estrutura do hotel e da Academia de Tênis de Kazan são ótimas e os russos receberam os brasileiros muito bem. Para completar, Kazan não é o fim de mundo que se esperava. A cidade é considerada a capital dos esportes da Rússia. Além disso, tem algumas atrações turísticas como o seu Kremlin, tombado pelo Patrimônio Histórico da Humanidade. Trata-se de uma construção medieval à beira do Rio Volga de onde a cidade se desenvolveu. A delegação brasileira teve tempo de passear por lá. Os tenistas gostaram especialmente da mesquita, a grande atração do lugar. Thomaz Bellucci foi o único que não viu. Preferiu ficar no hotel. Perdeu.

As fotos são cortesia do excelente Marcelo Ruschel, da Poa Press, agência contratada pela Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

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Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – A surpresa que os russos fizeram ao colocar Igor Andreev como número 2 da equipe pode se voltar contra os donos da casa. Andreev é o tenista do time da Rússia que pior se adapta às condições do confronto, que começa nesta sexta-feira, às 8 horas, no carpete coberto da Academia de Tênis de Kazan. O 81º colocado do ranking mundial gosta de jogar no saibro e, por ter sido criado sobre esta superfície, tem um estilo de jogo que se encaixa mais com o dos brasileiros: utiliza bolas altas e não é tão agressivo quanto os companheiros russos, embora tenha um forehand perigosíssimo. Mesmo que a quadra não esteja tão rápida quanto se esperava, é o menos perigoso dos adversários.

Thomaz Bellucci é favorito contra Andreev mesmo na Rússia. Ricardo Mello, que abre o confronto contra Mikhail Youzhny, provavelmente não dará o primeiro ponto para o Brasil, então o jogo de duplas do sábado será crucial. A melhor chance de a equipe brasileira vencer o confronto e retornar ao Grupo Mundial da Copa Davis após oito anos é chegar ao último dia de duelos com vantagem de 2 a 1 (vitória de Bellucci e da dupla Bruno Soares/Marcelo Mello). Bellucci teria a primeira chance de garantir a vitória contra Youzhny em uma fase difícil de sua carreira (caiu de 15º para 32º do ranking mundial nesta semana). Se não conseguisse, ainda haveria o último jogo, de Mello contra algum dos russos.

Aposto que Andreev não entraria em quadra no último dia em caso de desvantagem da Rússia, mas que o capitão Shamil Tarpischev tenha poupado Dmitry Tursunov do confronto com Bellucci para usá-lo caso a situação se complique para os donos da casa. Os russos ainda são os favoritos para estar no Grupo Mundial em 2012, mas a divulgação da escalação aumentou as chances do Brasil também surpreender..

 

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Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – Em poucos confrontos com as cores do Brasil, Bruno Soares virou um líder da equipe da Copa Davis. Hoje ele é o personagem de matéria da edição impressa do Estadão contando sua história. Vida de duplista não é fácil. Os prêmios são menores e ainda precisam ser divididos com o parceiro, a convivência desgastante com o companheiro de quadra pode prejudicar os resultados e atrapalhar os negócios. Mas Bruno segue em frente. E pode ter papel decisivo no confronto com a Rússia que começa nesta sexta-feira. A dupla brasileira é favorita contra qualquer combinação dos russos.

(O repórter viajou a convite da Confederação Brasileira de Tênis)

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14.setembro.2011 14:00:22

Entendeu alguma coisa?

Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – O idioma é definitivamente uma barreira na Rússia. Principalmente em Kazan, cidade não tão desenvolvida quanto a capital Moscou. Sem um intérprete, é muito difícil fazer jornalismo. Ainda bem que a organizada Federação Russa de Tênis, acostumada a receber confrontos importantes pela Copa Davis, disponibilizou alguns aos jornalistas brasileiros. Senão seria difícil entender a primeira coletiva de imprensa da equipe russa.

Os jogadores da equipe falam inglês, mas o capitão e presidente da federação, Shamil Tarpischev, nem arranha o idioma. O que dificulta ainda mais de extrair dados sobre a construção da suntuosa Kazan Tennis Academy, o melhor centro de treinamento da Rússia, onde será realizado o confronto com o Brasil a partir de sexta-feira.  O complexo será tema de uma postagem específica na sequência. Por enquanto, ficamos com a coletiva de imprensa dos russos. Está fácil de entender alguma coisa?

(O repórter viajou a convite da Confederação Brasileira de Tênis)

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