A polêmica sobre uso de tecnologia no futebol ganhou mais um episódio nesta terça-feira, durante a partida entre Ucrânia e Inglaterra, pela Eurocopa. Quando o placar apontava 1 a 0 para os ingleses, o zagueiro John Terry afastou uma bola do ucraniano Marko Devic e o jogo prosseguiu. No entanto, as câmeras de televisão mostraram que a bola havia passado da linha do gol.
Se o gol tivesse sido confirmado, a Ucrânia teria empatado a partida e ganhado ânimo para buscar a virada, resultado necessário para que a equipe continuasse na competição. A seleção da casa ficou revoltada com a decisão do árbitro.
O lance ganhou atenção do presidente da Fifa, Joseph Blatter, que divulgou em seu Twitter: “Após a partida da última noite (horário local) a tecnologia na linha de gol não é mais uma alternativa, mas uma necessidade.”
Por falta da tecnologia, a Ucrânica foi escandalosamente roubada na sua própria casa!
E repito: a Ucrânia foi ESCANDALOSAMENTE roubada! Não existe polêmica nisso. Foi roubada e ponto. O mundo inteiro viu! Deveria ter sim uma tecnologia ANTI-MALA-PRETA!
responder este comentário denunciar abusopra que akele bandeirinha atras do gol?? o cara naum pode marcar penalti..naum pode marcar gols..naum pode marcar falta..nada….sera que eh so para enxer o saco e ganhar dinheiro..
sou a favor da tecnologia pra saber see a bola entrou ou naum entrou só..agora ficar passando lances duvidosos em teloes só gera polemicas..
Campanha pelo fim do impedimento !
Sugiro como próxima enquete: ‘Você é a favor do fim da lei do impedimento ?’
Concordo plenamente com o fim do impedimento. Com certeza acabaria com essas decisoes por penalti (loteria), os placares dos jogos seriam com numeros bem maiores e, portanto a emocao seria bem maior.
responder este comentário denunciar abusoCom o uso da tecnologia pode finalmente acabar a era dos resultados “acertados” pela arbitragem.
Só é contra a tecnologia quem se aproveita da falta dela e se beneficia com frequência dos erros de arbitragem. Árbitros que gostam de induzir resultados terão menos poder.
Os clubes, jogadores, torcedores, imprensa…todo mundo quer os benefícios da tecnologia no futebol. Apenas a FIFA que não aceita a tecnologia no futebol.
Só resta descobrir o porque dessa teimosia.
Se considerarmos que as regras do Rúgbi, que também é um esporte antigo (1871), sofreram modificações, passando a considerar imagens de vídeo para uma decisões duvidosas, o futebol também poderia evoluir e aceitar que a tecnologia seja utilizada para o bem deste esporte.
Já passou da hora da FIFA adotar a tecnologia nas partidas de futebol. Além disso deveria promover também uma revisão geral das regras, atualizando-as para a nova realidade do esporte, tais como: acabar com impedimento fora da área (ao menos), mais juízes em campo ou os bandeiras terem maior poder de ação durante a partida, tempo técnico, tempo corrido, maior número de substituições, enfim, mudanças que possibilitassem aumentar o número de gols por partida que é o momento mais interessante do futebol.
Ja passou da hora dos velhinhos da Internacional Board atualizar as regras do impedimento, e principalmente a utilizacao da tecnologia da validação de gols como é no hoquei.
É… como sempre algo precisa acontecer lá na Europa para qe seja reconhecido. A grande ideia brasileira da espuminha para segurar a barreira nas faltas ainda é ignorada por lá. Se fosse ideia de um europeu ou americano aposto que seria lei na FIFA. Palhaçada!!!
Vocês conhecem aquela história do tiro que sai pela culatra? Então, esta história de tecnologia no futebol é uma delas. Imaginem os senhores que o futebol, como vários outros esportes são atividades genuinamente físicas, onde o homem ( e as mulheres ) usam a inteligência para pensar e os musculos para praticarem o esporte. Isto é físico, é biológico. Todavia a prática esportiva depende de uma terceira pessoa para marcar as regras do jogo, ou seja, de um juiz. O futebol, por outro lado, exige tradição, pois mudanças em seu estilo comprometerá o jogo. Ele é bonito porque exige das pessoas a concatenação necessária entre ato e pensamento. Isto feito faz dele um belo esporte, pois ele explora os limites da inteligência humana. É evidente que existem muitos cabeças de bagre no meio futebolístico. Os dirigentes entre estes e entre estes, os homens da FIFA. O que é preciso, e ninguém percebeu ainda, é melhorar os ábritros, porque estes estão cada dia piores. E não é um chip que vai melhorar isto. Vejam os senhores que todo dia surge um ‘novo craque’ para o futebol, mas não há noticias do surgimento de um grande juiz, somente cabeças de bagre para apitar jogos. Vejam o que aconteceu na EUROCOPA: um Juiz a dez metros do lance não percebeu que a bola atravessou a linha de gol. Para ver este lance e da forma como ele ocorreu não precisava de chip, precisava de um JUIZ de boa visão, boa colocação, bom preparo físico. O juiz bem preparado preparado faz do fator biológico o melhor Juiz do homem. Precisamos melhorar os juizes, nada mais. Quando colocarem um chip na boa, tudo ficará por conta dele e os ‘juízes’ perderão o lande tranquilos, tranquilos, pois barrigudos não correm o bastante para acompanhar a bola, e estarão sempre ‘interpretando’ os lances no meio de campo, onde os brutamontes impedirão os craques de jogarem bola. Vamos pensãr melhor, o chip não é e nunca será a melhor jogada.
Sou totalmente favorável ao uso da tecnologia no futebol e em outros esportes. Sou também a favor da vídeo- conferência para acabar com esse vai e vem de presos pelo país. Porque para cada deslocamento tem que haver um aparato policial para acompanhar o preso até o juiz, deixando assim as cidades desprotegidas. Já falta polícia e a pouca que existe tem que ir acompanhar preso, isso não é possível. Em última análise que o juiz compareça no presídio .
A tecnologia deveria ser utilizada em todo tipo de competição esportiva, com a finalidade de esclarecer duvidas imediatamente na hora da ocorrencia. Futebol, Voleibol, Tenis, e outros esportes deveriam implantar urgentemente tecnologia moderna.
Sou contra, essas coisas faz parte do futebol
Acabar com isso e acabar com o eterno mimi de perdedor no pós-jogo, pra mim tiraria parte da graça do jogo
Sou a favor do uso da tecnologia, é claro, já estamos no momento de utilizá-la mas toda inserção tecnológica deve ser feita com muito cuidado para não modificar o esporte em si. Por exemplo, chip na bola para saber se esta entrou ou não é algo muito válido e não atrapalha em nada o ritmo do jogo.
Quando o assunto é paralisação da partida para verificar replays na beira do gramado, sou completamente contra, não podemos permitir que transformem o nosso futebol em um futebol americano, baquete ou futsal, esses esportes tem o cronometro que para a todo momento e o próprio jogo tem paralisações a todo instante, com tempo técnico, etc. No Futebol, temos como base a constância, o ritmo constante e caso isso seja alterado, tudo irá mudar.
Temos que ter tbm um controle muito grande com essa tecnologia, pois com a fama merecida da FIFA de corrupta, podemos ter uma fácil manipulação da tecnologia, causando “erros” que nem os árbitros saberiam.
Bem, o uso da tecnologia eu acredito ser até inevitável, mais cedo ou mais tarde ela estará dentro de campo, com isso se tem que ver a melhor maneira e a mais segura de se utilizá-la.
Já passou da hora de ficarmos discutindo os erros da arbitragem.
Enquanto os demais esportes (voley, tenis, basquete, hoquei e até o rugby) evoluem, o futebol fica atrasado como a frase infeliz ” o erro dá graça ao futebol”, dita por João Havelange.
Entendo que a tecnologia deve ser obrigatória, não somente para determinar se a bola entrou ou não, mas principalmente também para lances duvidosos, os quais poderiam ser examinados na hora pelos árbitros, permitindo a cada treinador dos times solicitar aos árbitros reverem até 2 lances em cada etapa (semelhante ao que ocorre no tenis).
Outra regra que deveria ser alterada é o tempo, que é uma questão exata, acabando com injustos acréscimos quase invariáveis de 3 minutos. Proponho 2 tempos de 30 minutos de bola rolando.
A regra do futebol é perfeita. Esse jogo é o que é, desperta o fascínio, simplesmente por que pode ser jogado em qualquer lugar, por pessoas dos mais diferentes tipos físico; a tecnologia vai apenas torná-lo enfadonho. O erro, tanto do jogador quanto do árbitro, faz parte. Antes diziam que era necessário um juiz adicional na linha de fundo para ver se a bola entrou…pois bem, a FIFA cedeu, e ontem ele falhou. E quando colocarem o chip na bola e este também falhar? E os jogos da 3a, 4a Divisões (em outros países tem até mais divisões)? Vai ter chip na bola? Quanto aos resultados “acertados”, isso se inibe com o cumprimento das leis e com punições adequadas; pode continuar havendo “esquemas” com ou sem tecnologia. Quem quer tecnologia que vá jogar video game.
Alguém querer banir a regra do impedimento é brincadeira; simplesmente mostra que não entende nada do fundamento do jogo de futebol. desisto.
Uma hora terão que aceitar, sem falar que é uma tremenda injustiça com o árbitro. Enquanto mais de 40mil torcedores em um estádio consegue repetir o lance pelos celulares, o árbitro fica restrito a uma fração de segundo. Ou adotam a tecnologia ou o povo uma hora perde todo o interesse no esporte.
Deveria colocar algum mecanismo na bola, dai na hora que ela passasse da linha do gol sinalizasse com um ruido ou algo do tipo. Assim os lances em que a bola bate no travessão e rebate na linha do gol não seriam tão polêmicos.
Não somente quanto a esse aspecto. Geralmente, casos como esse definem um campeonato. A Inglaterra ganhou uma Copa com isso. Sintomaticamente ganha outra partida nessa Copa. Mas existe outra questão senão mais importante: o IMPEDIMENTO. Esse é a anti-regra por excelência do futebol Impedimento do que, do adversário se colocar melhor em campo e ter oportunidde de gol ? Então, perigo de gol não vale. É um absurdo. Grandes interesses passaram essa norma e até hoje impedem a eliminação dessa antiregra. O basquete se modernizou para melhor, surgindo sintomaticamente uma pleiade de jogadores e jogos excepcionais com o Dream Team americano. O futebol, apesar de expandir-se globalmente, permanece medieval em manter o impedimento. quanto prejuízo essa regra já trouxe, quando não corrupção. FORA IMPEDIMENTO JÁ !
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