A transferência de Neymar para o Real Madrid está agitando a imprensa europeia. Os principais jornais e sites esportivos do continente repercutem o assunto, em especial o espanhol Marca, que estampou na sua capa detalhes do acordo.
Em reportagem divulgada pelo Estado, o Real Madrid usou a força de seu poder econômico para superar o dinheiro que o Barcelona pretendia gastar para contratar Neymar. Entre o que pagará pela operação e o custo que terá para bancar o salário livre de impostos do craque o clube desembolsará a enormidade de 120 milhões de euros (R$ 291,6 milhões) em seis anos, que será o período de duração do contrato do atacante.
Para contratar Neymar o Real pagará 60 milhões de euros (R$ 146 milhões), que serão divididos da seguinte maneira: R$ 65 milhões para o Santos (45%), R$ 58 milhões para a DIS (40%), R$ 14,6 milhões para Neymar (10%) e R$ 7,3 milhões para a Teisa (5%).
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Em mais uma ação de marketing, o Corinthians lançará nesta quarta-feira a campanha para eleger o primeiro “chefe de estado” da “República Popular do Corinthians” (campanha publicitária juntamente com a Nike, nos moldes feitos no Boca Juniors). Para tanto, 20 corintianos foram escolhidos através de uma triagem realizada em mídias sociais nos últimos meses.
Os candidatos se reunirão com representantes do clube no próximo dia 5, quando diretrizes de como será a eleição serão passadas. Além disso, qualquer pessoa – a partir de 16 anos – pode, através de um jogo interativo, disponibilizado no site oficial do clube, se candidatar a uma das 300 vagas de congressistas da república corintiana disponíveis. Depois, os candidatos deverão realizar suas respectivas campanhas em diferentes mídias para angariar votos.
Se eleito para o mandato de quatro meses, o torcedor corintiano deverá manter contato direto com seus eleitores através de outras ações que o clube planejou, dentro e fora da internet, caso queira se reeleger.
A ideia do departamento de marketing é fortalecer ainda mais a marca Corinthians através da internet, especificamente mídias sociais, utilizando-se ainda da campanha que levou o Leão de Bronze no festival de Cannes, na França.
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O departamento de marketing do Corinthians resolveu investir em uma propaganda curiosa e provocativa para anunciar a loja Poderoso Timão, que vende produtos oficiais do clube do Parque São Jorge.
Em peças publicitárias, aparecem atores parecidos com jogadores ídolos de equipes rivais: Kaká, que brilhou no São Paulo entre 2000 e 2003, e Neymar, estrela maior do atual elenco do Santos.
Na primeira propaganda, ‘Kaká cover’ entra na loja do Corinthians enquanto é exibido um gol de Ronaldo, justamente contra o São Paulo, na semifinal do Campeonato Paulista de 2009. “Você não é aquele jogador da Europa”, pergunta a vendedora. “Não sou não, aqui é Corinthians”, responde o cliente.
Na segunda peça, ‘Neymar cover’ ingressa no estabelecimento no momento em que é mostrado um gol do Fenômeno diante do Santos, na final do Paulistão 2009. “Você não é aquele menino que joga bola, filho do seu Edson”, questiona a vendedora, que ouve a mesma resposta anterior.
Veja os vídeos:
Pedir demissão de qualquer emprego é, em geral, um processo traumático seja lá qual for o motivo. Com técnico de futebol não é diferente. O duro é quando, como no caso de Adilson Batista, você passa recibo de incompetência. Bem verdade que o Corinthians perdeu peças importantes e a pressão da diretoria também pesou na decisão.
Mas o torcedor corintiano não consegue entender como um time que estava pronto para levantar o título do Campeonato Brasileiro, justamente no ano do centenário, conseguiu ir pelo ralo em um mês. Adilson (ou todos os problemas juntos) derrubou as estatísticas de Mano Menezes, hoje na seleção brasileira.
O treinador, que começou sua desastrosa campanha no 1 a 1 com Palmeiras, em 1.º de agosto, comandou o time em 17 oportunidades contra 11 de Mano. Adilson conseguiu 49% de aproveitamento ante 72%!
A liderança há algumas rodadas já não está mais com o time alvinegro – e assim ficará por pelo menos a próxima rodada, já que o Cruzeiro assumiu a ponta com cinco pontos a mais. Resta esperar agora o comportamento da diretoria, que chegou a gozar do seu planejamento enquanto os rivais trocavam de comando.
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O Corinthians gasta mais que o Palmeiras (R$ 1,5 milhão) e menos que o São Paulo (R$ 4 milhões) com sua folha salarial mensal: são R$ 2,8 milhões, mesmo jogando a Série B do Campeonato Brasileiro. Este valor foi confirmado pelo presidente Andrés Sanchez. Atualmente, o gasto está em R$ 4 milhões mensais no departamento de Futebol porque o clube ainda paga luvas pelas contratações de jogadores que fez até o momento.
Segundo Sanchez, as dívidas praticamente acabam no mês de agosto, quando será paga a última parcela da contratação de Fabinho, que veio por empréstimo. Depois, só restará Douglas, a mais recente aquisição. Deste total gasto no pagamento, apenas sete jogadores – como o goleiro Felipe – ainda tem contrato de direitos de imagem. O resto, garante o presidente, recebe todo o salário pelo que está registrado na carteira de trabalho [inclusive Acosta, cogitado como um dos salários mais altos].
O enrosco para os pagamentos é o que o dirigente chama de “extras”: o pagamento de dívidas com Daniel Passarella, Emerson Leão, Lyon/Nilmar e outros. Isso só deve acabar em dois anos. Existem casos, como o meia Renato (ex-Guarani e Flamengo), que gerou um acordo na Justiça de R$ 1,6 milhão pagos em dez vezes. “A gestão anterior o vendeu ao Flamengo e esqueceu que tinha pagar um empresário que tinha 50% disso. Fizemos o acordo e vamos pagar”, diz Sanchez. Renato foi vendido, na época, por R$ 700 mil – ou seja, prejuízo de R$ 900 mil ao clube.
Até o momento o Corinthians não atrasou salários por um dia, e pagou com suas próprias receitas. “Mas é um sufoco todo mês. Até porque, se atrasarmos será uma tempestade”, reforça o dirigente, que admite: terá de voltar a recorrer a empréstimos bancários nos próximos meses, o que não deve lhe dar muito trabalho, já que o clube recuperou sua credibilidade financeira. A dívida total do Corinthians gira em torno de R$ 101 milhões.
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Corinthians e Flamengo fazem neste domingo o clássico mais popular do futebol brasileiro. E já que a bola das duas equipes não anda ajudando muito, a Nike resolveu dar uma força para que os torcedores se animem: as duas equipes vão a campo com novos modelos de uniformes, que remetem a tempos mais gloriosos que os atuais.
A nova camisa do Corinthians, por exemplo, deixa os detalhes para trás. É inteira branca, inclusive na gola e nos punhos, e remete tanto à Democracia Corintiana, que, liderada por Sócrates e Casagrande, conquistou o bicampeonato paulista em 1982 e 1983, quanto ao título paulista de 1977, quando o time acabou com o jejum de 22 anos sem títulos. Na gola, uma inscrição traz os dizeres “Corinthians minha vida”, trecho de um famoso grito de guerra da torcida.
No caso do Flamengo, a inspiração é no modelo rubro-negro de listras grossas, usado na conquista da Libertadores de 1981, quando o time de Zico e Nunes bateu o Cobreloa, do Chile. No mesmo ano o time seria campeão mundial interclubes, com a camisa branca com detalhes em vermelho e preto nas mangas – que também é “revisitada” na nova coleção. A inscrição na gola foi retirada do hino do clube: “Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer”.
“Nosso objetivo foi desenvolver uniformes que ajudem no desempenho dos atletas e, ao mesmo tempo, presentear as torcidas com uma camisa inspirada em momentos tão importantes”, afirma Cristian Corsi, presidente da Nike do Brasil. As camisas de jogo custam R$ 140 e R$ 150 (a versão com número nas costas). Haverá também versões populares, com design semelhante mas com um tecido mais simples. O objetivo é combater a pirataria, mas o preço ainda é bem salgado: R$ 80.
Ao antecipar toda a rodada do Brasileirão para sexta e sábado, a CBF simplesmente ignorou a hipótese de a seleção brasileira terminar em segundo ou terceiro lugar na primeira fase da Copa América e, assim, ter que jogar também no sábado pelas quartas-de-final.
Como todos vimos o que aconteceu na Venezuela, e o Estatuto do Torcedor não permite a alteração de datas e horários de jogos com menos de cinco dias de antecedência, restou à Globo, que desde 2001 paga uma bela quantia para ter o futebol como atração central de sua linha de shows no domingo à tarde, escalar A.I. – Inteligência Artificial, de Steven Spielberg, com o astro mirim Haley Joel Osment no papel de um andróide que quer virar gente, no lugar dos craques de Dunga.
Para quem não vive sem futebol no domingo, quer ver a Argentina e não tem TV a cabo, a Band anuncia a transmissão dos dois jogos do domingo pela Copa América.

Após quatro rodadas na Série A do Campeonato Brasileiro, poucos notaram, mas o artilheiro da competição até o momento é, com cinco gols, Josiel, atacante do Paraná (segundo colocado na classificação com 9 pontos), de 26 anos. É uma repetição de seu desempenho no começo deste ano e a expectativa local é de que ele enfim renda o máximo, embora seja mais um atleta envolvido em problemas jurídicos.
Contratado do Juventude, Josiel começou a temporada agradando aos torcedores paranistas com boas atuações, mas teve de parar de jogar por uma lesão muscular e a partir daí entrou em queda de rendimento, associada a um imbróglio jurídico com o time onde começou a carreira, o Internacional de Santa Maria, que pedia um ressarcimento pela venda do jogador feita pelo ex-presidente.
Quem explica o caso é o vice-presidente do Paraná, José Domingos, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo. “É coisa do atual presidente do time deles com ex-presidentes. O Paraná não tem nada com isso. Pagamos a primeira parcela dos 50% dos direitos federativos dele. Havia uma pendência entre o Inter e o Brasiliense que foi resolvida e tão logo ele foi liberado, se transferiu para o Paraná.”
“Temos mais 40% já comprados e com o compromisso de quitar a primeira parcela em junho e outra em julho. Vamos cumprir isso. Já está tudo resolvido. O Josiel é nosso jogador e fizemos questão de nos reunir para solucionar qualquer dúvida. Temos cópias de todas as documentações. Estamos todos tranqüilos.” O valor não é divulgado.
Só para registro, o artilheiro da Série B ainda é Clodoaldo, com 4 gols, que trocou o Criciúma pelo Corinthians, junto com Hernani (Marília) e Joãozinho (Vitória).
A seleção do Chile não tem uniforme para enfrentar o Brasil no amistoso de sábado, em Gotemburgo, na Suécia. A diretoria da Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile (ANFP) contesta o contrato com a empresa Brooks, que foi renovado em novembro do ano passado, pela diretoria anterior, e ameaça não vestir o uniforme oficial, que vem sendo usado pela equipe sub-17 no Sul-Americano.
“Temos um conflito e não queríamos chegar a uma situação-limite. Esse contrato é uma ruína para o futebol chileno”, disse o presidente da ANFP, Harold Mayne-Nicholls. “Ainda vamos estudar o caminho a seguir.” Depois do Brasil, o Chile recebe a Costa Rica para outro amistoso, na cidade de Talca, na quarta-feira, dia 28.
A Forus, proprietária da marca Brooks, não aceita rever os valores do contrato. “Os negócios com a seleção representam menos de 1% das vendas da companhia”, disse a empresa, em nota oficial. Ela alega um prejuízo de US$ 360 mil (cerca de R$ 750 mil) no ano passado por causa do contrato com a seleção.
Enquanto isso, a seleção brasileira fatura milhões para vestir as roupas da Nike, que oferece um caminhão ainda maior de dinheiro para vestir a seleção alemã.
Os clubes de futebol do Brasil estão, aos poucos, entrando no mercado de produtos relacionados com suas marcas. A expansão é tímida, mas anda. Depois de Corinthians, Palmeiras, Santos, Flamengo, Fluminense e outros, agora é a vez de Figueirense, Goiás e Sport Recife inaugurarem suas lojas temáticas, estes três através de uma parceria com a empresa Roxos e Doentes (que assume toda a administração).
A empresa assumiu ainda a criação de um bar temático para o Cruzeiro, em Belo Horizonte. Com isso, são nove lojas em parcerias com os times. Se o negócio rende? Um exemplo: só a loja virtual com o São Paulo, somente no primeiro mês, faturou R$ 150 mil, fechando 2006 com a venda de mais de duas mil camisas e mais de mil DVDs sobre a conquista do Campeonato Brasileiro de 2006.
Possuem parceria com a empresa Corinthians, Atlético Mineiro, Internacional, Cruzeiro, São Paulo e Coritiba, mais os três citados acima.
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