
Julio Cesar viveu seu momento Oliver Khan. Luís Fabiano não entrou em campo. Lúcio, que não apareceu na foto no segundo gol holandês, virou centro-avante. Robinho sumiu no segundo tempo. Felipe Melo viveu seu momento Felipe Melo. O Brasil está fora da Copa. E, pelo que o time jogou no primeiro tempo, não dá para escrever com facilidade ”estava escrito”. Dava para ganhar esse jogo.
Galvão Bueno fez editorial contra a expulsão de Felipe Melo, contra a falta de opções no banco de reservas. Tudo isso já se sabia desde a convocação. O que espantou foi o tamanho do desequilíbrio emocional do time após sofrer o primeiro gol holandês. Afinal, são todos experientes, consagrados, quase todos jogam na Europa, estão acostumados à pressão.
A Holanda jogou um futebol nota 7, no máximo. Poderia ter se desesperado ao final do primeiro tempo, mas optou por mexer com os nervos dos brasileiros. Provocou, catimbou, enervou. E não adianta culpar Mick Jagger, que estava no estádio com o filho Lucas, o menino vestido com a camisa da seleção. Nem Johann Cruyff, que cantou a bola e não desperdiçou seu dinheiro para ver Dunga esmurrando o banco de reservas.
O brasil do futebol ficou devendo ( brasil com letras pequenas sim, pelo tamanho do futebol apresentado na copa).
Assim como o Brasil parou para assistir uma copa de futebol mediocre, cabe somente a nós brasileiros, torcer pelo menos ruim na final.
igualmente, o samba nao pode parar!!! futebol é saúde!! a treinar!!!!
Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou, la´la´la
Um técnico tosco, um futebol medícore sempre salvo por lampejos individuais que nem sempre se repetem quando se precisa (robinho carregou o time nas costas). Afora os interesses comercias e de patrocínio (kaká: ahm, vejam bem, to fora de forma mas até a final eu recupero) que não permitem a desconvocação dos medalhões o Brasil não tinha mesmo time pra chegar à final. E o pior de tudo: Uma seleção sulamericana tomando aula de catimba de um time europeu. É o fim, Dunga nunca mais !!!!!
Ótima análise! Concordo com quase tudo.
Não concordo que o que vimos foi a Seleção Brasileira. Foi a seleção do Dunga, como ele mesmo fez questão de frisar várias vezes. Esta foi a 1a (e espero que a última), que eu venha a ouvir que o forte do Brasil seja o contra-ataque mortal. Essa sempre foi a prerrogativa de nossos adversários.
Gostaria que o Brasil ganhasse a Copa, mas não consegui torcer para o time do Dunga.
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