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O brasileiro André Azevedo teve um contra tempo inusitado na sua chegada na Argentina, antes da disputa do Rali Dacar. O piloto e sua equipe, que irão competir na categoria caminhões, foram parados numa blitz numa estrada próxima a Mar Del Plata para teste de bafômetro. Ninguém foi flagrado com excesso de álcool no sangue e o comboio pode seguir viagem para a disputa da prova, que começa no dia 1.º.

Confira o depoimento do piloto:

Já estamos todos da Equipe Petrobras Lubrax em Mar Del Plata, na Argentina. A cidade está em festa para a próxima edição do Rally Dakar, que terá início no dia 1º de janeiro de 2012. Chegamos na madrugada da última quarta-feira, após um longo deslocamento saindo de Buenos Aires, quando pegamos nosso caminhão Tatra no porto local. No total, andamos 560 quilômetros pelas rodovias.

Para minha surpresa fui abordado por guardas na estrada. O objetivo deles era fazer testes de bafômetro com caminhoneiros. Mesmo sendo da competição, com o veículo todo adesivado, não passei ileso. Afinal, não deixava de ser um caminhoneiro com minha máquina de cerca de dez toneladas!

Vou confessar que foi a primeira vez que fiz o teste. Infelizmente não fotografamos o momento, mas é engraçado passar por essa situação. Ainda mais comigo, pois em 2011 ministrei diversas palestras sobre direção segura em escolas públicas de São José dos Campos (SP). O projeto chama-se PET, Programa de Educação no Trânsito, e foi bem legal a experiência. Com certeza, mostrarei em palestras futuras o ocorrido para confirmar que todos são iguais, e que a segurança engloba desde as competições quanto a rotina nas estradas.

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Diego Maradona mostrou mais uma vez que não perdeu a genialidade. Em visita ao tenista Novak Djokovic, durante um torneio amistoso em Abu Dabi, o ex-jogador argentino resolveu brincar com a bolinha amarela, deixando claro que o tamanho da bola não é desculpa para a falta de habilidade de alguns.

“O tamanho da bola não importa para Diego”, disse o tenista número 1 do Mundo, rasgando a maior seda. “A lenda do esporte Maradona nos mostrou seu talento com a raquete. Ele joga melhor tênis do que eu faço no futebol.”

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09.dezembro.2011 16:58:30

Melhor time do Mundo em 2011

Quem leva o Mundial de Clubes?

  • Barcelona (58%, 3.616 Votes)
  • Santos (34%, 2.094 Votes)
  • Outro time (8%, 493 Votes)

Total Voters: 6.203

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Gostaria aqui de compartilhar com nossos leitores, em especial corintianos, uma bonita história do título do Corinthians conquistado neste fim de semana e uma demonstração do espírito do técnico Tite. Quem trabalha com esportes diariamente sabe que a superstição tem grande força, especialmente no futebol. Quem não se lembra do pobre Mick Jagger na Copa da Alemanha? Era só aparecer na torcida de um time que a derrota era certa. Foi eleito o ‘pé-frio’ do Mundial.

Aqui no Estado temos torcedores de todos os clubes e, logicamente, muitos corintianos. Um dos mais fanáticos é Seu Toninho, nosso simpático contínuo. Tirando seu sobrinho Xanxan, sua família é inteiramente formada por legítimos e orgulhosos ‘maloqueiros-sofredores’ do Timão. Só tinha um problema: era só seu Antônio ir ao Estádio que o Corinthians tropeçava. Raramente comemorava uma vitória ao vivo. Virou lenda até entre seus companheiros de torcida quando aparecia na editoria de Esportes para dar uma espiadinha no jogo do seu time. Levava com bom-humor as brincadeiras de ‘sai pra lá pé-frio’ e revidava as provocações chegando mais perto, por pura provocação.

Há pouco mais de uma semana, o técnico Tite esteve na redação para entrevistas. Seu Toninho estava lá, trabalhando. E começou a brincadeira. Seu Antônio foi devidamente ‘trancado’ por corintianos na sala dos contínuos para evitar qualquer perigo de um efeito ‘Mick Jagger’ na reta final do Campeonato Brasileiro. Ele levou na esportiva.

Mas Tite estava na sala ao lado concedendo uma entrevista à TV Estadão e percebeu o burburinho. Curioso, ficou sabendo da história de Toninho que, na sua humildade, nem cogitava chegar perto do técnico de seu time do coração. O treinador não quis saber. Largou na hora a bolsa que carregava e foi direto em sua direção. “Vem cá dar um abraço.” E confraternizou sem medo da superstição, garantindo que não tinha medo da fama de pé-frio do nosso contínuo. Na sequência, pegou um dos pés de Seu Toninho e esfregou. “Vamos acabar com isso e esquentar esse pé.”

Ele ficou entre feliz e angustiado. Quando o encontrei e falei sobre o novo pé-quente, confidenciou, sinceramente preocupado. “Já pensou se o Corinthians perde? Vão dizer que foi minha culpa.” Acalmei nosso contínuo falando que ele tem muitos defensores entre os colegas, vários não corintianos, como eu.

Na semana passada, porém, o Corinthians estava ganhando. A coisa caminhava para um título e um final feliz. Mas, quando Bernardo marcou o gol da vitória do Vasco sobre o Fluminense, nos acréscimos, adiando a conquista, houve um temor pelo ‘efeito Toninho Jagger’. O sofrimento foi para a última rodada, em um jogo contra o Palmeiras. Nosso contínuo guardou suas preocupações, em silêncio.

Talvez as coisas tenham acontecido dessa forma porque tudo tenha uma razão de ser. A decisão no domingo teve um quê de poesia por ter sido disputada no mesmo dia da morte de Sócrates, um dos maiores ídolos da história do Corinthians. E um sabor especial por ter na partida final uma disputa entre rivais. No fim, o Vasco empatou com o Flamengo, 1 a 1, e o Corinthians empatou também por 0 a 0 com o Palmeiras. Corinthians campeão.
E a fiel torcida ganhou um novo pé-quente. Parabéns Seu Toninho, parabéns corintianos!

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