Os maiores craques do planeta estarão reunidos da África do Sul. Na próxima semana, o internauta do estadão.com.br poderá conferir um especial com o perfil completo de cada um dos 10 principais jogadores da Copa do Mundo.
Brigas, escândalos sexuais, doping e religião. Polêmica é o que não falta na vida dos atletas. Muitos tiveram de superar uma infância pobre, como Messi, que teve as portas fechadas pelo River Plate para um tratamento de um problema de crescimento.
Outros tiveram mais sorte, como Kaká, que recebeu uma boa educação e se tornou modelo para a juventude.
Não deixe de conferir o especial na próxima semana.
KAKÁ
Brasil - Religioso, habilidoso e tido como exemplo para os jovens. Técnica invejável e grande precisão nos passes.
MESSI
Argentina - Enfrentou grandes dificuldades na carreira, mas venceu e hoje encanta o mundo com a magia dos seus pés.
CRISTIANO RONALDO
Portugal - Baladeiro, namorador e encrenqueiro. Força física invejável e grande poder de finalização.
FERNANDO TORRES
Espanha - Metrossexual preocupado com o penteado do dia. Oportunista mortal dentro da área.
ROONEY
Inglaterra - Pavio curto. Grande força física, ótima visão de jogo e boa qualidade nas finalizações.
RIBERY
França - Venceu um acidente de infância. Habilidoso, mas com a cabeça pequena que o faz cair em escândalos.
CANNAVARO
Itália - Raça e marcação implacável. Discussões, doping e muito assedio durante a carreira.
KLOSE
Alemanha - Nasceu com o DNA do esporte no sangue. Artilheiro, tem a cabeça iluminada para jogadas aéreas.
DROGBA
Costa do Marfim - Venceu as dificuldades financeiras do país. Virou um atacante poderoso, mas vulnerável aos cartões.
ROBBEN
Holanda - Casado com a bela Bernadien Eillert. Tem uma habilidade fantástica, porém seu futebol sofre com lesões.
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José Luís da Conceição/AE
Ainda não dá para dizer que ele veio para resolver o problema da armação no meio-campo do Corinthians, agora, que partida contra o Santos fez o recém-contratado Bruno César! Ou melhor, como jogou nas suas duas únicas partidas até aqui. O jovem, de 21 anos, vice-campeão Paulista pelo Santo André, chegou disposto a garantir sua posição no time titular.
Diante do Grêmio Prudente, ele entrou, bateu uma falta e a bola foi para o gol. No clássico deste domingo, participou de um e ainda marcou o seu. Além disso, organizou a equipe. Não é aquele autêntico camisa 10, dos sonhos dos torcedores mais saudosistas, mas tem o seu valor.
Desde a saída de Douglas, o setor de criação carece de um homem mais organizador. Do atual elenco, Matías Defederico chegou com status de craque e já está prestes a ser negociado. Danilo nem de longe lembrou o campeão mundial de clubes com o São Paulo em 2005. Agora é a vez de Bruno César.
Em Campinas. O São Paulo perdeu a chance de entrar no grupo dos quatro melhores do Campeonato Brasileiro. Pelo o que apresentou, o empate com o Guarani ficou de bom tamanho. O time do técnico Ricardo Gomes é um que aguarda a pausa para a Copa do Mundo.
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Pode uma competição tão bacana como a Copa atrapalhar o futebol brasileiro? Parece que sim. Jogadores um tanto displicentes, times sem a pegada que a competição exige desde o começo e todos esperando a pausa para o Mundial da África do Sul. A julgar pela rodada dessa quarta-feira, 26, o reflexo disso também se dá nas arquibancadas.
Flamengo e Fluminense fizeram o clássico mais charmoso do País para apenas 14.496 torcedores. Sem público e com um futebol que não foi lá essas coisas, o Maracanã ficou ainda maior. No Morumbi, 15.522 pagantes acompanharam um frio (e chuvoso) São Paulo e Palmeiras. Isso para ficar só entre as grandes partidas.
Mas nada supera o público de Duque de Caxias e Paraná, esse pela Série B do Brasileirão. Incríveis 30 pessoas acompanharam o jogo em Volta Redonda! O estádio do time fluminense, o Romário de Souza Faria, o popular Marrentão, tem capacidade para 7 mil torcedores (sendo que a CBF exige ainda 10 mil) e o jogo teve que ser transferido para a cidade vizinha, a cerca de 109 quilômetros. Festas de aniversário e batizados por aí têm mais gente.
O Campeonato Brasileiro será interrompido só em 6 de junho, e a Copa do Mundo começa cinco dias depois. Até lá serão mais três rodadas. Nove pontos a serem disputados. Pelo retrospecto, pode fazer falta para muito time no final.
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Líder, mas jogando para o gasto. Apesar de ter chegado à sua terceira vitória, a última um contestável 1 a 0 sobre o Fluminense, tamanhos os erros da arbitragem de Leonardo Gaciba, o Corinthians ainda não apresentou um futebol suficiente para dar segurança ao seu torcedor. Mas, se o que importar mesmo for o resultado, e quase sempre é, a confiança deve surgir, conforme o time for enfileirando vitórias. O problema, para o Corinthians, será quando os resultados passarem a não ajudar. Jogando mal e ainda por cima perdendo, aí o torcedor vai chiar, e com razão.
No Santos, ainda sob efeito da boa campanha e do título no Paulistão, a história é diferente, tanto que o time não jogou bem, apesar de vencer o fraco Atlético-GO. Mesmo assim, o time tem crédito, só não pode gastar a paciência do torcedor à toa.
O gancho de Neymar, Ganso e Cia, devido às “peripécias” na noite, acabou repercutindo mal com o grupo e com próprio torcedor, que não reclamou das ausências no jogo contra o Atlético-GO, também porque o time venceu, mas e se o resultado fosse outro?
O São Paulo parece finalmente ter se encontrado um meio jeito de jogar – aquele mesmo do tricampeonato brasileiro, mas com mais alegria. Eliminou o favorito Cruzeiro na Libertadores e bateu o Inter no Beira-Rio num convincente 2 a 0. Fernandão, como diriam alguns jogadores, veio para somar e não para dividir. No sentido contrário, Washington parece estar saindo em boa hora, para ele e para o clube.
Aos trancos e barrancos, como gosta o torcedor da seleção italiana, o Palmeiras enfim reencontrou o caminho das vitórias, frente ao forte Grêmio. Resta saber se esta será a redenção ou apenas um breve respiro antes do mergulho à Série B.
Dentre as surpresas destas primeiras três rodadas do Brasileirão, Ceará e Avaí são os destaques por estarem cotados como candidatos ao rebaixamento e agora figuram no “G-7pontos” dos segundos colocados.
Do lado das decepções, a maior é Grêmio. Embora tenha um bom elenco, o semifinalista da Copa do Brasil é apenas o penúltimo no Brasileirão. Será vai dar uma de Fluminense-09, passar uma boa parte do campeonato na zona de rebaixamento e escapar graças a uma campanha de campeão? O lanterna Goiás, o único com três derrotas, também frustra o seu torcedor e a crítica.
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Lá em 2008, o então atacante do Fluminense Washington marcou dois decisivos gols que eliminaram o São Paulo da Copa Libertadores. Meses depois, foi contratado pelo clube do Morumbi, chegou a balançar as redes, mas entre uma canelada e outra até hoje não conseguiu se livrar da fama de carrasco.
Pois Fernandão também já foi algoz da equipe são-paulina. Em 2006, o mais novo candidato a ídolo comandou o Internacional, que acabou com o título da competição continental. Agora nas semifinais, ele tem a chance de compensar o trauma que causou, justamente contra seu ex-time – que certa vez o apelidou de “Fernandeus”.
“Naquela época, eu era 100% Internacional, como agora sou 100% São Paulo. Não me importo com isso”, disse o atacante, em entrevista a TV Bandeirantes.
Por suas declarações, Fernandão demonstra não se incomodar tanto com o rótulo. Apesar disso, sabe que a relação com a torcida pode ficar ainda melhor se fizer duas grandes atuações contra o Internacional. As partidas acontecem só após o término da Copa do Mundo.
No RS. Mas o Internacional também se reforçou para essa grande decisão. O esforçado volante Tinga, esquecido na Alemanha, voltou para o Beira Rio e ao lado de Guiñazu formará, sem dúvida, um meio-campo de respeito. Além da boa lembrança da conquista, a vitória contra o atual campeão Estudiantes deu um ânimo extra aos jogadores. A lamentar a confusão instaurada no fim da partida. Agora é esperar se alguém será punido.
No Chile. Já o Flamengo perdeu a classificação no primeiro jogo. Natural. Libertadores é assim mesmo. Um resultado em casa faz falta. Com uma atuação aquém do esperado no Maracanã, toda a luta e toda a vontade não foram suficientes no caldeirão chileno. Ainda assim, o campeão brasileiro saiu da competição de cabeça erguida.
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Mais do que um triunfo sobre o algoz da Copa Libertadores do ano anterior, o São Paulo conseguiu uma vitória daquelas que convence o seu torcedor. Além disso, espantou, ainda que temporariamente, o trauma de ser eliminado por times brasileiros na competição – Inter e Flamengo podem pintar pelo caminho.
O diferencial na edição 2010? Parece ser mesmo a vontade demonstrada contra conhecidos adversários e a gana de matar o jogo quando tem a chance. Convém lembrar que esses mesmos jogadores penaram para passar pelo modesto Universitário (PER).
2009. Também nas quartas de final, também contra o Cruzeiro. Derrota no Mineirão e no Morumbi, eliminação e o técnico Muricy Ramalho não aguentou no cargo. Foi demitido eo time seguiu o restante do Brasileiro com Ricardo Gomes. Saiu da incômoda 16.ª colocação e levou o time ao terceiro lugar.
2008. Maracanã lotado, o São Paulo garantia a classificação por conta do gol de Adriano. Mas aos 44 minutos do 2.º Tempo, como em um filme, Washington, o mesmo que vive momento conturbado no São Paulo, marcou de cabeça. Fluminense classificado. Imperador de volta para a Inter de Milão. Mais um título nacional no Morumbi.
2007. O roteiro se repetiu no ano seguinte antes mesmo do esperado. Nas oitavas de final, mais um gaúcho, mais uma eliminação. Depois de 1 a 0 no Morumbi (gol de Miranda e estreia de Dagoberto), Tcheco e Diego Souza reverteram o placar para o Grêmio, no jogo de volta, no Olímpico. Como no ano anterior, o baque só não foi maior pela conquista do Campeonato Brasileiro – o que também aconteceu em 2008.
2006. O bicampeonato parecia estar próximo. Até que uma bola cruzada na área e uma falha incrível do capitão Rogério Ceni fez com que tudo ficasse mais difícil. Dali em diante, o time se perdeu na grande final e a quarta conquista na história do clube foi adiada. Fernandão, hoje o mais novo candidato a ídolo pelos lados do Morumbi, foi o maestro daquele Internacional que acabou se sagrando campeão.
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Recuperado ou não da eliminação na Copa Libertadores, o Corinthians é o único com 100% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro. Se o futebol ainda não é vistoso, as duas vitórias em dois jogos recolocam o time nos trilhos no ano do centenário.
Ainda assim, o técnico Mano Menezes preferiu remoer a eliminação e cair em uma manjada desculpa do futebol brasileiro. “É difícil jogar duas competições, passamos por isso com Paulista e Libertadores. Por mais que você tenha jogadores de qualidade, não tem um time para colocar”, disse.
Todo mundo sabe que o calendário é apertado, que os times não têm tempo para treinar, mas passou. Bola para frente. Para complicar ainda mais, Ronaldo quer renovar as esperanças colocando ainda mais pressão. A Libertadores 2011 não é mais a do centenário. Não tem mais jeito.
Enquanto isso… São Paulo e Santos vão pensando em Copa Libertadores e Copa do Brasil, respectivamente. Esses pontinhos perdidos nas primeiras rodadas podem sim fazer falta. A história dos pontos corridos mostra isso. Já o time do Palmeiras precisa melhorar mesmo. Questões extra-campo tem de ser resolvidas rapidamente, porque a bola do time está muito murcha.
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Fernandão não precisou dar um chute sequer ao gol para encantar o torcedor do São Paulo. Com passes precisos, o atacante foi decisivo na vitória sobre o Cruzeiro na reedição das quartas de final da Copa Libertadores. O recém-contratado parecia conhecer os companheiros de equipe desde pelo menos 2006, quando foi o algoz na mesma competição continental.
Apesar do resultado e da boa atuação do recém-contratado, que devolveu o espírito de time de Libertadores ao São Paulo, a “parada ainda não está definida”. Quem afirma é o próprio técnico Ricardo Gomes. Com um ataque envolvente, o Cruzeiro ainda tem condições de reverter o placar no Morumbi, na quarta-feira, 19.
No Maracanã. O Flamengo fez de tudo para perder a partida para a Universidad de Chile. E conseguiu. Abusou dos erros e quando partiu para cima já era tarde. Em campo, Adriano esqueceu a não-convocação de Dunga e está disposto a levar o seu time às semifinais. Falta Vágner Love dar uma mãozinha.
Copa 2010. Só para voltar ao assunto seleção brasileira, quem viu Paulo Henrique Ganso no Olímpico pode se lamentar. Chorar pelo leite derramado ou torcer por uma lesão não são as melhores coisas, mas fica o desejo de um time mais cerebral, menos guerreiro. O Santos saiu derrotado pelo Grêmio, é verdade, mas o que o jovem meia-atacante jogou o que nenhum meio-campista de Dunga é capaz.
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Os 23 jogadores escolhidos pelo técnico Dunga para defender o Brasil na Copa do Mundo de 2010 estão escolhidos. Grafite e Gomes são as surpresas mais pelos que foram excluídos: Adriano, do Flamengo, e Victor, do Grêmio. A lista é boa e forte sim para a disputa do torneio, e a polêmica pelos que não foram lembrados – como Neymar, Paulo Henrique Ganso e Ronaldinho Gaúcho - só reforçam o excelente mercado de atletas que temos no País, pois não faltam opções.
Dos convocados, o que se destaca é a quantidade de opções para os jogos, além da coerência do técnico com seu trabalho ao longo dos seus quatro anos no cargo. Todos tem experiência de jogar na seleção. No gol, os três são experientes. Se Júlio César é titular, Gomes e Doni brigam para ver quem será o segundo goleiro. A tendência é que seja Doni, mesmo longe da melhor forma na Roma.
Na defesa, Juan e Lúcio são incontestáveis. Luisão e Thiago Silva tem estilos parecidos.
Os volantes titulares, Felipe Melo e Ramires. Dos reservas, Kléberson e Josué também tem o mesmo estilo.
No meio-campo, Kaká e Elano devem formar a dupla. Júlio Baptista é a alternativa. Foi chamado porque é opção para os outros setores. Deve participar de vários jogos.
No ataque, arrisco Nilmar e Luís Fabiano. É com eles que os brasileiros devem começar a torcida por gols. Os reservas também tem o mesmo estilo. Grafite é o goleador e Robinho o atacante driblador.
Este grupo de jogadores não é uma unanimidade. Nem para este que escreve. Mas é bom, foi bem escolhido por Dunga e Jorginho, não há como negar. Se vai dar certo, é outra história. Aguardemos 15 de junho, quando estrearão na Copa do Mundo. E que estejam lá até 11 de julho, quando acontecerá a final.
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Dunga convoca nesta terça-feira a seleção brasileira para a disputa da Copa do Mundo. Acredito que o treinador manterá sua coerência e não anunciará nenhuma surpresa entre os 23 jogadores.
Muitos pedem Paulo Henrique Lima (Ganso) e Neymar na seleção, e contestam a manutenção de Adriano, que tem causado alguns problemas no Flamengo por causa de seu comportamento fora de campo.
Ganso realmente merece uma chance na seleção, mas deu azar em aparecer tarde e não disputou nenhum amistoso. Dunga está fechado com os jogadores, e teria todo seu discurso questionado se convocasse o atleta santista.
É verdade, porém, que o treinador não manda 100% na seleção. Não podemos esquecer que na convocação para as Olimpíadas de Pequim ele teve de engolir Ronaldinho Gaúcho, imposto por Ricardo Teixeira.
Quando estava ameaçado no cargo, Dunga teve o apoio do atual grupo, e conseguiu resultados positivos para se manter. Agora com prestígio, o treinador não irá trair os atletas.
Em resumo, a coerência de Dunga estará em questão nesta convocação…
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