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O Flamengo está com a mão na taça de campeão e, dos quatro que caem, dois já foram definidos. Confira abaixo as chances (que, ressalto, são probalidades, não certezas), de acordo com o site Infobola, de título e de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, a uma rodada do fim.

QUEM BRIGA PARA SER CAMPEÃO

Time

Chances

 O que vem por aí


1.º
Flamengo
(64 pontos)

76%

Jogo que falta: 6/12 – Grêmio (casa)
Será campeão: se vencer em casa. Também pode empatar, caso Inter, Palmeiras e São Paulo não vençam seus respectivos jogos. A equipe rubro-negra já está na Libertadores de 2010


2.º
Internacional
(62 pontos)

18%

Jogo que falta: 6/12 – Santo André (casa)
Será campeão: se vencer e o Fla empatar ou perder para o Grêmio


3.º
Palmeiras
(62 pontos)

3%

Jogo que falta: 6/12 – Botafogo (fora)
Será campeão: se vencer e Fla e Inter não ganharem seus jogos


4.º
São Paulo
(62 pontos)

3%

Jogo que falta: 6/12 – Sport Recife (casa)
Será campeão: se vencer e Fla, Inter e Palmeiras não ganharem

QUEM BRIGA PARA NÃO SER REBAIXADO

Time

Chances

 O que vem por aí


20.º
Sport
(31 pontos)

100%

Jogo que falta: 6/12 – São Paulo (fora)
Já está rebaixado


19.º
Náutico
(38 pontos)

100%

Jogo que falta: 6/12 – Avaí (casa)
Já está rebaixado


18.º
Santo André
(41 pontos)

99%

Jogo que falta: 6/12 – Internacional (fora)
Escapa do rebaixamento: Se vencer e Botafogo e Coritiba perderem (supera o paranaense no saldo de gols)


17.º
Botafogo
(44 pontos)

40%

Jogo que falta: 6/12 – Palmeiras (casa)
Escapa do rebaixamento: Se vencer e Coritiba e Fluminense (que se enfrentam) empatarem ou um vencer


16.º
Coritiba
(44 pontos)

32%

Jogo que falta: 6/12 – Fluminense (casa)
Escapa do rebaixamento: Se vencer o concorrente direto Fluminense ou derrota do Botafogo e empate do Santo André


15.º
Fluminense
(45 pontos)

29%

Jogo que falta: 6/12 – Coritiba (fora)
Escapa do rebaixamento: Se empatar com o Coritiba, em confronto direto

Você ainda pode simular a classificação com os resultados das próximas rodadas do Brasileirão clicando aqui.

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rogerio

O sonho do tetracampeonato do São Paulo ficou mais distante. A derrota por 4 a 2 no Serra Dourada para o Goiás deixou o clube em quarto lugar na tabela do Brasileirão, com 62 pontos, 17 vitórias e saldo de 11 gols.

O São Paulo teve tudo para conquistar mais um título, porém tropeçou. Contra o Goiás, inexplicavelmente caiu de rendimento após começar num ótimo ritmo.

Para ser campeão, o clube precisará vencer o Sport Recife no Morumbi, e torcer para que Flamengo, Internacional e Palmeiras não ganham seus jogos na última rodada.

O Flamengo, líder com 64 pontos, 18 vitórias e saldo de 13 gols, pega o Grêmio em casa – o time gaúcho deve poupa jogadores no Maracanã.

O Internacional joga contra o desesperado Santo André, no Beira-Rio. O clube é o segundo, com 62 pontos, 18 vitórias e saldo de 18 gols.

O Palmeiras, terceiro com 62 pontos, 17 vitórias e saldo de 14 gols, tem o duelo mais complicado. Joga no Engenhão contra o desesperado Botafogo, que precisa da vitória para escapar da Série B.

Quem vai ficar com o título na última rodada? Difícil afirmar… O Inter começou líder, mas sentiu a pressão e caiu. O Palmeiras liderou por 19 rodadas, mas também entrou em crise. O São Paulo era líder e caminhava rumo ao título, mas apagou. Será que o Flamengo não tremerá diante do Grêmio?

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belluzzo420

Dia desses voltava de prosaica ida ao supermercado, quando levo uma fechada num cruzamento da rua Aimberê, no Sumaré. Fiquei tão indignado com o inconsequente ás no volante, que lasquei um impropério daqueles que vocês conhecem bem. O sujeito emparelhou no meu carro, abaixou o vidro e disse: “Você acaba de perder um fã!” Referia-se ao fato de me ver, toda noite, na tevê. Eu não quis nem saber dessa conversa: “Pouco me importa. Você tem de respeitar as pessoas.”

Fui pra casa remoendo o episódio, mas me dei conta de que basta ter um mínimo de visibilidade para que nossas reações estejam sempre sob avaliação. Não dá nem para mandar um barbeiro tomar banho na soda, como dizia uma tia, porque somos “personagens públicos”. Como se aparecer na telinha tornasse a pessoa mais importante ou especial e a obrigasse a ter determinado comportamento.

Esse ligeiro incidente me veio em mente ao acompanhar a voracidade com que acessamos o YouTube para assistir ao filminho em que Luiz Gonzaga Belluzzo comanda a massa, numa festa de escola de samba uniformizada, com gritos de guerra contra o São Paulo. A farra aconteceu em outubro e só agora caiu na rede, depois que alguém decidiu descarregar as imagens de celular e expô-las ao mundo.

O presidente do Palmeiras aparece despojado da figura de dirigente esportivo e se desnuda como torcedor de arquibancada, que fala bobagens contra rivais com a naturalidade com que na sequência confraterniza com eles. Besteiras que na maioria das vezes caem na vala comum do esquecimento, porque não merecem nada além disso. Tolices que qualquer pessoa saudável despeja quando está na intimidade. Quanta sandice politicamente incorreta não falamos a todo momento? E nem por isso o dólar despenca ou vem outro Dilúvio Universal. Porque é tudo da boca pra fora.

O problema, como lembrou o caro amigo e “Boleiro” Luiz Zanin em seu blog no estadao.com.br, é que hoje em dia todo mundo carrega celulares que filmam, fotografam, navegam na internet, sintonizam emissoras de rádio e tevê e até servem para falarmos. Então, os passos de anônimos ou não podem ser registrados e virar domínio público. Daí o que se supõe estar limitado a um grupo pequeno pode ser visto por um pastor nas Ilhas Faroe. E, dependendo do que o sujeito fez, vira celebridade ou se transforma em vilão.

O que não falta é miolo-mole – que pode levar a sério a expressão “matar os bambis”, como se fosse isso que o cartola desejasse. E também o que brota mais do que mato na serra é gente cheia de melindres, que vê desrespeito em tudo. Muita chatice e pouca alegria se esparramam por aí. Em todo caso, senhor Belluzzo, tome cuidado até quando for comer uma pizza com amigos; sempre haverá um pronto a registrar seu mais ligeiro comentário a respeito de tudo – do futebol aos rumos da economia.

Por falar em rumo, está espetacular a definição do Campeonato Brasileiro de 2009. Parece que todo mundo se esforça para entregar a taça para o concorrente, tamanha a oscilação dos que se agrupam no bloco de cima. Está tudo tão embolado e de pernas pro ar, que o São Paulo pode até fazer a festa do título no domingo em Goiânia. Acho difícil. Mesmo assim, o atual tricampeão tem ligeira vantagem sobre o Flamengo. O Inter, se não vacilar contra Sport e Santo André, pode sonhar com alguma reviravolta. Já o Palmeiras que abra o olho, senão fica fora até da Libertadores.

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Depois de ser suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por ter dito que bateria no árbitro Carlos Eugênio Simon, o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, voltou a ser destaque na imprensa por declarações inoportunas. Desta vez, na festa de aniversário de uma das torcidas organizadas do clube, Belluzzo fez um discurso inflamado e gritou “vamos matar os bambis!”.

A data do vídeo é de 17 de outubro deste ano. O Palmeiras brigava com o São Paulo pela ponta do Brasileirão.

A declaração é, no mínimo, vexatória para uma pessoa que tem tanto prestígio quanto Belluzzo, que além de presidente do Palmeiras é tido como uma dos maiores economistas do Brasil.

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Estes são os melhores da rodada deste final de semana do Campeonato Brasileiro, escolhidos pela equipe do estadao.com.br e do Jornal da Tarde.

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24.novembro.2009 10:42:10

Teatro tosco

Uma das manifestações culturais populares de Nápoles, na primeira metade do século passado, eram as sceneggiate. Peças de teatro curtas, que incluíam poesia e música, tinham estrutura fixa, em que se destacavam personagens como o isso (“ele”, em dialeto local, na figura do herói) e o malamente (“o malvado”). Em galpões toscos, os napolitanos acompanhavam as peripécias da eterna luta entre o bem e o mal.

No Palmeiras de hoje, sempre com as raízes fincadas na Itália, ressurgiu a sceneggiata, agora recitada por canastrões e em palco alheio – o Estádio Olímpico, de Porto Alegre. A cartolagem tentou assumir o papel do correto, ao anunciar, minutos após a derrota para o Grêmio, que excluía de sua società os vilões Maurício e Obina. Na visão oficial, ambos se mostraram indignos de vestir o sagrado manto verde – ou azul ou amarelo marca-texto, sei lá – por terem brigado no intervalo do clássico.

Os dirigentes acreditavam que a punição sumária, ao estilo de execuções camorristas, serviria de exemplo para o restante do elenco e funcionaria como uma satisfação prestada ao público alviverde. A dispensa de dois desagregadores deveria restabelecer a ordem na tropa, na avaliação imediata dos comandantes da expedição ao Sul. Grande bobagem.

O banimento foi tentativa grotesca de transferir para Maurício e Obina a responsabilidade de ir para o lixo um título que semanas atrás parecia tão certo quanto a eficiência milagrosa de San Gennaro. Os dois fizeram papelão e agiram como garotos que brigam em pelada de rua. Não é novidade, também não é comum, companheiros de time trocarem tapas e socos por uma jogada desastrada. Não se espera isso de profissionais, em nenhuma atividade, mas pode acontecer. Sobretudo em time de cabeça quente.

Antes de jogar os briguentos no fundo do mar, numa prática que lembra as vendette sicilianas, os donos do poder palestrino deveriam fazer uma reflexão e assumir parcela da culpa dessa situação constrangedora. Faz quase dois meses que o time desandou, perdeu o prumo, se entortou e desabou na classificação. O acúmulo de derrotas e empates por si seria suficiente para destroçar a autoconfiança de qualquer equipe. Ainda mais se for o Palmeiras, que tem torcida impaciente e que pega no pé como poucas.

Mas, em vez de surgirem bombeiros, apareceu gente jogando gasolina na fogueira. Muricy Ramalho achou que estimularia a tropa com a tática mais manjada de ver na imprensa o inimigo comum. Como supostamente deu certo em outras situações, o treinador considerou melhor despejar ironias nos repórteres que acompanham a rotina do clube do que botar o dedo na ferida e ver por que jogadores importantes sumiram na reta final. Ou esmiuçar o que Marcos quis dizer, dias atrás, ao sugerir que faltava comprometimento.

O presidente Belluzzo, festejado como boa novidade no anacrônico mundo dos coronéis da bola, encampou o discurso do torcedor destemperado ao prometer dar “porradas” no juiz Simon, depois do fiasco diante do Flu. A reação inflamada poderia ser entendida no calor da hora, após o 1 a 0 com o legítimo gol de Obina anulado no Maracanã. Belluzzo, porém, bateu na tecla nos dias seguintes, sem recuar.

O tom belicoso do técnico e do presidente se estendeu para as arquibancadas, que veem carrascos onde não deveriam, e contagiou atletas, assustados com as cobranças e apavorados com o fracasso, agora inevitável. Nas sceneggiate napolitanas não importava se vencesse o bem ou o mal; o público sabia que era só ficção e se divertia. A derrocada do Palmeiras é real e não tem graça nenhuma – pelo menos para sua torcida. O Palmeiras vive drama à napolitana com vários atores canastrões

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Faltam duas rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro 2009 e a briga é acirrada pelo título e para não cair. Neste momento, tudo aponta para o São Paulo como campeão e Náutico, Santo André e Fluminense como rebaixados (junto com o Sport). Confira abaixo as chances (que, ressalto, são probalidades, não certezas), de acordo com o site Infobola.

QUEM BRIGA PARA SER CAMPEÃO

Time

Chances

 O que vem por aí


1.º
São Paulo
(62 pontos)

53%

Jogos que faltam: 29/11 – Goiás (fora) e 6/12 – Sport Recife (casa)
Será campeão: se vencer os dois jogos


2.º
Flamengo
(61 pontos)

32%

Jogos que faltam: 29/11 – Corinthians (fora) e 6/12 – Grêmio (casa)
Será campeão: se vencer os dois jogos e o São Paulo empatar pelo menos um


3.º
Internacional
(59 pontos)

9%

Jogos que faltam: 29/11 – Sport Recife (fora) e 6/12 – Santo André (casa)
Será campeão: se vencer os dois jogos e tanto Flamengo quanto São Paulo perderem pelo menos um


4.º
Palmeiras
(59 pontos)

6%

Jogos que faltam: 29/11 – Atlético-MG (casa) e 6/12 – Botafogo (fora)
Será campeão: se vencer os dois jogos e São Paulo e Flamengo perderem um jogo e pelo menos empatar o outro, além do Inter perder um jogo

QUEM BRIGA PARA NÃO SER REBAIXADO

Time

Chances

 O que vem por aí


20.º
Sport
(31 pontos)

100%

Jogos que faltam: 29/11 – Internacional (casa) e 6/12 – São Paulo (fora)
Já está rebaixado


19.º
Náutico
(38 pontos)

99%

Jogos que faltam: 29/11 – Santo André (fora) e 6/12 – Avaí (casa)
Escapa do rebaixamento: Será um milagre, pois tem de vencer os dois jogos e Fluminense, Botafogo, Atlético-PR e Coritiba só perderem, além de ainda precisar tirar uma boa diferença de saldo de gols. Já decide no domingo, contra o rival direto Santo André


18.º
Santo André
(38 pontos)

99%

Jogos que faltam: 29/11 – Náutico (casa) e 6/12 – Internacional (fora)
Escapa do rebaixamento: Será um milagre, pois tem de vencer os dois jogos e Fluminense, Botafogo, Atlético-PR e Coritiba só perderem, além de ainda precisar tirar uma boa diferença de saldo de gols. Já decide no domingo, contra o rival direto Náutico


17.º
Fluminense
(42 pontos)

54%

Jogos que faltam: 29/11 – Vitória (casa) e 6/12 – Coritiba (fora)
Escapa do rebaixamento: Se vencer os dois jogos e Botafogo, Atlético-PR e/ou Coritiba perderem pelo menos um jogo (no caso, com o Coritiba, tem confronto direto)


16.º
Botafogo
(44 pontos)

20%

Jogos que faltam: 29/11 – Atlético-PR (fora) e 6/12 – Palmeiras (casa)
Escapa do rebaixamento: Se vencer os dois jogos; se empatar um, torce por um empate ou derrota do Fluminense


15.º
Atlético-PR
(44 pontos)

12%

Jogos que faltam: 29/11 – Botafogo (fora) e 6/12 – Barueri (fora)
Escapa do rebaixamento: Se vencer os dois jogos; se empatar um, torce por um empate ou derrota do Fluminense


14.º
Coritiba
(44 pontos)

16%

Jogos que faltam: 29/11 – Cruzeiro (fora) e 6/12 – Fluminense (casa)
Escapa do rebaixamento: Se vencer os dois jogos; se empatar um, precisa vencer o Fluminense na última rodada

Você ainda pode simular a classificação com os resultados das próximas rodadas do Brasileirão clicando aqui.

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A 36.ª e antepnúltima rodada do Campeonato Brasileiro foi ótima para o Internacional e aliviante para o Palmeiras. Com a derrota do São Paulo para o Botafogo (3 a 2, jogaço, em dia iluminado de Jóbson) e a bobeada do Flamengo (0 a 0 com o Goiás no Maracanã), os dois times estão três pontos atrás do líder.

Ou seja, ambos ainda tem chance de ser campeão, se vencerem seus jogos e os dois times acima na classificação perderem pelo menos uma partida. Com os jogos que restam, a tendência é de título para o time tricolor paulista – meu palpite, pelo histórico.

Quanto ao rebaixamento, se o Sport já era, Náutico e Santo André estão bem próximos. O quarto e último rebaixado só será definido na última rodada. Botafogo e Fluminense tem demonstrado que querem escapar. Que Atlético-PR, Coritiba e até o Vitória abram os olhos. Até mesmo o Barueri, com seus número 12 hoje – 12 vitórias, 12 empates e 12 derrotas. Mais regular, impossível.

Giuliano comemora o gol da vitória do Inter sobre o Atlético-MG
Giuliano comemora o gol da vitória do Inter sobre o Atlético-MG

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