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Arquivo Estado

John Francis Bongiovi, ou John Bon Jovi, nasceu nos Estados Unidos no dia 2 de março de 1962. Aos sete anos ganhou sua primeira guitarra e não abandonou mais o rock. Em 1982 conheceu o guitarrista Richie Sambora e juntos montaram a banda que foi batizada com seu nome. Nos anos 90, com os sucessos Livin’On a Prayer e One Wild Night e um visual para lá de extravagante, a banda conquistou o grande público, principalmente feminino. Como se diz hoje, as mina pirava com o vocalista galã. E, mesmo com a histeria digna de fãs do Menudo ou do Justin Bieber, até roqueiros sisudos o respeitavam. Claro que nunca davam o braço a torcer e jamais se derramavam em elogios ao bonitão. Para justificar que gostavam de Bon Jovi recorriam ao feioso Sambora: “puta guitarrista, mano.”

No dia em que Bon Jovi completa 50 anos, relembre os shows da banda no Brasil.

 1990

No auge da carreira, o líder Bon Jovi e sua banda estiveram no Brasil pela primeira vez, no festival Hollywood Rock.

1993

A segunda vez que a banda se apresentou no Brasil foi no estádio do Pacaembu, na turnê do álbum Keep the Faith.

1995

No Brasil pela terceira vez Bon Jovi lançou o álbum These Days no show realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

2010

No estádio do Morumbi John e seus companheiros fizeram um show de três horas tocando seus clássicos hits de sucesso.

 

Bon Jovi em eventos no fim de 2011

Pesquisa e texto: Rose Saconi e Edmundo Leite.
Tratamento de Imagens: José Brito
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11.outubro.2011 08:00:08

15 anos sem Renato Russo

Uma legião de fãs chorou o 11 de outubro de 1996.   Após dias de isolamento e depressão profunda, Renato Russo morria, encerrando um ciclo do rock brasileiro. Com a sua Legião Urbana, Renato tornara-se um dos maiores  ídolos do país.

O conjunto formado por Renato, Marcelo Bonfá,  Dado Villas-Lobos e Renato Rocha estourou em Brasília nos anos 80 e logo conquistou  todo o País com músicas que se tornaram hinos de uma geração: Que país é este?, Vento no litoral, Pais e Filhos, Será, Eduardo e Mônica, entre outras que marcaram época.

Em 1989, antes de lançar o quinto disco do Legião, Renato descobriu que portava o vírus da aids. A banda ainda teve fôlego para mais discos. O oitavo e último álbum foi lançado em setembro de 1996.



# Há 21 anos, Legião incediava o Palmeiras

# A Brasília de João de Santo Cristo

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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10.outubro.2011 14:05:21

20 anos de Deep Purple no Brasil

Joe Lynn Turner e Ritchie Blackmore no Ibirapuera em 1991

Um ano que começara com uma segunda edição do Rock in Rio,  veria o The Cult e ainda teria Bob Dylan não poderia ter sido melhor para os roqueiros brasileiros, se fartando após prolongado jejum de atrações internacionais.  Em agosto de 1991, a excitação era por causa do lendário Deep Purple, uma das principais bandas da história do rock pesado.  Nem mesmo a ausência do vocalista Ian Gillan, naquele turnê substituído por um tal Joe Lynn Turner, desanimou os fãs. Todos os demais integrantes de uma formação clássica estavam por aqui pela primeira vez: o baixista Roger Glover, o beterista Ian Paice, o tecladista Jon Lord e o sisudo e polêmico guitarrista Ritchie Blackmore.

Além da espera de mais de 20 anos, os fãs paulistanos ainda tiveram que amargar um atraso de 2h30 para o início da primeira apresentação no Ginásio do Ibirapuera, então o principal palco para grandes shows em São Paulo. A banda também faria mais apresentações no Olympia, casa de shows que também fez época na capital paulista.

O sucesso daquela primeira turnê fez com que o Deep Purple retornasse várias  vezes ao Brasil nos próximos anos com diferentes formações, como a que toca nesta noite em São Paulo.

O Estado de S.Paulo – 20/8/1991

Jornal da Tarde – 20/8/1991

Ritchie Blackmore e o baterista Ian Paice

   O
O baixista Roger Glover com Turner e Paice

Pesquisa e texto: Rose Saconi e Edmundo Leite

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21.setembro.2011 20:13:48

R.E.M: quando uma banda acaba?

Não foi a primeira vez nem será a última. A história do rock, da música pop, da música está cheia de casos semelhantes. Após uma carreira de sucesso, uma banda, conjunto, grupo acaba. Os motivos vão desde brigas entre os integrantes, saída de algum deles para carreira solo e outros motivos menos nobres. Mas algumas vezes é por aquela constatação, nem sempre fácil,  sempre doída, de que simplesmente acabou. Que aquele brilho e entusiasmo do início e de outras passagens já não existe mais. O R.E.M anunciou hoje o fim da banda. O motivo, o mais nobre de todos: sabedoria.

É o fim de uma banda como nós conhecemos. Mas nos sentimos bem.

Para quem não sabe o que significou o frescor daquele som novo no fim dos anos 80, duas críticas publicadas no Caderno 2 do Estadão por aqueles dias. Uma de Fernando Naporano, sobre o disco Lifes Rich Pageant, de 1986, mas que só chegou por aqui no início do ano seguinte,   e outra de Humberto Finatti, sobre o disco Green, de 1988.

12/3/1987

10/01/1989 

 Clique nas imagens para ver as páginas originais
. 

Fotos de divulgação do R.E.M usadas pelo jornal nos anos 80

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Na sua décima edição, a quarta sediada no Brasil depois das de 1985, 1991 e 2001, o Rock in Rio tem inicio na próxima semana, no dia 13 de setembro.

O evento foi um marco na história dos festivais no Brasil, por tornar possível a vinda de grandes artistas internacionais ao país. Num período onde o Brasil era pouco incluído nas turnês de grandes estrelas do rock e do pop, na sua primeira edição, em 1985, o Rock in Rio trouxe bandas como, Queen, AC/DC, Iron Maiden, Yes, Whitesnake e artistas como Ozzy Osbourne e Rod Stewart, para citar algumas das suas inúmeras atrações.

Para receber  esses astros o maior palco do mundo já construído até então foi erguido, tinha  5 mil metros² de área. A Cidade do Rock foi concebida para atender a quase 1,5 milhão de pessoas , bem mais que o dobro comportado pelo festival de Woodstock.

Acompanhe o Blog do Arquivo e relembre as edições passadas deste mega evento.

 

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