ir para o conteúdo
 • 

Arquivo Estado

Em 01 de junho de 1911 o Estado trazia uma foto dos principais os líderes da primeira fase da Revolução Mexicana.

Quinta-feira, 01 de junho de 1911

Porfirio Díaz após entregar sua renúncia, em 25 de maio de 1911, embarcou para a Europa, onde viveu no exílio até o final de sua vida.

Pesquisa e Texto: Lizbeth Batista
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao


sem comentários | comente

A renúncia de Porfírio Díaz era anunciada na edição de 20 de maio de 1911.

A nota revela alguns dos momentos finais do governo do general Díaz. Comenta como o octogenário chefe de estado , outrora  forte e bem disposto, naquele momento parecia “alquebrado” .

Sabbado, 20 de maio de 1911

Após oito meses de combate, as forças do governo federal do México não resistiam aos ataques dos revolucionários.

Enquanto o exército mexicano encontrava-se enfraquecido, carente de homens e armas, a perda de apoio popular ao governo Díaz fazia crescer o número de homens nas fileiras dos exércitos rebeldes.

Após infrutíferas tentativas de restabelecer a ordem na região norte do México, e sem conseguir conter as forças rebeldes comandadas por Pancho Villa, Emílio Zapata e Francisco Madero, o presidente mexicano viu-se forçado a deixar a batalha e oferecer sua renúncia.

Assim, os rebeldes obtinham sua primeira grande vitória, em 21 de maio de 1911 era assinado o Tratado de Juarez.

O acordo assegurava o fim das batalhas entre as forças lideradas de Madero e o exército federal. Também determinava o afastamento do presidente Porfírio Díaz e de Ramon Corral, vice-presidente. Dias após a assinatura do tratado, Díaz apresentou sua renúncia ao congresso e partiu para o exílio, na França.

Pesquisa e Texto: Lizbeth Batista
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao

comentários (2) | comente

Sabbado, 29 de abril de 1911

Na edição de 29 de abril de 1911, o Estado informava seus leitores sobre um artigo polêmico publicado pelo “Financial News” de Londres.

Nele o jornal inglês afirmava que a influência norte-americana no México, e apontava o “trust” norte-americano do petróleo como grande financiador da Revolução Mexicana.

Sabbado, 29 de abril de 1911

O Financial alegava que a concorrência exercida pela companhia mexicana “Mexican Eagle Oil Company” vinha desagradando a petrolífera dos Rockefeller, que buscava melhores acordos com o governo Diaz.

Sem uma contrapartida por parte do governo mexicano a petrolífera passara a conspirar contra Porfírio Diaz.

O artigo acusava a “Standard Oil Company” de organizar um “syndicato da revolução”, empregando capital para incitar a população mexicana contra o governo de Porfírio Diaz, e pagando pela divulgação da revolução nos jornais.

Pesquisa e Texto: Lizbeth Batista
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao

1 Comentário | comente

A sessão Notas e Informações do Estado de 24 de abril de 1911, trazia notícias  sobre a repercussão, em Londres, da posição dos Estados Unidos diante do conflito mexicano.

Segunda-feira, 24 de abril de 1911

A nota versava sobre um artigo do jornal inglês , Spectador.

A matéria afirma que os Estados Unidos não dispunham de condições militares para uma ampla intervenção no México.

A imprensa londrina diz mais, diz que sem a ajuda da Europa os Estados Unidos não conseguiram manter a ordem nas Repúblicas americanas.

Pesquisa e Texto: Lizbeth Batista
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao

sem comentários | comente

A edição de 18 de abril de 1911, do Estado,  trazia notícias sobre as possíveis reações do governo americano diante do recrudescimento do conflito mexicano.

Terça-feira, 18 de abril de 1911

Em Washington, discutia-se o posicionamento que o governo norte-americano deveria tomar diante da intensificação dos combates entre revolucionários e o exército mexicano no norte do México, região fronteiriça com os Estados Unidos.
A alternativa seria enviar forças para o México na busca de restabelecer a ordem.  Falava-se até numa possível anexação de territórios mexicanos.
Analisando os possíveis cenários diante de um envolvimento maior dos Estados Unidos, a  nota ressaltava que apesar da vantagem estratégica que a anexação do sul da Califórnia traria, uma ocupação poderia trazer resultados indesejados. Instigaria o sentimento antiamericano  na população mexicana.   A guerrilha poderia se voltar contra as forças de ocupação, transformando o embate numa guerra muito custosa para os americanos.

1 Comentário | comente

Comentários recentes

  • Carlos Lima (Arquivista): Parabéns, a este exímio veículo de comunicação pela iniciativa em digitalizar seu...
  • Como assim: Parabéns ao Estadão por esta iniciativa de resgate e preservação da história do nosso país!
  • Ricardo L. Carmo: Tive a honra de estar presente neste evento, onde pude presenciar a luta deste jornal nestes 137...
  • fernando kowalczuk: Ãcredito não haver um momento melhor do que este vivido pelo jornal e seus colaboradores. O...
  • Sergio Mainardi: PARABÉNS ESTADÃO, ‘TENHO ORGULHO DE COMPARTILHAR ESSE MOMENTO’

Arquivo

Blogs do Estadão