A história do Grande Prêmio do Brasil começou em 30 de março de 1972. Naquele dia, foi disputada no autódromo de Interlagos uma corrida extraoficial,que não valeu pontos pelo campeonato, mas era um ensaio para que no ano seguinte o País fosse incluído no calendário da Fórmula 1.
O autódromo estava tomado por torcedores, mas a festa brasileira não aconteceu. Fittipaldi, que largara na pole position e liderava tranquilamente a corrida, abandonou a prova a apenas cinco voltas da bandeirada. O braço esquerdo da suspensão traseira de sua Lotus quebrou. Tinha 18 segundos de vantagem sobre o argentino Carlos Reutemann, que recebeu de lambuja a vitória.
“Entregar o troféu ao Émerson? Pois não. É só esperar o final, que esta corrida ele não perde, a não ser que aconteça um desastre”, governador Laudo Natel, convidado para entregar o troféu ao vencer do 1.º GP do Brasil.
Independentemente do problema com Émerson, os dois milhões de cruzeiros investidos à época para organizar o GP compensaram. O objetivo de colocar o Brasil no circuito da F-1 foi cumprido. O País entrou no calendário oficial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) no ano seguinte, quando Émerson venceu.
Foto: AE
O piloto argentino Carlos Reutemann pilotando um carro Brabham-Ford cruza a linha de chegada vence o GP Brasil em 72.
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Em 1975, Interlagos viveu um dos maiores momentos na história da Fórmula 1. A primeira dobradinha do Brasil na categoria, com vitória de José Carlos Pace, seguido pelo então bicampeão Émerson Fittipaldi.
Moco, como era conhecido, subiu no pódio carregando a bandeira brasileira. O público invadiu a pista e os dois pilotos brasileiros foram agarrados e carregados no meio de muita euforia. Foi a única vitória de Pace na F-1 nos 72 GPs que disputou.
27/1/1975
18 de março de 1977 – Naquele que poderia ser o seu ano de ouro, o título de campeão não veio. A morte chegou primeiro. Pace estava com um carro competitivo, a Brabham, e era um dos pilotos mais cotados a ganhar o campeonato mundial de 77. Moco morreu quando o avião de pequeno porte em que viajava caiu na região de Mairiporã.
Uma justa homenagem ao piloto veio oito anos de pois de sua morte, em 1985, quando o autódromo de Interlagos, em São Paulo, foi rebatizado com seu nome.
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Após 19 temporadas consecutivas na Fórmula 1, recorde de longevidade na categoria, Rubens Barrichello anunciou que correrá na Fórmula Indy em 2012. O piloto brasileiro chegou à Fórmula 1 pela equipe Jordan no fim de 1992 após uma vitoriosa carreira em outras categorias. Relembre a chegada do piloto nas páginas do Estadão.
O Estado de S.Paulo - 18/3/1986
O Estado de S. Paulo - 21/10/1992
Entrevista ao Estado
O Estado de S. Paulo – 26/11/1992
O primeiro teste na F-1
O Estado de S.Paulo – 27/11/1992
O anúncio oficial:
“O mais importante para mim é sentir que realizei o sonho que tinha desde menino, antes mesmo de pensar em andar de kart”, contou Rubinho, aos 20 anos, emocionado algumas horas depois de sua apresentação pela Jordan.
Pesquisa e texto: Rose Saconi, com colaboração de João Cabral
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13 de novembro de 1994
O piloto alemão Michael Schumacher ganhou o primeiro de seus sete títulos de campeão na Fórmula 1 em 1994, no GP da Austrália. Schumacher era na época piloto da equipe Benetton/Ford e liderava o Mundial com 92 pontos, contra 91do piloto inglês Damon Hill, da equipe Williams/Renault.
O alemão largou em segundo e Hill em terceiro. Logo no início da prova, os dois passaram o pole position Nigel Mansell. Schumacher liderou até a 35.ª volta do circuito. Na volta 36, porém, Schumacher jogou sua Benetton na direção da Williams de Damon Hill e ambos tiveram que deixar a pista.
Resultado: os dois não marcaram pontos e a vitória do GP da Austrália foi de Nigel Mansell. Na somatória de pontos da temporada Schumacher conquistou o título mundial.
Relembre nas páginas do Estado e JT essa polêmica e emocionante corrida que entrou para a história da F1
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Na madrugada daquele domingo, 20 de outubro de 1991, milhões de torcedores e fãs da Fórmula 1 acompanharam pela TV o piloto brasileiro, já com o título assegurado desde as primeiras voltas, deixar de vencer o GP do Japão a poucos metros da linha de chegada.
“Foi uma forma de retribuir a ajuda que Gerhard Berger me deu no campeonato”, afirmou Ayrton Senna, para explicar por que tirou o pé do acelerador para que o companheiro da equipe McLaren ganhasse a prova em Suzuka. Senna cruzou a linha em segundo lugar, 344 milésimos atrás de Berger e conquistou seu terceiro título mundial na F1.
“Correr é a minha vida. Para mim não serve 99%, quero 100%.O limite está na totalidade…Eu nunca considero a possibilidade de um acidente.” Ayrton Senna em entrevista após o GP do Japão, em 1991.
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2012
2011