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A história do futebol seria menos rica se no dia 14 de abril de 1912 não tivesse sido fundado o Santos Football Club. O clube, que hoje completa 100 anos,  já teve grandes equipes e ainda revelou o maior jogador de todos os tempos, Pelé. Relembre nas páginas do Estadão as principais conquistas do time que encantou o mundo no final da década de 50 e durante toda a de 60.

O Estado de S. Paulo, 4/1/1957

O Estado de S. Paulo, 17/12/1960

O Estado de S. Paulo, 3/8/1962

O Estado de S. Paulo, 31/8/1962

O Estado de S. Paulo, 6/12/1962

O Estado de S. Paulo, 17/12/1963

O Estado de S. Paulo, 23/12/1964

Veja também:

# Especial – Centenário do Santos

# Galeria – O Memorial da Conquista

# Jogo da Minha Vida – Oito ilustres santistas

# Santos e Peñarol revivem a final de 62

# Copa Roca e o destino de Pelé

Pesquisa: Rose Saconi
Reprodução de imagens: José Brito

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13.abril.2012 13:10:11

Pelé em 12 atos

A história do Grande Prêmio do Brasil começou em 30 de março de 1972. Naquele dia, foi disputada no autódromo de Interlagos uma corrida extraoficial,que não valeu pontos pelo campeonato, mas era um ensaio para que no ano seguinte o País fosse incluído no calendário da Fórmula 1.

O autódromo estava tomado por torcedores, mas a festa brasileira não aconteceu. Fittipaldi, que largara na pole position e liderava tranquilamente a corrida, abandonou a prova a apenas cinco voltas da bandeirada. O braço esquerdo da suspensão traseira de sua Lotus quebrou. Tinha 18 segundos de vantagem sobre o argentino Carlos Reutemann, que recebeu de lambuja a vitória.

Entregar o troféu ao Émerson? Pois não. É só esperar o final, que esta corrida ele não perde, a não ser que aconteça um desastre”, governador Laudo Natel, convidado para entregar o troféu ao vencer do 1.º GP do Brasil.

Independentemente do problema com Émerson, os dois milhões de cruzeiros investidos à época para organizar o GP compensaram. O objetivo de colocar o Brasil no circuito da F-1 foi cumprido. O País entrou no calendário oficial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) no ano seguinte, quando Émerson venceu.


Foto: AE

O piloto argentino Carlos Reutemann pilotando um carro Brabham-Ford cruza a linha de chegada vence o GP Brasil em 72.

# Veja mais posts sobre Fórmula 1

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
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Em 1975, Interlagos viveu um dos maiores momentos na história da Fórmula 1. A primeira dobradinha do Brasil na categoria, com vitória de José Carlos Pace, seguido pelo então bicampeão Émerson Fittipaldi.

Moco, como era conhecido, subiu no pódio carregando a bandeira brasileira. O público invadiu a pista e os dois pilotos brasileiros foram agarrados e carregados no meio de muita euforia. Foi a única vitória de Pace na F-1 nos 72 GPs que disputou.

27/1/1975

18 de março de 1977 – Naquele que poderia ser o seu ano de ouro, o título de campeão não veio. A morte chegou primeiro. Pace estava com  um carro competitivo, a Brabham, e era um dos pilotos mais cotados a ganhar o campeonato mundial de 77. Moco morreu quando o avião de pequeno porte em que viajava caiu na região de Mairiporã.

Uma justa homenagem ao piloto veio oito anos de pois de sua morte, em 1985, quando o autódromo de Interlagos, em São Paulo, foi rebatizado com seu nome.

Leia mais sobre Fórmula 1  no blog do Arquivo

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
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O Estado de S. Paulo – 13/01/1989

Ricardo Teixeira tomou posse no dia 16 de janeiro de 1989 como a grande esperança de recuperar o prestígio da CBF e resgatar a autoridade do cargo arranhada pelos últimos dirigentes. Entre suas primeiras medidas, a nomeação do Sebastião Lazaroni como técnico da seleção brasileira que no próximo ano disputaria a Copa do Mundo da Itália.

O Estado de S. Paulo – 15/01/1989

A eleição de mentirinha por aclamação de Teixeira e a posse foram descritas por Antero Greco:

“A cerimônia, mera formalidade estatutária, não durou mais que 40 minutos e ao final deixou aliviados participantes, curiosos, figurantes, seguranças e jornalistas. Cerca de 400 pessoas amontoavam-se e suavam na sala do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, onde não há mais de 60 lugares. (…) Vianna retomou o controle da reunião e sugeriu o óbvio: que se procedesse a escolha por aclamação. As palmas responderam à proposta. O empurra-empurra, na tentativa de aproximar-se de Teixeira, quase derruba a inútil urna.” 

O Estado de S. Paulo – 17/01/1989

Pesquisa: Rose Saconi
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