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Arquivo Estado

No dia 23 de julho de 1952, na Olimpíada de Helsinque, na Finlândia, um brasileiro, filho de ferroviários, conquistou a primeira medalha de ouro olímpica para o atletismo, no salto triplo.  E não foi só isso.  Bateu quatro vezes o recorde mundial em um só dia.

Depois de ser campeão olímpico em 52, Adhemar repetiu o feito em 56, em Melbourne,  na Austrália. Ganhou, ainda, três pan-americanos, cinco sul-americanos, seis brasileiros e mais de 40 títulos internacionais.

Leia também:

# O segundo ouro olímpico de Adhemar

Pesquisa e texto: Rose Saconi
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O Estado de S.Paulo – 22/01/2003

Muita gente não se lembra, mas a relação da agora aposentado Marcos com o Palmeiras já esteve perto de um final. Em 2003, poucos meses após a consagração mundial como pentacampeão na Copa do Mundo, o goleiro foi vendido para o Arsenal, da Inglaterra, por US$ 4 milhões.  Estava tudo certo entre os clubes, mas Marcos não fechou com os ingleses: “O maior empecilho fui eu”.

O Estado de S.Paulo – 25/01/2003

Três anos depois, Corinthians, Santos e Cruzeiro queriam o goleiro

O Estado de S.Paulo – 25/01/2005

# Marcos: o início da santidade

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04.janeiro.2012 20:36:01

Marcos: o início da santidade

Após 20 anos de carreira profisisonal, sempre defendendo o Palmeiras, o goleiro-santo-herói Marcos anunciou a aposentadoria. Apelidado de São Marcos pela torcida após operar milagres na Libertadores de 1999, o goleiro iniciou a sua ascensão celestial num jogo contra o arquiinimigo (diabólico?) Corinthians nas quartas-de-final da competição sul-americana que acabaria vencida pelo Palmeiras. “As mãos de Deus estiveram comigo”, declarou o goleiro naquela noite.

Marcos mostrou-se desconfortável algumas vezes com a alcunha de santo. Mas, como bons fiéis, os torcedores palmeirenses lhe prestarão devoção eterna.

O Estado de S.Paulo – 06/5/1999

O Estado de S.Paulo – 07/5/1999

Em 2011, o jornalista e escritor Celso de Campos Jr. passou um tempão aqui no Arquivo do Estadão pesquisando para escrever a recém-lançada biografia “São Marcos de Palestra Itália”.

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04.dezembro.2011 19:00:55

Corinthians, pentacampeão

Relembre nos os pôsteres  do Estadão os times campeões do Corinthians em 1990, 1998, 1999 e 2005.

1990

Em 16 de dezembro de 1990, o Corinthians venceu o São Paulo no Morumbi e levantou a taça do Brasileirão pela primeira vez.

Em pé, da esquerda para a direita: Giba, Jacenir, Marcelo, Guinei, Márcio e Ronaldo.  Agachados: Fabinho, Wilson Mano, Tupãzinho, Neto e Mauro.

1998

O segundo título brasileiro foi ganho no dia 23 de dezembro de 1998, no Morumbi. O Corinthians, do técnico Wanderley Luxemburgo, venceu o Cruzeiro por 2 a 0.

Em pé, da esquerda para a direita: Maurício, Márcio Costa, Nei, Gamarra, Batata, Silvinho, Rincón e Cris. Agachados: Dinei, Amaral, Mirandinha, Didi, Rodrigo, Vampeta, Índio, Ricardinho, Marcelinho Carioca e Edílson.

1999

No dia 22 de dezembro derrubou o Atlético em três jogos. No primeiro, perdeu por 3 a 2; ganhou por 2 a 0 em casa e consolidou o título com 0 a 0, também no Morumbi.

Em pé, da esquerda para a direita: Augusto, Maurício, Dida, João Carlos, Gilmar, Vampeta, Márcio Costa, Rincón e Edu. Agachados: Marcos Sena, Dinei, Fernando Baiano, Ricardinho, Índio, Kléber, Marcelinho e Edílson.

 2005

 No dia 4 de dezembro, o Corinthians conquistou seu quarto título, mesmo perdendo o último jogo do campeonato para o Goiás por 3 a 2, no Serra Dourada.

Em pé, da esquerda para a direita: Fábio Costa, Bobô, Wescley, Coelho, Marcelo, Tevez, Marinho, Wendel e Bruno Octávio. Agachados: Edson, Hugo, Roger, Fabrício, Rosinei, Carlos Alberto, Nilmar, Marcelo Mattos, Jô e Gustavo Nery.

2011

4 de dezembro. Campeão, pela quinta vez, do Brasileirão.

Em pé, da esquerda para a direita: Alessandro, Danilo, Danilo Fernandes, Leandro Castán, Paulo André, Ralf, Júlio César, Chicão e Adriano. À frente: Willian, Emerson, Edenílson, Paulinho, Liedson, Fábio Santos, Welder, Jorge Henrique e Alex.

 Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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Há 55 anos

O atleta Adhemar Ferreira da Silva, um nome especial na história do Brasil nos Jogos Olímpicos, ganhou sua segunda medalha de ouro no salto triplo no dia 27 de novembro de 1956, em Melbourne, na Austrália.

A primeira foi ganha em Helsinque, Finlândia, em 1952. Da Silva, como era conhecido no exterior, quebrou o recorde mundial da prova sete vezes e iniciou uma escola de triplistas que gerou Nelson Prudêncio dos Santos e João do Pulo, ambos medalhistas olímpicos.

Reveja a página de Esportes do Estadão quando Adhemar subiu pela segunda vez no lugar mais alto do pódio, ao obter a marca de 16,35 metros.

O bicampeão do salto triplo Adhemar Ferreira da Silva tem um lugar especial na galeria de heróis brasileiros dos Jogos Olímpicos. Ele morreu em 12 de janeiro de 2001, aos 73 anos, vítima de parada cardiorrespiratória.

 

Foto: Arquivo/AE

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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