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Arquivo Estado

Muitos dirão que os dois são incomparáveis. Mas a situação de Garrincha e Adriano no Corinthians têm muito em comum. Os dois craques chegaram ao time sob desconfiança, mas com carisma e uma longa ficha de serviços pretados ao futebol. E, no caso de Garrincha, essa ficha tinha nada menos que o bicampeonato nas Copas do Mundo de 1958 e 1962 e as atuações magistrais pelo Botafogo. Mas no Parque São Jorge, os dois jogadores, por causa de problemas físicos e questões extra-campo, tiveram apenas algum lampejo do brilho de outrora.

Em 1966, Garrincha e Corinthians pareciam a combinação perfeita. Craque do povo, num time do povo. Mas fez apenas 13 partidas e marcou só dois gols, nas vitórias sobre Cruzeiro e São Paulo.

26/10/1966

"Mané veio para ser a alegria do Corinthians, não foi.
É um homem triste que só vê a bola em treino no Parque São Jorge"

 10/2/1966

"Quando Garrincha chegou por aqui era gordo e ninguém acreditava nêle.
 Apenas os homens que organizavam seu programa de treinos"


04/08/1966

Adriano chegou ao Corinthians também fora de forma, mas encheu a torcida de esperanças. Assim como Garrincha em 1966, em 2011 o jogador ficou bastante tempo sem jogar. E, como Garrincha, se submetia a uma rotina especial de treinamentos. No fim do Brasileirão, mesmo fora de forma entrou no fim de um jogo e marcou um gol fundamental para o título corintiano. Este ano, está às voltas com novos problemas que o impedem de jogar.

03/07/2011

08/2/2012

"Sem alternativas para deixar o jogador em forma, médicos e preparadores
 físicos do clube optam por fechar o Imperador; ele tem de perder 5 quilos"


Pesquisa e Texto: Carlos Eduardo Entini e Edmundo Leite
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O Estado de S.Paulo – 22/01/2003

Muita gente não se lembra, mas a relação da agora aposentado Marcos com o Palmeiras já esteve perto de um final. Em 2003, poucos meses após a consagração mundial como pentacampeão na Copa do Mundo, o goleiro foi vendido para o Arsenal, da Inglaterra, por US$ 4 milhões.  Estava tudo certo entre os clubes, mas Marcos não fechou com os ingleses: “O maior empecilho fui eu”.

O Estado de S.Paulo – 25/01/2003

Três anos depois, Corinthians, Santos e Cruzeiro queriam o goleiro

O Estado de S.Paulo – 25/01/2005

# Marcos: o início da santidade

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04.janeiro.2012 20:36:01

Marcos: o início da santidade

Após 20 anos de carreira profisisonal, sempre defendendo o Palmeiras, o goleiro-santo-herói Marcos anunciou a aposentadoria. Apelidado de São Marcos pela torcida após operar milagres na Libertadores de 1999, o goleiro iniciou a sua ascensão celestial num jogo contra o arquiinimigo (diabólico?) Corinthians nas quartas-de-final da competição sul-americana que acabaria vencida pelo Palmeiras. “As mãos de Deus estiveram comigo”, declarou o goleiro naquela noite.

Marcos mostrou-se desconfortável algumas vezes com a alcunha de santo. Mas, como bons fiéis, os torcedores palmeirenses lhe prestarão devoção eterna.

O Estado de S.Paulo – 06/5/1999

O Estado de S.Paulo – 07/5/1999

Em 2011, o jornalista e escritor Celso de Campos Jr. passou um tempão aqui no Arquivo do Estadão pesquisando para escrever a recém-lançada biografia “São Marcos de Palestra Itália”.

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04.dezembro.2011 19:00:55

Corinthians, pentacampeão

Relembre nos os pôsteres  do Estadão os times campeões do Corinthians em 1990, 1998, 1999 e 2005.

1990

Em 16 de dezembro de 1990, o Corinthians venceu o São Paulo no Morumbi e levantou a taça do Brasileirão pela primeira vez.

Em pé, da esquerda para a direita: Giba, Jacenir, Marcelo, Guinei, Márcio e Ronaldo.  Agachados: Fabinho, Wilson Mano, Tupãzinho, Neto e Mauro.

1998

O segundo título brasileiro foi ganho no dia 23 de dezembro de 1998, no Morumbi. O Corinthians, do técnico Wanderley Luxemburgo, venceu o Cruzeiro por 2 a 0.

Em pé, da esquerda para a direita: Maurício, Márcio Costa, Nei, Gamarra, Batata, Silvinho, Rincón e Cris. Agachados: Dinei, Amaral, Mirandinha, Didi, Rodrigo, Vampeta, Índio, Ricardinho, Marcelinho Carioca e Edílson.

1999

No dia 22 de dezembro derrubou o Atlético em três jogos. No primeiro, perdeu por 3 a 2; ganhou por 2 a 0 em casa e consolidou o título com 0 a 0, também no Morumbi.

Em pé, da esquerda para a direita: Augusto, Maurício, Dida, João Carlos, Gilmar, Vampeta, Márcio Costa, Rincón e Edu. Agachados: Marcos Sena, Dinei, Fernando Baiano, Ricardinho, Índio, Kléber, Marcelinho e Edílson.

 2005

 No dia 4 de dezembro, o Corinthians conquistou seu quarto título, mesmo perdendo o último jogo do campeonato para o Goiás por 3 a 2, no Serra Dourada.

Em pé, da esquerda para a direita: Fábio Costa, Bobô, Wescley, Coelho, Marcelo, Tevez, Marinho, Wendel e Bruno Octávio. Agachados: Edson, Hugo, Roger, Fabrício, Rosinei, Carlos Alberto, Nilmar, Marcelo Mattos, Jô e Gustavo Nery.

2011

4 de dezembro. Campeão, pela quinta vez, do Brasileirão.

Em pé, da esquerda para a direita: Alessandro, Danilo, Danilo Fernandes, Leandro Castán, Paulo André, Ralf, Júlio César, Chicão e Adriano. À frente: Willian, Emerson, Edenílson, Paulinho, Liedson, Fábio Santos, Welder, Jorge Henrique e Alex.

 Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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Como seriam nossas vidas se as coisas tivessem acontecido de outra maneira em determinados momentos cruciais?  A questão eternamente sem resposta pode ser refeita neste domingo em que o futebol perdeu um de seus maiores talentos.

Desde que despontou no Botafogo de Ribeirão Preto em 1974, vários times grandes tentaram contratar o estudante de medicina que fez da bola o seu ofício, sua arte.  Palmeiras, Santos, Portuguesa, Fluminense tentaram levar  Sócrates para seus times. Com seu incontestável talento, é provável que a trajetória de sucesso continuasse em qualquer clube. Mas foi no Corinthians que tudo aconteceu. Para sorte dos demais torcedores, havia a seleção brasileira para torcer por Sócrates sem pudor de externar a admiração pelo ídolo alheio.

Jornal da Tarde – 13/10/1975

Jornal da Tarde – 13/8/1974


O Estado de S.Paulo – 15/9/1974

Jornal da Tarde – 29/11/1974

O Estado de São Paulo – 29/11/1974
 

O Estado de S.Paulo – 01/12/1974

O Estado de S. Paulo – 05/12/1974

Pesquisa e texto: Edmundo Leite
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